O próximo álbum dos norte-americanos Magellan vai chamar-se «Symphony For A Misanthrope», e deverá sair pela InsideOut Music ainda na primeira metade do ano.
Os ingleses Adorior assinaram um contrato discográfico com a Agonia Records. A banda, que até aqui editava pela Head Not Found, tem o segundo álbum de originais pronto a ser editado, o que deverá acontecer em breve.
«Envenom», o novo CD dos doomsters suecos Runemagick, está já disponível, através da editora Aftermath Music. A primeira edição é limitada, vem em digipack, e é numerada à mão. O preço são Eur 18,00, com portes incluídos.

17 anos de carreira significam, para os irlandeses Primordial, 17 anos de batalhas na cena europeia para levarem o seu metal extremo, com claras influências pagãs, cada vez mais longe. A banda é tida pela generalidade dos seus pares, como um dos mais honestos, trabalhadores e originais colectivos europeus, e discos como «Storm Before Calm» ou «Spirit The Earth Aflame» são autênticos manifestos do verdadeiro espírito irlandês, adaptado ao metal extremo. Agora, os Primordial estão de volta, com um novo trabalho chamado «The Gathering Wilderness», uma nova editora e uma nova atitude em relação à sua sonoridade. O vocalista A.A. Nemtheanga esclarece-nos todos estes pontos, e aponta baterias à melodia que vem da Escandinávia na entrevista exclusiva que se segue.

Apesar de desta vez vocês terem tido o Billy Anderson como produtor, conseguiram manter a vossa própria sonoridade. Foi difícil consegui-lo, com este produtor?
Não, nem por isso. Nós temos o nosso próprio estilo, a nossa sonoridade própria, a nossa própria maneira de fazer as coisas. Nós só queríamos fazer com que o disco soasse mais vivo, como se o ouvinte estivesse connosco na sala de ensaio, aquela espécie de sonoridade old-school e energia que o heavy metal directo tinha... abrir o som da bateria e do baixo, esse tipo de coisas. Foi isso que tentámos fazer. E é esse o tipo de coisa que o Billy faz. E também, a dada altura, tens que te desafiar a ti mesmo, mudar as coisas um pouco. Nós tinhamos que agitar as coisas. Já lá vão cinco álbuns, e estava na altura de tentarmos fazer as coisas de uma maneira um pouco diferente. Nós podíamos ter feito as coisas e ter o mesmo som dos outros discos, mas queríamos algo de diferente.
Vocês enviaram-lhe demos das músicas novas?
Não. Ele não ouviu nenhuma das músicas novas até ter chegado aqui à Irlanda.
Ele ficou surpreendido com a vossa sonoridade?
Não. Ele tinha os álbuns anteriores, por isso sabia que estilo de música nós tocávamos. Acho que ele estava interessado em trabalhar com uma banda europeia de metal mais negro - ou como quer que lhe queiras chamar. Ele nunca tinha trabalhado com uma banda assim antes. E nós queríamos trabalhar com ele, para podermos contar com alguma da insanidade dele (risos), que é cheia de ideias brilhantes. A melhor coisa que o Billy fez para mim, foi a produção de High on Fire - é massiva. E sabes o que ele fez com Neurosis e esse tipo de bandas... Para algumas pessoas, talvez o álbum soe demasiado cru, etc, etc, mas eu não sei. Acho que tantas produções que se ouvem hoje em dia são tão plásticas, triggadas e computadorizadas. Quando eu pego num álbum antigo de metal, o «Into Glory Ride» ou o «Blood Fire Death» ou alguma coisa do género... as bandas soavam de uma maneira diferente, e era isso que queríamos fazer.
Está muito mais perto do som que vocês têm ao vivo.
Era isso exactamente o que queríamos fazer.
Este álbum é provavelmente um dos mais épicos da vossa carreira. Concordas com isto?
Sim. A opinião geral parece ser que o álbum é um pouco mais negro, com um som um pouco mais opressivo, quase claustrofóbico, com uma espécie de poder hipnótico. Talvez seja mais épico que o último álbum. Não sei se será mais épico que o «Spirit The Earth Aflame», mas tem essa qualidade, definitivamente.
Vocês colocaram aqueles padrões rítmicos e de riffs a repetirem-se de propósito para que a vossa música soasse hipnótica e quase tribal?
Nós sempre tivemos essa qualidade, essa espécie de riffs hipnóticos que se podem encontrar em bandas que vão de Neurosis a Burzum. Mas porque agora temos este som e a bateria é muito mais poderosa, talvez se note mais. Não existem versos, solos ou coros; nós contamos apenas com esta atmosfera hipnótica que induza quase a um transe. Podes chamar-lhe um sentimento quase tribal, sim.
E é uma coisa que surge naturalmente na banda, ou vocês planeiam esse tipo de sonoridade?
Não. Nós não fazemos nada assim. Nós apenas escrevemos música da maneira que o fazemos. E elas saem da maneira que as ouves. Nós não ouvimos segundas opiniões, não as analisamos. Se uma música tem um blast e um riff black metal ao longo de todo o tema, é assim que essa música fica. Se outra música é totalmente diferente, e dentro do nosso estilo, também fica. Nós não pensamos se este riff soa a isto ou aquilo - confiamos no facto de termos o nosso próprio estilo, e deixamo-nos levar por isso.
Desde que vocês todos estejam na sala de ensaio a compôr, tudo o que sai tem o estilo de Primordial?
Sim. Há muitas coisas que não usamos, que vão surgindo de vez em quando. Mas nós temos o nosso estilo. Não há o risco de alguém surgir com um riff e nós o mandarmos foder porque se parece com Slayer ou qualquer coisa (risos). Não funciona assim. Nós temos a nossa própria 'imagem de marca sonora', e é assim que escrevemos música. Se quiséssemos tocar outro estilo de música, começaríamos outra banda, com outro nome. Este é o nosso estilo.
Porque chamaram ao álbum «The Gathering Wilderness»?
Era uma frase que parecia dizer muito sobre o estado do mundo neste momento. A inquietação que se reúne... o sentimento do homem comum nas ruas. Quer seja por causa da situação política no mundo ou por causa de catástrofes naturais, nós sentimos que o mundo está numa escala de-evolucionária. Estamos numa espiral descendente para algo muito mais caótico. É a isso que se refere o título. Refere-se a causas perdidas, a velhas feridas políticas a reabrirem-se... é o sentimento geral de olhar para o mundo e ver a falta de esperança que algumas pessoas têm, porque sentem que não têm voz, sentem que os seus direitos lhes foram retirados. Há também uma parte do título que é sobre o multinacionalisto, a globalização, a mistura de culturas.
Achas que os tempos históricos em que aconteceram as grandes coisas que podem ser cantadas estão perdidos para sempre, ou uma banda como Primordial pode cantar sobre a história que se passa hoje?
Nós não somos românticos. E se cantamos sobre algo histórico ou cultural do passado, não estamos a cantar essencialmente coisas do passado. Tudo o que fazemos tem eco, ou ressonância, na era moderna. Por exemplo, o tema «Sons of the Morrigan» do álbum «Storm Before Calm», que fala das Crianças de Lyr, que são mitologia anciã irlandesa, é um tema mitológico. É sobre três crianças banidas do seu reino, que são transformadas em cisnes e que têm que deambular por lagos durante 800 anos, e que depois regressam ao reino e encontram-no destruído e mudado. Não escrevi isso literalmente sobre as Crianças de Lyr; é um conto alegórico sobre a perda de identidade cultural de hoje, ou sobre alguém que deixa a Irlanda e depois regressa passados uns 20 anos, e descobre que muita da sua cultura foi substituída por capitalismo e inveja... esse tipo de coisas. Se usares esse tipo de coisas para tentares dizer alguma coisa num contexto moderno. Porque nós vivemos em 2005, não vivemos em 3000 a.C.
Qual é, para ti, a razão pela qual a Irlanda tem um sentido tão patriótico?
Existem duas razões. A primeira é o facto de sermos uma ilha. Temos uma mentalidade de ilhéus - não temos mais ninguém ao nosso lado. Então, as pessoas viveram muitos anos com as suas próprias ideias. A outra coisa foi a Grande Crise. Os irlandeses espalharam-se por todo o mundo, imigraram, deixaram a Irlanda porque já não tinha nada para lhes oferecer - eram demasiado pobres, ou passavam fome. Toda a gente sabe que os Irlandeses estão espalhados por todo o mundo. Existe talvez uma terceira razão, que é o facto de termos uma grande tradição artística, quer seja em termos de literatura ou música. Há demasiada gente irlandesa famosa, para um país tão pequeno. Acho que a tradição artística nos está no sangue. Eu vejo Primordial como a continuação disso também. É um pouco difícil dizeres porque é que o teu país é da maneira que é... nós temos uma história muito rica. Também porque a maior parte das nossas tradições nasceram a partir de lutas. Nós sempre estivemos por baixo; nunca estivemos numa posição de supremacia sobre ninguém. E quando um país é assim, acho que as pessoas se podem inspirar muito mais para a sua arte - têm expressar o que têm a dizer. São estas as razões que eu encontro. Algumas pessoas podem dar-te razões diferentes, mas para mim são estas as razões.

