- Edição de «Recovered», de Heathen
- Edição de «The Book Of Heavy Metal», de Dream Evil
Já há data de saída oficial para o primeiro álbum a solo de Chris Caffery (de Savatage), que está a ser gravado neste momento. Pelo andar da carruagem, vai ser um álbum duplo, já que o senhor gravou até agora as bases de 30 (!) faixas. Assim sendo, «Faces/God Damn War» deverá sair no dia 24 de Setembro, enquanto que um primeiro single de avanço deverá ser lançado a 10 do mesmo mês. Juntamente com Caffery, participam no álbum o baterista Jeff Plate (Savatage/Trans-Siberian Orchestra), o baixista David Z (Trans-Siberian Orchestra) e o teclista Paul Morris (Richie Blackmore). www.ChrisCaffery.com
Os semi-deuses da cena gótica, The Mission, vão gravar alguns espectáculos na Alemanha para um DVD ao vivo que deverá ser editado a seguir. Depois disso, vem o álbum de originais.
Nattefrost, o blasfemo líder de Carpathian Forest, sofreu um acidente de carro que lhe valeu uma clavícula partida. Como os Carpathian Forest deviam começar as datas da digressão itinerante No Mercy Festival já na próxima semana, apenas os três restantes elementos da banda assegurarão os primeiros concertos da banda norueguesa. Nattefrost juntar-se-á à banda assim que os médicos lhe derem permissão para voar. www.season-of-mist.com
Os portugueses Arte Sacra terminaram as gravações do seu próximo trabalho, chamado «Formula», e preparam-se para regressar aos palcos em breve. Entretanto, podem já ouvir-se excertos de «Formula» em www.arte-sacra.org
«Fuego» é como se chama o novo álbum de Morgenstern. A edição, via Napalm Records, está agendada para Maio. www.napalmrecords.com
Os finlandeses Imperanon terminaram as gravações de «Stained», o álbum de estreia que será editado pela Nuclear Blast Records a 17 de Maio. Stained foi gravado no Sonic Pump Studio pelo engenheiro de som Nino Laurenne e pelo produtor Titus Hjelm (ambos de Thunderstone). Entretanto, os Imperanon vão gravar um vídeo para a faixa «Sold» em Abril. www.nuclearblast.de
Dave Simeone, de Eldricht, é o novo baterista de Secret Sphere. www.secretsphere.com
Nestor Steve Howe tem revelado uma queda especial para questões online. No seu website, o guitarrista de Yes, que neste momento apresenta o seu projecto-paralelo REMEDY, com o álbum «Elements» em concertos na Europa, oferece em venda o seu Mercedes station wagon de 23 anos. O veículo não inspira muita confiança. Talvez Howe faça parecer o carro de 300 turbo-diesel parecer apetecível aos potenciais compradores com a referência de que o usou em variadas digressões de Asia, Yes e como artista a solo. www.stevehowe.com
- Edição de «The Tracy Chapter», de Destiny
- Edição de «The Blasphemy Is My Throne», de Opus Draconis
- Edição de «Good Enough For Someone Else», de Aside
Mestres no que fazem, os retro-progressivos suecos The Flower Kings são indiscutíveis. No entanto, o título provisório do novo álbum, em que Roine Stolt e os seus companheiros estão a trabalhar neste momento, instalou excitação entre os fãs. É que já houve um «Love Supreme» no passado: o saxofonista John Coltrane lançou um clássico absoluto em forma de álbum com esse título em 1965. "Este é talvez a mais perfeita obra de arte, dedicada a Deus, desde o trabalho de Miguel Ângelo na Capela Sistina", disse o crítico John Ballon. O que eleva o nível do principal Flower King, Stolt, para bastante alto. www.theflowerkings.com
O baixista de Beyond The Embrace, Adam Gonsalves, abandonou a banda devido a motivos profissionais. Adam vai ainda tocar em Beyond The Embrace na digressão que a banda vai fazer em Maio, se não for encontrado um substituto entretanto. www.beyondtheembrace.com
No passado dia 11 de Março os Exodus deram um concerto de apresentação do seu novo álbum, «Tempo Of The Damned» no DNA Lounge, em San Francisco. Encontrem fotos em http://dirtjunior.com/exodus1.html. A banda que abriu a noite, os Hail Satan - que são basicamente um grupo de versões de Mercyful Fate - contou com um convidado muito especial: Phil Demmel, guitarrista de Machine Head.
O lançamento do single «Into Your Light», de Leave's Eyes (a nova banda de Liv-Kristine) foi adiado para dia 19 de Abril. wwwnapalmrecords.com
A jovem editora portuguesa Dirty Star Records anunciou o seu primeiro lançamento. Vai ser o MCD de estreia dos também portugueses Sevenwaystodie, que praticam Metal-Core. A edição ainda não tem data de saída confirmada, mas para já sabe-se que no dia 8 de Maio os Sevenwaystodie vão tocar ao vivo, juntamente com Shrapnel, no El Matador, no Barreiro. Logo de seguida a Dirty Star vai editar uma compilação de Punk/Hardcore só com bandas do eixo Almada/Seixal, na qual já estão confirmadas as presenças de Last Hope e Campo Minado. dirty_distribuicao@iol.pt
A partir de agora, o programa de Metal da Rádio Viriato FM, Interferências, pode ser escutado online, no site www.viriatofm.com. Basta clicar "emissão online" aos domingos, entre as 21.00h e as 24.00h.
O vídeo-clip do tema «Cause of Laughter», de Symphorce, incluído no álbum «Twice Second» acaba de ser disponibilizado no site oficial da banda alemã. www.symphorce.net
Depois de Eric Forrest se ter mudado para França (casou com uma francesa...), o line-up da sua nova banda, E-Force, mudou. Agora o baixista/vocalista, ex-Voivod, é acompanhado por Lewis Leveque (bateria), Denis Rousell (guitarra) e Yann Ploquin (guitarra). O line-up vai estrear-se no dia 17 de Maio, com um concerto no Havana-Cafe, em Toulouse (a nova cidade de Forrest), com Impaled Nazarene e Scarve.
Os TOC (Throne Of Chaos) preparam-se para regressar às edições já no início de Maio, mais propriamente no dia 3. A banda finlandesa, editará o terceiro álbum, «Loss Angeles», pela InsideOut Music, e já anunciou que os seus fãs podem esperar um trabalho muito mais estranho e progressivo, ao invés do Black/Thrash sinfónico, progressivo e melódico dos dois álbuns anteriores.
Os Manatark, juntamente com os japoneses Defiled, vão fazer as primeiras partes da primeira metade da digressão europeia de Mayhem que aí vem, mais concretamente até dia 25 de Abril, na Suíça. Depois disso, é a vez dos já anunciados Cadaver tomarem o palco todas as noites, antes dos reis do Black Metal. www.manatark.com
- Edição de «Chimera», de Mayhem
- Edição de «Blood And Belief», de Blaze
- Edição de «110% Rock», de Alternative Allstars
- Edição de «Back To Basics», de Anvyl
- Edição de «Soundtrack To Your Escape», de In Flames
A banda madrilena de Metalcore brutal, Inside Me, vem tocar a Portugal no dia 1 de Maio. O concerto acontece no Clube Os Combatentes, na Rua do Possolo, na Estrela (Campo de Ourique), em Lisboa, e tem como bandas convidadas os TwentyInchBurial, Criminal Waste e Not Without Fighting. O concerto começa às 21.00h e a entrada custa Eur 4,00.
Nos dias 16 e 17 de Abril realiza-se no Auditório Municipal de Lagos a 3.ª edição do festival La Cobrica Rock. Este ano o festival vai contar com as actuações de Mindlock, Shrapnel, Ho-Chi Minh e Disruptive (no dia 16) e Pointing Finger, Day Of The Dead, No Time To Waste e Have No Clue (no dia 17). Os bilhetes custam Eur 3,00 por dia e Eur 5.00 para os dois dias. Os concertos começam às 20.30h.
A jovem banda de Death Metal brutal, Torture Killer, iniciou a composição para aquele que será o seu segundo álbum de originais, provisoriamente chamado «Multiple Counts Of Murder». Entretanto, os finlandeses confirmaram que vão fazer as primeiras partes dos concertos de Vader na Finlândia durante a digressão escandinava da banda polaca. Por fim, fiquem a saber que o novo baixista dos Torture Killer se chama Torniainen. www.torture-killer.cjb.net
Ayreon - a excelente banda de Rock/Metal progressivo de Arjen Lucassen - assinou contrato discográfico com a InsideOut Music. Este contrato entra em vigor com o lançamento do próximo álbum «Human Equation», que deverá sair no final de Maio, em que Lucassen conta com participações de James LaBrie (Dream Theater), Mikael Akerfeldt e Devin Townsend, entre muitos outros. Antes disso, ainda sairá o single «Day Eleven: Love», com duas versões que não vão estar presentes no álbum: «No Quarter», de Led Zepellin e «Space Oddity», de David Bowie. www.arjeclucassen.com
O ex-baixista de Black Label Society, Steve Gibb, é o novo guitarrista de Crowbar. www.crowbarmusic.com
A Nuclear Blast anunciou um contrato discográfico com a banda de Metal melódica alemã Evidence One. Os Evidence One são pretendidos por várias editoras de grande porte desde que lançaram o álbum de estreia «Criticize The Truth». Agora, no catálogo da Nuclear Blast, preparam-se para editar o segundo disco, «Tatooed Heart», que deverá sair em Novembro. www.nuclearblast.de
Os Belgas Enthroned estão neste momento à procura de um baterista permanente. Se acham que têm capacidade para tocar numa das mais blasfemas e potentes bandas de Black Metal da actualidade, candidatem-se para: ibex@skynet.be. Entretanto, os Enthroned preparam-se para gravar o seu próximo álbum, «XES Haereticum» entre Abril e Maio, no Spiderhouse Studio, com Harris Johns. www.napalmrecords.com
No dia 3 de Abril acontece em Vilar Seco - Nelas - o 1.º Festival Pau às Costas, onde vão participar os Painstruck, Angriff, Alien Squad, Spitout, Cirrose, Dream Catcher, Hapiores e Static Soul. Vilar Seco fica na estrada de Nelas para Viseu, e o espectáculo começa às 17.00h.
A editora russa especializada em lançamentos em cassete, Oupiric Productions, acaba de editar o álbum «Saligia», de Samhain. Os Samhain são russos, e praticam Black Metal cru e bárbaro, apoiado no anti-cristianismo. «Saligia» é limitado a 1.000 cópias. oupiric@kaluga.ru
- Negative Gain, E.A.K., Hate Campaign e Theriomorphic ao vivo no Zum Zum Bar (Porto) - 15.00h
O guitarrista de Fear Factory, Christian Olde Wolbers, lançou um modelo Signature de 7 cordas, pela Jackson Guitars. www.fearfactory.com
Os holandeses Severe Torture preparam-se para uma digressão europeia, em apoio de Skinless. As datas ainda não são conhecidas, por isso a hipótese Portugal ainda não está posta de parte. Entretanto, os Severe Torture começaram já a composição para aquele que será o seu terceiro álbum de originais, e que será gravado na segunda metade do ano. www.severetorture.com
Os Beyond The Embrace terminaram as gravações do seu segundo álbum, «Insect Song». O disco deverá ser lançado pela Metal Blade no dia 17 de Maio. www.beyondtheembrace.com
A editora alemã especializada em Rock e Metal progressivo, InsideOut Music, prepara uma série de reedições chamada "Artwork Collector's". Os discos reeditados nesta colecção serão embalados em caixas do tamanho de 7", com o artwork original, com um poster e vários postais, em edições limitadas a 3.000 cópias para o mundo todo. Os primeiros discos reeditados são «The Sentinel» de Pallas, «The Light» de Spock's Beard e «The Flower King» de Roine Stolt, para muitos considerado o primeiro álbum de Flower Kings, dada a semelhança do line-up com a banda actual de Roine Stolt.
Mykus é o novo guitarrista de Venom que, juntamente com o baixista/vocalista Cronos e com o baterista Antton, formam o mais recente line-up da mítica banda britânica. www.venomslegions.com
Com o novo álbum de Edguy, «Hellfire Club», acabadinho de editar, os tops começam a dar sinais de penetração da banda alemã. «Hellfire Club» entrou para o 26.º lugar no top alemão na própria semana em que saiu, e trepou também aos tops oficiais de vendas de países como Finlândia, Suécia, Áustria, Suíça, França e Hungria. www.nuclearblast.de
O novo álbum de Dargaard, «Rise And Fall», tem sido bem recebido pela imprensa, especialmente na Alemanha, onde foi considerado álbum do mês pela Orkus Magazine, que deverá contar com a banda na capa do número de Maio. O disco chegou também ao segundo posto no soundcheck da Sonic Seducer, que planeia também uma entrevista de três páginas com Dargaard. www.napalmrecords.com
- Out Standing ao vivo na Junta de Freguesia de Benfica (Lisboa) - 22.00h
- Primitive Reason, Nagual e Tendrills ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- Simbiose, Grog e Alien Squad ao vivo no Lótus Bar (Cascais)
- Goldenpyre, Theriomorphic, Die In Vain e Chaotic Breed ao vivo no Carvoeiro (Viana do Castelo) - 21.00h
- Rolls Rockers, Jesus On Fire, MF&I e One Step Down ao vivo em Benfica do Ribatejo - 20.00h
- Opus Draconis e Acceptus Noctifer ao vivo no Parque Municipal da Moita - 19.00h
- One Hundred Steps ao vivo no Pavilhão Multiusos de Coruche
- No Counts D.O.M. e We Were Wolves ao vivo no bar Satori 666 (Loulé)
- Shadowsphere e Hematoma ao vivo no Rock House Café, Alenquer - 23.00h
Kai Hansen (Gamma Ray) e Hansi Kürsch (Blind Guardian) vão aparecer como convidados no próximo álbum dos brasileiros Angra, que deverá sair no final deste ano. www.angra.net
Com as confirmações das presenças de Dead Infection, Grog, The Stone, Eczema e Viingrid, o cartaz do Barroselas Metal Fest deste ano está finalmente completo. Encontrem todos os pormenores em www.swr-fest.com. Entretanto, o preço dos bilhetes também já foi divulgado. Os bilhetes para dia 16 de Abril custarão Eur 7,00. No dia 17 e 18 as entradas custam Eur 17,00 em cada dia. Os bilhetes para os três dias comprados antecipadamente custam Eur 30,00. No próprio dia valem Eur 35,00.
