março 31, 2005

SUCH A SURGE - DISCO EM ABRIL

4 de Abril é a data oficial de lançamento de «Alpha», o novo álbum da banda crossover alemã Such A Surge. Para vos abrir o apetite, a banda disponibilizou online o tema «Was jetzt?» aqui.

Publicado por BillLaswell em 08:16 PM | Comentários (0)

BATERISTA DE ATROCITY EM GRAVEWORM

Moritz Neuner, o baterista de Atrocity e Leave's Eyes, vai participar na digressão europeia que os italianos Graveworm vão realizar entre os dias 5 e 17 de Abril, e que não tem datas previstas para Portugal.

Publicado por BillLaswell em 08:14 PM | Comentários (0)

POGROM 1147 - DISCO NOVO

«Black Metal Complete» é o nome do novo disco do projecto polaco de 'raw' black metal Pogrom 1147. A edição é da Old Temple, e o disco está disponível por Eur 10,00.

Publicado por BillLaswell em 08:12 PM | Comentários (0)

DEADLOCK - GRAVAÇÕES TERMINADAS

Os Deadlock terminaram as gravações do disco «Earth.Revolt», que vai ser editado no dia 26 de Junho através da Lifeforce Records. Segunda a editora, pode esperar-se uma obra prima de 'metal europeu misturado com teclados etéreos', com uma voz feminina e uma forte mensagem étnica nas letras.

Publicado por BillLaswell em 08:11 PM | Comentários (0)

ETHEREAL E FULLMOONCHILD AO VIVO

No dia 9 de Abril os Ethereal e os FullMoonChild actuam ao vivo no Bar Jinx (em-Limbo), no Bairro alto, em Lisboa, a partir das 22.30h. A entrada custará Eur 5,00.

Publicado por BillLaswell em 08:09 PM | Comentários (0)

CONCERTO NO LUANA BAR

No próximo dia 3 de Abril os Holocausto Canibal, Fetal Incest, Negative Gain e Vittrah actuam ao vivo no Luana Bar, no Centro Comercial Stop, no Porto, a partir das 16.00h.

Publicado por BillLaswell em 08:07 PM | Comentários (0)

GOAT OF MENDES - CRÍTICA

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«A Book Of Shadows» CD
Source Of Deluge Records/Recital

Apesar de um início de carreira ligado ao black metal, os alemães Goat Of Mendes cedo começaram a seguir o seu próprio caminho musical, chegando a este quarto álbum de originais como um dos mais originais e refrescantes colectivos da cena germânica. O 'Wiccan Metal' da banda é composto por um forte componente NWOBHM, misturado com algumas influências folk metal, por riffs thrash e por vocalizações tripartidas (incluindo uma feminina), funcionando em conjunto como um poderoso dínamo. Quem escreveu as regras do heavy metal deve estar às voltas no túmulo com tamanha falta de respeito pelas convenções. Efectivamente, misturar vocalizações extremas, ritmos speed metal, guitarras gémeas como no power metal americano, sons de violino e flauta, pode e deve ser motivo para banir qualquer banda da Valhalla do metal, mas os Goat Of Mendes são feitos de outra fibra. A banda compõe e toca a música segundo a sua própria cartilha, e se esta indica que uma música começa muito heavy metal, introduz a seguir uma vocalização death metal e depois evolui para um refrão cantado com voz épica por cima de um lead de guitarra hiper-melódico, é isso que a banda faz. Este Livro de Sombras está cheio das possibilidades mais variadas que a banda liderada por Surtur e Maia não se cansa de explorar, e que resultam, na maior parte dos casos, em experiências auditivas provocantes e inovadoras. Não há muitas bandas que se possam gabar de o fazer. Os Goat Of Mendes, com o seu Wiccan Metal pagão e nada ortodoxo, fazem-mo, e orgulham-se em não ter o mérito que merecem por isso. (8/10)
«A Book Of Shadows» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 07:22 PM | Comentários (0)

março 30, 2005

EXPOSIÇÃO DE FANZINES EM VISEU

Entre os dias 4 e 9 de Abril decorre na Biblioteca D. José Pedro da Silva em Viseu, no Centro Regional das Beiras em Viseu e na Universidade Católica Portuguesa uma exposição de fanzines, organizada pela Cidade Desconhecida. No dia 7 de Abril, pelas 15.00h, decorre a conferência 'À Descoberta dos Fanzines', com Nuno Pereira (editor de fanzine e mentos da Cidade Desconhecida) e Geraldes Lino (crítico e expert em fanzines de BD). A conferência decorre no auditório da Biblioteca D. José Pedro da Silva.

Publicado por BillLaswell em 11:47 AM | Comentários (1)

CROSSBOW - CRÍTICA

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«Break The Ice» CD
Source Of Deluge Records/Recital

Não há muita informação sobre os alemães Crossbow disponível na internet, e nem este disco veio acompanhado de um press-release que me permita perceber quem é a banda ao certo, mas a verdade é que «Break The Ice» não impressiona particularmente. O grupo procura fazer um heavy/power metal algo old-school, mas esbarra em duas ou três dificuldades que acabam por manter o disco abaixo da média. A principal é a voz. Apesar dos riffs serem interessantes e haver um bom equilíbrio entre o peso das guitarras e a secção rítmica, a vocalização, precisamente a meio caminho entre o grave e o agudo, deixa muito a desejar, chegando mesmo a ser confrangedor ouvir como o vocalista tenta gritar, sem sucesso, nas partes em que é suposto cantar mais alto. Depois, os Crossbow exageram nos temas a meio tempo e, se alguns deles acabam por resultar bem, com partes diferentes que compreendem passagens mais pesadas de duas guitarras a riffar e a solar, outros pendem claramente para o lado da chatice, nomeadamente quando os Crossbow tentam ser épicos e acabam por fazer músicas com demasiadas partes diferentes, onde apesar disso o ritmo raramente muda. Muitas das críticas que têm sido feitas a este disco apontam o caminho para os Crossbow: mudar de vocalista. Eu digo mais: mudar de vocalista e procurar simplificar e, ao mesmo tempo, variar um pouco mais a composição. Só assim a banda alemã poderá fazer uso da chama de talento que é possível ver em «Break The Ice». Infelizmente, o gelo ainda é muito espesso. (5/10)
«Break The Ice» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:32 AM | Comentários (0)

RAMP - ENTREVISTA

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Os Ramp são o eterno segredo bem escondido da cena portuguesa. Nome crucial do metal português, carregam o estigma de nunca terem conseguido uma internacionalização à altura do poder e qualidade do seu power-thrash. No entanto, nos últimos anos a banda de Rui Duarte parece conhecer um novo fôlego, culminado com o último álbum «Nude», e agora perpetuado com a edição de um novo EP, chamado «Planet Earth». Este EP apresenta um novo baixista, que substitui o insubstituivel Sapo e antecede uma digressão nacional de bares que os Ramp vão fazer durante o mês de Abril. Neste ponto de viragem da carreira dos Ramp, falámos com o vocalista Rui Duarte sobre a digressão, sobre o EP e sobre a troca de baixistas.

Porquê um EP, porquê agora?
Passado um ano e alguns meses da edição do «Nude», principalmente devido a alterações profundas que houve de management e mesmo de agenciamento. Aliás, para variar. Os Ramp desde o início têm andado sempre a trocar de estruturas e esse tem sido um grave handicap: nós não termos encontrado ainda a estrutura certa com a qual trabalhar. A edição do EP era mais do que obrigatória. Primeiro porque havia a possibilidade de gravar esse mesmo material. Segundo porque seria um trabalho de reentre para este ano, em que a nova equipa iria estar montada, e isto a anteceder logicamente o próximo disco de originais. O timing tem a ver com isso. Em relação ao conteúdo, achámos também que era interessante lançar um EP porque é uma coisa que não é nada pretensiosa - bem pelo contrário. É uma coisa bem acessível às pessoas, tanto que a nossa intenção é fazer uma edição muito limitada e a venda apenas feita através dos espectáculos ao vivo da banda e quer através do site da editora, quer através do site oficial da banda. Isto também para podermos fazer a venda a um preço bastante reduzido. Nós queremos vender o EP a Eur 5,00, ou seja, torná-lo uma coisa bastante apetecível; para já por ser uma coisa limitada, porque irá ser um objecto de colecção, e ao mesmo tempo que seja uma coisa extremamente barata para que as pessoas consigam comprá-lo facilmente sem estarmos a encher os bolsos aos intermediários. O EP acaba por ser um bocado uma aproximação; nós queremos estar em contacto directo com as pessoas que gostam muito dos Ramp sem ser apenas só no meio comercial normal. Aliás, a intenção de fazermos a tour e a promoção do EP da maneira como nós vamos fazer é exactamente isso. É um bocado nós descermos ao contacto mais directo com as pessoas, tocarmos em espaços mais pequenos para fazermos concertos mais intimistas em que haja uma relação muito próxima da banda com o público. Um bocado para voltar a puxar aquela química do que é sentir uma banda a tocar à frente, e não longe. Isso para nós é extremamente importante. Acho que esse é o principal timing do EP. É tentar, de alguma maneira, aproximar os Ramp das pessoas.

E artisticamente, porquê a escolha destas músicas?
Isto aconteceu um pouco por acaso. Nós na altura estávamos a gravar, ou íamos começar a preparar a gravação, do «Nude», e por brincadeira pensámos numa série de covers, em quais é que havíamos de fazer. E na altura escolhemos um tema de Duran Duran, e a escolha mais tarde veio a concretizar-se em termos de gravação. O tema original faz parte ainda das sessões de composição do próprio «Nude», e o tema de António Variações não surgiu no seguimento do que se passou no final do ano passado, quando foram lançados os inéditos do António Variações. Não foi nada disso, porque no fundo o tema já foi feito também o ano passado, e nessa altura foi feito para uma série de BD portuguesa, que se chamava 'O Anjinho da guarda", e o tema-título da série é exactamente também o tema «Anjinho da Guarda», do António Variações. Os Ramp foram convidados a fazer toda a parte musical, que neste caso era o tema do teaser, que era essa cover do António Variações. Nós achámos que realmente era um desafio engraçado, nós conheciamos o criativo que estava por detrás de toda a arte dos cartoons, e participámos, com o máximo de boa-vontade. Depois houve pessoal que ouviu o tema, achou imensa piada e nos perguntou "porque é que não editam". E pronto, acabou por ficar no EP. É um EP com três músicas, mas depois tem uma parte multimédia que vai ser complementar. Nessa parte multimédia vamos ter o vídeo-clip do «Anjinho da Guarda», todo feito em cartoons, e vamos ter uma personagem nova, que é nada mais nada menos do que o Cristiano, o menino metaleiro. São dois pequenos episódios - são muito pequenos - e são essencialmente o contacto com uma personagem nova que depois vai viver online, porque a pessoa que está por detrás da série O Anjinho da guarda tem imensos sites feitos na internet enquanto criativo de cartoons, e o Cristiano é apenas uma das vertentes que ele tem, que constrói e que depois normalmente vai actualizando online. À parte disso, as pessoas depois através do link do próprio site do Cristiano vão ter um mundo à sua escolha, da autoria do mesmo autor, como por exemplo os sites da KillTunes, que têm coisas altamente, e que são sites feitos por um português que no fundo têm essencialmente visitas feitas por pessoas fora de Portugal. O que não deixa de ser curioso.

Sim, é curioso para um povo que está sempre a chorar...
Sim, exactamente. Eu acho que em Portugal há valor. As coisas têm é que se mostrar, e às vezes nós realmente negligenciamos um pouco o nosso trabalho. E a verdade é que nós temos pessoal com muita capacidade em Portugal. Só que infelizmente depois temos aquele lado mais negativo do facto de sermos um país muito pequeno em que as coisas não têm muito poder económico para andarem para a frente em termos estruturais. Mas também não podemos pensar demasiado nisso. Temos é de fazer, e essa é um bocado a filosofia dos Ramp. Hoje em dia, mais do que estarmos a chorar sobre aquilo que não se consegue fazer, temos que pensar que temos de fazer, e fazer - de uma maneira ou de outra.

Vocês alguma vez tiveram um sentimento de amputação por causa da saída do Sapo?
Não. Não chega bem a ser esse o sentimento. Eu acho que o sentimento se reparte em várias vertentes. Uma delas, para já, é de alguma tristeza, logicamente. Nós partilhámos o trajecto todo dos Ramp até hoje com o Sapo; foram 16 anos, ou seja foi uma amizade muito longa. Não é uma coisa que se possa deitar pela janela fora e dizer "não significou nada". Bem pelo contrário - significou muito. Mas por outro lado temos também um sentimento de alguma compreensão para com ele. Ou seja, nós compreendemos que não é fácil, porque nós estamos também cá dentro e sabemos que é extremamente difícil levar os Ramp para a frente. Não é uma coisa que seja feita de ânimo leve. E no caso do Sapo foi uma decisão pessoal. Enquanto amigos do Sapo, e enquanto pessoas que partilhámos o que partilhámos durante tantos anos, tínhamos que compreender que a decisão dele era uma decisão pessoal. Não era uma questão de "ah, o Sapo chateou-se com o resto do pessoal dos Ramp". Não, pelo contrário. Nós sempre nos demos bem, não teve nada a ver com isso. Teve a ver com o facto de ele ter chegado a uma altura da vida dele em que teve de tomar uma decisão pessoal. E nós também compreendemos um pouco, depois de tudo o que se passou e da maneira como ele falou connosco, que não foi uma decisão fácil para ele. Para ele, abdicar dos Ramp foi uma situação complicada também. Ele no fundo teve que abandonar uma coisa que andou a construir durante tantos anos. 16 anos é uma vida, percebes? Não são propriamente dois ou três anos; é muito tempo em que as pessoas deram muito de si. E nós compreendemos que para ele também não foi fácil. Por isso não é bem um sentimento de amputação - é quase como. É quase como dizer um "até já" e ao mesmo tempo retribuirmos com o "obrigado" por tudo o que ele deu. O que não invalida que nós não estejamos em contacto permanente com ele. Aliás, regularmente, no máximo de duas em duas semanas nós falamos com o Sapo e as coisas continuam bastante presentes. ele é nosso amigo, e desde que saiu da banda tem acompanhado o evoluir das notícias, do site, das coisas todas... estas gravações que vão sair agora no EP foram feitas também com o Sapo... posso dizer que o novo baixista dos Ramp é amigo do Sapo. Posso até dizer que ele chegou ao ponto de comprar todo o backline do Sapo... ou seja, nós tentámos preservar ao máximo a presença do Sapo. Só não temos a presença física a tocar porque ele tomou essa decisão, mas o Sapo continua a fazer parte dos Ramp. E vai continuar a fazer parte. Logicamente, neste momento a família dos Ramp, em termos de colectivo musical aumentou. Se antigamente nós éramos, no fundo, seis - porque antes do Sapo tivemos o Miguel, mesmo nas origens - e agora temos o Caveirinha, que é mais um que entrou. Resultado: os Ramp neste momento passam a ser sete pessoas, já. É um bocado assim que nós vemos as coisas. Mas amputação... não considero que seja uma amputação, porque o Sapo continua presente nos Ramp. Não foi cortado dos Ramp. Apenas já não está a trabalhar neste momento connosco, mas faz parte de nós.