Estás ao corrente dos ataques racistas que os imigrantes portugueses têm sofrido na Irlanda?
Nunca ouvi falar de tal coisa. Mas sejamos francos... se as pessoas imigram para o nosso país, não são postas a viver nas áreas mais caras de Dublin. Vão ser colocadas a viver ao lado da classe trabalhadora. E a Irlanda tem um buraco social massivo; há uma larga fatia de classe trabalhadora, não particularmente bem instruída - às vezes mesmo ignorante. E colocas os imigrantes a viverem ao lado desta gente, que nunca teve que lidar com isso antes, e vais arranjar problemas. É assim que são as coisas. E depois, a imprensa não está interessada em escrever sobre os sobre os crimes dos negros sobre os brancos; só está interessada em escrever sobre os crimes dos brancos sobre os negros. Nós vivemos num estado de correcção política, e as pessoas acham que é a sua função proceder assim. Acham que é o que deve ser feito. Há muitos problemas na Irlanda, especialmente em Dublin, com esse tipo de coisas. Porque a Irlanda, até há bem poucos anos atrás, nunca teve nada disso, e agora temos muita gente a entrar no país. Social e economicamente, demora muito tempo a habituarmo-nos a essa ideia. É preciso seres irlandês, viveres em Dublin e veres a classe trabalhadora para conseguires perceber totalmente o abismo entre as classes que existe neste país. Mas ataques a portugueses... eu nunca tinha ouvido isso antes. As pessoas imigrarem de um país de primeiro mundo para outro é um pouco estranho (risos). Se isso realmente aconteceu, provavelmente há duas versões para essa história. Não consigo imaginar pessoas irlandesas a atacarem pessoas portuguesas, que são em tudo parecidas com elas.
Provavelmente aqui foi uma grande notícia por serem portugueses, mas aí nem se soube. Mas lá está, é como tu dizes. Se há uma crise económica ou um sistema social injusto e as pessoas não têm emprego, a primeira coisa que culpam são os imigrantes mesmo ali ao lado.
E não é apenas isso. Se pegares em secções da classe operária de Dublin... as pessoas mantêm-se juntas quando vão trabalhar para outro país - é natural. Mas depois formam-se ghetos, e os irlandeses nunca tiveram que lidar com isso, especialmente a classe operária. E o nosso sistema de segurança social apoia muito mais os imigrantes que estão desempregados do que os irlandeses, e acho que as pessoas ressentem-se disso. É um assunto complicado.
Vocês estão agora na Metal Blade. O que aconteceu com a Hammerheart?
Nós chegámos ao fim da linha com eles. Não podíamos avançar mais. Tu vais até onde podes com alguma pessoas, e depois tens que mudar as coisas. E nós queríamos, por uma vez em todos estes anos, tentar trabalhar com uma editora que pudesse apoiar-nos e colocar-nos nos sítios certos, em que há toda uma infra-estrutura por detrás de ti a tentar mostrar-te ao mundo.
Qual pode ser o próximo nível para vocês?
Não sei. Nós fizemos um álbum forte - o nosso quinto álbum forte, não soamos como ninguém, ninguém soa como nós, a promoção está a decorrer, nós temos digressões marcadas. Se as pessoas não comprarem um álbum de Primordial agora, nunca vão comprar nenhum - temos que aceitar isto. Talvez a banda já seja tão grande como vai alguma ser, quem sabe? A banda vai ter o mesmo som, quer venda 5.000 ou 50.000 discos. Não interessa. Obviamente, quanto maior ficas, mais oportunidades tens, mais são os concertos e festivais em que podes tocar, podes fazer música num estúdio melhor. Se isso acontecer, ainda bem, óptimo. Não nos vai mudar.
Incomoda-te o facto do metal hoje em dia ser mais um mercado do que uma cena?
Sim, completamente. Acho que é horrível. Ainda existem grandes bandas por aí, ainda podes encontrar Reverend Bizarre, ou Old Father, ou Axis of Advance, ou Deströyer 666... Witchcraft, Watain... ainda existem grandes bandas, que têm o seu próprio espírito individual, que fazem algo de diferente. E depois tens o metal-shapoo-escandinavo-airbrushed-a-abanar-o-vestido-de-seda-preta-a-cantar-sobre-merda-de-anjos. Não significa absolutamente nada para mim. E não estou apenas a falar das bandas com vocalistas femininas - todas as outras bandas góticas horríveis que cantam sobre absolutamente nada não significam precisamente nada. Mas acho que essas bandas têm que existir, para que bandas como nós possam estar do outro lado. Acho que somos uma espécie de antídoto para tudo aquilo.
Mas a vossa promoção tem que lutar arduamente com esse tipo de bandas para conseguir algum espaço para vocês nas revistas de metal...
Claro. É difícil hoje em dia. Existem milhares de bandas merdosas. Estou aqui nos escritórios da Metal Blade, e existem caixas de promos por todo o lado. Eles devem receber umas 50 demos a cada dois dias. Com a internet, há tantas editora, há tantas bandas... às vezes essa cena mantém bandas que merecem subir ainda mais em baixo. Porque o mercado está tão cheio. Mas o que se pode fazer? Continuarmos a preocupar-nos, ou continuar a fazer o que fazemos.
Não te incomoda então que a promoção do vosso álbum tenha que passar por uma máquina de marketing igual a tantas dessas bandas que desprezas?
Não, de modo nenhum. Se estivéssemos num festival e tivéssemos que tocar ao lado de uma banda merdosa, tipo Edenbridge ou qualquer coisa, eu ficaria enojado, porque eles são mesmo uma merda. Mas ao mesmo tempo, tu estás em palco, tens que tocar, tens que fazer o que fazes. Com sorte darias cabo deles, e as pessoas na audiência perceberiam qual seria a porra de banda a sério ali, a tocar música a sério. Tu fazes o que fazes, e tens que tentar que essas coisas não te incomodem. Ou usar que a arrogância dessas bandas te faça querer escrever música mais pesada e mais intensa. Há muitas coisas que me fazem ficar zangado (risos). Não é difícil, mas com tanta coisa na cena hoje em dia, eu sinto-me basicamente agradecido por haver tanta coisa boa também. Ainda podemos tocar concertos com Gospel Of The Horns ou Desaster. Ainda há pessoas dispostas a fazer coisas, e essa é a grande diferença. Eu escolho não ouvir... tu sabes de que bandas eu estou a falar.
Achas que depois desta geração que está a crescer com a internet, o metal alguma vez vai voltar a ser underground?
O metal é underground! Há mais metal underground agora do que havia em 1996 ou 1997. Há mais fanzines, mais fanzines old-school, mais ep's 7", mais lançamentos independentes de boas bandas. Até os meus amigos na Irlanda, têm os Old Father, os Gospel Of the Horns. Há pessoas a fazerem esse tipo de coisas. Só tens que procurá-las. E, cada vez mais, podes ir a uma loja e trazer o novo disco de Funeral Mist e o novo disco de Saxon, se quiseres. As cenas estão a aproximar-se, mas o underground está a ficar cada vez mais activo, julgo eu. Apenas tens que procurá-lo. Só tens que querer encontrar as bandas e afastar toda a merda até chegares lá. Mas é compensador. Eu ainda sou tão entusiástico em relação a bandas agora como era quando tinha 16 anos. E fico contente por isso. Ainda existem bandas que me entusiasmam. Talvez já não tantas, mas ainda existem algumas.
«The Gathering Wilderness» é editado no dia 7 de Fevereiro.
Para além de ser vocalista de uma das melhores bandas de sempre de heavy mtal - os Iron Maiden - Bruce Dickinson é também o autor de um excelente programa de rádio na BBC channel 6, todos os sábados à noite das 21.00h às 00.00h. Este sábado Bruce recebe em estúdio Herman Li e Vadim Pruzhanov, dos Dragonforce, que são já considerados os verdadeiros sucessores dos Iron Maiden. O programa está disponível em streammer na net, por isso não o percam.
O novo disco de Darkside, «Amber – Skeletal Journeys Through The Void», está já totalmente composto, e a banda prepara-se para entrar em estúdio em Março para gravar o álbum. A lista de temas é a seguinte «Suite In Pain Major», «Gods of Death», «Pillars Of ‘Err», «The Myth of Reason», «dEVILerY», «Amber», «Architects of Modern Atheism», «Solitary Confinement» e «The Burning».

Amputados do seu mentor e líder depois de «Snow», os americanos Spock's Beard souberam encontrar no seu seio um sucessor à altura de Neal Morse, na pessoa do baterista Nick D'Virgilio, e ultrapassaram o trauma com o álbum «Feel Euphoria». Dois anos depois, «Octane» traz-nos uns Spock's Beard mais rítmicos e progressivos, sem perderam a vertente melódica e quase pop que D'Virgilio lhes acrescentou, com a sua maneira de cantar e composição. Falámos com o novo líder da banda de rock progressivo mais conceituada dos Estados Unidos sobre o álbum «Octane» e também sobre algumas outras coisas...
Até que ponto é este álbum diferente do «Feel Euphoria», de acordo com a tua opinião?
É diferente porque os outros elementos escreveram muito mais música, especialmente o Dave. As músicas são um pouco mais directas que no último disco, um pouco mais rock, mas ainda assim, acho eu, muito progressivas. Acho que é toda a composição em si, que está a ficar melhor... não sei.
O que eu notei é que, seja qual for o principal compositor de cada um dos álbuns, eles soam sempre a Spock's Beard, Como é que vocês conseguem ter sempre esta sonoridade distinta, muito vossa?
Acho que tem a ver com nós os quatro a tocarmos juntos. A sonoridade acaba por sair naturalmente. Essa sonoridade natural é o que nós somos, e também o nosso engenheiro de som tem uma grande responsabilidade nisso. Ele permite-nos ter um som realmente bom no produto final. Acho que ele é uma das razões pelas quais soamos da maneira que soamos.
Se vocês num ensaio decidirem tocar blues, achas que o som vai ser de Spock's Beard a tocarem blues?
Sim. Mais ou menos. Acho que sim. Teríamos que nos concentrar para que saísse bem, mas nós somos quem somos, e isso acabaria por se reflectir no som.
O Jon Boegehold ajudou-vos também em algumas das faixas, certo?
Certo. O Jon Boegehold é uma parte importante deste novo disco. Ele e o Dave comunicaram muito pela internet, e ele acabou por escrever muitas das letras do novo disco. Ele é um compositor muito bom, e um bom amigo. É uma grande parte do álbum, e acabou por surgir como uma parte que se encaixou naturalmente.
Ele tem algum projecto musical?
Ele conhecia o Dave, o Alan e o Neal há muito tempo. Eu conheci o Jon através deles. Ele tinha uma banda que... como era o nome?... Como é que me posso ter esquecido?!... Bem, foi há muito tempo. Agora ele compõe coisas para a televisão e é o webdesigner do nosso site. Ele faz muitas coisas diferentes.
Em termos de letras, quais são os tópicos que vocês abordam com as músicas do álbum?
As primeiras sete músicas fazem um grande tema épico, que é sobre um tipo que é atropelado por um grande camião, e no momento em que é atropelado a vida dele passa num flash à frente dos olhos dele. É sobre isso que o primeiro tema épico fala. Passa pela fase em que ele era miúdo até ao momento em que o acidente acontece. Alguns dos outros temas são... o tema «There Was a Time» é sobre o passado... a última música do disco é simplesmente uma música rock divertida... tipo nós os quatro a sairmos juntos como amigos... a «Watching the Tide» é uma espécie de música triste sobre amor (risos). A «The Planet's Hum» é sobre um tipo que é teimoso, e sobre as coisas que ele está sempre a querer fazer. São temas estranhos, um pouco negros. É isso.
Sobre os sete temas conceptuais do disco... tu sabes o que aconteceu ao último tipo que escreveu um conceito para um disco de Spock's Beard, certo?
Não sei (risos). Diz-me.
(risos) Abandonou a banda!
Ah sim, é verdade (risos).
Contigo na liderança da banda agora, vais continuar a fazer os teus álbuns a solo?
Sim, eventualmente. Mas primeiro quero concentrar todo o meu esforço neste novo disco de Spock's Beard durante tempo. Vou ver até onde ele chega, e depois penso em fazer mais algum material a solo.
Ainda tens música que compões e que não se enquadra em Spock's Beard?
Sim. Acho que sim. Acho que acabaria por se enquadrar se trabalhássemos todos juntos nela. Não sei, a música que eu componho sozinho soa um pouco mais pop... algo desse género. É um pouco diferente, acho eu.
Tu agora não és apenas o baterista da banda. Sentes saudades do tempo em que eras apenas baterista?
Mas eu ainda toco muito bateria. Agora sou baterista de Tears For Fears. Temos estado a fazer alguns concertos - tenho um concerto esta noite, por acaso. Neles eu só toco bateria e faço alguns coros. Toco também com o guitarrista Mike Kenelley, que tocava com Frank Zappa há muito tempo - toco bateria na banda dele. Por isso ainda toco muito bateria. Mas em Spock's tenho a oportunidade de ir para a frente, e isso dá-me prazer também.
Tu preferes estar à frente a cantar, ou lá atrás a tocar bateria? Se alguém te pedisse para escolheres uma coisa para fazeres o resto da tua vida, o que escolherias?
É difícil, mas poderia inclinar-me mais para escolher a parte de estar à frente. O único motivo para isso é o facto de eu tocar bateria desde os meus quatro anos. Tenho 36 anos agora, por isso são muitos anos. Estar à frente agora é uma coisa totalmente nova para mim, um pouco mais fresca e definitivamente excitante. Adoro fazê-lo. Por isso acho que escolheria ficar à frente, apesar de ir ter muitas saudades de tocar bateria. Não poderia ficar afastado dela muito tempo.
Os jornalistas têm-te colocado menos perguntas sobre o Neal Morse desta vez?
Eu tenho sempre umas quantas perguntas em cada entrevista sobre o Neal. Se eu já ouvi o último disco dele, o que penso do disco, se eu falo com o Neal, esse tipo de coisas.
Mais agora do que nas entrevistas para o «Feel Euphoria»?
Mais ou menos as mesmas. Bem, acho que eram um pouco mais da outra vez, porque era o primeiro disco que fazíamos sem ele e as pessoas queriam saber se achávamos que conseguíamos aguentar sem o Neal, como íamos conseguir sobreviver e esse tipo de coisas. Agora, efectivamente, já não são tantas como naquela altura.
E essas questões não te incomodam?
Não me incomodam nada, não.
Sabes se o «Feel Euphoria» vendeu muito menos que o «Snow»?
Não sei. Julgo que, pelo que sei, vendemos bastante bem.
Venderam mais?
Acho que vendemos o mesmo, se não mais, pelo menos até agora. Acho que foi devido a ser uma coisa nova, as pessoas estavam interessadas em ver como era, e acabaram por comprar o disco. Tivemos também a digressão e tal... acho que vendeu bastante bem. Não sei o número exacto, mas tenho falado com a editora, e os números são altos.
Isso é a prova de que vocês ultrapassaram definitivamente a "era-Neal Morse" na banda. Bem sei que artisticamente já o fizeram, mas os números acabam por provar que em termos de público também já o fizeram.
Exacto. Eu sei que estamos. Se não o conseguimos já, estamos perto.
Nos concertos da próxima digressão, vais apenas cantar ou também vais tocar bateria?
Vou fazer ambas as coisas. Convidámos outro baterista para vir connosco - vamos ter duas baterias em palco. Eu vou cantar em algumas partes, noutras vou lá para trás tocar bateria. Eu e o outro baterista vamos revezar-nos a tocar as coisas. Por isso, vou fazer as duas coisas.
Ritmicamente, este álbum é muito forte, por isso acho que vão ter excelentes oportunidades de usar ambas as baterias.
Definitivamente. O Dave é muito influenciado por Tool e bandas desse género. Por isso, em algumas das ideias que ele me enviou, quando eu estava a pensar em como ia fazer as partes de bateria nelas, eu ouvi os discos deles, para ver como eles faziam, como dividiam as batidas, como posicionavam o kit de bateria... foi porreiro, porque acabei por experimentar coisas diferentes.
Vocês têm também, por vezes, algumas influências de Pink Floyd nos solos de guitarra, como no «Of The Beauty Of It All». Quem é o principal fanático por Pink Floyd na banda?
Somos todos, para dizer a verdade. Mas o que estávamos a pensar, nessa música em particular, era no final da música. A parte lenta no final da música. Há muitas músicas de Pink Floyd assim. Muitos dos épicos de Spock's Beard acabam sempre de uma maneira grandiosa. E o que queríamos fazer desta vez - e de propósito - era que soassem como Pink Floyd: a bateria é grandiosa, mas não tão grandiosa, e tudo o resto é o que faz a música soar como Pink Floyd. Isso foi definitivamente influenciado por Pink Floyd, esse último pedaço dessa música.