Os Asia assinaram um contrato discográfico com a InsideOut Music. A banda de Geoff Downes, Guthrie Govan, John Payne e Chris Slade vai lançar o sucessor de «Aura» ainda este Verão. www.asiaworld.org
A Frontiers Records anunciou a edição da segunda parte da Genius Rock Opera, que irá chamar-se «In Search Of The Little Prince», já para dia 24 de Maio. Este segundo acto contará, à semelhança do primeiro, com a participação de nomes conhecidos da cena, como Mark Boals (Ring Of Fire, ex-Malmsteen), Daniel Gildenglow (Pain Of Salvation), Russell Allen (Symphony X), Edu Falaschi (Angra), Jeff Martin (Racer X), Rob Tyrant (Labyrinth), Eric Martin (ex-Mr. Big), Johnny Gioeli (Hardline, Axel Rudi Pell), Liv Kristine (ex-Theatre Of Tragedy) e Philip Bynoe (Steve Vai, Ring Of Fire), sob a habitual supervisão de Daniele Liverani, o mentor do projecto. Entretanto, a Frontiers Records vai aproveitar a deixa para relançar a mid-price o álbum instrumental de Liverani «Daily Trauma», que supostamente tinha algumas das ideias musicais agora desenvolvidas na triologia Genius, e que foi originalmente lançado antes do primeiro acto da Rock-Opera. www.frontiers.it
Depois de um interregno, a banda portuense de Thrash Metal Pitch Black prepara um regresso aos palcos em grande. Já no dia 8 de Abril, a banda actua no Hard Club, a partir das 21.30h, com entrada livre. No dia seguinte os Pitch Black tocam em Alijó - Vila Real - no Tabu Bar, a partir das 22.30h, também com entrada livre. No dia 7 de Maio a banda participa no festival underground Fábrica do Ferro II. O álbum de estreia da banda, «Thrash Killing Machine», está já gravado e deverá ser editado em breve. www.pitch-black-kom.pt
Nos dias 7 e 8 de Maio acontece, na Fábrica Gin, no Bairro dos Arneiros (Caldas da Raínha), o Festival Fábrica do Ferro II. No dia 7 actuam os Pitch Black, Hematoma e Nocturnal Evocation. No dia 8 é a vez dos ThanatoSchizO, Theriomorphic e Stuprum Dei. Os concertos começam sempre às 22.30h, e as entradas custam Eur 5,00 para o dia 7, Eur 7,00 para o dia 8 e Eur 10,00 para os dois dias.
Os noruegueses Cadaver vão fazer as primeiras partes da digressão europeia de Mayhem que vai decorrer entre 27 de Abril e 16 de Maio. O álbum novo de Cadaver, «Necrosis», chega às lojas no dia 19 de Abril. www.cadaverinc.com
No dia 17 de Maio a Metal Blade vai lançar um novo DVD de Armored Saint, chamado «Lessons NOT Well Learned 1991-2001». O DVD conterá vários concertos da banda gravados pelos fãs entre os anos de 1991 e 2001, e incluirá um CD-audio bónus. www.metalblade.de
Nebelhexe - o projecto anteriormente conhecido como Hagalaz' Runedance - terminou as gravações do álbum «Laguz - Within The Lake». O disco foi gravado e misturado por Thorbjorn Akkerhaugen no famoso Akkerhaugen Studio, na Noruega, e tem saída prevista, via Karmageddon Media, para dia 3 de Maio. www.karmageddonmedia.com
O baixista Jeff Pilson (de Dokken) substituiu Jimmy Bain na banda de Dio. Pilson já havia trabalhado com Dio nos álbuns «Strange Highways» e «Angry Machines». www.ronniejamesdio.com
Os americanos Incantation assinaram contrato pela Listenable Records e estão, neste momento, já a gravar o próximo álbum da sua carreira - o oitavo - que irá chamar-se «Decimate Christendom». O disco vai ser lançado no final de Junho, de acordo com a editora francesa. Entretanto, os Incantation confirmaram a sua participação no Festival Fuck The Commerce VI, na Alemanha, que decorre entre 29 e 31 de Maio.
O próximo lançamento de Anthrax vai ser o DVD «Music Of Mass Destruction», que vai ser editado no dia 1 de Junho. A banda está neste momento a preparar uma digressão europeia que começa logo a seguir à edição do DVD e só terminará na primeira semana de Agosto. www.anthraxtheband.com
Mario Klausner anunciou a sua partida de Pungent Stench, devido a problemas de agenda. A partir de agora, Mario vai concentrar-se inteiramente na sua banda Collapse 7, cujo álbum de estreia, «In Deep Silence», vai ser editado no dia 3 de Maio pela Napalm Records. «In Deep Silence» é um trabalho, de acordo com as palavras da banda, de "Death Metal apocalíptico", e foi gravado no Vato Loco Studio, em Viena, com Martin Schrienc (Hollenthon, Pungent Stench). www.napalmrecords.com
Os Ethereal já têm o vídeo-clip do tema «The Eyes of a Sinner» disponível para download no seu website. Entretanto, a banda de Setúbal encontra-se em pré-produção do próximo álbum, que deverá ser editado no final do mês de Abril, através da Recital Records. www.etherealrealm.org
A banda de Dark Metal sinfónico progressivo Sinphonia reuniu-se de novo depois de vários anos de inactividades, e está neste momento a gravar uma demo. www.sinphonia.com
- Gonçalo Pereira, Melodrama e Level's Rising ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- One Hundred Steps, Mind Probes e Veinless ao vivo no Hard Rock Café (Alenquer)
- We Were Wolves e Decreto 77 ao vivo na II Feira Alternativa de Sacavém
- Nuklear Dawn ao vivo no Swing (Porto) - 1.00h
- Mindlock ao vivo no Moita Metal Fest
- One Hundred Steps e Empty V ao vivo na Mundet (Seixal)
O baixista Janne "Goat" Tillman abandonou os Isengard devido a motivos familiares. www.isengard.se
Ainda o próximo álbum de Occult acabou de sair, e a banda já está a preparar o seu sucessor. A gravação vai decorrer em Outubro no Stage One Studio, com Andy Classen do outro lado da mesa de mistura. www.accult.nu
A banda de Death Metal sueco Incapacity terminou as gravações para aquele que será o seu novo álbum, e que irá chamar-se «9th Order Extinct». O trabalho foi produzido no Soundlab Studios ('casa' de produções de Nasum, The Project Hate, Disfear, Rotten Sound, etc) com o produtor Mieszko, que já trabalhou com estrelas como Genocide Superstars e Nasum. O álbum tem edição assegurada pela Metal Blade no dia 1 de Junho. www.metalblade.de
Os Vortex tocam, no dia 24 de Abril, no Rock House Café, no seguimento da digressão nacional Away on Tour 2004. A primeira parte é assegurada pelos Sanhnedrin, e a coisa começa às 23.00h. www.vortexmusic.web.pt
Os algarvios Mindlock continuam a sua digressão nacional. As próximas datas acontecem no dia 26 de Março (Moita Metal Fest), 10 de Abril (Pavilhão de Aljezur), 16 de Abril (Auditório Municipal de Lagos) e 20 de Abril (Semana Académica de Loulé). www.sonsdafortuna.com
Os Skinny Puppy vão finalmente voltar às edições, depois de seis anos de silêncio. «The Greater Wrong Of The Right» é o nome do novo álbum, que é editado no dia 1 de Junho pela Synthetic Symphony. No álbum há aparições de luxo, como Danny Carey (Tool) e Wayne Static (Static X).
O site da editora eslovaca Metal Age Productions mudou de poiso. Agora está em www.metalage.sk
- Noite do Metal no festival TocAbrir - bar Santiago Alquimista (Lisboa) - 21.00h
- Edição de «New World Messiah», de Nocturnal Rites
O regresso dos Dream Evil às edições está marcado já para a próxima semana, com a saída do novo álbum, «The Book Of Heavy Metal» agendado para o dia 31 de Março. Recorde-se que os Dream Evil são uma das mais excitantes bandas suecas de Power Metal do momento, dado que contam com músicos como Snowy Shawn (bateria) e Fredrik Nordrström (guitarra) na sua formação. www.dreamevil.se
A próxima sessão das Sinergy Nights, que acontecem no Swing (na Rua Júlio Dinis, no Porto) vai ter a actuação dos portugueses Nuklear Dawn. A banda pratica um Electro/Industrial/Cyber que não destoa nada nas Sinergy Nights, e sobe ao palco no dia 26 de Março a partir da 1.00h da manhã para uma actuação que promete. www.nukleardawn.com
Os suecos Necrophobic anunciaram que estão prestes a iniciar a composição para o próximo álbum - que será o quinto da carreira da banda, que é uma das mais míticas da cena Thrash Metal europeia. A gravação deverá ocorrer na segunda metade do ano. www.necrophobic.net
Os americanos Unearth anunciaram finalmente o nome do novo álbum. O disco vai chamar-se «The Oncoming Storm», e está praticamente gravado, de acordo com a banda. O grupo gravou também recentemente um vídeo-clip de apoio ao álbum, para o tema «Black Hearts Now Reign». «The Oncoming Storm» tem edição europeia agendada, via Metal Blade, para dia 23 de Agosto. www.unearth.tv
Ripper X já não é o vocalista de Dreamzfate. O novo cantor da banda é Troy Daniels, conhecido pelo seu trabalho em bandas como Streets e Taken By Force. www.dreamzfate.com
Neste sábado, dia 27, os Shadowsphere e Hematoma apresentam-se ao vivo no Rock House Café, a partir das 23.00h, para uma bela noite de Thrash Metal.
- Naked Soul ao vivo na Fábrica da Mundet - Espaço Fora d'Horas (Seixal) - 22.00h
Já há muito se sabia que o Underworld é mais do que uma (boa) revista. Agora presenteia-nos com uma tarde hardcore, marcada para dia 9 de Abril (Abril é Baril!), no Centro Popular de Campolide, a partir das 16.00h. Pelo palco têm passagem marcada as bandas Trinta e Um, Acromaníacos, Day Of The Dead e Deskarga Etílika. Mais informações: jp@underworldmag.org
Os horror-punk-rockers We Were Wolves preparam-se para atacar de novo os palcos. Desta vez as ocasiões são a II Feira Alternativa de Sacavém, no dia 26 de Março, juntamente com Decreto 77, e o bar Satori 666 em Loulé, no dia 27 do mesmo mês, com No Counts D.O.M.
Gilles Delecroix (Gronibard, Warscars, Belenos) é o novo baterista de Aborted. www.goremageddon.de
Os Arthemesia anunciaram finalmente quem vai ser o novo baterista da banda. Trata-se, nada mais nada menos, de Dr. K.H., que é considerado por muitos o melhor baterista finlandês. As gravações de «ShamaNatahS - II Describe I Mind» começam no fim de Maio. O álbum deverá sair - via Karmageddon Media - lá para Outubro. Entretanto, podem fazer o download de duas faixas em www.arthemesia.blackmetal.fi
A banda de Black Metal gótico de Oeiras - os Invoke - foi seleccionada para integrar a noite de Metal do festival TocAbrir, que acontece no dia 24 deste mês em Lisboa, no bar Santiago Alquimista. Os concertos começam às 21.00h. www.santiagoalquimista.com
A Metal Blade disponibilizou no seu web-site dois novos mp3: dos temas «Gore Apocalypse», de Vomitory e «By Your Bedsite», de Vehemence. www.metalblade.de
- Edição de «Yersinia Pestis», de Torchbearer
- Edição de «Serenity In Fire», de Kataklysm
- Edição de «Prophecies Of Cosmic Chaos», de Centinex
- Edição de «Human Error - Ways To Self-Destruction», de Crionics
- Edição de «Razorbliss», de Flowing Tears
- Edição de «A Different View», de Thorn.Eleven
- Edição de «The Need To Change The Mapmaker», de Jairus
- Edição da caixa «Social Grace + Mosquito + extras», de Psychotic Waltz
Os Twisted Sister encontram-se neste momento a regravar um dos seus mais famosos álbuns: o multi-platinado «Stay Hungry».
O baterista Lee Morris já não faz parte de Paradise Lost. A separação deveu-se a diferenças musicais e pessoais. www.paradiselost.co.uk
Os holandeses Desensitised continuam a busca por um vocalista novo. Enquanto isso, Dennis, o vocalista de Severe Torture, vai ajudar a banda nos próximos concertos. Entretanto, devido a alguns imprevistos, a Grodhaisn Productions não vai poder lançar o novo MCD da banda, «Bought Beauty» já este mês como estava previsto. A edição fica, assim, adiada até Maio. www.desensitised.nl
A mais excitante das novas bandas de Power Metal - os Dragonforce - acaba de colocar online os vídeos que demonstram a total devastação que causaram nas primeiras partes da digressão asiática com Helloween. É preciso ver para acreditar. www.dragonforce.com
O site dos portugueses Nephtys foi actualizado com fotos e 'profiles' dos novos elementos da banda e com detalhes sobre o resto da Vendetta Tour, que a banda prossegue. www.nephtys.org.
Jon Oliva, de Savatage, anunciou a criação de um novo projecto a solo, chamado Jon Oliva's Tage Mahal, que lhe permitirá ter um pouco mais de liberdade criativa. www.jonoliva.com
O baixista Sandor de Bretan e o baterista Rob Falzano foram anunciados como a nova secção rítmica de Annihilator. www.annihilatormetal.com
- Dissidentes do Processo Estatal e Contratempos ao vivo no Zaragata Taska Contracultural (Setúbal) - 21.00h
- Ervas Daninhas, The Traumatics e Punk Com Manteiga ao vivo na Associação Satori - Querença (Loulé) - 22.00h
- Budhi, Out Standing, Speculum, Mushin, The Art Of Chaos, The End, Civic, Switchtense e E.A.K. ao vivo na Junta de Freguesia de Benfica - 15.30h
- Rolls Rockers, MF&I, Twelve 2 Go, 2 Sacos & 1/2 e Sand System ao vivo na Rua Calçada dos Mestres, em Campolide - 16.00h
Brad Mader (All Out War), Scott Murdick (Negative Outlook), Shawn "Freak" O'Boyle e o baterista Brian Jensen juntaram-se para formar uma nova banda, que vai chamar-se Must... Not... Kill.
O novo álbum de Primal Fear, «Devil's Ground», entrou nos tops oficiais de vendas de sete países diferentes. Entretanto, a banda decidiu gravar um vídeo-clip para a faixa «The Healer».
Segundo declarações do vocalista Danny Bowes, os britânicos Thunder deverão começar a composição para o próximo álbum de originais já em Maio. A edição deverá ser feita, via Frontiers Records, em Outubro. www.frontiers.it
O novo disco de Cannibal Corpse, «The Wretched Spawn», entrou no top alemão de vendas para o 74.º lugar. Este feito é tanto mais admirável quanto se sabe que muitos dos álbuns de Cannibal Corpse vendidos na Alemanha são provenientes de importação, devido à censura que as capas dos discos da banda americana sofrem sempre naquele país. www.metalblade.de
Asgeir Mickelson, de Borknagar e Spiral Architect, vai ser o baterista de Dimmu Borgir para a próxima digressão da banda norueguesa. Esta situação decorre ainda do recente abandono de Nick Barker, e deve-se ao facto de os Dimmu Borgir ainda não terem encontrado um substituto fixo. www.dimmu-borgir.com
No dia 27 de Março acontece, no Parque Municipal da Moita, um concerto com Acceptus Noctifer e Opus Draconis, incluído na celebração da quinzena da juventude do concelho. O concerto começa às 19.00h, e a entrada é livre.