Como é que vocês, com 16 anos de carreira, conseguem ter entusiasmo para encetarem uma digressão de muitas datas em bares?
Eu acho que é normal, sabes? Da nossa parte é uma coisa perfeitamente normal. Contrariamente ao que muitas pessoas podem pensar... só aquelas que realmente nos conhecem melhor é que sabem que os Ramp são das pessoas mais humildes e mais down-to-earth possível. Nós acima de tudo gostamos daquilo que fazemos, e não temos preconceitos absolutamente nenhuns. Nós tentamos fazer as coisas de que gostamos bem feitas. E a verdade é esta: nesta altura do campeonato, aquilo de que os Ramp tinham mais vontade, e é a razão de ser de nós funcionarmos com entusiasmo ao fim destes anos todos, é o público. O público é que nos contagia com isso. E esta situação passa exactamente por nós sentirmos o público connosco, e de alguma maneira o público também nos sentir ao pé deles. Eu acho que isso é que vai ser a maior razão de entusiasmo. Eu acho que está aí um pouco a razão de ser, quer de nós continuarmos com muita vontade ao fim destes anos todos, quer o facto de nós querermos fazer esta tour. Depois, não deixa de ser curioso... em Portugal nós chamamos-lhes bares, certo? No estrangeiro nós chamamos-lhes clubes. E a verdade é que a maior parte das tours feitas no estrangeiro são tours de clubes, contrariamente ao que as pessoas pensam em Portugal. Eu pessoalmente não tenho preconceitos nenhuns em relação a chamar bares ou chamar clubes - eu chamo-lhes espaços limitados em termos de público. E o que nós pretendemos fazer é pôr os Ramp a tocar essencialmente a pensar numa coisa: na música. Mais do que pensarmos em luzes, cenários, encenações, isto ou aquilo, essencialmente eu quero é sentir os Ramp com o público à sua frente. E eu acho que isso vai ser uma razão de bastante entusiasmo. Ao fim destes 16 anos vai ser muito bom. E acho que muitas pessoas vão ficar surpreendidas, pelo menos aquelas que nunca tiveram oportunidade de ver os Ramp tão de perto.

Mas tu provavelmente sabes, mais do que qualquer outro músico em Portugal, que se fazes uma digressão de bares em Portugal, vais ter uma luta diária para que tudo corra bem, porque nem todos são os espaços ideais para ter música...
Posso dizer-te que, por exemplo, o ano passado eu fiz uma tour europeia com os Re:Aktor, e apanhámos situações completamente... diferentes. E a realidade é mesmo assim. Eu não compreendo... a malta mete-se na música e diz "ah, o rock'n'roll, o rock'n'roll"... e o rock'n'roll é mesmo isso, percebes? É conseguir enfrentar essas situações e estar na boa. Em Portugal as bandas queixam-se imenso, do género "ah, isto é muito cansativo". É cansativo o quê? Cansativo é um gajo andar a ripar não sei quantos dias seguidos e de um dia para o outro ter que fazer 1.800 quilómetros e aguentar-se e tocar. Portugal de uma ponta a outra tem quantos quilómetros? Uns 600... só por aí podes ver bem um bocado da realidade (risos). Acho que muitas pessoas em Portugal estão mal habituadas, porque há muito trabalho pela frente em que as pessoas realmente se têm que empenhar. Isso não assusta os Ramp... o trabalho nunca nos assustou. O que realmente nos chateia muito mais vezes é, em termos estruturais, nunca termos encontrado a equipa certa. Porque o eterno problema em Portugal é trabalhar com as pessoas certas, com a visão e com a ambição. Mas nós continuamos a ter essa visão e essa ambição. Por isso é que para nós é tão importante fazermos esta situação de, por exemplo, espaços mais pequenos. Eu acho que é vital. E quando as pessoas tiverem oportunidade de ver, eu acho que aí é que as coisas se vão manifestar. Nós já o fizemos no passado; isto não é uma novidade para os Ramp - os Ramp já o fizeram há muitos anos atrás, e o resultado prático da situação foi que realmente granjeámos um número de fãs incrível que foi a nossa base, que nos fez subsistir até hoje. E é um bocado isso que nós vamos continuar a fazer, porque há muitas pessoas que não tiveram oportunidade de ver os Ramp à sua frente. E isso é uma mais-valia, porque aí não há que enganar. Ou a banda é boa ou não é boa. Porque não há nada que mascare. É a banda no seu expoente máximo, e mais puro. E é isso que os Ramp vão fazer.

Os vossos fãs vão então ter oportunidade de vos ver, e não só - de vos tocar e de falar convosco, nessas actuações de bares.
Sim, porque isto vai ser uma oportunidade única, o que também é de salientar. Vai ser uma acção que vai acontecer durante Abril, e depois não vai voltar a acontecer, pelo menos nos tempos mais próximos. E acaba por ser uma oportunidade única para as pessoas poderem ver os Ramp numa situação completamente diferente.

É uma sensação única, estares ali à frente da banda de que gostas, estares quase no meio deles...
Quando as pessoas chegam ao pé de mim e me perguntam "não te faz confusão ires tocar num bar?" eu digo "diz-me o nome de uma banda que tu gostes". Eu pergunto-te por exemplo a ti... diz-me o nome de uma banda de metal que tu gostes, por exemplo...

Arcturus.
OK. E diz-me uma coisa. Preferias vê-los num bar com uma capacidade para umas 300 pessoas, onde pudesses estar praticamente à frente deles, ou preferias vê-los no estádio de Alvalade?

Bem, se me fosse dada escolha, eu preferia vê-los a tocar no meu quarto.
Exactamente. E o teu quarto será o sítio ideal para eles darem um espectáculo?

Não é, e eu não ouviria nem veria tudo. Mas é como tu dizes...
Era especial, não era?

Exactamente.
Pronto. É exactamente esse o sentimento. Ou seja, se tu gostas de uma banda, o concerto mais especial que podes ter dessa banda pode ser o concerto mais pequenino existente, mas tem de ser aquele concerto em que tu irias estar com o contacto mais directo com a banda. E é um bocado por aí. Isso é que tem a magia. Os espectáculos grandes são bons na mesma; só que são diferentes. Eu pessoalmente, se me dessem a escolher entre ver Metallica, como cheguei a ver, no antigo estádio José de Alvalade ou noutro estádio qualquer, ou ver, sei lá, no antigo Johnny Guitar ou no Paradise Garage ou num sítio ainda mais pequeno, eu preferia ver nesse sítio mais pequeno. Acredita que preferia mesmo. Aliás, não é à toa que as grandes bandas americanas também o fazem. Não foi à toa que os Korn fizeram a maluquice que fizeram, e os próprios Metallica já o fizeram no passado. Porque é realmente uma coisa especial. E as pessoas adoram essas pequenas oportunidades.

Funciona muito bem, mas lá está - é como complemento dos concertos grandes também.
Sim, é verdade, tem que funcionar como complemento. Se vais fazer só isso, acaba por faltar a outra vertente. Uma banda que se diz profissional tem que estar preparada para ambas as situações. Tem que estar preprada para fazer tanto uma situação pequena como uma situação grande. Porque há uma leitura de palco, há uma maneira de estar num palco mais pequeno, e há uma maneira de estar num palco maior. E são dois géneros de situações um bocado diferentes. Há que ter ambas as escolas, porque ambas são necessárias. Mas também é mau para uma banda só estar habituada a estar em palcos grandes, porque por vezes quando lhes retiram a produção já não consegue ser o que era. Quando fazes um trajecto grande, sazonalmente é bom fazer algumas situações também pequenas, porque às vezes é bom assentar os pés na terra e não levantar voo. E neste caso o que se passou é que nós vimos que a banda necessita muito desse contacto directo com as pessoas. E exactamente as pessoas poderem ter oportunidade de poderem ver os Ramp de uma maneira que já não vêem há muitos anos atrás. E por esse lado eu acho que vai ser um bom recomeço, vai ser um bom reatar de velhas amizades, e ao mesmo tempo a construção de uma nova camada de público, porque há muitas pessoas que vão ver os Ramp pela primeira vez.

Há uma boa fatia de público residual que é frequentador dos bares e que não conhece os Ramp...
Também acaba por aparecer algum público que não nos conhece. Essencialmente, eu acho que o mais importante é as pessoas sentirem a banda ali ao pé. Os Ramp sempre foram uma banda de palco, sempre fomos uma banda que conquistou muito as coisas ao vivo. Mais do que simplesmente a situação de estúdio, mais do que simplesmente a situação da produção, sempre fomos uma banda que deu muito valor à sua parte musical e não só a parte de entretenimento. E eu acho que é fundamental as pessoas voltarem a sentir que os Ramp são acima de tudo, e genuinamente, uma banda que se preocupa com a sua música mais do que com tudo o resto. O resto é um complemento. A força da banda, num espaço pequeno, passa muito por aquilo que os músicos estão a dar e por aquilo que o backline está a cuspir para fora. E nisso eu tenho a garantia que os Ramp sempre foram uma banda muito coesa, por isso as pessoas vão sentir isso... e num sítio mais pequeno então, mais do que nunca. Para além de que vai ser uma oportunidade, num espaço de tempo muito curto, de nós fazermos um roteiro, que é uma coisa que as pessoas não estão habituadas a fazer em Portugal. Porque as pessoas queixam-se que em Portugal não há circuito, certo? P´, os Ramp criaram um circuito; vão fazer 15 datas num mês. E podíamos fazer mais... recusámos algumas porque achámos que já chegava, neste momento, para aquilo que nós pretendíamos fazer. Mas pronto, temos um circuito montado.

Agora as bandas que quiserem fazer uma digressão só têm que pegar na vossa tour e segui-la.
O roteiro está lá. São 15 sítios... quando de repente quiserem fazer uma tour nacional, podem fazer. Nós conseguimos fazê-lo, montámo-la e vamos em frente. Às vezes as pessoas quando se queixam que não há um circuito, pá... o circuito é ali. Isto não é bem um circuito montado, tem que se montar, tem que haver trabalho para isso. Mas faz-se. A prova está aí... são 15 datas.

Sim, exacto. Vocês não abriram bar nenhum só para tocarem...
(risos) Sim, exacto. Os sítios já existiam. Nós só os estamos a utilizar. É um bocado esse o espírito... o que se passa lá fora não varia muito dessa maneira de ver as coisas - é uma maneira muito prática. Tudo bem, há uma pequena diferença em Portugal, em que o pessoal está habituado a ver as Câmaras Municipais a pagarem os espectáculos, o pessoal não poder ver de borla. Mas mesmo assim, o nível das entradas que nós vamos praticar é bastante acessível. Quando estamos a falar em entradas que podem oscilar entre Eur 5,00 e Eur 6,00, é ridiculamente baixo. Hoje em dia para tu entrares num bar de consumo mínimo, tens que pagar às vezes Eur 7,00. É ridiculamente baixo aquilo que se vai ter que pagar para ver os Ramp. É o que eu digo... é uma oportunidade única, mesmo.

Publicado por BillLaswell em 12:30 AM | Comentários (1)

HAMMERFALL NOS TOPS

A semana passada foi bastante proveitosa para os Hammerfall. O seu novo álbum, «Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken», entrou directamente para o 4.º lugar do top sueco, para o 12.º lugar do top alemão, para o 36.º lugar do top austríaco, para o 39.º lugar do top suíço e para o 73.º lugar do top italiano. Entretanto, há um e-card com samplers do álbum em stream disponível aqui. Em Abril a banda sueca entra em digressão pela Europa, mas não há nenhuma data confirmada em solo nacional até ao momento.

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (0)

IRMÃS ESPENAES NA SONIC SEDUCER

A revista alemã Sonic Seducer traz, na edição deste mês, um artigo 'especial irmãs' com a vocalista de Leave's Eyes Liv Kristine e a sua irmã Carmen Elise, cantora de Midnattsol. Yvonne Zymolka, a editora da revista, visitou as irmãs no Mastersound Studio e questionou-as sobre a infância, a carreira e a rivalidade entre as duas. No fim houve uma sessão de fotos curiosa... vale a pena dar uma espreitadela na revista, acreditem.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (0)

THANATOSCHIZO AO VIVO

No dia 9 de Julho os ThanatoSchizO actuam ao vivo no Forte de São Neutel, em Chaves, a partir das 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (1)

OBSCURE E PANDEMIC GENOCIDE EDITAM SPLIT

As bandas polacas Obscure e Pandemic Genocide acabaram de lançar um split-CD chamado «Satanic Rebelmageddon», que consiste em material demo de ambos os grupos. A edição é em CD-r, limitada a 520 cópias numeradas à mão e custa Eur 6,00. Encomendem-na aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:24 AM | Comentários (0)

CRANKSHAFT AO VIVO

No dia 23 de Abril os Crankshaft actuam na 6.ª Montra de Música Moderna de Paleão, em Soure, a partir das 21.30h.