A Auerbach Tonträger, sub-editora da Prophecy Productions, firmou um contrato discográfico com o projecto Gae Bolg, de Eric Roger (também trompetista de Sol Invictus). O próximo disco de Gae Bolg vai chamar-se «Aucassin Et Nicolette» e, se for na sonoridade habitual do projecto, deverá ser uma boa obra de folk medieval. A edição está prevista para o final de 2005.
«Torture Garden», p novo disco dos polacos Demise, vai ser editado em Abril na Polónia pela Empire Records. A edição europeia deverá ser mais tarde.
- Arya ao vivo na Fnac do Colombo (Lisboa) - 21.00h
- Edição de «Where Twilight Dwells», de Midnattsol
- Edição de «Symmetry In Design», de Scar Symmetry
- Edição de «Soul Surgery», de Maledictive Pigs
- Edição de «Satanic Truth About False Union», de Opus Draconis
- Edição de «Octane», de Spock's Beard
- Reedição de «Dreams», de Klaus Schulze
- Reedição de «Le Moulin De Daudet», de Klaus Schulze
- Reedição de «Mirage», de Klaus Schulze
- Reedição de «X», de Klaus Schulze
- Edição do single «Blood Bound», de Hammerfall
«Elements Of Persuasion», o álbum a solo do vocalista de Dream Theater James LaBrie, está já em fase de ultimação, e vai ser editado pela InsideOut Music a 14 de Março.
Os Sathanas assinaram um contrato discográfico com a editora polaca Agonia Records. O primeiro lançamento previsto por este contrato é o MCD «Flesh For The Devil», cuja edição está prevista para Março.
- Secrecy ao vivo no Stravagância Bar, em Valongo (Porto) - 15.30h

Rogues En Vogue CD
Gun Records/BMG
Moda do thrash metal... moda do power metal... moda do black metal... moda do metal industrial... os Running Wild assistiram, em 22 anos de carreira, a muitas voltas e reviravoltas no mar tempestuoso do heavy metal, mas o seu barco-pirata de quatro mastros mantém o rumo, firme e forte, nunca cedendo a correntes, ventos, nortadas ou marés. Se os Running Wild chegaram ao 13.º álbum de originais, tal longetividade deve-se ao pulso firme do seu capitão - Rock'n'Rolf Kasparek, que muitas vezes foi o único a recusar-se a abandonar o barco, acabando sempre por fazê-lo sobreviver às mais ameaçadoras tempestades. Não se pense, no entanto, que nestes 22 anos os Running Wild permaneceram imutáveis. A evolução da banda acontece numa escala muito própria, exclusivamente dentro da sua sonoridade, e sem ceder a outros estilos. Talvez por isso comece a ser 'bem' de novo elogiar a banda de Rock'n'Rolf, depois de alguns anos negros em que se tratou os Running Wild como se eles fossem uma aberração saída dos anos 80 e que devia estar morta há muito tempo. «Rogues En Vogue» prova o contrário, mas não é com isso que Rock'n'Rolf e os seus piratas estão preocupados. A procupação da banda foi em fazer um álbum variado e muito orientado para as músicas, sem perder a imagem de marca de Running Wild - aposta que se pode considerar ganha. Arriscando um tema a meio tempo - «Draw the Line» - como abertura do disco, e partindo daí para um dos mais versáteis conjuntos de temas da carreira da banda, os Running Wild não apenas demonstram que continuam bem vivos, como constituem uma alternativa bastante válida para os fãs de heavy metal que procuram uma sonoridade diferente e - espantem-se! - nova. Porque o som das guitarras de Running Wild é, hoje, único. A voz de Rock'n'Rolf é muito própria. A imagem de piratas e os temas épicos algo de inimitável na cena de hoje. Por isso, e para pessoas que há pouco tempo tenham tomado contacto com o estilo, isto é efectivamente algo de novo e nunca ouvido. Melódico, pesado e com um sabor especial. Apesar de reduzido a uma tripulação constituída pelo capitão Rock'n'Rolf e o imediato Matthias Liebetruth, que trata da bateria, o navio de Running Wild continua a disparar a sua artilharia e a afundar a concorrência, mantendo um rumo firme. Quantas bandas conhecem vocês que o podem dizer, após 22 de carreira? (8/10)
«Rogues En Vogue» é editado no dia 21 de Fevereiro
Russell Allen, o vocalista de Symphony X, está já a gravar o seu álbum a solo, chamado «Russell Allen's Atomic Soul», que deverá ser editado pela InsideOut Music no Verão. Mais pormenores em breve.
O sucessor de Sherwood Webber, ex-vocalista dos americanos Skinless, já é conhecido. Trata-se de Jason Keyser, e é irmão do baixista da banda, Joe Kyser. O novo line-up da banda tem estreia de palco marcada para dia 14 de Março, data em que actua em Providence, nos Estados Unidos. A banda planeia entrar em estúdio no final do ano para gravar um novo álbum de originais, que será editado pela Relapse Records em 2006, e que se vai seguir ao actual DVD, «Skinflick».
Os Vidsyn vão actuar pela primeira vez na sua carreira na Europa no United Metal Maniacs Festival, na Alemanha, que decorre entre 14 e 15 de Maio. em breve, a banda começa a gravar a sua parte do split-7" com Taake que a Agonia Records vai editar. O grupo planeira também gravar, em Fevereiro, um vídeo-clip que será incluído na edição limitada do seu próximo MCD.
- Rolls Rockers, Brainwashed By Amalia, Alison Bentley, The Traumatics e PunkSinatra ao vivo nos Recreios Desportivos de Algueirão (Sintra) - 19.00h
- Agonized, Bleeding Display e Hematoma ao vivo no bar Ex-Bar (Covilhã) - 22.00h
- Alien Squad, Simbiose e Freedom ao vivo no Le Son (Coimbra) - 22.00h
- Deadly Mind, More Than Hate, Not Without Fighting, State Of Calamity, Barafunda Total e Retroact ao vivo no Pestinha Bar, em Fonte da Telha (Lisboa/Setúbal) - 22.00h
- Reporter Estrábico ao vivo no Auditório da Epralima, em Ponte de Lima (Viana do Castelo) - 22.00h
- Epping Forest e VS777 ao vivo no rock House Café (Alenquer) - 23.00h
- Defying Control e Jesus On Fire ao vivo em Glória do Ribatejo - 24.00h
- Synergy Night na Discoteca Swing (Porto)

Meister Mephisto CD
Season of Mist/Recital
O ponto de partida deste projecto a solo de Cornelius von Jackhelln (fundador de Solefald) terá sido uma certa insatisfação e desconforto - raiva mesmo - com a direcção não tão pesada que o metal norueguês tem tomado nos últimos tempos. Vai daí, o senhor lançou-se num projecto que mistura thrash da escola alemã, influências militaristas e ideologias vikings. O resultado não é tão idiota como Mezzerschmit, mas deixa algum travo a dúvida na boca, pelo menos até se ouvir o disco meia-dúzia de vezes. Felizmente, Sturmgeist é um pouco mais tridimensional do que aquilo que advoga, e a música é suficientemente variada para que o projecto seja interessante. É certo que estamos a falar de metal extremo aqui, embora a receita Sturmgeist comporte sempre um som de teclado bem presente por detrás da guitarra distorcida e da secção rítimica bem alta. Mas a linguagem musical de Cornelius von Jackhelln ganha sobretudo pelos pormenores deliciosos que surgem entre as linhas vocais distorcidas e o extremismo instrumental, quer seja um solo de guitarra quase electrónico - de tão eléctrico - ou um ambiente estranhamente calmo que aparece de repente a meio de um tema extremamente pesado. «Meister Mephisto» pode servir para quem gosta de black metal pelo seu carácter extremo, mas os fãs dos últimos trabalhos de Solefald e de coisas mais vanguardistas também não darão o seu tempo por perdido a ouvir o disco. O que é estranho, tendo em conta o tal ponto de partida de Sturmgeist... (7/10)
Os Feldgrau - uma nova banda de black/death metal que conta com Pete Helmkamp de Revenge e Bill Taylor de Immolation - assinou um contrato discográfico com a Agonia Records, válido por dois álbuns de originais. O álbum de estreia do grupo, «Mechanized Misanthropy», está já a ser gravado e tem data de lançamento marcada para dia 21 de Março.
Os Crisis têm um novo baterista, chamado Ryan Ball.
O novo EP que os Ramp se preparam para lançar já tem nome: vai chamar-se «Planet Earth». Entretanto, a banda de Rui Duarte está a preparar um circuito nacional de espectáculos.

Os Purple Angel actuam no dia 7 de Fevereiro na Discoteca Via Latina, em Coimbra, a partir das 22.00h.
- The No Counts D.O.M. e The Morcons ao vivo no Bar Porto Rio (Porto) - 23.00h
Os doomsters ingleses The Prophecy têm uma guitarra, bem como alguns outros prémios, em concurso no seu website, que será oferecida a um dos fãs que acertar no questionário de 12 perguntas que está no forum. Entretanto, o baterista de The Prophecy vai substituir Shaun Steels em My Dying Bride enquanto este último recupera da lesão no tornozelo que o apoquenta actualmente.
O mês de Fevereiro no Hard Club, em Gaia, reserva alguns aliciantes para os fãs de metal e de boa música em geral. No dia 11 os Peste & Sida actuam na sala ribeirinha do Porto, a partir das 22.00h, com as entradas a custarem Eur 2,00. No dia 17 é a vez dos Solid Impact, E.A.K. e Inverse subirem ao palco do Hard Club, também a partir das 22.00h, e com as entradas a custarem Eur 5,00. Por fim, para dia 24 fica uma noite Metal Militia, em que actuam três bandas ainda a designar e um DJ do estilo.
Humphrey's McGee, a banda de pop progressivo liderada pelo guitarrista e vocalista Brendan Bayliss, assinou um contrato com a InsideOut Music, e prepara-se para editar o novo álbum «Anchor Drops» na Europa já no final do próximo mês de Fevereiro.
Os Kataklysm anunciaram a partida do baterista Martin Maurais devido a "problemas pessoais e profissionais". Max Duhamel, que tocou já em cinco álbuns de Kataklysm, incluindo «Shadows And Dust», foi anunciado como o novo baterista. Já a partir de dia 18 de Fevereiro, a banda vai andar na estrada com Danzig, Trivium e Eyes Of Fire pelos Estados Unidos.
Eis mais um festival de Verão que promete agitar a cena. Entre os dias 22 e 23 de Julho acontece na Alemanha, em Geiselwind, o Earthshaker Festival, cuja edição deste ano conta com a participação de bandas como Manowar, Children Of Bodom, Testament, Rhapsody, Grave Digger, Overkill, Masterplan, die Apokalyptischen Reiter, Evidence One, Ektomorf, Graveworm, Disbelief e Bludgeon, entre outras. Mais informações aqui.
O baterista dos portugueses Folkvang, Pedro Antunes, decidiu abandonar a banda. O grupo encontra-se, por isso, à procura de um novo ocupante para o lugar, que goste de folk metal e que esteja disposto a entrar a todo o gás, ainda a tempo da gravação do MCD «Revenge For Our Ancestors». O local de ensaio da banda é em Almada. Os interessados podem contactar os Folkvang para o e-mail: folkvang@netvisao.pt