As duas bandas suecas Bestial Mockery e Axis Powers editaram recentemente um split-7" chamado «Tribute To I-17». O lado de Bestial Mockery contém uma faixa nova e duas faixas antigas inéditas. O lado de Axis Powers (uma jovem banda de Death/Thrash Metal nuclear) contém duas faixas novas. A edição é limitada a 666 cópias numeradas à mão. www.agoniarecords.net
No início deste mês, em plena celebração dos 15 anos de carreira, os Dream Theater deram um concerto nos Estados Unidos onde tocaram o tema «When Dream and Day Unite» na íntegra. A banda teve como convidados o anterior vocalista Charlie Dominici e o anterior teclista Derek Sherinian, numa noite que deve ter sido única.
Os finlandeses Sonata Artica começaram as gravações do novo álbum, que irá suceder a «Winterheart's Guild». O novo disco, que ainda não tem título, deverá ser lançado lá para o final do ano pela Nuclear Blast. www.nuclearblast.de
No dia 3 de Abril os Eleven High e os D. Devil Sindicate actuam ao vivo no G.D.E. "Os Combatentes", na Rua do Possolo, à Estrela. O concerto começa às 23.00h, e é provável que até ao dia ainda se confirme mais uma banda no cartaz.
Os Opus Draconis não páram. Desta vez a notícia é que a banda de Black Metal nacional vai estar presente no festival The Frontline, na Bélgica, no dia 29 de Agosto, juntamente com bandas como Otargos, In Occulta, Les Heritiers De La Haine e Xhznat.
"Mão Morta - Narradores da Decadência" é o título do livro biográfico sobre Mão Morta escrito por Vítor Junqueira, e editado pela Quasi Edições. A apresentação à imprensa será feita no dia 27 de Março às 17.30h na Livraria Centésima Página, em Braga.
Os portugueses Invoke preparam-se para lançar a sua nova demo, que irá chamar-se «Forever Forgotten». Este novo título irá incluír três temas novos, e será lançado ao mesmo tempo que a banda de Oeiras faz uma reformulação do site www.invokemusic.com, que deverá estar completa no próximo fim-de-semana. Para Outubro, fica agendado o primeiro trabalho de longa-duração da banda, «Next Of Kin».
O guitarrista/violoncelista Martin McCarrick abandonou os Therapy?, deixando a banda de novo no formato de trio, com o qual deverá a partir de agora actuar ao vivo e gravar os próximos trabalhos. As razões para este abandono são puramente profissionais, e não pessoais, de acordo com a banda.
A The Lodge deixou de ser uma newsletter difundida por e-mail e passou, a partir de hoje, a ter uma página na internet. Vejam-na em www.webbenterprises.org/thelodge.
Ni dia 3 de Abril os Cycles e Shadowsphere tocam ao vivo no Bar Zum Zum, no Porto.
No dia 23 de Março os Naked Soul apresentam ao vivo o seu novo álbum, «Global Violation», a partir das 22.00h na Fábrica da Mundet, no Espaço Fora d'Horas, no Seixal. A entrada é livre. www.nakedsoul.com.sapo.pt
A editora francesa Listenable Records está a preparar a edição de uma série de DVD's ao vivo, com bandas de Metal extremo (Doom, Death ou Black Metal, Thrash ou Hardcore) de bandas com e sem contrato discográfico, com ou sem discos editados. Quem quiser candidatar-se a aparecer nestes DVD's só tem que enviar uma cassete VHS com o material para: Listenable, B.P. 73, 62930 Wimereux, France. Para informações escrevam para listenable@wanadoo.fr
Os holandeses Callenish Circle começaram a composição para aquele que será o seu quinto álbum de originais - o terceiro editado pela Metal Blade. Segundo o vocalista Pat, os novos temas vão estar na mesma linha Death Metal moderno dos últimos trabalhos, mas com um elemento mais groovy. Entretanto, o baterista convidado para gravar o álbum com os Callenish Circle vai ser Spike, o baterista de Stormrider, ex-Form e ex-Speedica. www.callenish-circle.com
Kjell Arne vai ser o segundo guitarrista de Crest Of Darkness nos próximos concertos. www.crestofdarkness.com
O novo álbum de Kataklysm, «Serenity In Fire», chega às lojas já no dia 22 deste mês. A banda planeia também editar um DVD, chamado «Test Of Time», com gravações ao vivo e de bastidores da digressão que vão fazer para promover este álbum. O DVD incluirá também alguns vídeo-clips e entrevistas exclusivas. www.nuclearblast.de
Os Pride Of Lions - a banda-sensação da cena Hard Rock melódico, liderada por Jim Peterik de Survivor e com o vocalista Toby Hitchcock - vão dar um concerto muito especial em Barcelona, na Sala Ambar, no dia 1 de Abril. Vai ser um set acústico apenas com os dois músicos e algum apoio em termos de orquestração gravada. O concerto vai também conter a nova música «Black Ribbons», que Peterik escreveu depois do atentado de 11 de Março. A banda encontra-se neste momento em composição para o segundo álbum, e planeia entrar em estúdio ainda durante o mês de Abril, com o mês de Novembro deste ano como alvo para o lançamento do disco. www.frontiers.it
No fim Março é editado o álbum de estreia dos portugueses Aside, que praticam uma espécie de fusão entre Emo-Core, Hardcore melódico, Rock e Skate-Punk. «Good Enough For Someone Else» chega às lojas, via Rastillho/MúsicActiva, no dia 30, e logo no princípio de Abril a banda parte numa digressão europeia que vai passar por Holanda, Alemanha, Bélgia e Suíça, e que vai durar cerca de duas semanas. www.asiderockers.com
Kjetil Nordhus (de Green Carnation) é o novo elemento de Trail Of Tears. Este dado, juntamente com a divergência de opiniões na banda em relação ao futuro, que já se conhecia, levou à saída de Cathrine Paulsen. www.redheaven.com
O single «The Quiet Place», retirado do próximo álbum de In Flames, «Soundtrack To Your Escape», entrou directamente para o segundo lugar no top oficial de singles sueco, há duas semanas atrás. O álbum terá edição no dia 29 de Março. Entretanto, os In Flames, juntamente com os Killswitch Engage vão iniciar uma digressão europeia no dia 3 de Maio, que durará cerca de um mês. www.nuclearblast.de
A Aural Music - sub-editora da Aural Music gerida por Davide Tiso de Ephel Duath - anunciou contratos com dois novos projectos, que estão neste momento a gravar os álbuns de estreia para a editora. Um deles é Soundbyte, o projecto Electro-Dark-Wave de Trond Engum de The Third & The Moral. O outro é Aura Noir, uma banda que funde padrões electrónicos com um ritmo pulsante e umas guitarras à Pink Floyd. A coisa promete. www.auralmusic.com
A Scarlet Records anunciou um contrato discográfico com a banda dinamarquesa de Death Metal melódico Withering Surface. A banda de Mikael Andersen (também director da Mighty Music) lançará assim o próximo álbum através da editora italiana.
Os Dislimb anunciaram o fim da banda. Os membros fundadores Rob Lesniak e Mike Connors encontram-se já em composição de novo material para uma nova banda chamada All Hope Is Lost. www.geocities.com/dislimb
Os mitos alemães do Heavy Metal, Grave Digger, têm um novo vídeo gravado, para o tema «Valhalla». O vídeo pode já ser visto em www.grave-digger.de. O vídeo foi gravado na Suíça, Espanha e Alemanha durante a Rheingold World Tour, durante o mês de Janeiro.
- Edição de «The Power And The Myth», de House Of Lords
- Edição de «Neverworld», de Power Quest
- Edição de «The Alien Inside», de Empty Tremor
- Edição de «Incorporated», de Grip Inc.
- Edição de «Hellfire Club», de Edguy
- Edição de «Art Of Devolution», de Immortal Rites
- Edição de «Unholy Hate Gore», de Dark Disciple
- Edição de «Polars», de Textures
Os noruegueses Armagedda gravaram em Novembro do ano passado o seu novo álbum, que vai chamar-se «Ond Spiritism - Djefvulens Skalder». A edição - em CD, LP e picture-LP - está prevista para Abril, através da editora polaca Agonia Records. Entretanto, a reedição da segunda demo de Armagedda em formato 10" MLP, bem como a reedição do álbum de estreia em LP 12", estão já disponíveis através da mesma editora. www.agoniarecords.net
Três de Maio é a data marcada para o lançamento do novo álbum dos heróis italianos do Heavy/Power Metal White Skull. «XIII Skull» é o nome do novo trabalho, e traz duas alterações no line-up: Danilo Bar e Fabio Manfroi são, respectivamente, o novo guitarrista e baixista da banda. www.frontiers.it
A webzine portuguesa Back To The Grave (www.grave.kom.pt) foi actualizada, com entrevistas a Hate Eternal e Grog, entre outras coisas. Vale uma visita.
Os italianos Addiction são a nova banda da Earache Records. O novo álbum, «Break In Life», está já a ser gravado e será lançado ainda antes do Verão. www.addictionplaza.com
Os Izumi tocam ao vivo no dia 17 de Abril no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco. O concerto começa às 22.00h, e a entrada é livre.
- Edição de «The Power And The Myth», de House Of Lords
- Edição de «Neverworld», de Power Quest
- Edição de «The Alien Inside», de Empty Tremor
- Edição de «Incorporated», de Grip Inc.
- Edição de «Hellfire Club», de Edguy
- Edição de «Art Of Devolution», de Immortal Rites
- Edição de «Unholy Hate Gore», de Dark Disciple
- Edição de «Polars», de Textures
No dia 17 de Abril há concerto no Clube Desportivo e Recreativo Águias Unidas, no Fanqueiro, Cruz de Pau (no Seixal). Calltopower, Retroact e T.A.P.I.T. actuam a partir das 21.00
Está confirmado. Chris Caffery vai juntar-se a Jon Oliva, Zak Stevens e Steve "Dr. Killdrums" Wacholz para tocarem um concerto que vai incluir toda a discografia de Savatage, numa actuação exclusiva para o festival ProgPower V, e decorrer em Setembro em Atlanta, Estados Unidos.
Ville Laihiala (também de Sentenced) acumula agora as funções de guitarrista e vocalista em Poisonblack.
A primeira edição do novo álbum de Edguy, «Hellfire Club», lançado amanhã, vai conter duas faixas-extra: «Children of Steel» (um tema regravado e rearranjado da demo de 1994) e uma versão alterrnativa da faixa «Mysteria», com o vocalista de Kreator, Mille Petrozza. www.nuclearblast.de
Terminado o contrato com a Osmose, os Thornspawn vincularam-se à editora polaca Agonia Records, numa ligação que durará três álbuns. A banda planeia entrar em estúdio em Setembro para gravar o novo trabalho e em Janeiro de 2005 deverá partir numa digressão europeia. Entretanto, as demos de Thornspawn acabaram de ser reeditadas em formato gatefold-LP em edição limitada a 666 cópias (numerada à mão) precisamente pela Agonia Records. No fim deste mês é editado o split-7" da banda com Necrovore. www.agoniarecords.com
Depois de terem interposto uma acção legal contra a sua antiga editora - a Artemis Records - as Kittie encontram-se durante este mês de Março em estúdio a gravar o terceiro álbum de originais.
O novo álbum de Seventh Key, «The Raging Fire» entrou directamente no top oficial de Hard Rock da Suécia para o 5.º lugar, logo na primeira semana de lançamento. O álbum vai ser entretanto lançado nos Estados Unidos pela InsideOut Music no dia 16 de Março. www.frontiers.it
Scott Krall já não é o baixista de Into Eternity, tendo abandonado a banda por motivos pessoais. Troy Bleich (Dirtbred) já foi anunciado como o novo baixista de Into Eternity.
Os Dimmu Borgir ganharam o Grammy norueguês para a melhor banda de Metal. Numa categoria para a qual estavam nomeadas igualmente bandas como Enslaved e Old Man's Child, a melhor banda de Black Metal norueguesa voltou a superiorizar-se. www.nuclearblast.de
Os In Aeternum acabaram de ser confirmados como a banda de apoio da digressão europeia de Deicide, que tem passagem marcada por Portugal para o dia 4 de Julho, no Hard Club, em Gaia.
- 10.º Mangualde Hard Metal Fest - Rotting Christ, Heavenwood, Desire, Filii Nigrantium Infernalium, Angriff, Simbiose, Nephtys, Freedom e Intervenzione
- Payasos Dopados, Dissidentes do Projeto Estatal, Nike, Trash Baile, Abandalhados e Standpoint ao vivo em Ferreira do Alentejo (Salão de Festas) - 21.30h
- Morbius, Negative Gain, Neurotic e Chaotic Breed ao vivo no Zum Zum Bar (Porto) - 23.00h
- The Act-Ups ao vivo no refeitório da Mundet, Seixal - 21.00h
- Spank The Monkey ao vivo no Fórum de Arte e Multimédia, em Oliveira S. Mateus (V. N. Famalicão)
- 2.ª edição do ciclo de cinema 24 Horas de Terror - Pavilhão Alto do Moínho,
Corroios
- Acção de protesto contra a ocupação do Iraque - Espaço Karnart, junto ao Liceu Camões (Lisboa) - a partir das 15.00h
No passado domingo Timo Tolkki, de Stratovarius, foi vítima de uma tentativa de assassinato nas ruas de Granada, em Espanha. Tolkki e o teclista da banda Jens Andersen passeavam pela rua, depois de terem tocado no Piorno Rock Festival na noite anterior, quando, segundo Jens, um homem se aproximou rapidamente de Timo gritando o nome dele e com um objecto na mão que parecia um x-acto. Timo sofreu dois golpes num braço e um murro na face antes do atacante se pôr em fuga. O guitarrista foi assistido no hospital local e teve alta nesse mesmo dia.
No dia 20 de Março há concerto em Campolide, mais concretamente na Rua Calçada dos Mestres. Rolls Rockers, MF&I, Twelve 2 Go, 2 Sacos & 1/2 e Sand System actuam a partir das 16.00h.
Depois de termos sabido que Jeff Scott Soto está a trabalhar num novo projecto, ainda sem nome, com Neal Schon e Dean Castronovo (ambos de Journey) e Marco Mendonza (Whitesnake, Blue Murder e Thin Lizzy), a Frontiers Records anunciou esta semana que o senhor começou as composições para um terceiro álbum a solo, cujo título provisório é «Lost In The Translation». Para já, é certo que Neal Schon vai compôr com Soto e vai aparecer no álbum. Mais pormenores em breve. www.frontiers.it
O guitarrista Matt Difabio abandonou os Pissing Razors para se dedicar exclusivamente à sua própria banda: os Single Bullet Theory.