Publicado por BillLaswell em 12:23 AM | Comentários (1)

THE ABSENCE NA METAL BLADE

Os americanos The Absence firmaram um contrato discográfico com a Metal Blade. Depois de um EP auto-financiado que obteve um enorme sucesso, a banda de Tampa Bay chega agora a uma das mais conceituadas editoras de metal americanas, onde promete continuar a surpreender o mundo com o seu metal melódico. No dia 10 de Abril o grupo entra no Manna Studio para gravar o álbum de estreia, com produção de Erik Rutan (Soilent Green, Hate Eternal, Into The Moat). A edição deverá ser feita no Outono deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:22 AM | Comentários (0)

STRËAM - NOVO SINGLE

Os açorianos Strëam preparam-se para lançar um novo single, para o tema «My New Guitar», no próximo dia 1 de Setembro. As gravações decorreram no Mastermix Studio, em Coimbra, com a produção a cargo de Pedro Janela (também produtor de Wraygunn, entre outros). Entretanto, a banda tem um novo website. Visitem-no aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Forgotten Suns ao vivo no Bar 5.º Elemento (Odivelas) – 22.00h
- Festa de lançamento de «Dances And Marches For The Orphan Age», de Skrol, no TocSin Club (Bairro Alto, Lisboa) - 23.00h

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

março 29, 2005

ELVIRA MADIGAN - CRÍTICA

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«Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» CD
Black Lodge/Recital

Se é verdade que este projecto a solo de Marcus H. Manigan é, já há algum tempo, um dos segredos mais bem guardados da Suécia, por outro lado lado não é menos verdade que o senhor tem trabalhado arduamente para que deixe de ser um segredo. «Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» tem o sub-título de «Bloodstained Covers For Sirens and Sinners», mas não se trata do simples álbum de versões ao estilo de Six Feet Under com os seus seminais «Graveyard Classics». A escolha de temas de Marcus H. Manigan é mais obscura e mais elitista, optando por transformar alguns temas que ninguém esperava ver num disco de metal extremo em temas que, depois de passados pelo crivo de Elvira Madigan, parecem composições próprias, resultando o disco numa espécie de álbum, sem oscilações estilísticas ou de qualidade, ao invés dos álbuns de versões que parecem compilações caseiras. As escolhas mais surpreendentes do disco serão porventura as quatro músicas de Chris DeBurgh («Spanish Train», «The Leader», «The Vision» e «What About Me?»), que parecem providenciar a variedade de emoções e elementos melódicos necessários para que o dark/black metal melódico, negro e sinfónico de Elvira Madigan funcione na perfeição. As escolhas estendem-se também para outros universos que não o puramente musical, com «At Zanarkan», o tema do jogo Final Fantasy e «Chrono Cross», do RPG homónimo, (bem) transformados em temas metálicos. Um dos momentos instrumentais mais ambientais é, no entanto, «Prisoners of Fate», de Heathen, que encerra o disco. «Iieee», de Tori Amos e uma poderosa versão de «Alien Nation», de Scorpions, estão entre os mais atractivos momentos do disco, enquanto que uma das mais compensadoras surpresas é o tema «Under Norrskenet», da banda de folk/pop sueca Nordman, metamorfoseado num sonho húmido de um fã dark/black metal gótico. Se, por um lado, o estilo DIY e muito próprio de Marcus H. Manigan pode não agradar a toda a gente por não ser luxuosamente produzido e por alguma falta de poder em termos de guitarra, por outro lado a visão do senhor é inegável, e «Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» é um excelente disco de versões, constituindo um óptimo passo na carreira de Elvira Madigan que, cada vez mais, é o exemplo do que uma one-man-band pode e deve ser. (7/10)
«Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:24 AM | Comentários (2)

WILLOWTIP - ACORDO COM EARACHE

A Earache Records celebrou um acordo com a editora americana Willowtip que vai permitir à empresa inglesa lançar os artistas da Willowtip na Europa. A Willowtip é 'casa' de nomes como Cephalic Carnage, Misery Index e Circle Of Dead Children, entre outros.

Publicado por BillLaswell em 12:21 AM | Comentários (0)

IN FLAMES - NOVO ÁLBUM E OZZFEST

O novo álbum dos suecos In Flames está a tomar forma. Cerca de 10 temas estarão já compostos, e a bateria começa a ser gravada esta semana. Segundo o vocalista Anders Fridén o novo material vai ser mais "rápido e com mais harmonias de guitarra". Outras notícias revelam que os In Flames estão confirmados no festival Ozzfest deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

LEAVE'S EYES NO M'ERA LUNA

Os Leave's Eyes estão, neste momento, confirmados no cartaz deste ano do festival alemão M'era Luna, que decorre nos dias 13 e 14 de Agosto em Flughafen.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

TRAUMA FEST EM DVD

A organização do festival espanhol Trauma Fest está a preparar um DVD, que vai ter uma edição limitada a 600 a 800 cópias numeradas à mão. O DVD vai ter, obviamente, gravações das actuações das bandas que actuaram no festival deste ano. Mais informações no site da Acoustic Trauma.

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

IPERYT LANÇAM EP

Os polacos Iperyt terminaram o seu primeiro lançamento, que vai ser o EP «Particular Hatred». Os quatro temas foram gravados e misturados durante os meses de Janeiro e Fevereiro. A banda procura agora uma editora que queira lançar o material. Escutem mp3 no site de Iperyt.

Publicado por BillLaswell em 12:18 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Edição de «A Murderous Circus», de Mourning Beloveth
- Edição de «The Middle Of Nowhere», de Circle II Circle
- Edição do single «The Magic Of The Wizard's Dream», de Rhapsody

Publicado por BillLaswell em 12:16 AM | Comentários (0)

março 28, 2005

8TH SIN - CRÍTICA

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«Sinners Inc.» CD
Black Lodge/Recital

Estes 8th Sin são assencialmente um projecto de uma personagem sueca chamada IT, e que vai recrutando músicos conforme as necessidades e vivissitudes da carreira do seu projecto. «Sinners Inc.» é a estreia do projecto, e mostra 11 temas de uma vertente bastante electrónica do metal gótico. Aliás, a componente 'metal' da música de 8th sin resume-se a guitarras que ficam bem no fundo da sonoridade do disco, quando comparadas com os sintetizadores e a voz de IT. Por isso, é justo considerarmos «Sinners Inc.» mais um disco de electro-qualquer-coisa do que de metal-electro-gó. O problema é que IT ainda está numa fase muito experimental da sua evolução, ou então é mesmo falta de preocupação com o que os outros vão achar da sua música, o que faz os seus temas resultarem numa amálgama de ritmos sintéticos, maquinaria, uma voz típica do estilo e pouco mais. Tudo muito forçado, sem inspiração e sem o mínimo sentido estético - pelo menos que faça sentido. Assim, o que temos aqui é uma versão muito insípida de projectos interessantes como Lithium, cujo facto de estar a dar os primeiros passos não é desculpa para os momentos verdadeiramente boçais que intercalam com temas que, pura e simplesmente, não têm qualquer interesse. (4/10)
«Sinners Inc.» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:08 AM | Comentários (0)

NOX PREPARAM NOVO DISCO

A banda de death metal holandesa Nox entra em estúdio, no Excess, na Holnda, já no próximo mês de Junho para gravar o seu próximo disco, «Ixaxaar», que vai ser o primeiro para a Wicked World/Earache. Mais informação aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:05 AM | Comentários (0)

COMMUNIC - DIGRESSÃO EUROPEIA A CAMINHO

Os noruegueses Communic vão embarcar na sua primeira digressão europeia já no próximo mês de Abril. A banda, que tem feito furor com o power metal progressivo e emocional do disco de estreia «Conspiracy In Mind», vai andar na estrada com Graveworm e Ensiferum, numa digressão que não tem data prevista para o território nacional.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

CONCURSO LEAVE'S EYES

Há um concurso a decorrer sobre os Leave's Eyes a propósito dos lançamentos do próximo MCD «Elegy» (02.05.2005) e do novo álbum «Vinland Saga» (30.05.2005). O que é pedido é simples: contem qual o vosso melhor momento pessoal com a música de Leave's Eyes, como conheceram a música da banda, o que sentem quando ouvem a música do grupo e qual o melhor momento, para vocês, de um concerto da banda. As respostas devem ser dadas em texto, em inglês, para o e-mail win@leaveseyes.com - a banda vai escolher as melhores e publicá-las no site. O prémio para os autores é um fan-pack com montes de merchandise dos Leave's Eyes. O concurso está aberto até dia 30 de Abril.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

FROM THE ASHES PROCURAM PARCERIAS

A banda de grind-core From The Ashes acabou a gravação de alguns temas novos, e está neste momento à procura de uma banda que queira editar um split-7" com eles. O grupo procura também uma editora que queira lançar este EP. Escrevam para: fta@popstar.com

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Reedição de «True Nature Unfolds», de Callisto
- Edição da versão em LP de «Blasphemy Made Flesh», de Cryptosy

Publicado por BillLaswell em 12:01 AM | Comentários (0)

março 27, 2005

MUNICIPAL WASTE PREPARAM ESTREIA

As jovens estrelas americanas de thrash-core Municipal Waste estão a gravar o seu primeiro álbum para a Earache, ao mesmo tempo que preparam uma série de concertos em território americano. Entretanto, no dia 31 de Março o grupo vai gravar um novo vídeo-clip, em Richmond, na Virginia, e estão a encorajar os seus fãs a aparecerem, 'vestidos de headbangers e zombies'. A coisa promete...

Publicado por BillLaswell em 10:38 PM | Comentários (0)

SUBWAY TO SALLY - DETALHES SOBRE O ÁLBUM

Os Subway To Sally, uma das mais conhecidas bandas de metal/rock medieval da Alemanha, anunciaram finalmente o título do próximo disco: vai chamar-se «Nord Nord Ost» (Nornordeste), e a edição está prevista para o dia 22 de Agosto. O primeiro single retirado do álbum vai ser «Eisblumen» (flores de gelo), e vai ser editado no dia 25 de Julho. Entretanto, os Subway To Sally anunciaram também que o baterista David Pätsch abandonou o grupo.

Publicado por BillLaswell em 10:37 PM | Comentários (0)

março 25, 2005

FEEDBACK DE FÉRIAS

Como a Feedback vai estar de férias nos próximos três dias, algures no norte onde não há televisão nem telefone nem rede de telemóvel, aqui ficam as agendas para o resto do fim-de-semana. Domingo ou segunda-feira volta a haver posts.

AGENDA 26 DE MARÇO
- Neurotic, Projecto 103, Tiny Tuned e Sixpot ao vivo no LAC (ex-cadeia) em Lagos - 18.30h
- The Haunted, Moonspell e Cradle Of Filth ao vivo no Coliseu do Porto - 21.00h
- After-party Moonspell e Cradle Of Filth no Heavens Bar (Porto)
- Mata-Ratos e 2 Sacos & Meio ao vivo no Marrafas Bar, em Pé de Cão (Torres Novas) - 22.00h
- Opus Draconis ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada) - 22.00h
- Attick Demons ao vivo na Junta de Freguesia de Charneca do Lumiar (Lisboa) - 22.30h
- Sutzu ao vivo no Teatro da Malaposta, em Olival de Basto (Odivelas) - 23.00h
- Fellows ao vivo no Rock House Café (Alenquer) - 23.00h
- In The Flesh ao vivo na Concentração Motard de Lagoa (Portimão)

AGENDA 27 DE MARÇO
- The Haunted, Moonspell e Cradle Of Filth ao vivo no Coliseu de Lisboa - 21.00h

Publicado por BillLaswell em 02:07 PM | Comentários (1)

SABATON - CRÍTICA

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«Primo Victoria» CD
Black Lodge/Recital

Devido a problemas financeiros com a editora anterior destes suecos, este segundo disco, chamado «Primo Victoria», vê a luz do dia antes da estreia, que está há dois anos à espera de ser editada por uma companhia italiana. A sonoridade da banda é uma mistura difícil de descrever. Se, por um lado, riffs e melodias fáceis se juntam a ambientes épicos como em Running Wild, por outro lado a voz da banda é totalmente diferente do espectro do habitual no heavy metal mais clássico ou old-school, com um timbre bem forte, quase como Slough Feg, embora por vezes surja o fantasma de U.D.O. na sonoridade dos Sabaton. O contraste desta vocalização mais grossa com riffs melódicos e refrões harmoniosos é um cozinhado que nem sempre resulta da melhor maneira, mas vale, nos momentos mais felizes de composição da banda, como no tema-título ou em «Metal Machine», pela diferença que impõe, e pode agradar aos fãs de heavy metal que procuram material mais, por assim dizer... exótico. (6/10)
«Primo Victoria» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:14 AM | Comentários (0)

SECRECY - ENTREVISTA

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Nascidos das cinzas dos Ignoto Deo e My Fallen Angel, os Secrecy são uma das grandes sensações do metal gótico português. O tão esperado disco de estreia, ‘Beneath the Lies’, foi recentemente editado pela Ethereal Sound Works e dá a conhecer uns portuenses não só cheios de estilo mas aptos para adentrar no mercado internacional e reforçar a qualidade do nosso panorama musical.

Após um bom historial de espectáculos ao vivo, porquê só agora o álbum? Que importância tiveram esses concertos para o amadurecimento dos Secrecy?
Os Secrecy começaram a compor os seus temas em inícios de 2002, altura em que te traçaram alguns objectivos. A banda pretendeu consolidar o seu projecto ao vivo como primeiro objectivo, tendo sido totalmente atingido com bastantes actuações um pouco por todo o país. A meio desse percurso surgiu-nos a oportunidade de assinar um contrato com a Ethereal Sound Works. Esse contrato possibilitou-nos a gravação de «Beneath the Lies». O álbum sai agora em inícios de 2005 que julgamos ser o timing perfeito para o seu lançamento, bem como também para a nossa editora.

Nota-se alguma preocupação vossa e da editora na apresentação gráfica do trabalho, disponibilizando no cd algum conteúdo multimédia. Consideram esses extras uma mais valia para uma banda, em que sentido?
Sim, é sempre uma mais valia quando no interior do nosso CD podemos mostrar um pouco mais de nós, da nossa história, de como apareceu a banda e das gravações do álbum. Um conceito interessante a ser explorado em próximos trabalhos da banda.

Expliquem-me melhor o conceito da capa: inicialmente temos uma personagem do sexo feminino aparentemente nostálgica, sentada numa cadeira; na contracapa permanece apenas a cadeira, lembrando algo soturno, melancólico.
O conceito que se encontra subjacente à capa, contra-capa e inlay foi baseado no título do álbum Beneath the Lies». A foto da capa, integra uma personagem feminina que olha para algo distante e demonstra uma total alienação perante a personagem masculina que a toca. Esta, representa uma relação, que não é mais que uma falsa realidade, uma mentira. Na sequência - contra-capa - as personagens desapareceram ficando apenas a cadeira, que simboliza o falso mundo de mentiras no qual se suportava a relação das personagens. A relação não existe mais, nada pode existir se suportado por mentiras a não ser as próprias mentiras. Mas estas também desaparecem e com o tempo apenas fica o mundo real. Mundo esse que é quase vazio, apenas preenchido por memórias da felicidade muitas vezes irreais e que há muito desapareceram. É essa a ideia que nos é transmitida pelo cenário da antiga fábrica de seca do bacalhau, onde os pilares, que outrora serviram para suportar a estrutura onde o peixe era salgado e secado, fazem agora lembrar cruzes de um velho cemitério - memórias que foram enterradas. Este é o conceito que serve de base, no entanto outros enquadramentos serão possíveis de efectuar com base nos quatro elementos compostos - A mulher, o Homem, A Cadeira e o Vazio - assim como na sequência subtractiva constituida pela capa, contra capa e inlay. De notar ainda a particularidade que existe quando se retira o CD, representando a cadeira - o suporte, as mentiras - e que é em si também a musica. Sem o CD fica apenas o vazio, e por analogia o silêncio.