No dia 29 de Janeiro acontece no Swing, no Porto, mais uma Synergy Night, em que a música alternativa é a grande atracção de serviço. Os DJ's de serviço vão ser Ivo, Luís e António Jorge. A organização é da Sound Factory.
Os polacos Vesania estão a terminar as gravações do seu novo álbum de originais, «God The Lux», que será editado pela Empire Records.
Os alemães Naera terminaram as gravações do seu disco de estreia, «The Rising Tide Of Oblivion». São 13 temas de metalcore muito influenciado pelo death metal sueco, com os seguintes títulos: «The World Devourers», «Broken Spine», «Anthem of Despair», «Walls Instead of Bridges», «Where Submission Reigns», «From Grief...», «...To Oblivion», «Hibernating Reason», «Definition Of Love», «Save the Drowning Child», «Beyond the Gates», «No Coming Home» e «The Last Silence». «The Rising Tide Of Oblivion» é editado no dia 21 de Março pela Metal Blade.
A Prophecy Productions assinou a jovem banda americana Todesbonden. Com um som acústico que deve algumas influências à música celta, medieval e doom-metal, a banda conta com uma excelente vocalista feminina chamada Laurie Ann Haus, que promete ser a nova coqueluche da cena alternativa mais intensa americana dos próximos tempos.
«Same Old Song», o novo single de Pain, a banda de Peter Tägtgren, entrou directamente para o 10.º lugar do top de singles finlandês, na primeira semana de lançamento. Fora da Escandinávia, «Same Old Song» será lançado no dia 7 de Março, enquanto que o novo álbum de Pain, «Dancing With The Dead», sai no dia 21 do mesmo mês.
Os In Aeternum estão neste momento a terminar as gravações do seu novo álbum, o quarto, no Abyss Studio, com o produtor Tommy Targtren. O disco vai chamar-se «The Dawn Of The New Aeon», e conta com Mike Wead, de King Diamond, como convidado em alguns solos de guitarra. A capa vai ficar a cargo do já lendário Joe Petagno. A data de lançamento está agendada para dia 21 de Março, via Agonia Records.
Os polacos North, que praticam um black metal pagão e épico, acabam de editar em CD'r as duas duas demos «Korona» e «The Crown».
«Existence», o novo álbum de Dark Suns, é editado no dia 21 de Fevereiro via Prophecy Productions. Segundo a banda, o death metal é coisa do passado, e foi substituído na sua sonoridade por um estilo similar a “Anathema e Porcupine Tree”.
Os americanos Spock's Beard estão a planear uma digressão europeia logo a seguir à edição do seu novo álbum, «Octane», que sai no final deste mês.
Os Testament vão reeditar o documentário 'Seen Between The Lines', originalmente filmado em 2001, em DVD. O documentário contém material gravado ao vivo, vídeo-clips promocionais e raros, bem como cenas de bastidores. A reedição em DVD deverá sair já na Primavera.

Os Born From Pain estão neste momento em estúdio – no Antfarm, na Dinamarca – juntamente com o produtor Tue Madsen (The Haunted, Mnemic, Cataract, Heaven Shall Burn, Illdisposed, Aborted, etc) a gravar o seu novo álbum de originais, que vai chamar-se «In Love With The end». O disco vai ser misturado e masterizado na primeira semana de Fevereiro, com data de saída prevista, via Metal Blade, no dia 18 de Abril. «In Love With The end» vai ser editado em CD normal, e também em picture-disc, numa caixa de vinil de edição limitada que vai também conter versões picture-disc dos álbuns «Sands Of Time» e «Reclaiming The Crown», bem como o MCD «Immortality» numa versão de 7” duplo em gatefold. A edição desta caixa especial vai ficar a cargo da editora da banda, a GSR Music.

Os In Solitude actuam ao vivo, juntamente com os T-Shunk, no dia 4 de Fevereiro, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Pindelo dos Milagres, em São Pedro do Sul. O concerto começa às 22.00h.
O Fade In – Mostra itinerante de Música em Leiria tem o site completamente renovado. Visitem-no aqui. Por lá, podem já encontrar informação relativa à edição de 2005, que começa no dia 18 de Fevereiro, com um triplo concerto: os americanos The Strugglers e os canadianos Destroyer e Frog Eyes actuam ao vivo no Auditório Velho do Orfeão de Leiria nesse dia a partir das 22.00h, com uma lotação limitada a 120 pessoas. As entradas custam Eur 10,00.
A banda de metal progressivo Shadow Gallery firmou um contrato discográfico com a InsideOut Music. O sexteto americano está neste momento a gravar o sucessor do disco de 2000, «Legacy». O novo trabalho conceptual tem o título provisório de «Room Five», e está ligado ao disco «Tyranny», editado pela banda em 1998.
A edição deste ano do Barroselas Metalfest está já a ser preparada a todo o gás. O festival decorre entre os dias 22 e 24 de Abril, no sítio do costume - Barroselas. As bandas internacionais que já confirmaram a sua presença foram os Incantation, Nargaroth, Gorerotted, Summon, Perverse, Panchrysia, Empty, Morior Ergo Sum e The art Of Butchery. Entre as atracções nacionais, vamos poder ver Corpus Christii, The Firstborn, In Tha Umbra, InThyFlesh e Simbiose. As warm-up sessions começam já no dia 4 de Fevereiro, e serão as seguintes:
4 DE FEVEREIRO
Rock House Cafe (Alenquer) - 22.00h - Eur 5,00
Neoplasmah
Karseron
Fungus
Spiteful
5 DE FEVEREIRO
Bar Académico (Vila Real) - 22.00h - Eur 2,00
Decrepidemic
Stuprum Dei
Sannedrin
7 DE FEVEREIRO
Alambik (Carvoeiro, Viana do Castelo) - 22.00h - Eur 5,00
Pitch Black
E.A.K.
Sideffects
12 DE FEVEREIRO
O Culto Bar (Cacilhas, Almada) - 22.00h - Eur 4,00 c/ bebida
Veinless
Deep Odium
Skeptik
13 DE FEVEREIRO
Junta de Freguesia de Panoias (Braga) - 17.00h - Eur 5,00
Blacksunrise
Fear Thy Name
Dead Meat
19 DE FEVEREIRO
Duke Bar (Espinho) - 22.00h - Eur 5,00
Morbius
Underneath
Labianca
O pedido de indeminização que David Ellefson pediu a Dave Mustaine por suposta falta de cumprimento deste último em relação ao ex-baixista de Megadeth foi recusada pelo tribunal. Ellefson já terá pedido o recurso. Recorde-se que o ex-baixista de Megadeth reclama uma indeminização de 18,5 milhões de dólares. Entretanto, o processo de Mustaine contra Ellefson, por difamação, continua pendente.
Os Six Feet Under filamaram um vídeo clip para a faixa «Shadow of the Reaper», retirada do próximo álbumd e originais «13». O vídeo foi realizado por Gary Smithson, cujo currículo inclui vídeos para bandas como Goatwhore e Eagles Of Death Metal (o projecto paralelo de Queens Of The Stone Age). Há dois grandes actores a participar no clip (Magen Crawford, que também entra no novo filme de Wes Craven, Cursed, e Aaron Kinser), por isso podem esperar-se boas coisas de mais este vídeo de Six Feet Under. Entretanto, o mp3 de «Shadow of the Reaper» pode ser escutado aqui.
Os alemães Brainstorm terminaram as misturas do seu novo disco de originais, «Liquid Monster», que decorreram no House of Music Studio, na Alemanha com o produtor Achim K]ohler. O álbum, que vai ser lançado pela Metal Blade a 4 de Abril, vai conter os seguintes temas: «Worlds Are Comin’ Through», «Inside the Monster», «All Those Words», «Lifeline», «Invisible Enemy», «Heavenly», «Painside», «Despair to Drown», «Mask of Life», «Even Higher» e «Burns my Soul». O single «All Those Words» vai ser o avanço ao álbum, saindo no dia 7 de Março e contendo o tema-título, duas faixas exclusivas, uma faixa inédita, um edit de «All Those Words» e um vídeo-clip de «Doorway to Survive». A digressão europeia que os Brainstorm estão a planear para os meses de Março, Abril e Maio não prevê uma vinda da banda alemã a território português.
- Edição de «Arcan Rain Fell», de Draconian
- Edição de «Voice Of Wilderness», de Korpiklaani
- Edição de «Anything For You», de Tommy Fanderburk
- Edição de «II», de Last Autumn Dream
- Edição de «Soul Mover», de Glenn Hughes
- Edição de «Meister Mephisto», de Sturmgeist
- Edição de «XV: The Devil», de Order Of The Ebon Hand
- Edição de «Ultimate Darkness», de Darkseed
- Edição de «Character», de Dark Tranquility
- Edição de «Chaostream», de Lost Soul
A editora de metal/rock progressivo InsideOut Music vai lançar, no final deste mês, a sua primeira sub-editora, que vai chamar-se Revisited Records. Como o nome indica, trata-se de uma etiqueta dedicada a reedições. Os primeiros lançamentos são os quatro álbuns do pioneiro da electrónica, Klaus Schulze. Os próximos (re)lançamentos da Revisited Records vão ser os álbuns de Amon Düül II.
Os Kino são uma nova banda de pop/rock melódico com uma abordagem neo-progressiva, constituída pelo teclista John Beck (ex-It Bites), pelo baterista Chris Maitland (ex-Porcupine Tree), pelo guitarrista e vocalista John Mitchell (Arena) e pelo baixista Pete Trewavas (Marillion). O álbum de estreia, «Picture», é editado em Fevereiro pela InsideOut Music. Vai haver uma edição especial com um DVD bónus.
No dia 12 de Fevereiro actuam ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada) os Veinless, Deep Odium e Skeptik. Os concertos começam às 22.00h, e a entrada custa Eur 4,00, dando direito a uma bebida.
O fã-site oficial português de Metalium mudou de endereço. Encontrem-no agora aqui.
- Purple Angel ao vivo no Birras Bar (Covilhã) - 22.00h
- Contratempos ao vivo no Rubros (Amadora) - 22.00h
- Puagh, Alien Squad e D.P.E. ao vivo no Espaço Zaragata (Setúbal) - 22.00h
Os Ancient cumprem, entre o fim de Fevereiro e o fim de Abril, uma digressão europeia que vai passar por Reino Unido, Áustria, Alemanha, Suíça, Holanda, Dinamarca, Itálica, Eslováquia e República Checa. A maior parte das datas vai ser feita com Final Breath e Illdisposed como bandas de suporte.
Os americanos With Passion assinaram contrato discográfico com a Earache Records. Escutem um tema do próximo álbum da banda aqui.
Os Mayhem foram nomeados para um Grammy norueguês. A entrega dos prémios acontece no dia 26 de Fevereiro. Os outros candidatos na categoria de metal são os Enslaved e os Black Debbath.
O álbum de 1992 de Jadis, «More Than Meets The Eye», vai ser reeditado no final de Fevereiro pela InsideOut Music, com algum material extra num disco bónus, incluindo algumas faixas de demos. Em Março os Jadis começam as gravações de um novo disco de originais.
Os Napalm Death decidiram retirar o tema «The Great And The Good», com Jello Biafra, do próximo álbum de originais para fazer um single cujas vendas reverterão inteiramente a favor da vítimas do maremoto no sudoeste asiático. O single conterá também os temas «Smut King» de The Haunted e «Strassenkampf» de Heaven Shall Burn. A edição é de 1.000 cópias, numeradas e em cujas 10 primeiras são assinadas pelas três bandas e vão ser leiloadas no e-bay. O single não estará à venda nas lojas - será vendido directamente pelas bandas nos sites e nos próximos espectáculos de cada uma.
O novo disco de The Axis Of Perdition, «Deleted Scenes From The Transition Hospital», já tem data de saída marcada: dia 28 de Março. A edição fica a cargo da Code666, sub-editora da Aural Music.