No próximo dia 20 de Março, a partir das 15.30h, a Junta de Freguesia de Benfica organiza o 2.º Crash Festival onde vão participar os Out Standing, Budhi, Speculum, Mushin, The Art Of Chaos, The End, Civic, Switchtense e E.A.K. Os Budhi e E.A.K. estão a organizar uma excursão de Aveiro, com inscrições abertas até dia 15 de Março. Quem quiser participar deve ir até www.budhi.com
Os Decayed vão lançar um split-CD com Urn, chamado «The Nameless Wraith/Morbid Death». A banda portuguesa de Black Metal aparece, na sua parte deste split, com Tormentor (de Desaster) na bateria. www.iron-pegasus.com
Foi finalmente anunciada a data de edição do novo álbum de Death Angel. «The Art Of Dying» vai chegar às lojas no dia 26 de Abril, através da Nuclear Blast. www.nuclearblast.de
- Out Standing ao vivo no bar Estado Likido, em Tondela (Viseu) - 22.00h
- 2.ª edição do ciclo de cinema 24 Horas de Terror - Pavilhão Alto do Moínho, Corroios
- Blind Zero ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- Rotting Christ e Molestia ao vivo no RockHouse Cafe (Alenquer) - 21.30h
- Tara Perdida, Comme Restus, Twenty Inch Burial, More Than A Thousand e The Traumatics ao vivo no S.F.U.A. do Pinhal Novo - 20.30h
Os Pillori reforçaram a sua formação com o novo vocalista Pete Adams, e preparam a gravação de um álbum de originais para breve.
É mais uma sessão de 'warm-up' para o Barroselas Metal Fest deste ano. No dia 28 de Março, no Bar Zum Zum (Porto) actuam os Negative Gain, E.A.K., Hate Campaign. Theriomorphic. Os concertos começam às 15.00h, e a entrada vale Eur 5,00 (com direito a bebida). www.swr-fest.com
No próximo dia 20 de Março a Associação Satori, em Querença - Salir (Loulé) acolhe um concerto Punk com três bandas: Ervas Daninhas, The Traumatics e Punk Com Manteiga. As festividades começam às 22.00h
O concerto de Opus Draconis no dia 3 de Abril na Floresta do Ginjal, em Cacilhas (Almada) viu mais uma banda ser acrescentada ao cartaz: são os Daitya, vêm do Barreiro, e praticam Black Metal gótico. Sabe-se agora também que a entrada para o concerto custa Eur 5,00, e que dá direito a uma bebida. A abertura das portas é às 20.00h
No dia 27 de Março actuam em Glória do Ribatejo os Rolls Rockers, One Step Down, Jesus On Fire e MF&I. A coisa começa às 20.00h
No dia 26 de Abril é lançado o segundo álbum a solo de Timo Kotipelmo, o famoso ex-vocalista de Stratovarius. «Coldness» sucede à estreia «Waiting For The Dawn», e marca um novo passo na carreira do vocalista, que trabalhou para o disco com o teclista Janne Wirman (Children Of Bodom e Warmen), com o baixista Jari Kainulainen (Stratovarius), com os guitarristas Juhani Malmberg (Tunnelvision) e Michael Romeo (Symphony X) e com o baterista Mirka Rantanen (Tunnelvision, Thunderstone e Warmen). www.kotipelto.com
Mickey Thomas, o famoso vocalista de Starship, tem um projecto novo. Chama-se Over The Edge, segue a mesma linha AOR/Hard Rock a que o senhor já habitou os fãs, e tem um álbum homónimo pronto a ser lançado já no dia 3 de Maio, através da editora italiana Frontiers Records. www.frontiers.it
A Metal Bus Tour está a organizar uma excursão ao festival Dynamo Open Air deste ano. O festival decorre na Holanda, na vila de Goffertpark, nos dias 4 e 5 de Junho, e conta com bandas como Slayer, Dimmu Borgir, Life Of Agony, Nightwish e Children Of Bodom. A excursão sairá de Portugal (de Lisboa e Porto) no dia 3 de Junho às 10.00h e regressa no dia 6, com chegada prevista para a tarde. O preço total para participar nesta excursão (e que inclui bilhete) é de Eur 210,00. www.metalbustour.pt.vu
Não existe entidade no Metal mais sólida e honesta que os Pro-Pain. Há 12 anos a fazer música intensa, descomprometida, honesta, única e sólida, o colectivo americano pratica a música que gosta e só para quem gosta - e isso já lhes valeu mais de 600.000 discos vendidos no mundo todo. O seu Metal-Core intenso, pesado e groovy é a imagem de marca que centenas de bandas seguem, e a sua imagem e atitude na cena são a inspiração que levaram muitos dos músicos que hoje são estrelas a pegar num instrumento pela primeira vez. «Fistful Of Hate» é o regresso do quarteto de Nova Iorque aos originais, depois do flirt «Run For Cover». O guitarrista Tom Klimchuck leva-nos numa viagem pelo álbum, pelas motivações da banda e... pela sua colecção de discos.
Estás completamente satisfeito com o álbum? É o vosso melhor álbum de sempre?
Acho que pode ser o nosso melhor disco. Ainda tem que lhe ser aplicado o teste do tempo. Ainda tenho que o recordar passados dois ou três anos e ver como me sinto em relação a ele. Agora acho que é um dos nossos melhores discos - possivelmente o melhor. 100% satisfeito com ele não creio que esteja. Não tenho muita certeza de que isso seja possível (risos). Porque se alguma vez estiveres satisfeito com um disco, o que é que vais fazer a seguir?
...E que vontade tens de escrever mais música?
(risos) Exacto. Qual é o objectivo?
E esse teste do tempo de que tu falas, é normalmente mau para ti? Arrependes-te hoje em dia de algum álbum que vocês tenham feito no passado?
Em cada disco eu posso olhar para trás e dizer "era porreiro se tivéssemos feito isto de forma diferente, ou aquilo que forma diferente". Posso dizer isso sobre tudo. Provavelmente um bocadinho mais para a frente eu vou ouvir o «Fistful Of Hate» e dizer "gostava que tivéssemos feito isto de um modo diferente". E se acontecer antes de nós fazermos o nosso próximo disco, vou aplicar essas mudanças no nosso próximo disco. Mas neste momento não consigo pensar em nada, acho que soa muito bem, por isso estou feliz com ele, com certeza.
Vocês auto-produziram o álbum. Para além de ser mais barato, é mais fácil ou mais difícil auto-produzir um álbum do que trabalhar com um produtor exterior à banda?
É mais difícil ou mais fácil?... sim! (risos). É mais difícil porque tens de fazer todo o trabalho e tens que tomar as decisões, e basicamente se as coisas correrem mal a culpa é tua. É mais fácil porque não há ninguém que traga uma opinião com a qual tenhas que argumentar. Acho que o que é bom nisso é que nós, e aquilo que temos em mente... conseguimos mais facilmente realizar aquilo que temos em mente, se não houver mais ninguém envolvido. Nós estamos todos mais ou menos na mesma onda, e sabemos todos mais ou menos como o disco deve soar. Se trouxermos mais alguém para o grupo, esse alguém pode não pensar da mesma maneira que a banda. E é aí que as coisas ficam um pouco difíceis.
Quando vocês usavam produtores externos à banda, costumavam enviar-lhes CD's vossos antes de começarem as gravações, para eles perceberem a onda da banda e não terem que perder tempo em estúdio a mostrar-lhe qual a vossa onda?
Sim, em termos gerais eles recebiam uma demo das músicas - o que acho que, quando usávamos produtores exteriores à banda, eram gravadas em quatro pistas. Eram muito primitivas, só para dar uma ideia e a onda da música. Relembrando agora esse tempo, não posso dizer que houvesse alguma coisa que corresse terrivelmente mal, mas tivemos as nossas dificuldades. E acho que foi importante para nós darmos esse passo, tornarmo-nos os nossos próprios produtores, e aprendermos como fazer as coisas sozinhos.
Sendo vocês a produzir o álbum, é mais difícil olharem para ele com olhos críticos, como se fossem uma pessoa de fora da banda, quando é preciso analisá-lo?
Sim, é. Eu acabo sempre por contar esta história em cada entrevista, e tu agora tocaste mesmo nesse ponto. Acho que uma das coisas mais importantes durante a produção deste disco foi o facto de ter sido feito durante um longo período de tempo. As músicas estavam escritas há muito tempo. Escrevemos as músicas e gravámos as ideias, e depois fizemos um intervalo delas, e decidimos fazer um disco de versões, que editámos há pouco tempo. Por isso, basicamente, colocámos estas músicas de lado e trabalhámos num disco diferente. Depois de terminarmos o «Run For Cover», voltámos ao estúdio e recomeçámos a trabalhar no «Fistful Of Hate». Depois de trabalharmos um pouco nele, de gravarmos algumas bases para as músicas, chegou o tempo de irmos em digressão para promovermos o «Run For Cover». Então tivémos que nos afastar de novo do estúdio, para tocarmos espectáculos durante uns meses. Por isso durante o tempo que este disco demorou a fazer, a composição e a gravação, trabalhávamos nele e depois afastávamo-nos um pouco. E quando se faz isso, cada vez que se volta ao estúdio e se ouve o material com ouvidos diferentes, temos uma perspectiva refrescada. E acho que isso ajudou este disco a ganhar uma certa vida própria no processo de gravação e na sua produção. Provavelmente teve muito a ver com o sucesso que tivemos com a produção.
Eu diria que talvez fosse melhor para vocês alternarem sempre um álbum de originais com um álbum de versões...
(risos) Sim, talvez devêssemos fazer um a seguir ao outro. Talvez fosse um bom plano para nós (risos).
Vocês são bastante directos com a vossa música, e mantêm-na directa e simples. Como é que vocês conseguem manter a criatividade, usando sempre os mesmos elementos musicais, sem se repetirem?
É cada vez mais difícil, com cada disco. Mas acho que, na raiz das coisas, nós escrevemos música que... por falta de melhor termo, é muito honesta. É uma representação muito fiel das pessoas que compõem esta banda. Quando se tem o luxo de fazer isso, é quase como se soubesses que o que quer que escrevas vai acabar por soar a Pro-Pain. Ao mesmo tempo, é cada vez mais difícil não nos repetirmos. Mas ao mesmo tempo sabemos exactamente quem somos e sabemos o que fazemos melhor. É como se eu me sentar e escrever um riff de guitarra - mesmo se eu tentar compô-lo num estilo diferente, para soar como uma banda diferente - vai soar como Pro-Pain.
Então vocês nunca têm aqueles problemas de uma determinada música ser demasiado brutal ou demasiado melódica para o vosso estilo... porque vocês nunca escrevem nada fora do estilo Pro-Pain.
Sim, e não tenho assim tanta certeza de que seríamos bons nisso (risos). Se tentássemos escrever música Country, não creio que soasse muito bem (risos). Talvez venhamos a dar outros passos em algum outro material algures no futuro, mas não sei... não creio que... nós não somos exactamente estudantes de música, por assim dizer. Somos amantes de música. Somos capazes de fazer o que fazemos algo bem, mas não posso dizer que passamos cada um dos nossos momentos a praticar nos nossos instrumentos ou a aprender coisas novas para tocar neles. Certamente que gostamos de tocar, mas não somos muito aplicados. Há um certo tom de azul em Pro-Pain, que acho que foi herdado das pessoas da banda.
Tu nunca inventas um riff que, depois de o tocares, pensas "mas eu já usei isto antes!"?
Oh, sim. Acontece. Está sempre a acontecer (risos). Nós passamos por um processo de limpeza sempre que compilamos riffs. Já aconteceu mais vezes do que aquelas que consigo contar eu aparecer com uma coisa que mostro aos outros tipos da banda e um deles diz "ei, espera aí! Isso não soa como esta música? Isto não soa como o «Pound For Pound»" ou alguma outra música que eu nem sequer tinha pensado, que nós compusemos há oito anos atrás. E aí tenho que dizer "sim, acho que soa como essa música".
...Está no teu subconsciente...
E não é só isso, mas também tens que o comparar com todas as outras bandas, para teres a certeza de que não estás a ripar ninguém. Por isso, quando nos sentamos para compor, somos conhecidos por compilar uns 1000 riffs. Depois começamos a escolher entre eles, e a tentar construir uma música a partir deles. Quando tens uma quantidade tão grande de riffs, é inevitável que te comeces a repetir. Como disse antes, é cada vez mais difícil evitarmos repetir-nos, mas ao mesmo tempo é mais fácil em termos de sabermos quem somos e o que podemos fazer.
Eventualmente vocês vão acabar por se poderem repetir, porque os riffs mais antigos já foram escritos há muito tempo...
Exacto. E as pessoas que conheciam o primeiro disco já terão morrido (risos).
Uma vez mais as letras parecem ser bastante duras e críticas em relação a alguns temas sociais. Mas eu não tenho as letras nesta promo que recebi... o que decidiram vocês abordar com as letras, neste disco?
É engraçado perguntares isso... o que 'decidimos' escrever. Não tenho a certeza se alguma vez 'decidimos' escrever sobre alguma coisa, em termos de letras. Acho que é mais um processo reaccionário, ou talvez um processo de observação, e o que quer que chame a nossa atenção nessa altura, tende a... quase que se oferece para ser uma letra de uma música. É quase a mesma coisa do que com a música, em que fazemos uma combinação das nossas ideias, e aquelas que são mais fortes chegam mais longe no processo de composição, até termos uma dúzia de faixas, com as letras. Mas o conteúdo deste disco tende a ser um bocadinho mais político por natureza... provavelmente mais do que fizemos no «Recent Memory». Acho que é só um reflexo dos tempos; a política é um tópico forte nos Estados Unidos neste momento. E não é diferente aqui. As mesmas coisas afectam-nos. E é sobre isso que acabamos por escrever.
... E não podiam escrever sobre mais nada senão aquilo que vos vai pela cabeça todos os dias...
Sim, exacto. Aliás, suponho que podíamos. Acho que podíamos escrever um monte de músicas de amor, mas não seria o melhor que nós podemos fazer (risos).
O álbum foi lançado pela Rawhead Incorporated, certo?
Sim.
Que editora é essa?
A Rawhead Incorporated é a nossa própria editora, que fundámos em 1997. E todos os nossos discos desde essa altura têm sido lançados pela Rawhead, mas firmamos acordos de licenciamento com outras editoras como a Nuclear Blast, a Spitfire - Eagle Entertainment... este disco vai sair pela Continental Entertainment, através da Soulfood Distribution. São esses basicamente os acordos de licenciamento que a Rawhead Incorporated firma.
Então não planeiam distribuir os álbuns vocês mesmos, no futuro?
Não. Não direi que é uma companhia vazia, mas é basicamente uma companhia-mãe que nos dá o poder de ter o controlo criativo completo e também um controlo um pouco maior em relação aos contratos e saber exactamente o que devemos a estas editoras.
Mas não querem ficar envolvidos com a distribuição em si... lidar com um distribuidor em cada país...?
Não teríamos tempo para fazer isso, apesar de eu ser apologista de estar envolvido no negócio tanto quanto uma banda possa estar. Acho que é muito importante para as bandas, e acho que isso é infelizmente negligenciado pela maioria das bandas. E resulta no contrato-tipo das editoras aproveitar-se dos músicos. Eu gostaria que mais músicos tomassem atenção a este tipo de coisas e lutassem para ser tratados com um pouco mais de justiça.