Ao vivo, vocês apresentam uma imagem pouco formal, tocando o guitarrista com um chapéu de cowboy. Nunca vos aconteceu serem mais ou menos creditados por essa mesma imagem?
Bem, isso sempre aconteceu dessa forma porque a banda sempre teve como lema a liberdade visual, principalmente nos primeiros anos de vida. Neste momento as coisas são um pouco diferentes e nos concertos de apresentação do álbum já se notam as diferenças em relação à primeira fase da banda. Achamos sim que o visual da banda é quase tão importante quanto a música, por isso estamos a cuidar desse pormenor com cada vez maior afinco.

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Ou seja, nunca puseram em causa o vosso valor como músicos, por tal "aparência" em palco?
Isso cremos que não, até porque temos tido ao longo dos tempos críticas bem positivas aos nossos temas por pessoas que nem têm necessariamente a ver com o universo gótico.

Ao longo das faixas fica-se com a sensação de que o vocalista quase nunca muda de timbre vocal, chega mesmo a lembrar, constantemente, o grupo Sisters of Mercy («Temple of Love»). O público, ao ouvir uma faixa vossa na rádio, não conhecendo os Secrecy, poderia associá-la a eles, não receiam isso?
É interessante essa questão, já que, por exemplo, uma das entrevistas que nos fizeram apontaram que, dentro do darkwave rock nos afastamos definitivamente dos clássicos como os Sisters. É evidente que a voz do Miguel tem as suas semelhanças, mas não cremos que seja assim tão 'colado' ao Andrew Eldrich, e cremos mesmo que o instrumental solidifica essa diferença.

Qual é o significado do primeiro single «Perfect Isolation»?
«Perfect Isolation» fala-nos de uma visão introspectiva acerca de um mundo construído por uma pessoa que vive à parte de tudo, e apesar de estar rodeado pela vida e pela sociedade isola-se no seu mundo. Tem a ver um pouco com a cultura do anonimato nas grandes cidades em que milhões de pessoas partilham o mesmo espaço físico mas são anónimas umas em relação às outras.

Não se consideram um pouco contraditórios? Afinal o isolamento perfeito é associado a uma utopia: se ficassem 'perfeitamente isolados' como poderiam mostrar o vosso trabalho ao grande público?
Isso é verdade, afinal de contas um dos nossos objectivos é o de chegar ao maior número possível de pessoas. Para tal, o perfeito isolamento não é uma das nossas estratégias, mas o «Perfect Isolation» pode contribuir para uma maior visibilidade da banda, já que acreditamos que é um tema forte e com uma mensagem interessante, acerca do dia a dia isolacionista de muitas pessoas. Além do mais, «Perfect Isolation» é apenas um personagem inventado para contar uma história com música...

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Consideram haver um circuito não só de fãs mas também de bares, lojas, etc, gótico em Portugal?
Bem, em relação a há uns tempos atrás, em que o gótico quase desapareceu de cena, pensamos que vão havendo mais oportunidades dentro desse universo. Há muitas pessoas que são fãs desse movimento. Apesar de tudo pensamos que se trata de revivalismo, e que poderá ter os seus dias contados. O que é facto é que nós fazemos música não só para as pessoas enquadradas nesse universo como também tentamos chegar junto do público em geral, porque achamos que o nosso trabalho ultrapassa as fronteiras do gótico.

Em 2003 actuaram com uma banda conhecida um pouco por todo o mundo, embora apenas no meio gótico: os Inkubus Sukkubus. Isso contribui para que os Secrecy conseguissem abrir algumas 'portas' até então fechadas?
Sim, é sempre um momento importante na vida de uma banda aparecer num concerto de músicos consagrados como os Inkubus Sukkubus. Para além de grandes músicos são uma referência no que diz respeito ao movimento pagão. Foi uma excelente noite e o vídeo amador que possuímos desse concerto faz-nos ter a certeza que estivemos à altura dos Inkubus.

Numa entrevista afirmaram desgostar de um estilo musical "dito mais extremo", porque o consideravam atingir apenas minorias. Assim, porque decidiram enveredar pelo estilo gótico se este, pelo menos em Portugal, parece ser um pouco marginalizado e abranger apenas minorias?
Apesar de tudo, o 'gótico' que praticamos funde-se muito com um vulgar e mainstream rock, conforme se pode ouvir em «Beneath The Lies». O caminho é continuar a cruzar estes dois mundos e chegar ao maior número possível de pessoas, porque temos a certeza que seremos apreciados por mais pessoas se tivermos a oportunidade de nos mostrarmos a elas.

Normalmente, a nossa sociedade associa baixo preço a má qualidade. Não querendo referir nomes, «Beneath the Lies» está a um preço um pouco abaixo da média em comparação com outros artistas. Poderá ser interpretado, tal facto, como uma estratégia de marketing vossa e da editora, para assim poder chegar a um maior número de público?
É objectivo da nossa editora divulgar a música que se faz principalmente em Portugal e fazê-la chegar ao maior número de público possível. Daí que o preço por eles recomendado seja um preço abaixo ao praticado no mercado pois são da opinião de que o preço actualmente praticado é excessivo e por vezes factor impeditivo da aquisição por diversos potenciais compradores. É opinião da nossa editora que a qualidade e o preço não se encontram relacionados e que é possível disponibilizar bons produtos de excelente qualidade a preços justos e acessíveis.

Entrevista por Tiago Oliveira

Publicado por BillLaswell em 12:12 AM | Comentários (0)

LOST SOUL - DIGRESSÃO EUROPEIA

A banda polaca de death metal Lost Soul anunciou uma digressão europeia, que começa já em Abril. Vejam as datas aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:06 AM | Comentários (0)

RAGING SPEEDHORN - ÁLBUM A CAMINHO

«How The Great Have Fallen» é o nome do novo álbum dos britânicos Raging Speedhorn. Foi produzido por Joa Baressi, de Queens Of The Stone Age. A edição está prevista para o dia 23 de Maio, via Steamhammer/SPV.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

SKROL - FESTA DE LANÇAMENTO

No dia 30 de Março realiza-se no TocSin Club, no Bairro Alto (Lisboa) a festa de lançamento do disco «Dances And Marches For The Orphan Age», de Skrol, editado esta semana pela Dagaz Music. A festa vai ter uma selecção musical a cargo da Dagaz e da Equilibrium Music, uma banca de material da Equilibrium e vai ainda ser apresentado, em primeira mão, o novo álbum de Puissance, «Let Us Lead».

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (1)

PAINSTRUCK E VEINLESS AO VIVO

No dia 9 de Abril os Painstruck e os Veinless actuam ao vivo na Casa Amarela, em Santo Amaro, no Larajeiro (Almada), a partir das 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (1)

SOILWORK - DVD A CAMINHO

Os suecos Soilwork planeiam lançar um DVD em jeito de celebração do 10.º aniversário da sua carreira. O DVD deverá conter imagens dos concertos da banda, bem como filmagens de bastidores que o grupo recolheu ao longo dos últimos anos. Antes de embarcarem numa digressão americana com Hypocrisy, Mnemic e Dark Tranquility, o vocalista Björn "Speed" Strid gravou as suas partes do projecto musical que está a desenvolver com o baterista de Blind Guardian Thomen Stauch, já descrito pelo duo como "uma mistura de Alice In Chains e Rammstein". Para além disso, os Soilwork vão fazer parte do cartaz do Ozzfest deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (0)

AGENDA

- The Kamones, The Traumatics e Albert Fish ao vivo no Pavilhão da Igreja Nova de Aljezur - 21.00h
- Freedom, Larkin e On Equal ao vivo no Hard club (Gaia) - 22.00h
- Banshee, Coiratos Violentos e Hell Spiders ao vivo no Lótus Bar (Cascais) - 22.30h

Publicado por BillLaswell em 12:01 AM | Comentários (0)

março 24, 2005

THE SEWERGROOVES - CRÍTICA

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«Constant Reminder» CD
Wild Kingdom/Recital

Mais rock escandinavo na onda de Hellacopters em doses industriais é o propósito para a existência da editora sueca Wild Kingdom, por isso não é uma grande surpresa que estes The Sewergrooves, nos quais tocava até há bem pouco tempo o baterista de The Hellacopters, não façam o mínimo esforço para fugir ao som-tipo que se espera deles. «Constant Reminder» é o terceiro disco da banda, e volta a carregar fortemente na tecla 'Gothemburg rock' que os fãs do som escandinavo exigem, com todos os maneirismos estilísticos que isso implica: uma guitarra muito solta, qualidade de som a imular os anos 70, rock simples e plano e extremas influências de Thin Lizzy e de todas as outras bandas importantes da nova vaga escandinava. Não há nada de novo em «Constant Reminder», por isso resta a quem gosta de rock escandinavo apreciar algumas das boas melodias de The Sewergrooves e fazer os possíveis por esquecer que este tipo de sonoridade foi feita - e está a ser feita - por centenas de outras bandas, com uma boa parte delas a fazê-la de uma forma melhor, mais convincente e com melhores resultados. (6/10)
«Constant Reminder» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:45 AM | Comentários (0)

HATE ETERNAL - ÁLBUM E DIGRESSÃO

«I, Monarch», é o novo álbum dos americanos Hate Eternal, e está já gravado, misturado e mastrizado, devendo ser editado em breve pela Earache Records. Entretanto, a banda anunciou uma digressão americana como promoção do disco. Vejam as datas aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:42 AM | Comentários (0)

ALLEN E LANDE EM PROJECTO CONJUNTO

Pois é... dois dos grandes vocalistas do panorama metálico actual, Jorn Lande (Masterplan, ex-Ark) e Russell Allen (Symphony X) estão a trabalhar num disco conjunto. Allen está neste momento a acabar a sua parte das gravações, e a mistura do álbum está já marcada para o mês de Abril, no Roastinghouse Studio. O lançamento deverá ser feito depois dos meses de Verão, via Frontiers Records.

Publicado por BillLaswell em 12:41 AM | Comentários (0)

MINE(THORN) GRAVAM ÁLBUM DE ESTREIA

Os noise-metallers ingleses Mine(thorn) estão neste momento em estúdio a gravar o álbum de estreia «JunkHive Noir», que vai ser editado pela Code666. A banda vai depois passar a maior parte da Primavera e Verão a completar as gravações e a misturar o disco, que deverá sair em Setembro.

Publicado por BillLaswell em 12:40 AM | Comentários (0)

MOTÖRHEAD CELEBRAM 30.º ANIVERSÁRIO COM DVD

Este é o ano em que os Motörhead celebram 30 anos de carreira. Para comemorar a ocasião, a banda de Lemmy vai lançar um DVD duplo com o concerto que deu em Dusseldorf, Alemanha, em Dezembro passado e um documentário. Este DVD é posto à venda no dia 4 de Julho.

Publicado por BillLaswell em 12:38 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Peste & Sida, Mata-Ratos, Anti-clockwise, Samesugas e Ervas Daninhas ao vivo no Polidesportivo do Pinhal Novo - 18.00h
- Desire, Decayed, Opus Draconis, Invoke e Infernal Kingdom ao vivo no Pavilhão de Exposições da Moita - 20.00h
- The Fire, Pitch Black, Shadowsphere e Secrecy ao vivo no Hard Club (Gaia) - 21.30h
- Fullmoonchild e Enchantya ao vivo no Rock House Café (Alenquer) - 00.00h
- SK6, Dodge This e Twelve 2 Go ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:36 AM | Comentários (0)

março 23, 2005

CELTIC DANCE (Por)/ WOLFTHRONE (Esp) - CRÍTICA

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Split-CD
Ethereal Soundworks

Os Celtic Dance, após alguns anos de inactividade e depois de terem sido ripados no passado pela Shivadarshana Records, ressurgem, desta feita, em formato split-CD com os Wolfthrone. Com uma existência para mais de 10 anos, os três registos já editados («Goddess Of A Thousand Nights», «Ancient Battlecry» e «1488 Blood & Triumph») são considerados, actualmente, como “clássicos” no underground português. «Regressus Ad Uterum», ao longo de seis temas, espelha não só um regresso mas a continuação da vertente war-black-metal e nacionalista a que nos habituaram. Logo, em termos líricos (palavras cliché como ‘sword’, ‘celtic’, ‘warior’) e composição musical continua tudo lá mas, em contrapartida, a produção, mais uma vez, deixa muito a desejar, estando os instrumentos num nível mais elevado que a voz de Conqueror. Os momentos interessantes residem no impiedosamente intenso «To North We March Forth» e nos riffs poderosos de «The Cry of the Warrior». No entanto, acredita-se que com a adequada produção, estas faixas teriam muito mais impacto. Por outro lado, os espanhóis Wolfthrone, apesar de serem uma banda recente (2000), apresentam-nos óptimos temas num misto mais cru e rápido, à la Immortal, condimentado com alguma melodia, que chega a ressoar timidamente aos Primordial em «The Pagan Cult is Still Alive (When the Smoke of the Burning Christian Temples Will Cover the Sky)» e «Mighty Kingdoms of the Elder Raven». Ao longo de 10 faixas, «Memories From Ancestral Times», demonstra não só alguma competência ao nível de peso/melodia, mas contagiante descarga sonora. (6,5/10) Lurdes Matos & Tiago Oliveira

Publicado por BillLaswell em 12:33 AM | Comentários (0)

CALLISTO - REEDIÇÃO A CAMINHO

É já no próximo dia 28 de Março - segunda-feira - que a Earache Recors reedita o álbum «True Nature Unfolds», da banda finlandesa de noisecore atmosférico Callisto. Logo a seguir a banda inicia uma digressão pelo Reino Unido, juntamente com High On Fire e Winnebego Deal. Escutem um sampler do som dos Callisto aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:31 AM | Comentários (0)

HARDLINE TERMINAM GRAVAÇÕES

Os Hardline terminaram finalmente as gravações do seu novo álbum, «Just Add Water», depois do vocalista Johnny Gioeli ter terminado o seu trabalho em estúdio. Ainda não foi adiantada qualquer data de lançamento, mas tanto a Frontiers Records como a banda estão confiantes que conseguirão lançar o disco no final de 2005.

Publicado por BillLaswell em 12:29 AM | Comentários (0)

DISPLEASED RECORDS - NOVOS DISCOS EM ABRIL

Os próximos lançamentos em CD da editora holandesa Displeased Records estão previstos para o dia 28 de Abril. São os álbuns «War Metal» e «Warrior's Death», de Cobalt e Resuscitator, respectivamente.

Publicado por BillLaswell em 12:29 AM | Comentários (0)

MUDANÇAS NO INFERNO

O cartaz do festival noruguês Inferno deste ano registou duas alterações de última hora: as bandas Necrophagist e Mantas cancelaram a sua participação devido a problemas de saúde dos membros e da família destes, e foram substituídos por Nattefrost e Hatesphere.