Os suecos Talisman perfazem este ano 15 anos de carreira, e para celebrar o evento vão editar um duplo CD e DVD ao vivo, que vão conter dois concertos completos da banda, gravados em 2003, em plena digressão do último álbum «Cats And Dogs». A edição vai ficar a cargo da Frontiers Records.
- The No Counts D.O.M. ao vivo no Bar Etecetera (Elvas) - 1.30h
Os americanos Tourniquet vão dar dois concertos na Europa em Fevereiro e Março. Os concertos acontecem na Suíça e Suécia, no Elements of Rock Festival e Bobfest, respectivamente.
Os espectáculos que os Fates Warning vão dar na Europa proximamente vão ser agraciados por dois bateristas muito especiais. Os cinco concertos de Fevereiro, na Hungria, Bulgária, Turquia e Grécia vão ser tocados com Nick D’Virgilio, de Spock’s Beard. Quanto ao concerto do Headway Festival, na Holanda, que os Fates Warning tocam no dia 3 de Abril, o baterista convidado vai ser Mike Portnoy, de Dream Theater.
A banda de death’n’roll sueca Hearse – que conta com Johan Liiva (ex-Arch Enemy) como vocalista – terminou recentemente as gravações do seu terceiro álbum de originais, chamado «The Last Ordeal». O disco foi gravado no The White Chapel Studio, em Estocolmo, Suécia, por Jonas Edler, também responsável pelos primeiros dois discos de Hearse e por vários álbuns de Entombed. «The Last Ordeal» deverá ser editado no Verão, através da Karmageddon Media. Entretanto, já no dia 31 de Janeiro, é editado o EP «Cambodja». O EP conterá a excelente versão do tema, um original de Kim Wilde, tal como saiu no último disco, bem como dois temas novos, exclusivos para o EP, dois temas retirados do 7” «Torch», há muito esgotado e quatro versões demo, raríssimas, de temas da banda.
O guitarrista Paul Scanland abandonou os Akercocke numa decisão amigável e de comum acordo. A banda encontra-se neste momento à procura de um novo guitarrista.
Chris Barnes, o vocalista de Six Feet Under, foi recentemente submetido a uma intervenção cirúrgica a um joelho, numa operação de 'rotina', no passado dia 13 de Janeiro. Barnes terá solicitado a filmagem da operação, e promete colocar as imagens disponíveis no site da banda dentro de pouco tempo.
O mítico guitarrista de Yes, Steve Hackett, vai andar na estrada juntamente com o seu irmão - o flautista John - e com o teclista Roger King, numa série de concertos que vão acontecer entre 13 de Março e 30 de Abril na Bélgica, Reino Unido e Itália.
Os black-metallers Morgul assinaram um contrato discográfico com a Season Of Mist. A banda prepara-se agora para editar o seu quinto álbum de originais, chamado «All Dead Here», já no dia 18 de Abril, através da editora francesa.
A Century Media assinou a banda de deathcore canadiana Despised Icon. O segundo álbum do grupo, chamado «The Healing Process», que foi produzido pelo guitarrista Yannick St-Amand (Ion Dissonance, Neuraxis), misturado por J.F. Dagenais (Misery Index, Kataklysm) e masterizado por Alan Douches (Shadows Fall, Dillinger Escape Plan) tem data de lançamento prevista para o dia 21 de Março.
O vocalista e fundador de Squealer, Andreas "Henner" Allendörfer, também responsável pela editora AFM Records, faleceu no último domingo de manhã, vítima de um acidente de viação. Andreas terá perdido o controlo do carro devido a uma mancha de óleo, indo embater violentamente contra uma árvore e morrendo no local. Neste momento os Squealer ainda não confirmaram se a banda continuará depois da morte de Allendörfer ou não.
A Metal Bus Tour está a organizar uma excursão ao festival Wave Gothic Treffen, em Leipzig, na Alemanha. A excursão acontece entre 13 e 16 de Maio, com partidas de Lisboa e Porto, com um preço de Eur 225,00. Mais informações através do site da Metal Bus Tour, através do e-mail metalbustour@hotmail.com ou através do telefone 96 815 12 77.
Os ingleses Mine[thorn], que contam no seu line-up com elementos de The Axis of Perdition, assinaram um contrato discográfico com a Code666, uma sub-editora da Aural Music.
Os No Counts D.O.M. têm mais dois concertos marcados na sua sempre atarefadíssima agenda ao vivo. Assim, a banda actua já na amanhã, sexta-feira, no Bar Etcetera, em Elvas, a partir da 1.30h, com a entrada a valer Eur 1,00. Depois, no dia 28 de Janeiro é a vez do Bar Porto Rio, no Porto, onde os No Counts D.O.M. actuam juntamente com The Morcons a partir das 23.00h. A entrada custa Eur 5,00.
Estamos a oferecer um pack com o single de «Blood Red Sandmand», de Lordi (contém três temas retirados do álbum «The Monster Show», que sai no dia 14 de Fevereiro) e um poster da banda aos 10 primeiros leitores que nos enviarem para o e-mail rage.war@oninet.pt dois nomes dos filmes de terror de que Lordi fala na entrevista abaixo. Os 20 leitores seguintes recebem apenas um poster. Não se esqueçam de deixar a morada para onde podemos enviar os prémios.
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Lordi é nome de banda, mas bem podia ser o nome de um filme de terror. O grupo tomou a Finlândia de assalto com uma mistura de uma sonoridade que deve muito a Kiss, Lizzy Borden e Twisted Sister e uma imagem extrema composta por monstros retirados dos piores pesadelos de um jovem adolescente. A combinação valeu à banda um disco de platina, um hit de rádio e um nome de culto na sua Finlândia-natal. Agora é a vez da Europa. «The Monster Show», que é editado a 14 de Fevereiro – profeticamente, o dia dos namorados - reúne os melhores temas dos dois primeiros discos dos Lordi, e apresenta-os a um continente que nunca viu nada assim. O líder e vocalista Lordi respondeu às nossas questões.
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Este álbum recupera algumas músicas que vocês lançaram nos vossos discos anteriores na Finlândia, certo?
Sim.
Então isto é um espécie de álbum internacional...
Certo.
Vocês compuseram algum material novo para ele?
Não. Não há material novo no disco. É uma espécie de compilação dos dois álbuns anteriores. Mas nós estamos a compor material novo neste momento para o nosso terceiro álbum oficial, que deve sair no final do ano, por volta Dezembro. Mas no «The Monster Show» todas as músicas são antigas. Não demasiado antigas, mas antigas (risos).
É doloroso falar de música antigas, quando vocês estão a compor músicas novas e estão provavelmente mais excitados com elas?
Não, nem pensar. Não é nada doloroso (risos).
E como está a sair o novo material?
Está a ser muito divertido. Nós fizemos umas demos. Nós somos o tipo de banda que está sempre a escrever material. Neste momento, por exemplo, temos 35 novas músicas em demo, o que é muito. E ainda temos 10 músicas para colocar em demo. Por isso, eventualmente, vamos ter perto de 50 músicas para escolher para o nosso novo álbum. Mas foi também o que aconteceu com o primeiro e o segundo. É claro que é um problema positivo, ter tanto de onde poder escolher. Seria pior se a situação fosse nós não termos músicas suficientes. Está tudo a correr bem com as novas músicas até agora... vamos escolher algumas das músicas no próximo mês ou qualquer coisa.
Como é que vocês assinaram pela Sanctuary?
Para ser sincero, eu não tenho muita certeza de como tudo aconteceu. A nossa editora finlandesa, a Sony/BMG... eu não tenho bem a certeza se eram eles que estavam à procura de nos "vender", ou se a Sanctuary estava à procura de algumas bandas novas para assinar. Enfim... (risos) eventualmente aconteceu, e eles começaram a falar sobre a possibilidade de nós assinarmos pela Sanctuary no último Verão, pelo menos. O que é engraçado é que nós continuamos a concentrar-nos em termos de disco aqui na Finlândia, porque - claro - é o nosso país, e gravamo-lo para a Sony/BMG; mas para o resto do mundo vai ser a Sanctuary. Porque, sejamos francos, a Sony/BMG nunca teve interesse em nós nos outros países. Nós estamos muito contentes em trabalharmos assim, porque a Sanctuary mostrou realmente grande interesse, e mostrou que vai fazer muito por nós, o que é algo que todos os artistas querem, e desejam. É o melhor cenário possível, ter uma editora disposta a fazer uma série de coisas por ti. Foi isso que aconteceu com a Sanctuary. Estamos contentes com isso.
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E assim vocês resolvem o problema clássico de estar numa editora multi-nacional, que é o facto de eles lançarem o vosso disco no país onde estão e pronto... não fazem mais nada.
Esse é realmente um grande problema para muitas bandas. Especialmente bandas como nós, que somos de certo modo extremos, e não somos definitivamente o tipo de bandas que se vê todos os dias. Nós temos um aspecto diferente, temos um aspecto esquisito, todo o conceito da nossa banda, da nossa música, da nossa imagem... é algo que está tão fora, que a maioria das editoras não acredita nela. Têm medo de investir neste tipo de bandas, porque não sabem como as pessoas vão reagir nos diferentes países. É claro que, quando estás numa editora multinacional, eles vão lançar o disco no teu país e talvez em alguns outros e pronto. Se tiveres sorte.
A vossa banda sofreu, de algum modo, com a fusão entre a Sony e a BMG?
Para dizer a verdade, não. Nós saimo-nos muito bem. É claro que nós tínhamos muito medo do que poderia acontecer, porque quando fizemos o acordo aqui para a Finlândia foi com a BMG. E quando a empresa se tornou Sony/BMG, nós tivemos medo que saísse gente da empresa entre as pessoas com quem nós trabalhamos, e que nós conhecemos, se mudasse todo o pessoal da empresa. Mas felizmente todas as pessoas na nossa antiga editora ficaram, e um dos meus melhores amigos foi escolhido para gestor da empresa (risos). Por isso acabámos por ter muita sorte. Foi óptimo, para nós.
Como correram os vossos dois primeiros discos na Finlândia?
O primeiro, quando o fizemos, foi como um enorme furacão. Vou fazer deste conto uma pequena história... nós começámos a banda em 1992... foi quando fizemos a primeira demo. Por isso demorou uns longos 10 anos antes que conseguíssemos o primeiro contrato discográfico. Quando finalmente o conseguimos, o contrato era apenas para um single, que foi a música «Would You Love A Monsterman?». Nós fizémo-lo, e de repente as rádios começaram a tocá-lo aqui na Finlândia. Tornou-se um grande hit, e manteve-se no top 10 de singles meio ano. É claro que o single ganhou o disco de ouro e nós pensámos "Wow!". Era algo que nós não esperávamos, porque nessa altura havia apenas duas possibilidades para a nossa música: ou seriamos uma banda marginal, com apenas alguns milhares de pessoas a gostarem de nós, ou ficariamos realmente muito grandes. Mas nunca pensámos que teríamos um single de rádio, que acabou por se tornar um caso de grande sucesso aqui na Finlândia. E, claro, o primeiro álbum, quando finalmente saiu, foi imediatamente disco de platina. Então, a coisa para nós começou de uma forma realmente muito grande para nós. E, claro, tivemos que pagar caro por isso... porque depois, quando fazes o segundo álbum, é algo sobre a qual as pessoas pensam imediatamente "OK, isto já é uma coisa velha". Quando o teu primeiro álbum corre bem demais é um problema, porque as pessoas deixam de acreditar em ti; dizem algo do género "eu comprei o primeiro disco, mas agora deixei de gostar disso". Mas... hã hã, ainda aqui estamos!... a tentar conquistar novos países e territórios. Esta coisa da Sanctuary sabe-nos mesmo muito bem, é como um grande "Vão-se foder!" para algumas pessoas na Finlândia que pensavam que teríamos apenas um hit na vida. Sabe mesmo muito bem! (risos)
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Tu próprio o disseste... foram 10 anos de carreira. Como chegaram a esta mistura de música e imagem?
É claro, eu cresci nos anos 80. Então, claro, a primeira banda que eu ouvi foram os Kiss. E ainda é a minha banda favorita. Tecnicamente, eu acho que sou o maior fã de Kiss da Finlândia. Sou um grande fã do hard rock dos anos 70 e 80, tipo Twisted Sister, Alice Cooper, W.A.S.P. e por aí fora... todas essas bandas. O que aconteceu foi, quando chegámos à decada de 90, eu estava numa banda cujo resto dos elementos não queria continuar a tocar esse estilo de hard rock dos anos 80, porque já estávamos nos anos 90. Os outros membros da banda começaram a gostar de grupos como Pantera, Metallica... coisas um pouco mais pesadas, e isso nunca foi muito bem o meu estilo de eleição. Eu achava que a música era porreira, mas o meu coração continuava nos anos 80 e 70. E eu tinha que tirar essas músicas do meu sistema, porque estava numa banda em que os outros tipos já não queriam tocar esse tipo de música porque achavam que era uma porcaria. A imagem dos monstros combinada com a música surgiu uns anos depois, por volta de 1994, quando me apercebi que todas as bandas de que eu gostava tinham uma forte componente visual. Tinham sempre uma imagem muito forte, uma espécie de cereja em cima do bolo. É claro que o mais importante é a música, a base é a música, mas não havia nenhuma lei no mundo que dissesse que ter uma boa imagem tornaria a música pior. Foi uma espécie de conclusão a que cheguei muito repentinamente, tipo "hey, eu devia combinar as duas coisas. Devia combinar a música que eu adoro com o tipo de imagem que eu adoro". O que estávamos a tentar parecer, ou o que estávamos a tentar conseguir, com esta imagem, era uma espécie de tributo aos nossos heróis... aos Kiss, e a todas as bandas que eu oiço. Mas tentar fazer uma versão mais extrema... tentar recuperar e modernizar o sentimento que tínhamos quando éramos miúdos, e fazê-lo de acordo com esta era, neste mundo. Porque, claro, imagina que agora em 2005 apareceria uma banda que se parecesse com Twisted Sister, por exemplo. Toda a gente diria "Que porra é esta? Isto é tão estúpido!". Tens que ser mais extremo. Os Kiss nunca conseguiriam ser álguém hoje em dia, se se lançassem com as suas máscaras a preto e branco, se nunca houvesse uns Kiss até hoje. Se eles se lançassem hoje toda a gente pensaria que era um bocado parvo. E eu trabalhei algum tempo como artista de efeitos especiais, a fazer maquilhagem e máscaras para a TV e cinema finlandeses, bem como para vídeos e comerciais. Por isso, foi uma combinação de tudo o que eu gosto de fazer e de tudo o que eu sei fazer (risos).
És um fã de filmes de terror?
Sou um fanático, para ser sincero. Sou um grande fã, por exemplo, dos filmes Evil Dead, que são os meus favoritos. O Sam Raimi é como um deus cinematográfico para mim, especialmente com o Evil Dead 2. Gosto dos Nightmare on Elm Street - o Freddy Kruger era uma espécie de ídolo para mim nos anos 80. Eu tinha as paredes do meu quarto cobertas com posters de Kiss e Twisted Sister, mas aqui e ali havia posters do Freddy Kruger também porque eu achava que o Freddy era tão porreiro. É claro que, quando os vês hoje, os filmes em si não são assim tão bons - são até meio farsolas. O primeiro é bom, e depois nos outros há apenas alguns momentos bons. Mas a personagem é bestial. O Freddy Krueger é uma excelente personagem. Pode ver-se que eu retirei algo dele para a nossa imagem também... a face, aquela face tipo pizza. Os filmes Hellraiser, os Alien... adoro-os, e ainda vejo muitos filmes de terror. Durante o dia, à tarde ou qualquer coisa, quando não tenho nada que fazer, vejo normalmente DVD's.
Provavelmente os filmes Nightmare on Elm Street e o próprio Freddy ficaram um pouco desgastados demais por causa dos diálogos do Freddy. Quando se pensa em personagens como o Jason ou o Pinhead, eles permanecem um pouco mais obscuros, provavelmente porque não tinham tantos diálogos e não se expunham tanto.
O Jason ainda é uma grande personagem, mas os filmes... naaaaa. O mais engraçado é que, mesmo nos filmes Hellraiser, com o Pinhead e os outros cenóbitas, o script para o primeiro filme é bom quando o lês em novela. Não funciona nada bem no filme, mas as personagens funcionam tão bem (risos). Acho que o Pinhead tem, não sei, umas duas ou três linhas de diálogo no primeiro filme, se tanto. Mas todos eles, o Pinhead, o Jason, claro - o Freddy - mas também o Leatherface, todas essas personagens são já uma espécie de ícones culturais dos filmes de terror. Mesmo que não tenhas visto a porra de um filme desses, sabes quem é o Pinhead. Sabes que é o tipo de pregos espetados na cara, daquele filme de terror.
Os fatos não são um pouco difíceis de colocar e aguentar vestidos para os espectáculos ao vivo?
Sim. Tens toda a razão. Parece que sabes alguma coisa sobre efeitos especiais e próteses faciais. Basicamente, demora muito tempo a colocá-los. Para mim pessoalmente, demora três horas até eu colocar toda a face e o fato. É claro, demora muito tempo, e depois quando estás no palco, já está calor normalmente por causa das luzes e de todas essas coisas. E tens a pirotecnia... por isso as coisas já são muito quentes normalmente. E depois é como se fizesses o espectáculo com um preservativo de corpo inteiro colocado em ti. Tens borracha a toda a tua volta e não há o mínimo espaço para respirar. Suas como um porco. Depois do espectáculo, já nos disseram que cheiramos pior do que o aspecto que temos (risos). E isso é verdade, porque, claro, não podes lavar aqueles fatos. Claro que refazes a cara - eu tenho que fazer a cara todas as noites. E os outros membros, temos que reparar e preparar as máscaras deles a cada dois espectáculos. A cada dois concertos temos que fazer algo nas máscaras de toda a gente... há muita restauração e reparação a fazer. Porque, sejamos francos, o material que usamos - aquela maquilhagem e próteses de latex e borracha - não são feitos para usar em palco e em digressões. São feitos para serem usados em ambiente de estúdios, são coisas para ser usadas como acessórios. Basicamente, o problema é que demora muito tempo e é preciso muito trabalho para mantê-los em condições, para que não se desfaçam em palco. Há muito trabalho extra que as outras bandas nem sequer sonham que há grupos que têm tanto trabalho nesse campo. É engraçado quando tocas com outras bandas. Digamos que há três bandas e nós somos uma das bandas da noite; antes do espectáculo as outras bandas estão a beber e a divertir-se até cinco minutos antes de entrarem em palco... nas últimas três horas nós temos estado a colocar as nossas maquilhagens e máscaras e a dizermos uns aos outros "foda-se! Os outros tipos estão a divertir-se mesmo até à hora de entrar em palco!". E depois quando saem do palco podem continuar a divertir-se. Para nós demora algo como uma hora e meia para nos vermos livres dos fatos (risos). É claro que nessa altura já é demasiado tarde, e toda a gente está demasiado cansada; por isso não resta energia nenhuma para nos divertirmos (risos).
Nunca te apanhaste a pensar para ti mesmo "temos que parar com esta coisa dos fatos" quando estás a meio de um concerto, e a sentir-te totalmente desconfortável?
Para dizer a verdade, não. Tenho que ser honesto e dizer-te "não". Isso nunca nos ocorreu. A primeira coisa que acontece quando colocas a maquilhagem e os fatos... é uma dor e uma agonia tão grande começares a colocá-los... Não é que te custe colocá-los, mas o pensamento de que tens que colocá-los agora. Porque são três horas, e a pura ideia de que tens que começar a colocá-los agora chateia-te imenso. Mas à medida que o tempo passa e tu te vais olhando ao espelho, quando colocas as lentes de contacto, quando colocas os dentes falsos, quando colocas a cara pedaço a pedaço e os colas e começas a pintá-los... durante essas três horas começas a sentir-te diferente, porque no espelho não está o mesmo tipo que se sentou e começou a fazê-lo. De repente está ali à tua frente uma cara familiar, aquele tipo de Lordi. E de repente tu sentes-te diferente, e na altura em que subimos ao palco não nos sentimos minimamente desconfortáveis. É claro que é quente, que suas, mas no estado puramente mental, é como uma vitória. Pertence a esse sentimento de vitória sentires-te suado, sentires a borracha à tua volta e sentires calor. Nós já assimilámos toda a experiência como uma coisa boa, quando estamos em palco. E quando saimos do palco, pessoalmente eu gosto de dar umas voltas com o fato completo durante meia hora ou uma hora. Não tenho qualquer pressa de retirá-lo, porque gosto do sentimento de como as pessoas reagem a mim. Reagem de uma forma totalmente diferente de quando não tenho o fato. Por isso, gosto de me sentir húmido e mal-cheiroso (risos). Eu sou muito alto com as botas calçadas, por isso as pessoas olham para mim algures lá de baixo. E claro que isso sabe bem. Mas no dia seguinte, quando tens a tua roupa normal vestida, chateia-te imenso saberes que daí a 15 minutos tens que começar a maquilhar-te de novo. Mas, quando, começas, é uma história totalmente diferente. Começar é que é sempre o mais difícil. Nós costumamos brincar nos camarins e dizer uns para os outros "Nós podíamos ter tornado esta coisa do rock'n'roll mais fácil" (risos). Mas foi isto que escolhemos, e temos plena consciência do facto de que sem as maquilhagens e sem os fatos... muito do nosso conceito devemo-lo à maquilhagem e à imagem. Sem a imagem, sejamos francos, nós sabemos que não teria havido tanto interesse em nós. Porque é a primeira coisa que as pessoas vêm. Ficam surpreendidas, género "wow!", e depois querem ouvir-nos. Muitas pessoas nos perguntam "O que é mais importante: a imagem ou a música?". E eu respondo "Que porra! O que é a imagem sem a música?! Nada!". Com a música, podes ouvir os discos e escrever temas. Nós não temos os fatos quando compomos os temas, como é claro. A música é 60% a 75% de toda a coisa. E é o ponto de partida. E, quando escrevemos a música, é 100%. Mas em palco, claro, é 50-50.
Num mercado cada vez mais competitivo, é sempre bom ter um extra forte como esse...
Sim. Acho que me estou a repetir, mas nunca percebi porque é que algumas pessoas pensam que a maneira como a banda ou o artista se apresentam tem que afectar a música. Não tem! Por exemplo, nós não soamos nada como aquilo que parecemos, ou vice-versa. Normalmente as pessoas pensam, quando não sabem nada sobre nós e vêm uma fotografia, que nós tocamos death metal ou black metal. Ou, quando apenas nos ouvem, pensam que esta banda tem um aspecto género Bon Jovi ou qualquer coisa do género. Bem, não exactamente Bon Jovi, porque a minha voz não se parece nada com Bon Jovi, mas talvez algo do género de... não sei, qualquer banda de hair metal. E nós próprios somos a resposta a essas pessoas. Quando olhas para nós e nos ouves, percebes que a música e a imagem não têm nada em comum. Estão tão afastadas... por isso, não interessa o teu aspecto. Não afecta a música. Nos anos 80 era engraçado... se eras um tipo do rock, hard rock ou heavy metal, tinhas que ter cabelo comprido, claro. Mas agora, nos anos 90 e no novo século, acho que a maioria das bandas de metal já não têm cabelo comprido. Nos anos 80 isso teria sido um desastre, género "não! Não podes ser um verdadeiro heavy-rocker se não tens cabelo comprido!". Mas porque raio o cabelo? É o cabelo que escreve a música? Não me parece. É o tipo que está por baixo do cabelo. Não importa se tem cabelo comprido, cabelo curto ou um fato de monstro. Se é gordo, magro ou alto - não importa.
É engraçado seres tu - o responsável pela banda com mais maquilhagem no mundo - a colocar o dedo nesta ferida.
A razão pela qual temos este aspecto e esta imagem é que nós queremos mesmo ser assim. É algo que tentamos deixar bem claro a todas as pessoas - nós não somos o produto de uma qualquer editora discográfica ou de qualquer agência. Temos algo que foi construído por nós, e é assim que nós queremos ser. E é assim que queremos soar. E não há ninguém no mundo da música, ou nas editoras, que possa dizer-nos "hei, vocês devem soar assim, e a vossa imagem deve ser assim". Há pessoas que nos disseram que nós devíamos soar mais como Rammstein. E nós respondemos "bem, essa não é exactamente a nossa onda. Nós queremos soar assim". "Bem, mas isso já é um bocado ultrapassado...". "Bem, vai-te foder!". Porque é que devemos tocar música clássica só porque algumas pessoas pensam que a música clássica é a única música verdadeira no mundo?
No dia 22 de Janeiro o Espaço Zaragata, em Setúbal, acolhe os espanhóis Puagh, os Alien Squad e os D.P.E. em concerto, a partir das 22.00h. A entrada custa Eur 5,00.
Os finlandeses Callisto assinaram um contrato discográfico com a Earache Records. A banda prepara-se agora para levar o seu noise-core experimental e atmosférico pela Europa, numa digressão que não deverá passar por Portugal.
No ano em que celebram 20 anos desde o seu primeiro contrato discográfico, os americanos Overkill preparam-se para lançar o seu 14.º álbum de originais, que vai chamar-se «ReliXIV». A edição é feita em Março.
No ano em que o projecto Ayreon celebra 10 anos de carreira, a InsideOut Music vai completar a série de reedições do fundo de catálogo da banda, com o lançamento de «The Final Experiment» no final de Fevereiro. A reedição vai conter na íntegra a gravação original, e um segundo disco de bónus com uma boa parte do álbum regravada em formato semi-acústico.
Os Ethereal actuam ao vivo no dia 5 de Fevereiro, no Rock House Café, em Alenquer, a partir das 22.00h.
Os Fragments Of Unbecoming estão neste momento à procura de um novo vocalista, depois de Sam Anetzberger ter informado a banda de que não pode continuar as suas actividades musicais a tempo inteiro, devido a um problema de conciliação com os estudos e com a sua outra banda - os Legacy. Se acham que podem ocupar o lugar vão ao site da banda e contactem-nos.