Tens toda a razão. Mas sabes... a preguiça tolda os pensamentos também...
(risos) Exacto. É por isso que há tantos músicos... é porque não querem trabalhar.
(risos) Mas ensaiar é um trabalho!
(risos) Sim, acho que algumas pessoas vão acreditar nisso.
Está escrito num blog. Eles acreditam.
(risos) Sim, por isso deve ser verdade. Tenho que começar a ensaiar (risos).
Vocês vêm em breve à Europa para uma digressão, certo?
Sim. Por acaso eu e o Gerry vamos até Pittsburg amanhã de manhã para começarmos os nossos ensaios... vamos ensaiar uma semana e depois voamos para aí e começamos a digressão.
Ainda te lembras dos concertos em Portugal?
Claro.
Foram bons para ti?
Geralmente nós não nos damos tão bem nessa parte da Europa quanto nos damos bem na Alemanha, Holanda e alguns dos outros territórios. Sabes, em relação aos números e a esse tipo de coisas... às vendas. Em geral não nos damos tão bem. Mas é sempre porreiro ir aí. Adoro essa parte do mundo. Divirto-me sempre muito aí... conheço muita gente porreira. Mas em relação às assistências dos espectáculos, não são tão fortes como em alguns dos outros sítios da Europa.
O álbum foi oficialmente lançado aqui ontem. Também foi lançado oficialmente nos Estados Unidos ontem?
Nos Estados Unidos vai ser lançado em breve.
Então ainda não foste às lojas ver se alguém o compra.
Não (risos). Ainda não. E não vou ter oportunidade de ir a uma loja comprar um. Vai ser lançado quando estivermos na Europa.
Tu és um grande consumidor de Metal? Compras muitos discos?
Não compro muitos discos de Metal. Compro o suficiente para estar ao corrente, para saber o que saiu e para ter uma ideia do que existe, e para saber o que está a correr bem e o que não está a correr bem. Mas a maioria das vezes que vou a uma loja de discos compro coisas que podem parecer um pouco estranhas para as pessoas.
Como o quê?
Como um disco de Crosby, Stills, Nash & Young. Uns discos de easy-listening... comprei recentemente o disco de Outkast... comprei um disco de Cat Stevens não há muito tempo - que é excelente. Comprei o disco de Queens Of The Stone Age, que é espantoso. Sabes, é muito variado... a minha colecção de discos é um pouco estranha.
Vai de quê a quê?
Deixa cá ver... vejo um disco antigo de Blues Traveller, vejo um disco de Van Halen, vejo o «White Album» dos Beatles... um disco de Steve Vai, vejo Bad Brains, vejo Frank Zappa... ei, um disco de Pearl Jam! Discharge... sabes (risos), vai desde... ei, olha um disco de Tori Amos!
(risos) Vês mais algum disco de Blues?
Hmmm... devo ter. Acho que está cá de tudo representado, em algum sítio. Tenho que procurar um bocadinho para ver o que está aqui, e o que está a ganhar pó (risos).
Tu és 100% dedicado à tua música. Essa vida é compatível com uma vida familiar?
Tem de ser. Tens de fazer um esforço muito grande para que as coisas resultem. Não é muito fácil, porque as horas em que tens que te comprometer são difíceis - tenho que ir embora em digressão durante uns dois meses de cada vez - e quando tens crianças pequenas, não é nada fácil. Mas é com certeza possível. É possível se se tomarem as decisões certas. Mas não tenho assim tanta certeza se é mais difícil do que ter um trabalho regular das 9.00 às 5.00 todos os dias. Acho que cada ocupação tem as suas vantagens; cada uma tem as suas partes más. Eu considero-me um tipo com muita sorte por poder estar em Pro-Pain e viver disso. Posso ver o mundo, tocar ao vivo e divertir-me enquanto estou a trabalhar.
Às vezes tem a ver com a maneira como se aproveita o tempo que se tem com a família, e não quanto tempo se está com ela...
Sim. Quando não estou em digressão nem em estúdio tenho os dias para mim e posso passá-los com a minha família.
No dia 12 de Março - sexta-feira - no Pinhal Novo, na sede da S.F.U.A., acontece o Festival Punk Alternativo. As bandas que vão fazer a festa são os Tara Perdida Twenty Inch Burial, Comme Restus, More Than A Thousand e The Traumatics. O espectáculo começa às 20.30h e a entrada custa Eur 3,00
Depois da morte do vocalista Terje "Valfar" Bakken, os Windir decidiram separar-se. Um álbum final, em formato duplo, vai entretanto ser lançado como tributo ao malogrado vocalista, sendo todos os lucros com esse álbum canalizados para a família de Terje.
No dia 27 de Março acontece no Carvoeiro, em Viana do Castelo, um mini-festival de aquecimento para o Barroselas Metal Fest. Pelo palco passarão os Goldenpyre, Theriomorphic, Die In Vain e Chaotic Breed. O concerto começa às 21.00h, e a entrada custa Eur 5,00, valendo uma bebida. www.swr-fest.com
No dia 13 de Março a ATTAC organiza no Espaço Karnart, junto ao Liceu de Camões em Lisboa (na Rua da Escola de Medicina Veterinária), uma acção de protesto contra a ocupação no Iraque. A partir das 15 horas vão haver filmes, debates, teatro e música ao vivo, com Orquestrinha do Terror, Il Cru Fantástico e Essay Collective. Depois dos concertos, a partir das 22.00h, há drum'n'bass com a BadMood. Os festejos continuam depois no dia 20 de Março, com uma manifestação contra a ocupação do Iraque na Praça Camões.
A editora irlandesa de Metal extremo Invictus Productions acabou de lançar o seu novo web-site. Visitem-no em www.invictusproductions.net.
Os suecos The Crown colocaram um fim à sua carreira. Num comunicado oficial, a banda refere as digressões mal organizadas como uma das principais razões para esta separação. «Possessed 13», o último álbum da banda, foi editado no fim do ano passado e celebrava 13 anos de carreira dos The Crown. www.thecrownonline.com
O #19 da Slayer Magazine já saiu. Contém entrevistas a bandas como Rabid, Death, Attomica, Sodomizer, Virgin Sin e Mutilated entre outras, que compõem um número especial de tributo às melhores bandas Underground do passado. Encomendem a vossa cópia para metalion@online.no
Os Heathen, que chegaram a fazer algum sucesso na Bay Area de San Francisco há uns anos, preparam-se para lançar o terceiro álbum de originais. «Recovered» vai ser editado no dia 31 de Março, e representa, segundo a banda, o regresso do Thrash Metal dos anos 80 à cena americana. www.heatheinc.com
O concerto de Opus Draconis inicialmente agendado para a noite de 20 de Março na Floresta do Ginjal, em Cacilhas, foi adiado para o dia 3 de Abril, no mesmo local.
As últimas bandas até agora confirmadas para o Barroselas Metalfest - que acontece nos dias 16, 17 e 18 de Abril - são os romenos Negura Bunget, os espanhóis Fermento e os portugueses Comme Restus. Outras bandas confirmadas entretanto são os Teasanna Satanna, Bleeding Display, Nephtys e Humanart, que se juntam a um poderoso cartaz já composto por Akercocke, Demonizer, Goldenpyre, Morte Incandescente e Machetazo, entre muitos outros grupos. www.swr-fest.com
Os americanos Haste têm um novo website, que pode ser visitado em www.hasterock.com. A banda está neste momento também em plena composição para o novo álbum, que sucederá ao aclamado «The Mercury Lift».
O baterista Frank abandonou os Aborted devido às já habituais - nestes casos - diferenças musicais. A banda vai agora contar com a ajuda de Dirk (o baterista que tocou no álbum «Goremageddon» e no EP «Haematobic») para assegurar a digressão europeia com Cannibal Corpse que aí vem.
EP de estreia para a banda de Rock’n’Roll Margem, que carrega consigo a leveza de quem só toca por gosto... e alguma da imaturidade a ela associada, também. «Sentido À Vida» é um EP de quatro temas mais introdução, onde a banda vai debitando o seu Rock cantado em português, mais ou menos pesado quando é preciso, e sempre melódico, bem estruturado e com uma produção arrumadinha. O problema dos Margem surge quando se fala de profundidade e de identidade, e não quando se fala de integridade... a banda precisa de um pouco mais de calo em termos de composição, para que os temas possam ter uma identidade mais própria, possam ser mais fortes, que sejam mais coesos. Depois, há o problema das letras... julgo que um pouco mais de profundidade não lhe fariam mal. Ou então é a convicção com que são cantadas, não sei. Pode até ter-se uma canção de Rock’n’Roll com meia dúzia de frases e a coisa funcionar. Mas no caso dos temas de «Sentido À Vida», acabam por não funcionar assim tão bem, excepto em pequenos trechos como é o caso da frase mais emotiva de «Chegar Mais Além» deste EP, em que a coisa funciona mesmo. Em suma, este é um EP de Rock cantado em português de uma boa promessa, mas que ainda não passa disso. Há um longo caminho para os Margem percorrerem, que começa aqui. Não duvido que estes temas funcionem melhor ao vivo, sobretudo pelos solos que têm e por alguns riffs interessantes que propõem. Mas é preciso um pouco mais em disco. www.margem.pt.vu (2/5)
Depois de três concertos cancelados em Osnabrück, Antuérpia e Essen devido a doença, os Arch Enemy estão de volta à estrada, e vão fazer o resto da digressão (que inclui actuações em Inglaterra), bem como o concerto de Antuérpia, que foi remarcado para 11 de Março. Quanto aos fãs do norte da Alemanha que ficaram sem concerto, têm bom remédio: a banda acabou de confirmar a sua presença no festival Wacken Open Air deste ano. www.archenemy.net
O baterista Franck Métayer abandonou os The Dead Old Tree para se dedicar à sua vida pessoal. A separação foi feita de boa-vontade entre as duas partes, e Franck vai assegurar os próximos concertos da banda até ser encontrado um sucessor. Quem estiver interessado em concorrer ao lugar deve enviar um e-mail para info@thedeadoldtree.com
O guitarrista Michael Estes abandonou os Acheron. O seu lugar foi temporariamente preenchido por Stacey Connolly (Life Is Lost), mas a procura de um guitarrista permanente para a banda continua.
No dia 20 de Março actuam no Zaragata Taska Contracultural - em Setúbal, na Estrada da Graça, n.º 190 - os Dissientes do Processo Estatal (Caos-Punk mineiro) e Contratempos (Ska-Rocksteady festivo). O concerto começa às 21.00h. No dia 21 de Março, à mesma hora e no mesmo sítio, é projectado o filme Cidade de Deus.
- Edição de «Where Ironcrosses Grow», de Dismember
- Edição de «Elegy For The Weak», de Occult
- Edição de «I Scream You Suffer They Die», de Eostenem
- Edição do DVD «Live Discharge - 20 Years Of Total Destruction», de Destruction
- Reedição de «Worlds Beyond The Veil», de Mithras
- Reedição de «The Middle Kingdom», de Cruachan
Ao receber este disco de estreia dos Gondolin por parte da Floyd Records - uma editora tradicionalmente virada para o Metal e Hardcore - foi uma surpresa constatar que esta banda fica fora de tudo o que é costume vir daquele lado. Misturando uma batida electrónica que tanto pode ir buscar influências ao EBM alemão como ao mais cool projecto da F Communications e inserindo-lhe, numa das faixas, uma flauta muito brasileira, os Gondolin assumem a sua orientação electrónica sem qualquer problema. Mas não ficam por aí. Em três das faixas as vocalizações são feitas em português, com uma voz masculina e um conceito lírico às vezes próximo de Sétima Legião. Para terminar, uma versão para piano e voz de «Enjoy the Silence», de Depeche Mode, a revelar mais um pouco das influências de Gondolin. Apesar do arrojo do projecto, há ainda muito a melhorar para o duo. Falta alguma profundidade aos temas - e já agora, às letras - dos temas apresentados neste disco. Há ainda que melhorar o sotaque do inglês nas vocalizações. Parece-me que «Vil Machine» é mais uma primeira experiência do duo no campo da música de cariz mais electrónica e com as várias influências do que uma proposta concreta, que deva ser levada a sério. Restam alguns dos ambientes criados e alguns encadeamentos de teclados com batidas mais ousadas. Mas pouco mais. (2/5)
Primesth, a sensação do Rock'n'Roll pesado sueco, preparam-se para lançar o novo álbum, «Beautiful Awakening», no dia 5 de Abril, através da Nuclear Blast. O disco foi produzido pela própria banda e misturado por Lasse Martén (Backyard Babies) nos Decibel Studios, em Estocolmo. Podem já escutar-se alguns temas do trabalho em http://www.nuclearblast.de/events/primesth/index.htm
Tyr não gravou o baixo do novo álbum de Borknagar devido a motivos pessoais. Por essa razão, e de comum acordo, acabou por deixar a banda. O baterista Asgeir Mickelson gravou o baixo no disco novo.
- Mega Feira do Disco de Coimbra (Praça da República) - entre as 11.00 e as 20.00h
Os Naked Soul são provavelmente uma das bandas mais experientes do universo crossover português. Cruzando a cena há já mais do que uma década, têm lutado contra a falta de apoios com preserverança, concertos e trabalho. «Global Violation» é o segundo trabalho de originais da banda e, olhando à volta, não consigo ver nenhum colectivo em melhor forma e mais esclarecida neste tipo de fusão entre o Hardcore, o Metal e o Nu-Metal do que os Naked Soul. «Global Violation» fica algures entre a irreverência cínica dos Rage Against The Machine e a força dos Downset, mas os Naked Soul aplicam-lhe uma receita muito pessoal que lhe acrescenta muito mais força nas vocalizações e uma realidade lírica muito adaptada à nossa própria realidade político-social (prestem atenção ao tema «Head Down») e até ambiental (como o reflecte o nome do álbum). «Global Violation» é um trabalho activo, forte, reaccionário e com poucos pontos fracos. E um ponto muito alto: o tema «Barriers Grow» é, suspeito, o melhor tema alguma vez composto e interpretado por Naked Soul, e tem tudo aquilo que um tema de crossover deve ter: melodia, brutalidade, e uma força incomum. Alguns dos samples usados no álbum - nomeadamente no tema de entrada - podem ainda ser melhor trabalhados e enquadrados na sonoridade de Naked Soul, mas em termos gerais «Global Violation» é uma bomba pronta a explodir na mão de quem a agarrar. A cena portuguesa precisa de uma banda assim. www.nakedsoul.com.sapo.pt (4/5)
Depois de gorada a possibilidade da digressão europeia com Iced Earth devido aos problemas de saúde de Jon Schaffer, os Primal Fear confirmaram a sua presença no festival itinerante Wacken Roadshow 2004, ao lado de bandas como Metalium, Dark Age e Freedom Call. A digressão acontecerá durante o mês de Abril e início de Maio e, claro está, não passará por Portugal.