Publicado por BillLaswell em 12:27 AM | Comentários (0)

NEGURA BUNGET ADIAM ÁLBUM

A banda transilvana de black metal Negura Bunget decidiu adiar a edição do seu novo disco, «OM», para o Outono de 2005, devido a atrasos na composição e gravação. O disco vai ser lançado, recorde-se, numa edição limitada que vi conter, para além do disco, um DVD com um vídeo-clip de uma das faixas do disco, imagens dos concertos de Negura Bunget, uma galeria media muito completa, entrevistas, making-of do disco e mais alguns extras. Para compensar os fãs pelo atraso do disco, a banda romena preparou um MCD, chamado «Inarborat Kosmos», que vai ser lançado pela Code666 no final de Maio em digipack numa edição limitada.

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (0)

THANATOSCHIZO NA PANDEMONIUM RECORDS

Na sequência do fecho de portas da editora londrina Rage Of Achilles, os ThanatoSchizO acabaram de assinar um contrato discográfico internacional pela editora australiana Pandemonium Records. «Turbulence», o novo disco da banda de Santa Marta de Penaguião, será assim editado em todo o mundo no segundo trimestre deste ano, depois de ter tido uma pré-edição nacional em meados de 2004. A relação entre o grupo e a editora australiana contempla ainda o licenciamento do segundo álbum, «InsomniousNightLift» para uma reedição na Austrália e Nova Zelândia.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (0)

REQUIEM LAUS NO ROQUEFEST

Os madeirenses Requiem Laus são a mais recente confirmação no festival Roquefest. Mais pormenores aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:23 AM | Comentários (2)

BLACK LABEL SOCIETY NO TOP

«Mafia», o novo álbum de Black Label Society, entrou para o top oficial de vendas americano directamente para 15.º lugar, com mais de 41.500 unidades vendidas na primeira semana de lançamento. O disco estrou-se também em 1.º lugar no top de lançamentos independentes da Billboard. Os Black Label Society foram também confirmados no palco principal dos concertos deste ano do Ozzfest.

Publicado por BillLaswell em 12:22 AM | Comentários (0)

CALLENISH CIRCLE PREPARAM NOVO ÁLBUM

Os holandeses Callenish Circle estão já em fase de composição para o seu novo álbum de originais, o quinto da carreira da banda. Até agora estão compostas seis novas faixas. As gravações vão decorrer em Maio e Junho, na Holanda, com produção de Gail Liebling (líder de Gail Of God). A mistura vai ser feita na Dinamarca por Tue Madsen (The Haunted, Illdisposed, Mnemic) no conhecido Antfarm Studio. A masterização vai ser feita por Peter Neuber no Mega Wimp Sound, na Alemanha. O novo disco vai também conter um DVD bónus com um concerto da banda, um home-video da viagem dos Callenish Circle ao Piorno Rock Festival em Espanha, um studio-report e algumas outras coisas. O lançamento está previsto para Novembro, via Metal Blade Records.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Mão Morta e Bizarra Locomotiva ao vivo na Aula Magna de Lisboa - 21.30h
- Edição de «Symphony Of Glory», de Gaia Epicus

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

março 22, 2005

FEAR THY NAME - CRÍTICA

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«Riding The Chariots Of War» Demo-CD
Auto-financiado

Segunda demo dos portugueses Fear Thy Name, que misturam dark, black e thrash metal na sua música, que resulta numa sonoridade obscura, complexa e interessante. Os três temas da demo demonstram a evolução do grupo desde «I - The Awakening», sobretudo em termos de coesão técnica e maturidade de composição. Ainda assim, mantém-se a tendência dos Fear Thy Name para agruparem muitas ideias nos seus temas, resultando cada um deles por vezes mais complexo do que o ideal, com ideas que davam para dois ou, por vezes, três temas distintos. Ainda assim, é notável como a banda consegue, quase sempre a meio-tempo, propor uma diversidade tão grande de riffs, e misturá-la com um ambiente de teclados sempre presente, que agradará porventura a todos os que gostavam dos primeiros tempos de In Solitude. As incursões instrumentais mais melódicas estão entre as novidades que se aplaudem, juntamente com a coesão que leva os Fear Thy Name a apresentarem a sua mistura de estilos com uma personalidade apreciável. A produção é, a par do que tinha acontecido com a demo anterior, de um cuidado e profissionalismo de que a banda se pode orgulhar. «Riding The Chariots Of War» fica assim, portanto, no limiar do que de melhor se vai fazendo no underground nacional em termos de fusão de dark com black metal, e os Fear Thy Name começam a ser um dos nomes fortes da nossa cena. (7/10)
«Riding The Chariots Of War» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:16 AM | Comentários (1)

THE BERZERKER EM ESTÚDIO

Os the Berzerker já estão em estúdio a gravar o novo álbum de originais. Vejam um studio-report aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:14 AM | Comentários (0)

KELLY KEAGY - NOVO DISCO A SOLO

O vocalista e baterista de Night Ranger, Kelly Keagy, está a compôr para o seu segundo álbum a solo. Três faixas já estão prontas, feitas em parceria com Jim Peterik de Pride Of Lions e Survivor, e Keagy tem planos para ter mais faixas prontas ainda este mês. Em Abril o músico vai trabalhar com o seu companheiro de banda Jack Blades para completar a composição do disco. A gravação está prevista para o Verão.

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CIBORIUM - NOVO TEMA ONLINE

Os portugueses Ciborium disponibilizaram um novo tema para download no seu site. Vale uma visita.

Publicado por BillLaswell em 12:12 AM | Comentários (0)

GAIA EPICUS - NOVO DISCO ESTA SEMANA

É já amanhã que é editado «Symphony Of Glory», o novo álbum da banda de power metal sinfónico norueguesa Gaia Epicus. Este segundo disco foi gravado e misturado nos Top Room Studios (usados por Pagan's Mind e Tristania), com a masterização feita no Bazement Muzik Studio (Symphony X, Metalium, Vanden Plas), na Alemanha. A edição é da Sound Riot.

Publicado por BillLaswell em 12:11 AM | Comentários (0)

KRYPT OF KERBEROS - EDIÇÃO EM CD

A editora australiana Bleed Records acaba de editar o CD «The Macrodex Of War», que junta as demos, promos e 7" EP's gravados pela anda sueca Krypt Of Kerberos. Os Krypt Of Kerberos fizeram algum sucesso no underground sueco na primeira metade dos anos 90, e contavam na sua formação com Daniel Gildenglow, o actual líder de Pain Of Salvation e com Peter de Arcana, bem como elementos que mais tarde viriam a formar bandas como The Black, House Of Usher, Infester e Maze Of Torment. Os Krypt Of Kerberos praticavam death metal melódico, que mais tarde evoluiu para um estilo bem mais progressivo. Encomendem o CD através do e-mail anatomybleedrecords@hotmail.com

Publicado por BillLaswell em 12:10 AM | Comentários (0)

ABORYM NA SEASON OF MIST

Os Aborym assinaram um contrato com a Season Of Mist, válido por dois álbuns. O novo álbum da banda vai ser gravado entre os meses de Abril e Maio em Roma, Itália. Entretanto, a formação da banda sofreu várias alterações. Bard G. Eithun, conhecido como Faust (ex-Emperor, Scum) é agora o baterista, enquanto que Prime Evil (ex-Mysticum) é o novo vocalista. Estes dois novos elementos juntam-se ao line-up constituído pelos guitarristas Nysrok Infernalien e Seth (Dissection), pelo baixista e teclista M-Fabban e pelo vocalista convidado Attila Csihar (Mayhem). Os 'novos' Aborym encontram-se neste momento a trabalhar numa nova faixa especial, juntamente com Richard K. Szabo, de TWZ.

Publicado por BillLaswell em 12:10 AM | Comentários (0)

SUMMON NA EUROPA

Os americanos Summon começam esta semana uma digressão europeia que visa promover o novo álbum de originais, «Fallen», que deverá chegar às lojas no dia 25 de Abril. A banda vai andar na estrada com os holandeses God Dethroned até ao dia 9 de Abril, data a partir da qual actuará como cabeça de cartaz até ao dia 23 de Abril. Está prevista uma passagem dos Summon por Portugal no dia 22 de Abril, dia em que actuarão no Barroselas Metal Fest, e no dia 23, último dia da digressão, num local ainda a confirmar em Lisboa.

Publicado por BillLaswell em 12:09 AM | Comentários (0)

MOURNING CARESS - GUITARRISTA DE FORA

Os Mourning Caress dispensaram o guitarrista Florian devido a 'diferenças musicais irreconciliáveis'. Enquanto não apresenta um substituto, o grupo está a trabalhar em novos temas para o próximo disco, que sucederá a «Imbalance».

Publicado por BillLaswell em 12:08 AM | Comentários (0)

WORMFOOD NA CODE666

A jovem banda francesa Wormfood assinou um contrato discográfico com a Code666. A banda pratica metal moderno, vanguardista e variado, com vocalizações em inglês e em francês, alternando entre dark, death, black, gothic, punk ou chanson francesa. A coisa promete, com o novo álbum agendado para o Outono deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:07 AM | Comentários (2)

CRYPTOSY - REEDIÇÃO EM LP

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A Displeased Records vai editar, no dia 28 de Março, uma versão em LP do mítico álbum «Blasphemy Made Flesh», da banda canadiana de death/grind Cryptosy. Esta é a primeira vez que este álbum chega ao formato vinil, numa edição que vai conter a capa original.

Publicado por BillLaswell em 12:06 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Gazua ao vivo no Neutro Club (Lisboa) - 22.30h

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (1)

março 21, 2005

TORTURE WHEEL - CRÍTICA

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«Crushed Under...» MCD
Firedoom Music/Recital

Este é o projecto a solo de E.M. Hearst, membro dos americanos Wraith Of Ropes, que procura aqui a mais negra e desesperante expressão de doom metal. As descrições 'industrial doom' e 'doom surrealista' que a editora emprega não andam longe da realidade, já que as influências dark ambient/industriais de Torture Wheel são mais que evidentes ao longo dos três longos temas deste MCD. Se, por um lado, os pesados teclados instalam um ambiente verdadeiramente funéreo na cabeça de quem escuta «Crushed Under...», por outro lado os trabalhos vocal e de guitarra deixam muito a desejar, subjugando-se invariavelmente a um som de sintetizadores que é o verdadeiro 'crusher' que o título sugere. Assim sendo, esta terceira entrada na discografia do projecto de E.M. Hearst poderá apenas agradar a quem está mais envolvido em música dark ambient do que a quem gosta de doom metal propriamente dito, devido a uma sobrevalorização do ambiente ante uma desvalorização do elemento metal da música de Torture Wheel. Se me perguntarem a mim, creio que há projectos bem mais válidos a fazerem este estilo de música. (5/10)
«Crushed Under...» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:10 AM | Comentários (0)

MORTIIS - NOVO SINGLE

O norueguês Mortiis prepara-se para lançar o segundo single do seu novo álbum «The Grudge». O tema escolhido foi «Decadent & Desperate», e deverá ser editado no dia 25 de Abril. A edição vai ainda conter quatro novas faixas, gravadas especialmente para este single. Mais detalhes aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:07 AM | Comentários (4)

SEVENTH KEY - DVD AO VIVO

Os Seventh Key vão finalmente lançar um DVD ao vivo. A gravação vai decorrer em Los Angeles em Junho, com direcção da filha de Mike Slamer, Nicole. O vocalista Terry Brook vai aparecer como convidado no concerto, e a banda vai tocar músicas dos dois discos de Seventh Key, mais algumas surpresas. O DVD vai também incluir os vídeos gravados pela banda de Mike Slamer e Billy Greer, incluindo o recente «Love Train» e «An Ocean Away», e vai conter algumas entrevistas como extras. A data de lançamento segue dentro de momentos.

Publicado por BillLaswell em 12:05 AM | Comentários (0)

EXCALION - ÁLBUM NA SOUND RIOT

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Os finlandeses Excalion, que praticam power metal sinfónico algures entre Nightwish e Stratovarius, vão editar o álbum «Primal Exhale» através da editora nacional Sound Riot Productions no dia 17 de Maio.

Publicado por BillLaswell em 12:03 AM | Comentários (0)

MILLENIUM FEST - CARTAZ COMPLETO

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Está completo o cartaz do Millenium Fest, que acontece no dia 13 de Maio no Pavilhão de Vale de Milhaços, a 500 metros da estação de comboios de Corroios. As bandas que vão actuar são os Opus Draconis, Neurotic, Shadowsphere, The Firstborn, Decapitated e Primordial. As portas abrem às 19.00h

Publicado por BillLaswell em 12:01 AM | Comentários (0)

março 20, 2005

LEAVE'S EYES - DETALHES SOBRE MCD

O novo MCD «Elegy», de Leave's Eyes, é editado no próximo dia 2 de Maio. Vai conter a versão do álbum e uma versão edit do tema-título, bem como três temas inéditos e uma versão demo da faixa «Solemn Sea». O MCD vai estar disponível ao preço de um single.

Publicado por BillLaswell em 11:59 PM | Comentários (0)

GAZUA AO VIVO

Os punk-rockers portugueses Gazua actuam ao vivo na próxima terça-feira, dia 22 de Março, no Neutro Club, que fica na Avenida D. Carlos I, em Lisboa. O concerto começa às 22.00h, e a entrada é livre.

Publicado por BillLaswell em 11:58 PM | Comentários (1)

FOZZY - CRÍTICA

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«All That Remains» CD
Steamhammer/Recital

Os norte-americanos Fozzy têm um sucesso alicerçado, para quem não sabe, na enorme popularidade do lutador da World Wrestling Entertainment, Chris Jericho, que é vocalista da banda. Ainda assim, os dois primeiros álbuns do grupo demonstravam um pouco mais do que apenas um lutador famoso a cantar, impressionando sobretudo pelo equilíbrio de elementos de um hard rock pesado, melódico e moderno ao mesmo tempo. «All That Remains» mantém essa mesma linha. As melodias e harmonias vocais de Chris Jericho são um dos pontos altos, sendo que os riffs e solos de guitarra são a principal surpresa do disco, mercê do excelente trabalho de Rich Ward e de Ryan Mallun, com ajuda de convidados como Zakk Wylde, de Black Label Society e Marty Friedman, ex-Megadeth. O resultado é um disco de bom hard rock melódico moderno americano, algures entre o luxo de guitarras de Ozzy Osbourne e Black Label Society e as melodias contemporâneas de bandas como A Perfect Circle e Adema. Os temas ainda não são todos brilhantes em termos de composição, mas quando os Fozzy forem capazes de fazerem um disco inteiro com a qualidade de temas como «Enemy», teremos aqui um caso sério. (7/10)
«All That Remains» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 02:17 AM | Comentários (0)

FELLOWS DE REGRESSO

Depois de algum tempo de inactividade os portugueses Fellows vão finalmente voltar aos concertos já no dia 26 de Março, no Rock House Café, em Alenquer. A entrada para o concerto custa Eur 2,50 e dá direito a uma bebida e a um CD-single com dois temas da banda. Os temas podem, entretanto, ser ouvidos aqui.