Starbreaker é o nome de uma nova banda, liderada pelo vocalista de TNT, Tony Harnell, que recrutou alguns dos mais sonantes nomes do panorama do metal melódico actual, como é o caso do guitarrista sueco Magnus Karlsson, conhecido pela sua banda Last Tribe e també guitarrista de serviço no projecto Lande/Allen, que sai durante este ano. O disco homónimo de estreia dos Starbreaker é editado no dia 21 de Março pela Frontiers Records e pode, segundo a banda, esperar-se algo que agrade aos fãs de Judas Priest, Queensryche e, claro, TNT. O produtor do álbum foi Fabrizio Grossi, que já trabalhou, por exemplo, com Glenn Hughes, House of Lords e Slash. Escutem um sampler aqui.
- Forgotten Suns em showcase na Fnac de Almada - 21.30h

Os noruegueses Arcturus assinaram um contrato discográfico com a Season Of Mist. O novo álbum da banda, ainda sem título provisório, vai ser lançado em Agosto deste ano, estando a entrada em estúdio marcada para o próximo mês de Fevereiro. Os Arcturus contam, entretanto, com um novo elemento na sua formação: trata-se de Simens - o Vortex de Borknagar e Dimmu Borgir, que vai assumir o papel de vocalista. Simens já tinha gravado o álbum «La Masquerade Infernale» como vocalista convidado.