O baterista original de Kiss, Eric Singer, vai voltar à banda para tocar durante a digressão japonesa. Neste momento, ainda não é claro se Singer continuará na banda ou não depois da digressão terminada.
O baixista Jimmy Bain abandonou a banda de Dio. Apesar de não haver substitutos anunciados até agora, Ronnie James Dio, o guitarrista Craig Goldy e o baterista Simon Wright entram em estúdio no final de Março para gravar o novo álbum.
Os Spank The Monkey entraram ontem em estúdio para gravar o tema «Half a Man», para a colectânea «À Sombra De Deus Vol. III». Entretanto, a banda de Braga actua no dia 13 de Março no Fórum de Arte e Multimédia, em Oliveira de S. Mateus - Parque Industrial, Riba D'Ave, Vila Nova de Famalicão. www.spankthemonkey.web.pt
Se há vezes em que eu me arrependo de não ter meias-notas, esta é uma delas. «I Scream You Suffer They Die» é um daqueles discos que vai crescendo, crescendo, crescendo à medida que se vai ouvido até que uma opinião não muito positiva ao princípio se esbate até quase desaparecer. O problema deste disco está, no entanto, bem identificado. É o facto da gravação, e da interpretação em si, soar um pouco solta, e a bateria soar ligeiramente ‘fora’ dos outros instrumentos na mistura final. Isto não impede o projecto de Christopher Georges de ser interessante. E é-o, efectivamente. O senhor mistura as melhores partes do Black e do Death Metal e, na mesma música, pode começar com um riff frio e um ritmo rapidíssimo para, a meio, estar a tocar mais lentamente, de uma forma groovy e com uma voz brutal tipicamente Death Metal. E, por incrível que pareça, Georges faz tudo isto de uma forma coerente e cativante, mudando de tempos, misturando partes agressivas com partes melódicas e sendo muito ecléctico, variado e dinâmico nas vocalizações. Como projecto a solo que é, Eostenem tem todos os instrumentos manipulados por Georges. Ou tinha. Palpita-me que a grande diferença deste álbum em relação ao material anterior de Eostenem é o facto de Dirk Verbeuren - de Scarve - ter dado uma mãozinha com a bateria. As músicas ficaram bem mais técnicas nessa abordagem rítmica, o que permite a Christopher Georges outro tipo de possibilidades a nível de estruturas. Creio que «I Scream You Suffer They Die» tem mesmo algum interesse para quem gosta de Death/Black Metal tocado de uma forma não-convencional. www.eostenem.com (4/5)
- ThanatoSchizO ao vivo em Montemor-o-Velho, no Salão de Exposições e Feiras da Carapinheira - 23.30h
- Mega Feira do Disco de Coimbra (Praça da República) - entre as 11.00 e as 23.00h
- Rastilho Festival - Mata-Ratos, The No Counts D.O.M., Aside e Alien Squad ao vivo em Martigança (Leiria)
- Quetzal's Feather e Wisebomb ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- Metal Fest (DJ António Freitas) no Bar Fora D'oras em Arcos, Anadia
Este é já o oitavo álbum de originais de Centinex que, desde há 14 anos, são considerados um dos mais sérios exemplos do Underground sueco em termos de Death/Thrash/Black Metal violento e sem consessões. Pois, em «Decadence - Prophecies Of Cosmic Chaos» é a primeira vez que ouço os Centinex fazerem concessões. Concessões ao som sueco - que eles nunca tiveram - no som de algumas guitarras, em alguns dos riffs, e até em parte das vocalizações. Felizmente, a banda não se vendeu ao som de Gotemburgo, e usa apenas as referidas influências como parte da sua sonoridade brutal, groovy e agressiva. Mas o que é certo é que elas estão lá de uma maneira como nunca tiveram num álbum de Centinex, e isso incomoda-me, porque esta era uma das únicas bandas que provava que não é preciso praticar o som sueco se se vive na Suécia e se pratica Death/Thrash/Black. Ainda assim, e digo-o com algum alívio, o som de Centinex em «Decadence - Prophecies Of Cosmic Chaos» continua a funcionar, e a fornecer uma boa dose de agressividade e, sobretudo, de rapidez, em termos de híbrido de todos os estilos agressivos do Metal. Se não estivesse tão chocado com o facto de os Centinex terem cedido no ponto da sonoridade sueca, até diria que é um álbum mais coeso, com uma melhor produção e mais equilibrado. Mas não vou dizê-lo, por uma questão de princípio. Quem não nasceu para tocar o som sueco, não o deve tocar e pronto. (4/5)
Devido a um problema de saúde do guitarrista, os Assacínicos não vão poder tocar hoje no Rastilho Festival. Em sua substituição, entram os Aside, que acabaram de assinar contrato com a Rastilho para a edição e distribuição do álbum de estreia «Good Enough For Someone Else». www.rastilho.com
Está confirmado: os Deicide vão mesmo tocar em Portugal, na próxima digressão europeia. O concerto em solo nacional está agendado para o dia 4 de Julho, no Hard Club, em Gaia. www.divisionhouse.com
O concerto de Metalium, agendado para dia 9 de Maio no Hard Club, foi cancelado devido a mudanças na digressão europeia da banda, e ao facto de o promotor do espectáculo e o management dos Metalium não terem chegado a acordo quanto a uma outra data.
A melhor banda portuguesa de Doom Metal - os Desire - vai fazer uma mini-digressão durante o mês de Abril, que conterá duas datas na Bélgica (17 e 18 de Abril) e duas datas em Itália (24 e 25). Durante a digressão, a primeira parte dos concertos vai ser assegurada pelos The Provenance. www.crowshelter.net
Os Anthrax despediram o baixista Frank Bello, por motivos ainda não divulgados. Joey Vera (Armored Saint, Fates Warning) vai ser o baixista da banda para os compromissos ao vivo na Austrália e Japão que se avizinham para os Anthrax.
Os Internal Suffering preparam-se para entrar em estúdio no próximo mês de Abril, para gravarem o próximo álbum, a ser editado pela Displeased Records. A banda vai fazer as gravações no Mana Studio, em Tampa, na Flórida. Para as gravações a banda vai já contar com o novo baterista, Fabio "Dr. Grinder" Ramirez, que já tinha tocado na banda no álbum «Supreme Knoledge Domain» e que tinha entretanto saído para formar os Carnal e Infernal Hate, na Colômbia. www.internalsuffering.com
A banda nacional Vortex tem desde ontem um novo site: www.vortexmusic.web.pt
Junho foi o mês escolhido para a edição do novo álbum de Nightwish, que vai chamar-se «Once». «Nemo» vai ser o single de avanço, e sai já no dia 19 de Abril. A banda está neste momento a gravar um vídeo-clip para esse tema. Entretanto, os Nightwish colocaram no site algumas fotos tiradas durante a gravação do disco. www.nightwish.com
«Permission To Land», o disco dos The Darkness, atingiu a marca de disco de ouro nos Estados Unidos, com vendas acima de 500.000 cópias.
- Mega Feira do Disco de Coimbra (Praça da República) - entre as 11.00 e as 23.00h
- Ratos de Porão, Twenty Inch Burial e Freedom ao vivo no Hard Club (Gaia) - 20.00h
Os holandeses The Gathering têm quase todos os espectáculos da mini-digressão Sleepy Buildings - A Semi Acoustic Evening-tour já esgotados. Os quatro concertos da mini-digressão vão acontecer na Alemanha entre 8 e 11 deste mês, e vão ter a primeira parte assegurada pelos Flowing Tears. Já só há bilhetes para um ou dois concertos. E poucos. www.metalix.de
Uma inundação invadiu o armazém da editora de Devin Townsend - a HevyDevy Records - e destruiu uma parte do material que não tinha ainda seguro. Devin vai agora assinar algum desse material e vendê-lo no seu site - www.hevydevy.com - para tentar minimizar alguns dos prejuízos.
Os suecos Meshuggah estão já a trabalhar no próximo álbum de originais, que vai chamar-se «Catch 33», e que deverá ser lançado no final deste ano. A banda prepara-se, entretanto, para actuar em alguns dos festivais deste Verão, já com o novo baixista, Dick Lövgren, no line-up.
No próximo dia 13 de Março acontece no refeitório da Mundet, no Seixal, a festa Rock & Movies. A partir das 21.00h, actuarãos os The Act-Ups ao vivo, que praticam uma espécie de Rock'n'Roll misturado com Blues, Garage, Soul e Punk. Depois do concerto serão projectados cine-vídeos temáticos, ao que se seguirá o resto da noite, animada por vários DJ's Rock. A entrada é... livre! ladevidro@hotmail.com
Reedição do álbum «The God Thing», originalmente lançado em 1997 pelos Vanden Plas, que na altura já davam que falar entre a comunidade de fãs de Metal progressivo, depois da estreia «Colour Temple». «The God Thing» estabeleceu definitivamente, por assim dizer, o estilo de Vanden Plas, com a voz de Andy Kuntz a soar limpa por cima de riffs melódicos, viciantes e de uma secção rítmica potente e precisa. As primeiras música de «The God Thing» são absolutamente estonteantes, especialmente se pensarmos que poucas bandas seriam capazes de apresentar este tipo de som - melódico sem ser Power Metal, pesado sem ser Heavy Metal, técnico sem ser declaradamente progressivo - há sete anos atrás. O problema de «The God Thing» começa a meio do disco. Os Vanden Plas carregam nas baladas e nas músicas a meio-tempo como se fossem a única coisa que soubessem fazer. O que é particularmente desesperante depois de ouvirmos o quão bem eles sabem fazer músicas rápidas no início do álbum. Esta reedição especial contém uma versão ao vivo de «You Fly» e a versão francesa de «How Many Tears», re-arranjada para «Combien de Larmes». Não sendo o mais brilhante dos álbuns de Vanden Plas, é um álbum acima da média, que se destaca quando inserido numa discografia específica de uma banda que, hoje em dia, é muito importante para baralhar quem pensa que Hard Rock, Heavy Metal, Rock e Metal progressivo são coisas diferentes. (FR)
O novo álbum dos russos Capitollium, que praticam uma espécie de Black Metal Gótico e sinfónico, acabou de ser lançado pela Oupiric Productions. «Symphony Of Possession» - é assim que se chama o disco - está disponível em CD e cassete, directamente através da editora russa. oupiric@kaluga.ru
- Mega Feira do Disco de Coimbra (Praça da República) - entre as 11.00 e as 23.00h
A editora alemã Century Media assinou um contrato de vários álbuns com a banda de Power Metal, Dragonland. Depois de dois trabalhos editados pela Black Lotus, o grupo sueco parte assim para mais altos voos, que começam com o próximo álbum, que está já a ser composto, e que deverá ser editado no Outono. www.fade.to/dragonland
Na ânsia de reedições que tem varrido a InsideOut ultimamente, chega agora a vez de «Extinct Instinct», o terceiro álbum de Threshold, editado originalmente em 1997, e considerado pela generalidade da imprensa especializada um dos mais progressivos da banda. «Extinct Instinct» marcou também o regresso à banda do vocalista Damian Wilson, que não havia cantado no segundo álbum. Este foi sem dúvida um dos melhores trabalhos de 1997, com uma linha muito ténue a marcar a fronteira entre o progressivo, o Metal e o Hard Rock. A voz de Wilson mantém tudo junto, e bem, num trabalho que, por vezes, atinge um psicadelismo progressivo em duelos de guitarra e teclados não mais visto em Threshold desde esse tempo. Apesar de a banda britânica ser hoje em dia um grupo mais coeso, mais Metal e mais maduro, «Extinct Instinct» deve ser escutado por ser o trabalho em que a banda experimentou alguns dos extremos da sua música, e sem o qual nunca teria chegado ao último «Critical Mass». A voz de Damian Wilson é, claro, por si só, um elemento de diferença. Mas, acreditem em mim, os Threshold precisavam de um trabalho mais experimental, técnico e ligeiramente psicadélico como este para chegarem ao equilíbrio em que se encontram hoje. E, claro, temas como «Virtual Isolation», «Clear» e «Life Flow» permanecem até hoje como clássicos de Threshold e do Metal progressivo britânico. (4/5)
Os Kataklysm são a última banda confirmada para o festival itinerante No Mercy, que vai percorrer a Europa já no próximo mês. Os Kataklysm juntam-se assim aos Cannibal Corpse, Hypocrisy, Carpathian Forest, Vomitory, Exhumed, Spawned Of Possession e Prejudice num festival que, mais uma vez, o mais perto que vai chegar de Portugal é na data francesa.
Apesar de ter partido o nariz numa queda no mosh-pit durante um dos últimos concertos, a vocalista Candace Kucsulain mantém-se em digressão com os Walls Of Jericho. Assim que a banda tiver uma folga na digressão, a vocalista será submetida a uma intervenção cirurgica de reconstrução do nariz.
No dia 13 de Março actuam no Zum Zum Bar, no Porto, os Morbius, Negative Gain, Neurotic e Chaotic Breed. O concerto começa às 23.00h e a entrada custará Eur 5,00.
O único site nacional exclusivamente dedicado ao Black Metal português - www.geocities.com/nekrometal - sofreu uma valente actualização. Vão até lá e vejam por vocês mesmos.
No dia 27 de Março actuam no Lótus Bar, em Cascais, quatro das mais pesadas e interessantes bandas do panorama nacional. Simbiose, Sacred Sin, Grog e Alien Squad partilharão o palco nessa noite, com as honras principais a irem para os Simbiose, que aproveitam a ocasião para apresentarem o seu novo álbum, «Bounded In Adversity». Os festejos começam às 22.00h, e a entrada custa Eur 5,00. www.anticorpos.no.sapo.pt
A noite de 26 de Março vai testemunhar mais um concerto Rock no Rock House Café, em Alenquer. One Hundred Steps, Mind Probes e Veinless apresentam-se ao vivo, para um concerto inserido no concurso "Rock ao rubro", organizado pelo próprio café.
Há rumores segundo os quais Jerry Cantrell (ex-guitarrista de Alice In Chains) e Billy Duffy (ex-Cult) terão formado uma banda, para a qual já foi recrutado o vocalista John Corabi (ex-Motley Crüe). Esta nova super-banda ainda não tem nome, mas a primeira aparição ao vivo vai acontecer, segundo o management de Cantrell, no dia 12 de Abril no clube Trobadour, em Los Angeles.
«New Found Power», o novo trabalho de Damageplan, entrou para o número 38 no top 200 da Billboard, nos Estados Unidos. A proeza foi conseguida com 44.676 cópias vendidas no território americano, na primeira semana.
Os Hypocrisy terminaram no final do mês passado as gravações do vídeo-clip do tema «Eraser». A banda partiu imediatamente para a digressão americana que está a fazer neste momento, a que se seguirá uma tourné na América do Sul.
Allen Dill (ex-Summers End, Burned To Ashes e Striknine) é o novo vocalista de Fires Of Gomorrah.