Publicado por BillLaswell em 02:14 AM | Comentários (0)

ADEMA - MAIS NOTÍCIAS

Depois de nomes como Henry Rollis, 50 Cents e The Vandals, os Adema vão tocar um concerto muito especial no Golfo Pérsico, para as tropas americanas estacionadas naquele local do globo. Este será um concerto muito especial para Luke Caraccioli, o novo vocalista de Adema, uma vez que pertenceu aos 'Marines' até ao Verão do ano passado, e esteve precisamente no Golfo Pérsico. Mais detalhes aqui.

Publicado por BillLaswell em 02:13 AM | Comentários (0)

ROYAL HUNT - ÁLBUM QUASE PRONTO

Na segunda-feira começa o trabalho de mistura do novo álbum dos heróis dinamarqueses de metal sinfónico Royal Hunt, que vai chamar-se «Paper Blood». A edição está prevista para o dia 6 de Junho, via Frontiers Records.

Publicado por BillLaswell em 02:11 AM | Comentários (0)

março 19, 2005

BLACK LABEL SOCIETY - CRÍTICA

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«Mafia» CD
Artemis Records/Edel

O sexto álbum de originais de Black Label Society surge depois de um dos grandes discos da carreira da banda de Zakk Wylde, que foi «Hangover Music Vol. IV» e, por isso, tem a ingrata tarefa de ser 'diferente' do brilhantismo de um disco praticamente apenas composto por baladas. Paradoxalmente, é em «Mafia» que se começa a notar a derrapagem dos Black Label Society em reinventarem a sua própria receita musical, resultando em temas menos bem conseguidos, em termos de composição, entre as 14 propostas do disco. A prestação instrumental da guitarra de Zakk Wylde continua a ser excelente, e é precisamente nos solos que está o expoente máximo deste disco, para além da imagem de marca da sonoridade da guitarra no homem de mão de Ozzy Osbourne. Mas a receita Ozzy-meets-Guns-n-Roses de Black Label Society começa a saber um pouco a mofo, e é confrangedor notar que os 14 temas de «Mafia» custam um pouco a passar. Sobretudo nos temas a meio-tempo, Zakk Wylde e companhia começam a revelar alguma falta de ideias que deixa antever um futuro não muito risonho para uma das bandas mais brilhantes da história do rock'n'heavy americano. (6/10)
«Mafia» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 04:04 PM | Comentários (0)

MATA-RATOS GRAVAM CD AO VIVO

O concerto que os Mata-Ratos vão dar no dia 24 de Abril em Martingança (Leiria), inserido no II Rastilho Fest, vai ser gravado para a edição daquele que será o primeiro álbum oficial ao vivo na mítica banda de punk-rock nacional. Como a noite inclui também concertos de Blacksunrise e The Parkinsons, é uma boa ocasião para uma visita a Martingança.

Publicado por BillLaswell em 01:38 AM | Comentários (4)

BORN FROM PAIN - DISCO EM ABRIL

«In Love With The End», o novo disco de Born From Pain, vai ser lançado no dia 18 de Abril via Metal Blade Records. A banda vai dar dois concertos de lançamento do álbum, um na Holanda no dia 21 de Abril e outro na Alemanha no dia 23 do mesmo mês. «In Love With The End» vai ser ainda lançado em vinil também, através da GSR, como parte de uma caixa que vai conter também os dois álbuns anteriores da banda, «Reclaiming The Throne» e «Sands Of Time», todos em picture-disc, para além do MCD «Immortality» em formato de 7" duplo. No último fim-de-semana, os Born From Pain gravaram um vídeo para o tema «Rise or Die», que vai ser o primeiro single do álbum. A seguir ao lançamento, a banda começa uma digressão europeia que deverá, em princípio, passar por Portugal.

Publicado por BillLaswell em 01:37 AM | Comentários (0)

ADEMA - SINGLE NA PRÓXIMA SEMANA

«Tornado», o primeiro single retirado do novo álbum dos norte-americanos Adema, «Planets», chega às lojas na próxima segunda-feira, dia 21 de Março. O single, que conta com uma faixa exclusiva chamada «The Thing That Should Not Be», versão do tema do mesmo nome de Metallica, vai ter duas versões - vinil 7" e CD - que vão estar disponíveis apenas durante uma semana. Comprem a versão em CD aqui e a versão em vinil aqui.

Publicado por BillLaswell em 01:33 AM | Comentários (0)

BRAZEN ABBOT - DISCO EM JUNHO

«My Resurrection», o novo disco de Brazen Abbot, é editado no dia 6 de Junho pela Frontiers Records. Os vocalistas convidados que vão aparecer no álbum são Joe Lynn Turner, Goran Edman e Tony Harnell. Para além disso Erik Martensson também entra no disco.

Publicado por BillLaswell em 01:32 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Shadowsphere, Ho-Chi-Minh, W.A.K.O., From Now On, Dizmal e 2 Sacos E Meio ao vivo na Junta de Freguesia de Benfica - 15.00h
- Ramp, Re:Aktor, Painstruck, D'Evil Leech Project, Ethereal, Shrapnel, Masque Of Innocence e Crankshaft ao vivo no Parque Tejo, Parque das Nações (Lisboa) - 17.00h
- Dwelling, Tobias Strahl e Evola ao vivo na Casa do Teatro de Sintra - 18.00h
- In Tha Umbra, Deep Odium, Enchantment e Hematoma ao vivo na Associação R.C. Músicos de Faro - 20.00h
- Anti-Clockwise, We Were Wolves, Rolls Rockers, The Traumatics, Decreto 77, Minoria Activa e Piss! ao vivo no Largo do Torreão (Guarda) - 21.00h
- Acromaníacos e Barafunda Total ao vivo no Cadaval - 21.00h
- Mata-Ratos, Deskarga Etílika, Sem Cura e Canhões de Guerra ao vivo no CRC, em Cabanas de Tavira (Faro) - 21.00h
- Arya e Tendrills ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- Underneath, Humanart, Godiva e Green Machine no bar do campo de futebol de vila Cova (Barcelos) - 22.00h
- Amor-te, Negative Gain e Solid Impact ao vivo no Bar Académico, em Vila Real - 22.00h
- Mão Morta ao vivo no Castelo de Sines - 22.00h
- Bizarra Locomotiva e Mofo ao vivo na Oficina do Cais (Montijo) - 23.00h
- Dixit ao vivo no Março Fora d'Horas (antigo Refeitório da Mundet), no Seixal - 23.00h
- Peste & Sida ao vivo na Praça do Comércio
- Ferro & Fogo ao vivo no Restaurante-Bar Sol Posto, em Castro Verde

Publicado por BillLaswell em 01:30 AM | Comentários (0)

março 18, 2005

ROQUEFEST - ALTERAÇÕES

O festival Roquefest, que acontece nos dias 9 e 10 de Maio em S. Roque, nos Açores, vai tendo o seu cartaz composto. A mais recente confirmação chama-se Sick Souls, e é uma banda da linha de Cascais.

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Edição de «Riding The Chariots Of War», de Fear Thy Name

Publicado por BillLaswell em 12:18 AM | Comentários (0)

março 17, 2005

GRAU - NOVAS EDIÇÕES

A Grau, sub-editora da Prophecy Productions, tem um novo disco disponível desde o início da semana: trata-se de «The Balance Of Blue», de Mandrake, que praticam um metal gótico com voz feminina capaz de agradar a fãs de bandas como Lacuna Coil, Within Temptation (antigo) e Theatre Of Tragedy. O disco tem uma edição normal, e uma edição limitada, num luxuoso digipack com um disco-extra que tem cinco faixas extra. O próximo lançamento da editora é o novo álbum dos irlandeses Mourning Beloveth, que se chama «A Murderous Circus», e que traz de volta o doom metal desesperado da banda. Também este título vai ter direito a uma edição limitada, em digipack luxuoso e com um disco-extra. O lançamento está previsto para o dia 29 de Março.

Publicado por BillLaswell em 08:43 PM | Comentários (0)

APOSTHATE EM ESTREIA

«First Born Evil» é o nome do MCD de estreia dos italianos Aposthate. São oito faixas de death/black metal blasfemo, e o MCD está disponível desde já através da Thy Anthem Fades Productions.

Publicado por BillLaswell em 08:42 PM | Comentários (2)

TRIBUTE A CHUCK SCHULDINER

A editora chinesa Areadeath Productions está a compilar um disco de tributo ao malogrado líder de Death Chuck Schuldiner, que vai chamar-se «Unforgotten Past – A Tribute To Chuck Schuldiner». Vai conter temas de Moonskin, Perditism, Insision, Backyard Mortuary, Hyonblud, Two Pain Organized, Pirates Of Spirit, Hypnotic, Gory Blister, Suffocated, Irredemption, Dungortheb, Massmurder e Ritual Day.

Publicado por BillLaswell em 08:41 PM | Comentários (1)

NEKROMETAL ACTUALIZADO

O site Nekrometal foi recentemente actualizado, com uma entrevista a Lux Ferre, entre algumas outras coisas. Visitem-no aqui.

Publicado por BillLaswell em 08:40 PM | Comentários (0)

FORGOTTEN SUNS AO VIVO

No dia 30 de Março a banda portuguesa de rock progressivo Forgotten Suns actua ao vivo no bar 5.º Elemento, em Odivelas, a partir das 22.00h.

Publicado por BillLaswell em 08:39 PM | Comentários (0)

ROQUEFEST NOS AÇORES

O festival Roquefest decorre nos dias 9 e 10 de Maio em São Roque, nos Açores. A edição deste ano já tem confirmadas bandas insulares como Psy Enemy, Zymosis, Minority, Dark Emotions, Septic Miracle, In Peccatvm e Stampkase. Há ainda algumas bandas a confirmar, entre grupos insulares e continentais. Mais informações aqui.

Publicado por BillLaswell em 08:37 PM | Comentários (0)

FESTIVAL ROCK IN RIBEIRA SECA

Este ano acontece a terceira edição do Festival Rock In Ribeira Seca, que decorre nos dias 5 e 6 de Agosto na Praia Areal de Sta. Bárbara, em Ribeira Seca da Ribeira Grande. As bandas que já confirmaram a sua presença para este ano são os Tarântula, Rock & Rock e Post Scriptum. Mais notícias em breve.

Publicado por BillLaswell em 08:36 PM | Comentários (0)

BORN FROM PAIN EM PORTUGAL

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No dia 21 de Maio os holandeses Born From Pain actuam em Portugal, mais concretamente no C.R.P. de Campolide, a partir das 19.00h. A fazer a primeira parte do concerto estarão os alemães Zero Mentality e os portugueses Painstruck, For The Glory, More Than Hate e If Lucy Fell. A entrada custa Eur 10,00.

Publicado por BillLaswell em 08:35 PM | Comentários (0)

THANATOSCHIZO EM SANTA CATARINA

No dia 15 de Abril os vanguardistas ThanatoSchizO actuam num formato acústico especial na Fnac de Santa Catarina, no Porto, a partir das 18.00h. A banda promete um set muito especial, com todos os temas re-arranjados e um fim de tarde muito soalheiro para quem gosta de Opeth, Anathema... Portished e Kusturika. Quem os viu neste formato na Fnac de Almada sabe que é verdade.

Publicado por BillLaswell em 11:43 AM | Comentários (0)

EXCURSÃO A NINE INCH NAILS

A Metal Bus Tour está a organizar uma excursão ao concerto de Nine Inch Nails em Barcelona, Espanha, no dia 29 de Junho. O custo são Eur 135,00, e a partida é feita de Lisboa, desta vez sem passagem no Porto.

Publicado por BillLaswell em 12:07 AM | Comentários (1)

março 16, 2005

RITUAL CARNAGE DE REGRESSO

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Os janopenes Ritual Carnage preparam o regresso às edições, com um novo disco chamado «Do Not Resuscitate». O disco foi gravado entre o Japão e Jacksonville, nos Estados Unidos, onde o vocalista Danny vive actualmente. A edição vai, a exemplo do que já tinha acontecido com «The Birth Of Tragedy», ficar a cargo da Osmose Productions.

Publicado por BillLaswell em 09:32 PM | Comentários (0)

GRUNTSPLATTER - NOVO DISCO

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Três anos depois de «Chronicling The Famine», um dos mais interessantes projectos americanos de death/industrial ambient está de regresso para um novo disco. «The Eulogists Assembly» é, assim, o novo álbum de Gruntsplatter, editado pela Eibon Records e disponível pela módica quantia de Eur 14,00 (portes incluídos) directamente através da editora.

Publicado por BillLaswell em 09:30 PM | Comentários (0)

FEAR THY NAME - NOVO DISCO

Os portugueses Fear Thy Name editam o seu novo trabalho, «Riding The Chariots Of War» já na sexta-feira, dia 18 de Março. O disco vai estar disponível exclusivamente no site da banda a um preço muito especial. As reservas já estão abertas.

Publicado por BillLaswell em 09:29 PM | Comentários (0)

JOHN WETTON E GEOFFREY DOWNES JUNTOS EM DISCO

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'Icon' é o nome do projecto que junta dos dos mais míticos membros dos históricos Asia: o vocalista John Wetton e o baixista Geoffrey Downes. Neste projecto, os dois músicos contam com ajuda de Steve Christey (Jadis) na bateria e John Mitchell (Arena, Kino) na guitarra. Os convidados que aparecem no disco incluem nomes como Annie Haslam (Renaissance), Ian McDonald (Foreigner, King Crimson), Hugh McDowell (ELO) e Mike Stobbie. O álbum «Icon» é editado no dia 16 de Maio via Frontiers Records. Escutem samples aqui e aqui.

Publicado por BillLaswell em 09:28 PM | Comentários (0)

DAGAZ PROMOVE FESTA EM SINTRA

A Dagaz Music realiza, no próximo dia 19 de Março, mais uma festa especial na Casa do Teatro de Sintra, com três concertos acústicos, no caso Dwelling, Tobias Strahl e Evola. As portas abrem às 18.00h, e as entradas são limitadas a 60 pessoas. Os bilhetes custam Eur 2,50. Entretanto, a Dagaz prepara o seu primeiro lançamento, que vai ser o disco «Dances And Marches For The Orphan Age», de Skrol. Disponível esta semana. Escutem samplers aqui. Em breve teremos uma análise do disco aqui.