A editora sueca Black Mark tem dois novos lançamentos agendados para Fevereiro. Trata-se dos novos discos de Cemetery, «Phantasma» e de Fleshcrawl, «Crawling In The Flesh».
O antigo site de fãs dos portugueses Ramp transformou-se recentemente no site oficial. Visitem-no aqui.
Os reis do rock progressivo, Asia, têm um novo single nas lojas desde o passado dia 10 de Janeiro. Trata-se de «Long Way From Home», e é retirado no novo álbum, «Silent Nation». Contém o tema-título, bem como um edit de rádio do mesmo, bem como «What About Love» e versões acústicas inéditas de «Silent Nation» e «Long Way From Home». A primeira versão está disponível em digipack. No final do mês os Asia começam a digressão europeia, que tem passagem marcada por Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Itália, Lituânia, Holanda, Rússia, Suíça, Eslovénia e Espanha. Na Alemanha e em três espectáculos em Inglaterra os Barclay James Harvest (de Les Holroyd) vão acompanhar os Asia na estrada.
Há cada vez mais fundamento nos rumores de que os Paradise Lost vão passar por Portugal nos dias 1 e 2 de Junho, por altura da sua digressão europeia. Os locais ainda não estão confirmados, apesar disso.
O vocalista de Shadows Fall - Brian Fair - vai estar presente em duas edições do Headbangers Ball, respectivamente no dia 29 de Janeiro e dia 5 de Fevereiro. A banda prepara-se para gravar um vídeo-clip para o tema «Inspiration on Demand», em Puerto Rico, com o realizador Zach Merck. As filmagens têm lugar no final deste mês. Em Fevereiro, os Shadows Fall andarão em digressão na Austrália, Japão e Coreia, para depois voltarem, em Março, aos Estados Unidos, onde vão para a estrada com Slipknot e Lamb of God.
Os londrinos Biomechanical, que praticam uma espécie de mistura metal tradicional com o power-thrash de uns Pantera, estão no processo de mistura do seu álbum de estreia para a Elitist/Earache no estúdio de Andy Sneap, em Inglaterra.
- Edição de «Enemy Of God», de Kreator
- Edição de «The Last Supper», de Grave Digger
- Edição do DVD «Spit In Your Eyes», de Kittie

O sueco Marcus Jidell (Jekyll & Hyde, The Ring) é o novo guitarrista da banda dinamarquesa de power metal sinfónico Royal Hunt. A banda está neste momento fechada no North Point Studio, em Copenhaga, a gravar o novo álbum de originais, que sucederá a «Eyewitness» e que deverá ser editado no início do Verão.

Os Contratempos - banda de ska e rocksteady - actuam na Amadora, no Rubros, junto à estação da CP, no dia 22 de Janeiro a partir das 22.00h.
O vocalista e baixista original de Morbid Angel, David Vincent, está de regresso à banda. A banda vai começar uma série de digressões já este mês, estando prevista uma digressão europeia para Março, que não tem para já nenhuma data portuguesa.
Os Adema terminaram as gravações do novo álbum de originais, «OPlanets1», o primeiro que vai ser lançado pela Earache Records. O disco, que deverá sair em Abril, foi gravado no Fat Tracks Studio, em Bakersfield, na Califórnia, com produção de Nick Forcillo e da própria banda. «OPlanets1» marca a estreia do novo vocalista Luke Caraccioli, que substituiu Markey Chavez.

No dia 22 de Janeiro os Purple Angel actuam ao vivo no Birras Bar, na Covilhã, a partir das 22.00h.
Devido a motivos de orfem pessoal, Sapo já não é o baixista de Ramp. A separação teve um condão perfeitamente amigável, e agora a banda de Rui Duarte procura um novo baixista. Quem estiver interessado em preencher o lugar deve contactar o management da banda através do e-mail urbanplanet@netcabo.pt. Os Ramp estão, entretanto, a ultimar a preparação de um novo EP, que deverá sair ainda durante a primeira metade deste ano.

A Frontiers Records celebrou um contrato discográfico com a banda canadiana de rock melódico Final Frontier. O contrato começa a fazer efeito já com a edição do terceiro álbum de originais dos Final Frontier, «High Tension Wire», que é editado na Europa no dia 21 de Março. Escutem samplers aqui, aqui e aqui.

Para celebrar o 19.º aniversário do programa de rádio Purgatório Metálico, acontece no dia 29 de Janeiro, no bar Ex-Bar, na Covilhã, um espectáculo que contará com actuações de Agonized, Bleeding Display e Hematoma. Os concertos começam às 22.00h, e há um consumo mínimo de eur 4,00.
Praticamente todo o catálogo da Earache Records está já disponível para venda e download em mp3 no metaltracks.com. Os mp3 têm uma qualidade rasoavelmente alta (192 kbps) e podem facilmente tocar em qualquer leitor de mp3, seja ele em PC ou MAC.
Depois de toda a confusão que se passou em 2004 no seio dos finlandeses Stratovarius, a banda voltou a reunir-se no seu line-up clássico: Timo Tolkki, Timo Kotipelto, Jörg Michael, Jari Kainulainen e Jens Johansson. Eis o comunicado da banda: "Desde que nos separámos em Abril, esperámos pacientemente que a saúde de Timo Tolkki melhorasse. Melhorou, e desde há seis semanas que ele está suficientemente forte para voltar a trabalhar. Também durante os últimos meses, e depois de muitas conversas, reflexão e estados de espírito diferentes, a maioria dos estragos no seio da banda foram também reparados. O resto de nós compreende a condição do Timo, e lentamente aprendemos a viver com ela. Houve perdão, e toda a gente voltou a dar-se bem. Muitos dos problemas que enfrentámos encontraram agora soluções concretas. Por fim, podemos anunciar que o trabalho já está em progresso em termos de material novo".
- Acromaniacos e Octopus In The Fishermans Style ao vivo em São João da Talha - 21.00h
- Edição de «Fizala», de Abgott

Os Vehemence procuram neste momento um novo vocalista. Nathan Gearhart foi obrigado a abandonar a banda devido a obrigações familiares. Se acham que podem servir para a banda, escrevam para vehemence@vehemence.com e digam-no.

A banda de rock melódico Outland vai lançar o seu segundo álbum de originais, «Long Way Home», já no dia 21 de Fevereiro, com distribuição assegurada pela editora italiana Frontiers Records. Pat Torpey, o baterista original de Mr. Big, é o convidado de luxo do duo neste trabalho. Escutem samplers aqui e aqui.
Já foi anunciada a data de saída oficial do novo álbum de Napalm Death, «The Code Is Red... Long Live The Code». O disco sai no dia 25 de Abril. Alguns dos convidados que se juntaram à banda de Barney Greenway em estúdio para gravar vozes foram: Jello Biafra, Jamey Jasta (Hatebreed) e Jeff Walker (Carcass).

Os suecos Naglfar renovaram o contrato que os ligava à Century Media, por um número indeterminado de álbuns. A banda de black metal está já a gravar o seu novo álbum de originais, que vai chamar-se «Pariah», no Ballerina Studio, na cidade-natal da banda, em Umea. O lançamento deverá ser feito na Primavera. Por outro lado, o vocalista Jens Rýden anunciou o abandono da banda, por ter que se dedicar aos estudos - o baixista Kristoffer Olivius vai assumir as vocalizações a partir de agora.
«Rogues En Vogue», o novo trabalho de originais dos alemães Running Wild, é editado no dia 21 de Fevereiro. Eis a lista de temas: «Draw the Line», «Angel of Mercy», «Skeleton Dance», «Skulls & Bones», «Born Dead, Dying Horse», «Black Gold», «Soul Vampires», «Rogues en Vogue», «Winged and Feathered», «Dead Man's Road», «The War» e ainda «Cannonball Tongue» e «Libertalia» como faixas bónus na edição limitada.

Começa a ser hábito noticiar bandas a assinarem pela Regain Records ultimamente... desta vez foram os americanos Overkill, míticos porta-estandartes do thrash metal do outro lado de Atlântico, que assinaram pela editora sueca. O novo álbum, «RelixIV», deverá sair na última semana de Março.
«Same Old Song», o novo single e vídeo de Pain, retirado do seu próximo álbum de originais, «Dancing With The Dead», está disponível aqui.
Os Shadowsphere estão neste momento em estúdio a gravar o tema «Reckless Hate», que servirá de avanço ao novo álbum da banda, ainda sem data de saída prevista. Depois da gravação do single, o grupo deverá gravar um vídeo-clip para o tema, que ficará disponível na página da banda.
Os System Of A Down estão neste momento a misturar, com Andy Wallace, o seu álbum duplo, que vai chamar-se «Mesmerize/Hypnotyze». O primeiro disco deverá ser editado na Primavera, enquanto que o segundo sai sei meses mais tarde.
Terminada a fase de composição, os The Red Chord estão já em estúdio a proceder à gravação do novo álbum de originais, «Clients». O álbum está a ser gravado no Planet Z Studio, com Zeuss. O disco deverá sair em Maio. Entretanto, o guitarrista Mike McKenzie, conhecido como Gunface, tem colaborado como convidado em alguns discos, entre os quais o novo álbum dos japoneses Sigh, e no EP «The Hexed Enigma», dos norte-americanos Norseth.
Os Hand To Hand atingiram anteontem 16.000 requisições no purevolume.com, e o tema «Preamble», retirado do seu próximo trabalho «A Perfect Way To Say Goodbye» é actualmente a música mais rodada no site.
Os Dragonforce têm já disponível para download no seu site oficial um vídeo-clip para o tema «Black Fire», gravado ao vivo durante a digressão inglesa que a banda fez para promoção do álbum «Sonic Firestorm». O clip foi gravado no concerto do London Mean Fiddler, enquanto que o som foi gravado no concerto do Nottingham rock City.
- Forgotten Suns em showcase na Fnac de Cascais - 21.30h
Os portugueses Icon & The Black Roses deram por terminada a sua carreira. Depois de um álbum de estreia homónimo que os internacionalizou e de um ano fenomenal a todos os níveis, a banda liderada por Johnny Icon alega motivos de ordem pessoal para a separação. O vocalista adianta, no entanto, que se prepara para continuar a sua carreira musical em breve, depois de se mudar para Londres, o que deverá acontecer em breve.