A banda de Death/Black Metal francesa Belef assinou um contrato discográfico com a Candlelight Records. «Infection Purification», o segundo álbum do grupo, está já gravado desde Junho de 2002, e será editado pela Candlelight no fim do ano. belef666@aol.com
A e-zine Lords Of Metal acabou de colocar um novo número online. Vão a www.lordsofmetal.nl e vejam por vocês mesmos.
Os sempre muito activos Opus Draconis têm já outro concerto agendado. Desta vez tocam na Floresta do Ginjal, em Cacilhas, no dia 20 de Março. Outras bandas podem ser ainda anunciadas para essa noite.
Nove anos e quatro álbuns depois, os Grip Inc. não só continuam tão energéticos como no dia em que começaram como estão mais refinados na arte de agitação de massas. O grupo, constituído pelo guitarrista Waldemar Sorychta (produtor dos primeiros álbuns de Moonspell), pelo deus-baterista Dave Lombardo (de Slayer) e pelo vocalista Gus Chamber (ex-21 Guns), apresenta aqui o quarto álbum de originais, e aquele que será provavelmente o mais maduro, coeso e exuberante trabalho da sua carreira. E «Incorporated» é, no entanto, um trabalho que prima pela sobriedade. Ao longo de 11 faixas, os Grip Inc. vão variando ritmos, receitas musicais, intrumentalizações e estruturas, sempre com uma simplicidade e coerência arrepiantes. Com a mesma naturalidade com que introduzem rápidas passagens de guitarra acústica no seu Power-Thrash pós-moderno, os Grip Inc. não se coíbem de apresentar momentos cáusticos mais electrónicos ou baseados em teclados, sempre enquadrados pela percussão forte de Lombardo e pelos riffs demolidores de Sorychta. Numa altura em que os álbuns de Metal são para consumo cada vez mais rápido, os temas de «Incorporated» necessitam de uma exploração, habituação e, sobretudo, de atenção. Não é música fácil - o Power-Thrash da banda é tortuoso e por vezes não mostra logo onde quer chegar. Mas é duplamente - aliás, triplamente - compensador e, uma vez assimilado, dá-nos vontade de esmurrar as paredes ao seu som. (4/5)
Os deuses portugueses do Death/Grind, Holocausto Canibal, firmaram um acordo discográfico com a editora alemã Cudgel Agency. O contrato começará a funcionar com o terceiro álbum de Holocausto Canibal, provisoriamente intitulado «Supremacia Carnívora», e que vai ser gravado nos Grave Estúdios em Braga, à semelhança do que aconteceu com os dois discos anteriores. A masterização vai ser feita nos Morrisound Studios, na Florida. www.holocaustocanibal.com
Prestes a fazerem parte, mais uma vez, do palco principal do Ozzfest, os Black Label Society preparam-se também para a edição de um novo trabalho de originais. «Hangover Music Vol. IV» é o nome do álbum, e deverá ser editado em Abril.
Com o segundo álbum quase a sair («Sonic Firestorm» é editado no dia 19 de Abril), os Dragonforce, que são 'só' a mais brilhante jovem banda da cena Power/Speed Metal melódico do mundo, preparam-se para acompanhar W.A.S.P. na digressão europeia que se seguirá ao próximo álbum de Blackie Lawless e companhia, também com edição prevista para Abril. www.dragonforce.com
No dia 13 de Março há concerto em Ferreira do Alentejo! Payasos Dopados, Trash Baile, Dissidentes do Projeto Estatal, Standpoint, Nike e Abandalhados juntam-se para tocar no Salão de Festas local, a partir das 21.30h.
Dono de um projecto que carrega o seu nome e com o qual editou álbuns tão fascinantes como «Cosmic Genesis» e «Visions From The Spiral Generator», Vintersorg é um músico completo, iluminado com uma voz única. O seu brilhantismo criativo levou os Vintersorg a um patamar de culto, mas a sua voz levou-o muito mais longe, até ao microfone de uma das mais emblemáticas e vanguardistas bandas de Black Metal da Noruega: os Borknagar. Ainda assim, Vintersorg não deixou de lado o seu projecto, e brinda-nos este ano com outra obra-prima de Metal melódico, agressivo e dinâmico, chamado «The Focusing Blur». Numa luta constante contra o seu pior inimigo - o tempo - Vintersorg divide-se hoje em dia entre os seus inúmeros projectos, o seu curso, e... a paternidade. Sobre tudo isso, e também sobre a genialidade de «The Focusing Blur», o ocupado dos músicos suecos deu-nos meia-hora do seu tempo para a conversa que a seguir transcrevemos.
De acordo com a tua opinião, a qualidade do som do álbum é a ideal para a música e para o conceito lírico?
Sim. Acho que o som do álbum é perfeito para nós. É um tipo de som muito orgânico. Nós não queremos um som gordo e plástico, como o cliché do Metal que muitas bandas usam hoje em dia. Nós queríamos voltar mais ao básico, ter um som limpo e orgânico, sem muitos efeitos e coisas desse género. É um som muito limpo e dinâmico.
Mas vocês gravam num estúdio digital, certo? Não usam material analógico, pois não?
Não. Gravámos num estúdio totalmente digital. Não é o regresso ao básico em termos de equipamento, mas sim em termos de ideologia. Acho que hoje em dia se formou uma espécie de competição, em que se tem que ter mais guitarras no álbum, mais disto, mais daquilo, mais efeitos e coisas do género... mas para nós nada era mais importante do que... é claro que queríamos ter um bom som. Mas as canções em si eram o mais importante. Se tiveres muito efeitos, como triplicar as guitarras e coisas assim, vai tornar-se muito complicado fazeres notar todos os detalhes. Acho que basicamente queríamos que o som fosse muito claro.
E é muito mais fácil de conseguires esse som depois quando tocas ao vivo.
Sim, também. Claro.
Tu usaste de novo o Asgeir Mickelson e o Steve Digiorgio para este álbum, certo? Há hipótese de eles se tornarem membros a tempo a inteiro da banda?
Não. Totalmente.... não (risos). Não tem nada a ver com eles pessoalmente. É mais porque eu e o Mattias encontrámos um equilíbrio muito bom na banda, damo-nos muito bem só comigo e ele no grupo. Quando se tem duas pessoas, só se tem duas vontades na banda. Quando há muita gente, pode ser muito difícil fazer as coisas funcionarem. Um tipo quer por o lead de guitarra numa direcção, e o outro quer pô-lo numa direcção totalmente diferente e coisas desse género. Isso pode ser uma situação complicada. Mas comigo e o Mattias, acho que as nossas mentes estão numa espécie de mesma frequência. Eu escrevo a música em casa, apresento-lha, e ele pensa, na maioria dos casos, que é perfeita. Às vezes ele tem umas ideias sobre alguns arranjos diferentes, e nós tentamo-los. Mas estamos na mesma frequência. O Asgeir e o Steve são uma porra de uns mágicos com os seus instrumentos. Nós queremos gravar com eles. Mas achamos porreiro sermos só dois na banda. Nós fazemos pré-produção dos álbuns primeiro. Gravamos as músicas e depois enviamo-lhes, para que eles possam começar a pensar em algumas coisas de acordo com a técnica deles. Eles vão-se habituando às músicas e acabam por completá-las com os instrumentos deles. Acho que eles estão muito contentes por terem apenas o estatuto de músicos convidados.
Achas que conseguiam gravar o próximo álbum só vocês dois, por exemplo, e manter a mesma qualidade musical que têm nestes dois álbuns em que gravaram com eles?
Sim, julgo que conseguíamos fazer isso, mas...sei que se gravasse um álbum só eu e o Mattias seria um bom álbum. Mas porque não usar o Steve e o Asgeir, quando temos a possibilidade de o fazer e eles são excelentes músicos? O álbum soaria totalmente diferente se eles não tivessem participado, porque a interpretação da música é muito diferente de pessoa para pessoa, e eles têm a sua própria visão sobre a nossa música, e tentam adaptar as técnicas deles, de modo que fica uma espécie de nova entidade. Acho óptimo ter a oportunidade de trabalhar com aqueles tipos. Mas nós podíamos provavelmente fazê-lo sózinhos, embora soasse um pouco diferente. Mas estamos realmente satisfeitos com a maneira como soamos agora, por isso vamos tentar gravar com eles no futuro também. Espero que eles estejam interessados em fazê-lo (risos), mas julgo que vão estar.
Se te pedir para escolheres uma palavra que defina o que este álbum é mais em relação aos teus trabalhos anteriores, que palavra escolherias?
Já é um pouco cliché dizer que o último álbum é mais complexo. De certo modo é mais complexo, mas não é assim tão complicado que não se possa compreender. É preciso dar umas quantas voltas no leitor de CD's até se começar a perceber o sentido, mas depois acaba por ser bastante compensador, julgo eu. Quando se consegue romper a primeira barreira... como se fosse um muro que ensombra o verdadeiro álbum. Mas como disse, depois de se ouvir um bocado e depois de digerido, acho que é um trabalho que vai durar algum tempo, porque tem muitos detalhes, existem muitas coisas a passar-se em todas as faixas. É um prazer explorá-lo, pelo menos. Por isso, não queria usar a palavra "complexo", mas é a única coisa de que me consigo lembrar neste momento. Por dizer "complexo" pode também ser eu a exagerar e a ser prepotente. Não queremos ter essa atitude prepotente; só queremos ter músicas interessantes.
Este é o álbum em que as tuas harmonias vocais são mais melódicas. Tu tentaste fazê-lo de propósito? Quer dizer, antes de começares a compôr para o álbum, pensaste em fazer a tua obra mais melódica, em termos de vocalizações, ou pura e simplesmente saiu assim?
Por acaso não. Nunca pensei sequer nisso. A única coisa que tinha em mente quando comecei a compor a música era que eu e o Mattias havíamos decidido que este ia ser um álbum conceptual. A única coisa que tinha em mente era escrever músicas que coubessem num só conceito. É claro que podiam ser músicas um pouco diferentes, mas tinham que funcionar todas sob a mesma bandeira. Queria que houvesse uma ligação entre as músicas... de uma forme quase esotérica, não de uma forma óbvia... era mais um elo emocional que deviam ter. Não pensei sequer nas vozes ao princípio. Limitei-me a escrever a música, e saiu da maneira que saiu. Mas a maneira como esta banda funciona... eu diria que somos artistas puros. Nós não fazemos coisas sem um objectivo... pensamos sempre, quando fazemos uma coisa, "isto vai beneficiar a música?". Estamos sempre a fazer o que achamos que vai ser melhor para aquela música; não coloco seis harmonias vocais numa música só para me mostrar e fazer uma coisa espectacular. Estava sempre a pensar "isto vai fazer esta música melhor, ou sou apenas eu a querer mostrar-me?" (risos). E se chegasse à conclusão que era apenas eu a querer mostrar-me, não o fazia. Temos sempre o máximo respeito pelas músicas em si. Elas são uma espécie de criaturas vivas no seu próprio mundo; nós queremos tratá-las da melhor maneira possível.
Então deve ser apenas uma parte da tua evolução musical, o facto de as tuas vocalizações estarem a ficar mais melódicas. Tu notas que tens estado a ouvir música mais melódica ultimamente?
De certo modo sim, mas por outro lado não. Depende. Eu sempre gostei de melodias. Desde novo, sempre ouvi muita música melódica. Mas também gosto muito de música com harmonia. Gosto de ambos os estilos de música. Acho que é o equilíbrio entre as duas que é óptimo. Ter harmonias em todo o álbum não é assim tão interessante, mas o caos completo também não é assim tão interessante. É um espécie de mistura entre os dois que torna as coisas interessantes. Eu sei que este álbum saiu muito melódico, mas não pensei nisso quando estava a compor as músicas. Saiu assim. Não reflecti muito sobre isso, porque acho que as músicas vivem a sua própria vida, e não tenho o controlo total sobre elas... às vezes sinto-me um pouco assim. Porque elas são quase coisas vivas.
Eu sei que é complicado às vezes falar sobre coisas que apenas sentimos e passamos para a música. O Zappa costumava dizer que falar sobre música é como dançar sobre arquitectura.
(risos) Nós queríamos passar as nossas emoções para a música e para as letras. Mas quando se quer colocar isso em palavras mais tarde, dizes algo do género "o álbum é aquilo que nós queríamos dar à audiência"... não consigo explicá-lo de outra forma que não seja o álbum em si. Por isso o álbum é a coisa ideal para se perceber aquilo que nós queríamos dizer.
Se achas que é difícil, tenta explicá-lo numa crítica de 20 linhas...
Sim, eu sei, mas esse é o teu trabalho (risos).
(risos) Bem, tu próprio o disseste há bocado... este álbum é conceptual. O que nos podes dizer mais sobre o conceito?
Eu posso tentar, mas é muito difícil explicar a conclusão de todo o álbum em apenas algumas frases. Eu senti-me limitado em colocar tudo aquilo que queria em apenas 12 faixas... 12 músicas eram um pouco de menos. Mas o ponto básico, a origem da ideia é uma espécie de demanda pelo conhecimento da natureza humana e da sua relação com a natureza exterior. E essa natureza exterior compreende tudo, desde o planeta Terra até ao vasto Universo, e à origem do próprio Universo. E como essa relação muda conforme nós aprendemos mais sobre a natureza humana e a natureza que nos rodeia. O que temos como importante hoje, não vai ser o importante amanhã, conforme evoluímos e compreendemos cada vez mais. Se eu tentasse traduzir o título, «The Focusing Blur», diria que o borrão ("blur" - ed) é a natureza, ou o cosmos, ou o próprio Universo; a focagem ("focus" - ed) é o que temos em frente aos nossos olhos hoje e aquilo que sabemos hoje. Mass amanhã vamos saber ainda mais, e então teremos uma nova focagem. É difícil descrever, porque o conceito vai depois a um pensamento mais filosófico, e é por isso que o título é tão paradoxal. É porque é muito filosófico. Tens que explorar as letras por ti mesmo. Já as temos disponíveis no www.vintersorg.com, por isso podes ir lá vê-las.
Achas que este tipo de complexidade no álbum e este tipo de conceito estariam ao teu alcance por exemplo no primeiro álbum que fizeste?
Não creio que fosse capaz de o fazer. Não creio que fosse capaz de escrever este tipo de letras, porque também evoluí muito como ser humano. Cada álbum é uma espécie de retracto de como tu és como ser humano, para além do teu estado como músico. Por isso, de certo modo acho que a única altura em que poderia escrever este álbum seria agora, e escrevi o álbum. O mesmo se passa com todos os álbuns. A única altura em que eu poderia escrever o primeiro álbum foi também nessa altura específica. Cada álbum é muito especial. Cada um dos discos é muito especial para mim, porque como te disse é uma espécie de testemunho de como estavas na tua vida e o que fizeste nessa altura.
O álbum sai hoje. Já foste a alguma loja ver se alguém o está a comprar?