Publicado por BillLaswell em 09:26 PM | Comentários (0)

MORTUARY DRAPE EM LP

A Avantgarde acaba de disponibilizar uma versão em LP do disco «Buried In Time», dos franceses Mortuary Drape. A edição é em vinil pesado, e limitada a 500 cópias, por isso despachem-se a encomendar se quiserem uma.

Publicado por BillLaswell em 09:25 PM | Comentários (0)

PHAZM TRABALHAM COM NOVO BATERISTA

Os franceses Phazm estão neste momento em plena fase de ensaios para os próximos concertos. Com eles está o baterista Cedhryck (Solekahn), uma vez que Dyrhk está em digressão pelos Estados Unidos com os Soilwork.

Publicado por BillLaswell em 09:24 PM | Comentários (0)

DEVILYN - DISCO DISPONÍVEL

Está finalmente disponível para encomendas o aguardado regresso dos heróis polacos do death metal Devilyn. «11» é o nome do disco, a edição é da Conquer Records e as encomendas podem ser feitas aqui. Para ouvirem um sampler sigam este link.

Publicado por BillLaswell em 09:23 PM | Comentários (0)

LIGHT? - DISCO DE ESTREIA

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«Mirrors», o disco de estreia do duo russo Light? acaba de ser editado pela Stygian Crypt Productions. São 14 temas de um metal gótico com elementos black metal, doom e até progressivos. Adquiram o disco directamente através da banda, que podem contactar através do e-mail mirrorsdan@mail.ru

Publicado por BillLaswell em 09:21 PM | Comentários (0)

ELIS NÃO CONFIRMADOS

A data anunciada para os Elis em Portugal - o dia 3 de Setembro, no festival AngraRock, em Angra do Heroísmo, Açores - NÃO está confirmada. O anúncio da data deveu-se a um erro de informação entre o promotor da banda e a editora, à qual a Feedback e a agência que organiza o Angrarock são alheios.

Publicado por BillLaswell em 10:52 AM | Comentários (0)

março 14, 2005

FEEDBACK EM BAIXA

Devido a problemas informáticos, o quartel-general da Feedback - conhecido como o quarto do BillLaswell - está temporariamente sem computador, pelo que estamos impossibilitados de actualizar o blog com a regularidade desejada. Pelo motivo apresentamos as nossas desculpas, esperando debelar o problema o mais rapidamente que nos for possível.

Publicado por BillLaswell em 10:20 AM | Comentários (4)

março 12, 2005

FESTIVAL ALTA TENSÃO

No dia 19 de Março decorre em Lisboa, no Parque Tejo (em Sacavém), o Festival Alta Tensão, a partir das 17.00h, que conta com actuação de Ramp, Ethereal, Painstruck, Re:Aktor, D'Evil Leech Project, Shrapnel, Masque Of Innocence e CrankShaft.

Publicado por BillLaswell em 02:36 PM | Comentários (6)

LUNATICA NA ESTRADA COM MOB RULES

A digressão europeia de Mob Rules e Domain vai ter mais uma banda no cartaz: os Lunatica. Os países que a digressão vai percorrer, entre 29 de Abril e 8 de Maio, são a França, Alemanha, Suíça e Bélgica.

Publicado por BillLaswell em 02:35 PM | Comentários (0)

OPUS DRACONIS PROCURAM BAIXISTA

A banda portuguesa de black metal Opus Draconis está neste momento à procura de um novo baixista para a sua formação, depois do actual ocupante do lugar ter declarado a sua indisponiblidade para acompanhar o ritmo de promoção e concertos que se avizinham, em virtude da edição do álbum de estreia «Satanic Truth About False Union». Quem estiver interessado em concorrer ao lugar deve escrever para o e-mail nemesis@nemesismusica.com

Publicado por BillLaswell em 02:34 PM | Comentários (0)

RAMP - VÍDEO NA SIC RADICAL

O programa Hypertensão, de António Freitas, na Sic Radical, vai estrear o novo vídeo dos Ramp, do tema «Anginho da Guarda», no dia 16 de Março, entre a 1.00h e as 2.00h da manhã. Estão previstas repetições para os dias 20 de Março (3.00h e 19.30h) e 21 de Março (9.30h).

Publicado por BillLaswell em 02:33 PM | Comentários (1)

PITCH BLACK - ÁLBUM AGENDADO

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«Thrash Killing Machine», o álbum de estreia dos portugueses Pitch Black, já tem lançamento marcado. O disco sai no dia 18 deste mês através da Recital Records. O lançamento do disco fica também marcado, no dia 18 de Março, pelo concerto da banda no Colinas Bar, em Albergaria-a-Velha, às 22.30h.

Publicado por BillLaswell em 02:33 PM | Comentários (0)

SOCIETY 1 - CRÍTICA

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The Sound That Ends Creation CD
Earache Records/Megamúsica

«The Sound That Ends Creation» é o segundo disco de Society 1, um projecto criadodo por e que vive à conta de Matt Zane, o controverso vocalista ex-estrela porno e que até dá concertos pendurado por ganchos na carne. Em termos musicais os Society 1 são uma mistura de influências mais difícil de perceber do que de descrever. O objectivo é juntar o melhor do rock e do metal e adicionar-lhe influências góticas e industriais a gosto, conforme a ambiência que se queira dar a cada um dos temas em particular. O resultado cheira mais a refogado do que a um prato bem confeccionado. Se, no primeiro tema deste disco, os Society 1 surgem mais industrais que nunca, com muito groove, quase a fazer lembrar Rob Zombie, logo no segundo tema Matt Zane aplica a sua voz mais emotiva e vai buscar o fantasma de Alice In Chains para a sua música. E as incongruências continuam pelo álbum fora, atingindo o paradoxo total quando, em «I Love Her», os Society 1 prestam homenagem (só pode ser homenagem, deixem-me acreditar nisso) aos Type O Negative, com um tema tão gótico que chega a ser ridículo e Zane a soar como Pete Steel. Coerência é coisa que este som-que-acaba-com-a-criação não tem, e salvam-se apenas dois ou três temas dispersos, se - lá está - nos esquecermos de onde eles vêm. Como disco em si, esperava-se mais de uma banda como Society 1. (6/10)
«The Sound That Ends Creation» é editado no dia 14 de Março

Publicado por BillLaswell em 12:58 PM | Comentários (0)

IMPALED NAZARENE - ÁLBUM AO VIVO PRONTO

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Finalmente. A tempo de celebrar os 15 anos de caos alcoólico, violência e carreira, chaga finalmente o tão esperado primeiro disco oficial ao vivo dos Impaled Nazarene, «Death Comes In 26 Carefully Selected Pieces». Gravado no último mês de Dezembro no Tavastia Club, em Helsinquia, Finlândia, o disco conta com as referidas 26 faixas que cobrem toda a carreira da banda, inclusive dos EP's. O disco foi misturado no Sonic Pump Studio pelo engenheiro de som da banda Tapio Pennanen. A masterização foi feita por Mika Jussila no Finnvox. O lançamento está previsto para o fim de Maio, via Osmose Productions.

Publicado por BillLaswell em 12:56 PM | Comentários (1)

SOUL SIRKUS - VÍDEO ONLINE

O primeiro vídeo retirado do álbum «World Stage», de Soul Sirkus, já está disponível online. Vejam-no aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:54 PM | Comentários (0)

MANOWAR NA SPV

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A distribuidora independente alemã SPV assinou um contrato de distribuição exclusivo com a Magic Circle Music, que vai permitir à gigante alemã distribuir os próximos lançamentos de Manowar. A Magic Circle Music é a editora detida pelos Manowar, através da qual negoceiam os direitos aos seus discos.

Publicado por BillLaswell em 12:53 PM | Comentários (0)

AGENDA

- Invoke, Opus Draconis e VS777 ao vivo no Palco Oriental, perto do Convento do Beato (Lisboa) - 16.00h
- Cryfemal, Infernüs, Inner Helvete, Kernunnos, Wrath, The Art Of Blasphemy, Coldblooded e Hallvete ao vivo no Clube de Castelo Branco - 16.00h
- Theriomorphic, Agonized, Stuprum Dei, Humanart, Negative Gain e Decrepidemic ao vivo no Centro Cultural de Santo Adrião (Braga) - 17.00h
- Genoflie, Wise Bomb e Blind Charge ao vivo no Centro Cultural O Bêco, em S. Ramão do Coronado (Maia) - 22.00h
- Pó d'Escrer ao vivo no Centro Cultural da Malaposta, em Olival de Basto - 00.00h
- Made In Madness, Voidshape e Offside ao vivo no Encontros Bar, em Oliveira do Arda (Castelo de Paiva)
- The Ransack ao vivo na Azenha D. Zameiro, em Vila do Conde
- Noite especial dia da mulher com DJ's Aras, Lady Starlight e Claudia n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:50 PM | Comentários (1)

março 11, 2005

DISBELIEF - CRÍTICA

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66Sick CD
Nuclear Blast/Recital

Com a responsabilidade de serem uma das poucas bandas alemãs no catálogo da editora independete gigante também alemã Nuclear Blast, os Disbelief têm desenvolvido a sua carreira de uma forma descomprometida e deveras interessante. «66Sick», o novo disco, traz-nos uma sonoridade mais lenta e groovy do que em qualquer das propostas anteriores dos Disbelief, sem abandonar, no entanto, o espectro death metal. Os 12 temas pulsam com uma vida muito própria, equilibrando a força das guitarras e da voz tipicamente death metal com melodias providenciadas pelos riffs e por algumas linhas vocais limpas. A banda varia a receita em cada uma das faixas, impedindo-se sempre, no entanto, de carregar demasiado no pedal do acelerador e tendo sempre uma atenção especial ao ritmo groove, que acompanha todo o disco. «66Sick» resulta, portanto, mais mórbido e com mais personalidade do que qualquer dos álbuns anteriores do quinteto alemão, com uma personalidade totalmente desenvolvida em cada um dos temas, e pormenores verdadeiramente deliciosos para descobrir ao longo de todo o disco. (8/10)
«66Sick» é editado no dia 14 de Março

Publicado por BillLaswell em 12:28 AM | Comentários (0)

AGENDA

- The Ransack ao vivo na Azenha D. Zameiro, em Vila do Conde
- Mão Morta ao vivo no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar
- Blind Charge, Seedsprout e Funnybomb ao vivo no Hard Club (Gaia) - 22.00h
- Noite gótica com DJ Goblin n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (0)

março 10, 2005

DRILLER KILLER DE REGRESSO

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A Osmose Productions anunciou o regresso dos Driller Killer ao nosso mundo, para a gravação de um novo disco. O sétimo álbum vai contar com o novo baixista, chamado Pissd Offer.

Publicado por BillLaswell em 11:17 PM | Comentários (0)

DIARY OF DREAMS EM PORTUGAL

A banda electro-gótica alemã Diary Of Dreams, liderada pelo baixista de Garden Of Delight, Adrian Hates, actua em Portugal, no Alibi Disco Club, em Leiria, no próximo dia 9 de Abril. O concerto começa às 22.30h, e a lotação é limitada a 350 lugares. Os bilhetes custam Eur 18,00 em venda antecipada e Eur 20,00 no próprio dia. O final da noite acolhe uma goth'n'roll party, com autógrafos dos Diary Of Dreams e sets dos DJ's :de profundiis: e Carlos Matos. A organização é do Fade In Festival.

Publicado por BillLaswell em 11:15 PM | Comentários (0)

OCTAVIA SPERATI - DISCO EM MAIO

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O dia 9 de Maio vai marcar a edição do álbum «Winter Enclosure», das norueguesas Octavia Sperati, que praticam doom metal melódico e atmosférico. A edição vai ser da Candlelight.

Publicado por BillLaswell em 11:12 PM | Comentários (0)

EVOKEN - NOVO ÁLBUM

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Os doomsters Evoken estão de regresso com um novo álbum, chamado «Antithesis Of Light», editado pela Avantgarde, e que já está disponível.

Publicado por BillLaswell em 11:09 PM | Comentários (0)

BLACK LABEL SOCIETY - VÍDEO ONLINE

O novo vídeo-clip de Black Label Society, do tema «Suicide Messiah», já está disponível online. Vejam-no aqui.

Publicado por BillLaswell em 11:03 PM | Comentários (0)

EVERGREY - CRÍTICA

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A Night To Remember 2CD
InsideOut Music/Recital

Quando o vocalista/guitarristaTom S. Englund diz ao público, na última faixa «Masterplan», quando já dividiu a assistência em três partes e as está a fazer cantar o refrão sózinhas, que se sente o Bruce Dickinson, o caso não é para menos. Para trás, nessa noite, tinham ficado 19 grandes músicas de uma carreira profícua, quase duas horas de um concerto sem mácula, e uma audiência conquistada aos primeiros acordes da primeira música, e deixada em ponto de rebuçado quando, logo após a abertura com «Blinded», os Evergrey passam para «End of Your Days» sem descanso. Os quatro suecos sempre foram um caso à parte na cena europeia, com a sua mistura de heavy metal, metal progressivo e influências góticas. Só assim se explica o facto de terem lançado o primeiro disco por uma editora de metal, o segundo por uma editora detida pelos Lacrimosa e os restantes pela maior editora de rock/metal progressivo europeia. Os Evergrey receberam, na noite do concerto que este álbum duplo retrata, a ovação que já mereciam há muito tempo por parte do 'seu' público, em Gotemburgo. A banda apresentou-se com coro feminino, secção de instrumentos de cordas e muito bom oleada, a desfilar sem quanlquer tipo de falhas temas que foram desde o épico «Nosferatu» à balada «For Every Tear that Falls», do primeiro disco, que Tom Englund cantou em dueto com a sua esposa, Carina Kjellberg. O concerto deu ainda para estrear duas faixas do mais recente «The Inner Circle» ao vivo, dentro de um set forte e coeso, que prova que o reportório dos Evergrey é um dos melhores entre os seus pares. Aliás, o melhor, porque os Evergrey não têm par há muito tempo em termos de composição, execução e, parece agora, produção ao vivo. Normalmente estes concertos servem apenas como revisão da matéria dada e recordação de uma noite especial para os fãs, mas «A Night To Remember» ultrapassa facilmente esse espectro, constituindo um documento - quase - histórico de uma das melhores bandas de rock/metal do advento do século XXI. (9/10)
«A Night To Remember» é editado no dia 14 de Março

Publicado por BillLaswell em 12:09 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Downset, Maroon e Demean ao vivo no CRP de Campolide - 20.00h
- The Slackers e Contratempos ao vivo no Teatro A Comuna (Lisboa) - 23.40h
- Noite anos 80/90 com DJ Lady Starlight n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:06 AM | Comentários (0)

março 09, 2005

RPWL EM CONCERTO COM RAY WILSON

O primeiro concerto da digressão World Through My Eyes, dos alemães RPWL, que aconteceu ontem em Bona, Alemanha, teve um convidado muito especial na primeira parte: Ray Wilson, ex-vocalista de Genesis e Stiltskin, que agora prossegue uma carreira a solo. No concerto de amanhã, em Freising, também na Alemanha, Wilson voltará a surgir em palco antes dos RPWL para meia-hora de actuação acústica. Recorde-se que Ray Wilson surge como convidado no último trabalho de RPWL, «World Through My Eyes», a cantar o tema «Roses».