Os norte-americanos The Black Dahlia Murder anunciaram finalmente o título do novo álbum: vai chamar-se «Miasma». A composição está, segundo a banda, a meio caminho de estar terminada. A gravação vai ser feita em Março, em Richmond, com produção de Andreas Magnusson (de Scarlet). A mistura está agendada para Abril, e vai ser feita no estúdio Trax East por Eric Rachel. Os planos são lançar «Miasma» nos primeiros meses de Verão. Entretanto, a reedição do anterior «A Cold Blooded Epitaph» está já na fábrica, e deverá estar pronta em breve.
Os suecos Dismember mudaram-se da Karmageddon Media para a Regain Records. A editora sueca vai agora reeditar o fundo de catálogo da banda, enquanto que um novo álbum de originais dos Dismember está previsto para o fim do ano.
O baterista Dan Johnson (ex-With Dead Hands Rising), o vocalista Joe Talbot (Richard Pryor on Fire) e o baixista Patrick Morris (Demonicon) são os novos elementos de Devilinside. A banda vai andar em digressão pelos Estados Unidos com os Suffocation em Fevereiro. Em Março é a vez dos Devilinside apoiarem os Cryptosy, também por solo americano.
Os Mercenary foram os grandes vencedores dos prémios Danish Metal Awards deste ano. Álbum do Ano, Vocalista do Ano e Guitarrista do ano foram os três galardões arrecadados pela banda, a propósito do novo disco «11 Dreams».
A Candlelight anunciou um contrato com a banda inglesa de death/thrash metal Dam. A banda está actualmente a terminar as gravações do disco de estreia, «Purity: The Darwinian Paradox», que deverá ser editado em Março deste ano. A produção está a cargo de Antti Uusimaki (Brian Eno, Barry Adamson).

O terceiro álbum da banda de black metal sérvia May Result, «Svetogrdje», está já disponível. São oito temas que perfazem 72 minutos de black metal obscuro e com um travo a old-school.
O baterista Moritz Neuner, que ficou conhecido em bandas como Graveworm, Darkwell e Abigor, é o novo baterista de Atrocity e Leave's Eyes. Tanto os Leave's Eyes como os Atrocity estão, entretanto, e preparar os respectivos próximos álbuns de originais.

A banda dinamarquesa de power metal sinfónico Evil Masquerade, liderada pelo ex-vocalista de Royal Hunt Henrik Brockmann e pelo guitarrista Henrik Flyman, está a terminar as gravações do seu novo álbum de originais, que vai chamar-se «Theatrical Madness». A lista de temas do disco é a seguinte: «When Satan Calls», «Theatrical Madness», «Bozo the Clown», «Now When Our Stars Are Fading», «A Great Day to Die», «Demolition Army», «Snow White», «Witches Chant», «Other Ways to Babylon» e «The Dark Day». A lista de convidados do disco inclui o teclista André Andersen (Royal Hunt), o teclista Richard Andersoon (Time Requiem, Space Odyssey) e ainda o teclista Mikel Jensen. A data de lançamento de «Theatrical Madness» está prevista para dia 11 de Abril, via Frontiers Records.
A página oficial da Century Media tem disponíveis, em streamming, os últimos vídeo-clips de bandas como Lacuna Coil, The Haunted, Shadows Fall, Napalm Death, Borknagar, Dream Evil, Heaven Shall Burn, God Forbid e Orphaned Land. É aproveitar, é aproveitar!

O DVD oficial das Kittie - «Spit In Your Eyes» - chega ao mercado português na próxima semana, mais conctretamente no dia 17, através da Edel.
A Victory Records teve, na semana que passou, várias bandas no top oficial da Billboard, nos Estados Unidos: os Taking Black Sunday chegaram a 113.º lugar, os Hawthorne Heights estavam em 120.º e os Straying Run entraram para o 196.º lugar. Para além disso, quatro bandas da editora estão também presentes no top Heatseekers: Hawthorne Heights (1.º), Silverstein (47.º), Bury Your Dead (96.º) e Action Action (111.º).

No ano em que celebra 10 anos de carreira, Lane Lane vai editar um novo álbum de originais, cujo provisório é «Lady Macbeth», uma rock-opera sinfónica baseada na peça homónima do poeta inglês William Shakespeare. O lançamento está previsto para dia 11 de Abril, via Frontiers Records. As faixas básicas do disco foram gravadas em Dezembro último, no Sound Park Studio, na Holanda, sob supervisão do mago dos teclados e produtor Erik Norlander, com Peer Verschuren (guitarra), Ernst Van Ee (bateria) e Kristoffer Gildenglöw (baixo). Gildenglöw, irmão de Daniel Gildenglöw e seu companheiro de banda em Pain Of Salvation, é mesmo o novo membro da banda de Lana Lane.
A Cynfeirdd acabou de lançar o mais recebte volume da sua série de lançamentos E4E. Trata-se de «Er Round el aater fi nezaha el khater», disco do projecto de dark ambient ritualista polaco Bisclaveret. Escutem um sampler aqui.
A Century Media vai lançar um DVD-compilação, chamado «Eye For An Eye - The New Breed Of Hardcore & Metal», que reúne os melhores vídeos das bandas de metalcore que a editora tem, como são os casos de Killswitch Engage, Heaven Shall Burn, As I Lay Dying, Bleeding Through, Caliban, Shadows Fall, Chimaira, Cataract, Stampin' Ground, God Forbid e muitos outros. A data de lançamento deste DVD é dia 21 de Fevereiro. Mais informação aqui.
Está disponível no novo site dos portugueses Fear Thy Name o novo tema «Isolation», que faz parte do novo trabalho da banda «Riding The Charios Of War», que a banda se prepara para lançar este mês.

No dia 14 de Janeiro decorre em São João da Talha a festa de lançamento do Retina, que é precisamente o Boletim Informativo de São João da Talha. O acontecimento será celebrado com concertos de Acromaniacos e Octopus In the Fishermans Style, a partir das 21.00h, com entrada livre.

A Frontiers Records edita, no próximo dia 21 de Fevereiro, a versão europeia do novo álbum das estrelas americanas do hard rock Enuff Znuff. O disco chama-se simplesmente «?», e a versão europeia vai ter uma capa exclusiva e uma faixa-bónus, que vai ser uma versão acústica do tema «Fly High Michelle».
A Candlelight Records assinou um conctrato discográfico com os noruegueses Octavia Sperati. A banda, que pratica um doom metal muito atmosférico, tem a saída do álbum de estreia - «Winter Enclosure» - marcada para Abril deste ano.

Os Headrush são uma nova banda italiana de hard rock constituída pelo guitarrista Alex de Rosso (ex-Dokken) e pelo vocalista de Labyrinth, Roberto Tirani. O grupo, completo com o baterista Dave Fini e com o baixista Mauro Catellani, gravou o disco de estreia no Verão de 2004 com o produtor Pat Scalabrino, responsável pelo som de bandas como Labyrinth, Vision Divine e Eldricht. O disco vai ser lançado no dia 21 de Março via Frontiers Records. Enquanto a data não chega, escutem um sampler do tema «Fooling Myself Again» aqui.
A revista francesa Cynfeirdd tem uma nova compilação, chamada «Songs for Aliénor - Music For A New Born Daughter» em CD duplo, disponível para oferecer a quem assinar a revista. A compilação foi feita para celebrar a filha dos editores da revista, que nasceu em Novembro, e conta com temas de Gae Bolg & The Church of Fand, Sol Invictus, The Mystery School, Naevus, Albireon, While Angels Watch, Karnnos, Orchis, Jack or Jive, Am Ganesh'an, Tor Lundvall, Irrelevant, A Sparrow Grass Hunt, Hide & Seek, Nouvelles Lectures Cosmopolites, Andrew King, HERR, One for Jude, Spyros Giasafakis, In Gowan Ring, Regard Extrême, Kinovia e Clair Obscur, bem como alguns outros temas à volta das canções de embalar e músicas para crianças. A oferta desta compilação é válida apenas para as assinaturas feitas até 18 de Janeiro.
Anteriormente previsto para dia 22 de Março, «Alien», o novo disco dos canadianos Strapping Young Lad, tem agora data de lançamento definitiva marcada para dia 21 de Março. A lista de temas do disco já foi divulgada, e é a seguinte: «Imperial», «Skeksis», «Shitstorm», «Love?», «Shine», «We Ride», «Possessions», «Two Weeks», «Thalamus», «Zen» e a instrumental «Info Dump». Contrariamente ao anunciado, a versão de «What's New, Pussycat?», de Tom Jones, não vai entrar no disco. Segundo a banda, "não entrava bem no ritmo do álbum", mas os Strapping Young Lad prometem editar a música num futuro próximo. «Alien» foi gravado no Armory Studio e Greenhouse Studio - ambos em Vancouver - bem como no estúdio caseiro de Devin Townsend. O line-up da banda é neste momento constituído por - para além de Devin Townsend - Bryon Stround, de Fear Factory, no baixo, Jed Simon na guitarra e o incomparável Gene Hoglan (Dark Angel, ex-Death) na bateria. Por outro lado, o tema «Bring on the Young» vai ser usado na campanha publicitária na nova série de The Osbournes. O spot vai mostrar Devin Townsend a dirigir um coro de crianças a cantar o coro da música.
Os suecos Centinex firmaram um acordo discográfico com a Cold Records. enquanto ainda não há notícias sobre o próximo disco, o último «Decadence - Prophecies Of Chosmic Chaos» foi editado em vinil pela Hells Headbangers, como LP normal (556 cópias) e em picture-LP, numa edição extremamente limitada de 100 cópias.
- Forgotten Suns em showcase na Fnac do Chiado (Lisboa) - 18.30h
O álbum «Fizala», da banda de black metal Abgott, vai ser editado no dia 14 de Janeiro pela Conquer Records. O disco está já em pré-venda na loja virtual da editora polaca.
O site nacional Metal Open Mind foi actualizado ontem, com novas críticas, reportagens de concertos e entrevistas a Ironsword e Manticora. Espreitem-no aqui.
Os noruegueses Zyklon estão a trabalhar afincadamente no próximo disco, e revelaram já alguns dos títulos que o vão compor: «Vulture», «Vile Ritual», «Scum» e «The Four Corners». Para este terceiro disco, a banda renovou o contrato discográfico com a editora inglesa Candlelight Records. Entretanto, são mais que muitos os rumores de que a banda lançará em breve um DVD ao vivo, e que a actuação da banda na edição londrina do Inferno Festival vai ser filmada para incluir no referido DVD.
Os Circle Of 5ths decidiram dar por findas as suas actividades. O concerto de despedida no dia 15 de Janeiro próximo.
A Conquer Records tem um novo website. Visitem-no aqui.
Os black-metallers noruegueses 1349 prevêm entrar em estúdio em Março próximo, para as gravações do seu próximo álbum, que vai chamar-se «Hellfire», e que deverá sair em Maio.
O baterista Dave Krull abandonou os Meatlocker Seven para se dedicar a tempo inteiro à sua outra banda - os Gorilla Monsoon. O substituto chama-se Lincoln McCulloch, e é baterista também de Pariah e Self Inflicted. O guitarrista Tony Oliveira abandonou também os Meatlocker Seven, tendo sido substituído por Darryl Curren, de Pariah.
Os reis do rock progressivo português - os Forgotten Suns - preparam-se para tocar, nesta e na próxima semana, alguns showcases nas Fnacs da zona de Lisboa, em promoção do seu novo disco «Snooze». Já no dia 6 de Janeiro a banda actua na Fnac do Colombo a partir das 21.30h. No dia seguinte, dia 7, é a vez da Fnac do Chiado, onde os Forgotten Suns actuam às 18.30h. Por fim, no dia 12 de Janeiro o grupo actua na Fnac de Cascais a partir das 21.30h.
Os noruegueses Grimfist estão actualmente em pré-produção para o seu próximo álbum, no GodFed Studio, na Noruega. O disco deverá sair na Primavera, através da Candlelight Records. Entretanto, a banda confirmou a sua presença na edição de Londres do Infernal Metal Festival, que decorre no dia 27 de Fevereiro, e em que tocarão também os Arcturus, Enslaved, Red Harvest e Madder Mortem.
Steinar Gundersen e Arnt Gronbech, guitarristas contratados para fazer a digressão americana de Satyricon, foram acusados de ter drogado e violado uma jovem fã da banda norueguesa depois do concerto da banda em Toronto.

Os alemães Abrasive acabaram de editar o seu novo álbum, «Devotion», através da Nice To Eat You Records. É uma mistura de death metal técnico com uma forte componente old-school amaricana.
No dia 3 de Fevereiro é editado um novo disco dos letões Skyforger. Trata-se da reedição de «Semigall's Warchant», a demo de 1997 da banda, apenas disponível até agora em formato cassete e esgotada há anos, devidamente remasterizada, juntamente com quatro novas faixas, gravadas em Dezembro de 2004. A edição pertencerá à Folter Records, que reeditou em vinil há pouco tempo também os dois primeiros discos de Skyforger, «Kauja Pie Saules» de 1998 e «Latvian Riflemen» de 2000. Todas as faixas destas reedições foram remasterizadas, e o disco «Latvian Riflemen» contém uma faixa inédita gravada em 1999.