Não, ainda não fiz isso. Já li muita coisa na internet sobre pessoas que o compraram a semana passada, por isso é capaz de ter saído uns dias antes do previsto... não sei. As pessoas parecem gostar dele... em todas as entrevistas que eu fiz, os jornalistas... pelo menos aquilo que me dizem (risos) é que gostam do álbum. Também tenho lido muitas críticas na internet, que estão a sair agora... parece que as pessoas o estão a apreciar. Pelo menos pelo que eu tenho lido. É claro que muita gente nem sequer se preocupa em comprá-lo, mas é assim que são as coisas. Nós não tentamos atrair todas as pessoas para comprarem o nosso álbum. A única coisa que dizemos é "ouçam-no se quiserem". Não somos agitadores de massas ou alguma coisa desses género (risos)... estamos apenas a criar música interessante. Se as pessoas gostam, é porreiro; se não gostam, também é porreiro, porque nós próprios gostamos.
Sim, mas tens que admitir que é importante para uma banda...
Sim, claro. Senão nem me preocupava em lançar o álbum. Se eu o fizesse apenas para mim próprio, gravava-o, punha-o na minha gaveta mental e pronto.
Tu és reconhecido na rua, no sítio onde vives?
Sim, é uma cidade pequena, por isso claro que sou reconhecido.
Quando vais às compras, por exemplo, costumas ser abordado por pessoas que não conheces e que te reconhecem da banda?
Sim. Aconteceu-me hoje na mercearia (risos). Eu vivo numa cidade muito pequena, e o que é bom aqui é que não há uma cena Metal assim tão grande. Por isso... é claro que as pessoas me reconhecem, mas acho que seria pior se eu vivesse na metrópole do Metal (risos).
Sim, provavelmente nem poderias sair à rua com tanta frequência.
Sim, e aqui muita gente nem conhece o nome Vintersorg, ou o que é a banda. É agradável. Pelo menos é reconfortante saber que não vou ser tão seguido (risos).
Como tens coordenado todos os teus projectos ultimamente? Consegues levá-los a todos sem grandes problemas, ou tens alturas de maior stress em que acontece tudo em todo o lado ao mesmo tempo?
Não, funciona perfeitamente. A única coisa que tens de fazer é manter a tua agenda actualizada e ver quando podes trabalhar neste e naquele projecto. A maior parte disso depende do planeamento - e também das prioridades, claro. Se eu estivesse sentado todo o dia a jogar computador, é claro que não conseguia ter todos os meus projectos, mas tenho uma prioridade muito grande na minha vida para a música. É uma parte muito importante da minha vida, e eu quero realizar muitas ideias musicais diferentes. E eu não podia fazer isso em apenas uma banda. Por isso é óptimo ter muitas projectos bandas (risos), sempre a surgirem. Permite-me explorar ainda mais dimensões musicais minhas.
E com todos os projectos e bandas que tens, estás completo agora, certo? Não há hipótese de vires a criar outro projecto num futuro próximo, certo?
Para dizer a verdade, estou sempre a trabalhar em cinco ou seis álbuns ao mesmo tempo. O novo álbum de Borknagar sai este ano, o novo álbum de Vintersorg acabou de sair... acho que mais dois ou três lançamentos vão ser editados este ano. Não posso contar-te muito sobre isso, porque ainda está muito no início.
Então vais mesmo lançar um novo projecto este ano!
Sim. Eu e outro tipo temos uma banda chamada Fission, que está assinada pela Napalm Records, e com a qual já gravámos o álbum quase todo. Faltam só algumas vocalizações. Está a ficar mais Death/Thrash melódico... estou a fazer muitas vocalizações limpas, e a trabalhar também nos teclados... está a ficar muito porreiro. Eu e o Ice (?) de Borknagar temos outro projecto, e eu também tenho mais um ou dois pequenos projectos em que trabalho de vez em quando... a criar uma canção agora, outra depois. Por isso acho que ainda vou ter mais alguns lançamentos este ano. Sabes, eu também estudo, por isso também tenho que fastar algum tempo a estudar.
Então ainda tens tempo para mais coisas na tua vida para além da música...
Sim, claro. Eu quase não faço dinheiro só com a música, por isso tenho que tentar encontrar outra maneira de tentar assegurar o meu sustento... estudar é um bom investimento, especialmente para o futuro. Eu estou a tirar o curso de professor.
É espantoso como tens tempo para tudo isso.
Sim, e para além disso o meu filho nasceu há três meses.
Tu dormes?
Sim, depende tudo das tuas prioridades. Não consigo ficar sentado a ver televisão durante horas, como um robô. Tudo o que faço na minha vida é feito com um propósito... se estou a fazer alguma coisa e sinto que não posso ter nada em retorno, não o faço. Não tenho tempo a perder com coisas fúteis. O tempo é o meu maior inimigo (risos).
Há alguma hipótese de Vintersorg tocar ao vivo num futuro próximo?
Não vamos fazer uma digressão enorme; vamos antes fazer uns quantos festivais na Primavera e no Verão.
Com o Asgeir e o Steve?
Não. Vamos usar uns músicos locais. Seria demasiado complexo fazer tudo com eles, com os ensaios e tudo.
A Napalm Records anunciou que vai editar «Plasticlove», o álbum de estreia dos suíços Neospastics, a 19 de Abril. A banda pratica uma mistura de Pop, Grunge, Punk e Metal, descrita frequentemente como 'waverock' pelos jornalistas do seu país, que os consideram como um dos grandes potenciais do Metal este ano. www.napalmrecords.com
Os Dimmu Borgir vão ser uma das bandas a participar no festival itenerante Ozzfest, na digressão americana, este ano. A banda de Black Metal norueguesa consegue assim cometer a proeza de ser um dos poucos grupos europeus no cartaz americano do festival, e tocam no palco principal, imediatamente antes dos deuses do Thrash Metal, Slayer. As outras bandas do palco principal são os Black Label Society, Superjoint Ritual, Judas Priest e, claro, Ozzy. O palco secundário vai ter Slipknot, Hatebreed e Lamb Of God. Pelo palco rotativo vão passar os God Forbid, Unearth, Every Time I Die, Lacuna Coil, Bleeding Through e Atreyu
Jody Roberts, o até aqui guitarrista de Kalibas, foi apresentado como o novo guitarrista de Kill The Client.
Os Primitive Reason tocam ho Hard Club, num concerto incluído na digressão que os tem levado a correr o país neste início de ano, no dia 27 de Março. O concerto começa às 22.00h e tem a primeira parte assegurada pelas bandas Nagual e Tendrills. www-hard-club.com
As lendas do Metal grego, Rotting Christ, preparam-se para fazer uma mini-digressão por solo lusitano nos dias 12 e 13 de Março. No dia 12 a banda toca, juntamente com Molestia no RockHouse Cafe, em Alenquer, a partir das 21.30h. No dia 13 é a vez de Santo André, em Mangualde, receber a banda, no festival Hardmetal Fest, em que também participam Heavenwood, Desire, Simbiose, Filii Nigrantium Infernalium, Angriff, Intervenzione e Freedom, num evento que começa às 15.00h. Por fim, no dia 14, os Rotting Christ deslocam-se a Vigo, para um concerto com uma banda local. Para mais informações e compra de bilhetes, usem o número 963 370 100.
A Agonia Records acabou de lançar um split-7" EP da banda Black Metal alemã de culto Seeds Of Hate e dos Black-Metallers noruegueses Elite. A edição é limitada a 500 cópias e numerada à mão. A coisa custa Eur 5,00, directamente da editora. www.agoniarecords.net
Os Ancient terminaram finalmente as gravações e as misturas do seu próximo álbum, «Night Visit». O disco foi gravado em Itália e misturado posteriormente por Fredrik Nordstrom no conhecido Studio Fredman, na Suécia. A masterização deverá ser feita na próxima semana por Chris Athens no Sterling Sound Studio, em Nova Iorque. Os Ancient gravaram também um vídeo-clip para o tema-título do álbum, que vai ser incluído no trabalho. «Night Visit» será editado pela Metal Blade no dia 1 de Junho. www.ancientband.com
Dizer que Axel Rudi Pell se mantém fiel à sua própria sonoridade já começa a ser um lugar comum, mas a verdade é que, ao 10.º álbum, mesmo o mestre alemão começa a soar um bocado repetitivo. Com uma banda quase perfeita formada à sua volta, em que as jóias da coroa são o vocalista Johnny Gioeli e o baterista Mike Terrana (de Rage), Axel Rudi Pell volta a usar a mesma receita dos nove álbuns de originais antes deste, bem como da colecção de baladas e do ‘best-of’. O problema do mago da guitarra é que tem demasiados fãs. Assim, é fácil fazer ‘mais um’ álbum de Heavy Metal com forte travo a Hard Rock e com saudosismo dos anos 80, e saber que vai ter gente suficiente para o comprar. Apesar de quase todos os temas de «Kings And Queens» serem de boa qualidade e provavelmente dos mais equilibrados, melhor produzidos e interpretados por Exel Rudi Pell & sua banda, a verdade é que é impossível ignorar este cheiro a podre que emana da sua música, e que inquina os exclentes solos e riffs de Pell e a boa prestação vocal de Gioeli ao longo de todo o álbum. Nem as duas baladas da praxe faltam. O que falta é que Axel Rudi Pell se farte de bater no ceguinho e que faça outro álbum de jeito. (2/5)
Já está online o site da banda portuguesa Chronic Infection. Para além de informação sobre a banda, no site podem fazer-se downloads de mp3 da primeira demo «The Putrid Sessions (Rehearsals Of Sickness)» -http://chronicinfection.no.sapo.pt
«Since The Day It All Came Down», o novo álbum de Insomnium, com data de saída prevista anteriormente para dia 3 de Maio, vai agora sair no dia 5 de Abril. www.insomnium.cjb.net
A celebrar o 15.º ano de carreira, os suecos Dark Tranquility praparam-se para editar um duplo-CD de material inédito e raro. «Exposures - In Retrospect And Denial» vai conter as faixas de demo «Trail Of Life Decayed», de 1991 e do 7" EP «A Moonclad Reflection», de 1992, bem como algumas faixas gravadas para os últimos três álbuns mas que não chegaram a ser incluídas nos discos. O segundo disco desta edição inclui mais de 70 minutos de material gravado ao vivo. www.darktranquility.com
Os The Darkness levaram três Brit Awards para casa este ano: Melhor Grupo Britânico, Melhor Grupo de Rock Britânico e Melhor Álbum Britânico para «Permission To Land» que, entretanto, já atingiu a marca de quádrupla platina no Reino Unido.
Os Leave's Eyes confirmaram a sua participação no festival Wave Gotik Treffen deste ano. A banda tocará no dia 28 de Maio. Entretanto, as gravações do vídeo-clip para «Into Your Light» já terminaram, e está tudo pronto para o lançamento do álbum de estreia danova banda de Liv-Kristine no dia 24 de Maio. www.napalmrecords.de
Os alemães Die Apokalyptishen Reiter deram um concerto de benificiência no dia 23 de Janeiro, com o qual angariaram Eur 4.000,00 que reverterá a favor da construção de um orfanato em Isla Trinitaria, em Gauyaquill, no Equador.
Os Astaroth, que são o projecto paralelo dos elementos de Brutality, recrutaram o baterista Doug Spears (de Dremascapes Of The Preverse) para a gravação de um álbum, que vai ser editado pela Still Dead Productions.
O 'guitar-hero' português Gonçalo Pereira prepara-se para actuar no Hard Club, no dia 26 deste mês, num concerto de apresentação do seu terceiro álbum, «G-Spot». O concerto começa às 22.00h e o bilhete custa Eur 8,00. A abrir a noite vão estar os Level's Rising e os Melodrama. www.hard-club.com
Joacim Cans - o mítico vocalista de Hammerfall - gravou um vídeo-clip para o tema «Red Light», que será o primeiro single do seu álbum a solo «Beyond The Gates». As gravações decorreram em Gotemburgo entre 24 e 26 de Fevereiro. «Beyond The Gates» é editado a 19 de Abril pela Noise Records.
- Edição de «Kings And Queens», de Axel Rudi Pell
- Edição do DVD «Access All Areas», de Saga
- Edição do DVD «Funeral Marches And Warsongs», de Marduk
Depois da sua separação de Queens Of The Stone Age, o baixista Nick Oliveri anunciou que vai passar a concentrar toda a sua atenção em Mondo Generator.
Os alemães Lacrimas Profundere estão neste momento em estúdio a gravar o novo álbum, que vai chamar-se «Ave End». O disco, cujo lançamento está previsto para o fim de Maio, é já o sexto de Lacrimas Profundere. www.napalmrecords.de
A editora polaca Agonia Records anunciou que vai editar em breve um 7" EP de Deathsquadrons. www.agoniarecords.net
Os Destruction adiaram a data de lançamento do seu primeiro DVD, «Live Discharge - 20 Years Of Total Destruction», para dia 8 de Março. O atraso na edição, inicialmente prevista para dia 23 de Fevereiro, deveu-se segundo a banda à existência de "demasiado material". www.nuclearblast.de
Os Last Track estão de novo activos. O line-up que protagoniza este regresso é o mesmo dos álbuns «Sinister Funkhouse #17» e «Burning Time», excepto o baterista Phil Buerstatte, que foi substituído por Chris Havey, que gravou o álbum «Runheadstartscreaming». É esperado um novo álbum de originais da banda este ano, e também um álbum ao vivo que testemunhe a digressão de reunião de 2002.
Os americanos Cattle Decapitation estão em estúdio desde dia 21 de Fevereiro, a gravar aquele que será o seu próximo álbum. As gravações estão a decorrer em Burbank, California, sob a supervisão de Bill Metoyer (W.A.S.P., Slayer, Six Feet Under). Entretanto, está confirmada a edição do DVD «This Is Circunstacial Evidence», para dia 5 de Abril. www.cattledecapitation.com
Council Of The Fallen é uma banda americana que apresenta na bateria Tim Yeung, de Hate Eternal. O estilo que praticam oscila entre o Death Metal técnico e brutal típico da cena de onde provêm e uma espécie de Black Metal, atirando para a mistura algumas passagens melódicas. As vocalizações são tipicamente Death Metal, vociferadas de um modo brutal e gutural, e a maior parte da música é também suficientemente técnica para se poder considerar Death Metal. No entanto, e na ânsia de fazerem algo mais, os Council Of The Fallen insistem em colar-lhe partes fora do estilo, cujo resultado prático vai variando conforme as tentativas. Mas é, sobretudo, nas partes mais brutais que os Council Of The Fallen brilham mais. A coesão do grupo é fantástica, e o poder da bateria de Yeung comanda a banda numa poderosíssima incursão pelo mais rápido, brutal e técnico do que o seu estilo tem para ofercer. Quando a banda aprender a encaixar as partes não-Death Metal na sua música - ou as deixar de lado - teremos aqui uma boa banda a ter em conta. (3/5)
Protagonizando um dos mais aguardados regressos ao nosso país, os brasileiros Ratos de Porão preparam-se para tocar no Hard Club, em Gaia, na sexta-feira, 5 de Março. A abrir as hostilidades vão estar os Freedom e os excelentes Twenty Inch Burial. A coisa começa às 20..00h e o bilhete usta Eur 20,00 (Eur 18,00 quando pré-comprado). www.hard-club.com