Publicado por BillLaswell em 08:57 PM | Comentários (0)

THE DEAD OLD TREE EM ESTÚDIO

Os Dead Old Tree encontram-se neste momento em estúdio, no Studio One, na Alemanha, a trabalhar no seu novo álbum de originais, «The Nameless Disease», juntamente com o produtor Andy Classen.

Publicado por BillLaswell em 08:56 PM | Comentários (0)

SUPER BOCK SUPER ROCK - MAIS NOVIDADES

Há novidades no campo do Festival Super Bock Super Rock, que decorre entre os dias 27 e 29 de Maio no Parque do Tejo, que fica no Parque das Nações. Os Hoobastank cancelaram a sua presença e foram substituídos pelos... Slayer. Outros nomes entretanto confirmados são Mastodon, Incubus, Torbonegro, Broken Social Scene e Moby. Assim, temos:
27/5 - The Prodigy, System Of A Down e Incubus
28/5 - Moby, The Hives e Turbonegro
29/5 - Marilyn Manson, Audioslave, Iggy & The Stooges, Slayer, Mastodon e Broken Social Scene

Publicado por BillLaswell em 08:55 PM | Comentários (0)

HAREM SCAREM - NOVO DISCO

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Os canadianos Harem Scarem preparam-se para editar o seu 10.º disco de originais, que vai chamar-se «Overload», no dia 16 de Maio, através da Frontiers Records. Escutem samplers aqui, aqui e aqui.

Publicado por BillLaswell em 08:54 PM | Comentários (0)

ALTERAÇÃO NO CONCERTO DE DOWNSET

O concerto de amanhã dos Downset foi transferido do Paradise Garage para o CDR de Campolide, passando os bilhetes de Eur 20,00 para Eur 10,00.

Publicado por BillLaswell em 08:50 PM | Comentários (0)

DOPAMINE - CRÍTICA

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Auditioning My Escape Plan CD
Golf Records/Recital

Depois dos EP's «The Time It Takes To Let Go» e «A Lesson In Dying» já era tempo dos britânicos Dopamine editarem um álbum completo. O seu emo-rock é motivo de algum culto no Reino Unido, e «Auditioning My Escape Plan» mostra inteiramente porquê. Desde os primeiros segundos da faixa de abertura do disco, os Dopamine revelam um talento especial para cada pormenor da sua música, colocando riffs orelhudos cuidadosamente ao lado de refrões extremamente melódicos sem, no entanto, retirar protagonismo à guitarra. É desesperante ver como um disco cheio de boas músicas (e uma grande balada chamada «This January») como este não consegue um lugar de relevo nas rádios ditas 'comerciais' só porque é editado pela Golf Records e não pela Warner ou pela Universal. Se houvesse justiça no mundo, o emo-rock cuidado e superior dos Dopamine, cheio de grandes músicas, bateria em forte na rádio, e mostraria aos fãs de Hoobastank e afins o que é boa música rock com um cheiro comercial sem perder a vertente artística. As promessas dos dois EP's anteriores estão inteiramente cumpridas com «Auditioning My Escape Plan» e, embora possa haver muita gente dentro do metal que não goste da receita algo comercial dos Dopamine ou da sua voz demasiado melódica e emocional, o que é certo é que este é um daqueles discos que, por onde quer que se olhe, tem qualidade. O resto é uma questão de gosto pessoal. (8/10)
«Auditioning My Escape Plan» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:15 AM | Comentários (2)

MY INSANITY NO AFEGANISTÃO

Os alemães My Insanity vão dar um concerto em Kabul, no Afeganistão, perante o contigente de tropas da NATO. Esse concerto fará parte de uma digressão que começa no dia 29 de Abril em Colónia, Alemanha, ao que se seguem três dias em Kabul, para depois acabar no dia 4 de Maio, de novo em Colónia.

Publicado por BillLaswell em 12:09 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Edição de «Solmamdenlo», de Zmiya
- Noite metal com DJ Flagelus n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:07 AM | Comentários (0)

março 08, 2005

MATA-RATOS - NOVIDADES

A veterana banda punk nacional Mata-Ratos tem muitas novidades em termos de edições. A primeira vai ser um CD ao vivo, que será lançado pela Rastilho Records no segundo semestre do ano. Depois, a banda vai passar para o formato de EP os temas gravados no set semi-acústico tocado no estúdio da Best Rock FM. Também para o segundo semestre de 2005 está agendado o split-CD com os norte-americanos D.U.I. As compilações em que os Mata-Ratos participam e que aguardam edição para este ano são: «A Tribute To Misfits», «Class Pride 3» e a compilação da germânica Hooligan Streetware.

Publicado por BillLaswell em 10:55 PM | Comentários (4)

FESTA LOUD!ER SOUND

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No dia 2 de Abril realiza-se mais uma festa Loud!er Sound, desta vez no Bar Porto Rio, no Barco Gandufe, no Porto. A festa começa às 22.30h, e conta com DJ's da revista Loud! a animar a noite, bem como actuações de Blacksunrise e E.A.K. A entrada custa Eur 5,00.

Publicado por BillLaswell em 10:52 PM | Comentários (0)

RAMP NA ESTRADA

Já existem datas para a digressão de bares que os Ramp vão fazer para promoverem o seu novo EP, «Planet Earth». Anotem:áá
19/ 3 - Festival Alta Tensão, Espaço Tejo - Parque das Nações (Entrada gratuita)
01/ 4 - Albergaria a Velha - Colinas Bar
02/ 4 - Golegã - Bar Karaokes
07/ 4 - Lousada - Speed Bar
08/ 4 - Porto - Maré Alta
09/ 4 - Braga - Horas Extras
13/ 4 - Coimbra - Clepsydra
14/ 4 - Leiria - Beat Club
15/ 4 - Santa Iria - Excalibar
16/ 4 - Torres Vedras - TDV Bar
21/ 4 - Vila F. Xira - Toma Bar
22/ 4 - Elvas - Motoclube de Elvas
23/ 4 - Loulé - Satori 666
28 /4 - Montijo - Oficina do Cais
29/ 4 - Alenquer - Rock House
30 /4 - Beja - Ufo's

Publicado por BillLaswell em 10:46 PM | Comentários (0)

AURA NOIR - CRÍTICA

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Deep Dreams Of Hell CD
Karmageddon Media/Recital

Mais uma das famosas reedições da Karmageddon Media. Desta vez a banda reeditada são os noruegueses Aura Noir, de Aggressor (ex-Dimmu Borgir, Cadaver) e Apollyon (Cadaver), que contavam ocasionalmente com ajuda de Blasphemer (Mayhem) e Fenriz (Darkthrone). O que «Deep Dreams Of Hell» nos traz são as faixas do álbum de 1998, «Deep Tracks Of Hell», bem como os seis temas do MCD de estreia «Dreams Like Deserts», lançado originalmente em 1995, e quatro gravações supostamente 'raras', mas que já haviam sido editadas em 2000, no MCD «Increased Damnation». Para quem conhece as bandas principais dos músicos envolvidos e não conhece Aura Noir, vai ficar surpreendido ao ouvir thrash metal, na sua maioria simples e com um forte cheiro a old-school, nos temas desta reedição/compilação. Os Aura Noir colocam muito do ambiente 'anti-bento' em que a cena norueguesa extrema é profícua, mas os temas da banda passam exactamente por todos os clichés do thrash metal intemporal: grandes riffs, pesados e orelhudos, ritmos rápidos e solos bem afiados. Alguns dos temas, sobretudo do MCD «Dreams Like Deserts», têm o brilhantismo que se pede a um super-projecto que envolva elementos ou ex-elementos de bandas como Dimmu Borgir, Ved Buenos Ende, Mayhem ou Cadaver, e outros primam pelo extremismo e intensidade mas não são exemplos de qualidade de gravação, como acontece com o som podre dos 10 temas do álbum «Deep Tracks Of Hell». Mas não deixa de ser um projecto despreocupado e interessante oriundo de uma Noruega que, na segunda metade dos anos 90, procurava no passado a resposta ao beco a que tinha chegado o black metal. (6/10)
«Deep Dreams Of Hell» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 01:18 AM | Comentários (1)

IQ - BATERISTA DE FORA

O baterista e membro fundador de IQ, Paul Cook, anunciou que vai sair da banda devido a motivos pessoais. Os festivais que a banda de rock progressivo vai tocar este Verão nos Estados Unidos e Alemanha serão provavelmente os últimos concertos de Cook com os IQ. O grupo encontra-se neste momento à procura de um novo baterista.

Publicado por BillLaswell em 01:15 AM | Comentários (0)

BANDAS DA FRONTIERS NOS TOPS

A Frontiers Records reportou esta semana várias entradas de novos lançamentos em tops oficiais de países europeus. Assim, «The Usual Suspects», o novo álbum de Joe Lynn Turner, entrou para 90.º lugar no top sueco. O novo disco de Glenn Hughes, «Soul Mover», continua no top sueco, tendo chegado esta semana ao 59.º lugar. Já os britânicos Thunder, com o novo disco «The Magnificent Seventh», atingiu o 131.º lugar no «Trends Chart' alemão, seja lá o que isso for...

Publicado por BillLaswell em 01:13 AM | Comentários (0)

HAND TO HAND NA EUROPA

Os americanos Hand To Hand vão fazer uma digressão europeia em Maio, que vai passar por Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Espanha, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Lituânia, Polónia, Áustria, Hungria, Suíça, Itália, Eslovénia e Inglaterra. Conseguem adivinhar que país falta aqui?

Publicado por BillLaswell em 01:12 AM | Comentários (0)

THE PARKINSONS EM PORTUGAL

Os Parkinsons preparam-se para tocar mais três concertos em Portugal no mês de Abril, com os veteranos Mata-Ratos, a saber:
22.04 - Parkinsons, Mata-Ratos, Kontrattack (Associação de Músicos de Faro)
23.04 - Parkinsons, Mata-Ratos, Hepatite P (Clube de Castelo Branco)
24.04 - Parkinsons, Mata-Ratos, Blacksunrise (G.D. Martingança - Leiria)

Publicado por BillLaswell em 01:09 AM | Comentários (2)

PÓ D'ESCRER AO VIVO

No dia 12 de Março os Pó d'Escrer actuam ao vivo no Centro Cultural da Malaposta, no Olival de Basto (junto ao metro do Sr. Roubado). O concerto começa à meia-noite e a entrada custa Eur 4,00 (com direito a uma bebida).

Publicado por BillLaswell em 01:05 AM | Comentários (0)

ATER TENEBRAE E RAVENSHADES EM SPLIT

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Os Ater Tenebrae - nova banda dos músicos de Witchcraft menos o vocalista - e os Ravenshades uniram-se para um split em formato cassete. Cada uma das bandas conta com três temas, e a edição é limitada a 222 cópias. Para encomendar a cassete, contactem a Stygian Shadows Productions através do seguinte e-mail: stygian@axelero.hu

Publicado por BillLaswell em 01:03 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Edição de «Mafia», de Black Label Society
- Noite thrash/metal/hardcore com DJ Jahrman n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 01:01 AM | Comentários (0)

março 07, 2005

CYCLES - TEMAS ONLINE

Os portugueses Cycles colocaram no seu site dois novos temas disponíveis para download gratuito: «End of December» (tema de abertura do álbum «Phoenix Rising») e «Tomb of Fear» (a música que encerra o referido disco, com participação vocal de Patrícia Rodrigues, de ThanatoSchizO).

Publicado por BillLaswell em 12:53 PM | Comentários (4)

ZUUL FX - CRÍTICA

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By The Cross CD
Equilibre Music/Recital

Projecto liderado por Steeve, ex-vocalista dos franceses No Return e por Blast, o guitarrista dos suíços Rain, Zuul FX apresenta-se na cena com uma ambiciosa mistura de metal extremo com influências industriais e alguma melodia. «By The Cross» centra-se, basicamente, na divisão de despesas musicais entre o thrash metal quase cibernético dos No Return e o electro-industrialismo de Rain, sendo que na receita ainda cabem influências góticas presentes através de um discreto som de sintetizador e de esporádicos versos vocais melódicos que criam o contraste que os Zuul FX usam como bandeira na sua música. Falta principalmente talento de composição para que as músicas de «By The Cross» soem a bandas como Static X, Slipknot e Fear Factory com uma abordagem moderna de thrash metal, como a banda pretende. Mas também falta alguma melodia, e frescura às poucas partes melódicas cantadas por Steeve. Ainda assim, Zuul FX não é propriamente uma banda de principiantes, e quando eles tornam as coisas pesadas, os temas podem ser mesmo muito intensos, como é o caso de «Nothing is Real», um dos mais rápidos e pesados de todo o disco, e talvez o que melhor representa a sonoridade de Zuul FX neste momento. Quem gostava de No Return tem aqui o upgrade necessário para a música que gosta de ouvir. Os fãs de sonoridades mais industriais aplicadas ao metal também não vão dar o seu dinheiro por mal empregue em «By The Cross». Um pouco mais de excelência e de talento na composição, e teriamos aqui um grande disco. (7/10)
«By The Cross» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:21 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Ballast e Gasmak Terror ao vivo no espaço Zaragata (Setúbal) - 21.00h
- Edição de «Life's Blood For The Downtrodden», de Crowbar (comprar aqui)
- Edição de «Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken», de Hammerfall (comprar aqui)
- Edição do single «All Those Words», de Brainstorm

Publicado por BillLaswell em 12:18 AM | Comentários (0)

março 06, 2005

VANDEN PLAS - NOVO DISCO

A banda alemã de metal progressivo Vanden Plas está a trabalhar num disco conceptual chamado «Christ 0», baseado na obra de Alexandre Dumas O Conde de Montecristo. Mais de 24 temas estão já compostos, parte deles para o disco, outra parte para uma rock-opera complementar que a banda vai também realizar. Entretanto, o vocalista Andy Kuntz lançou o website do seu projecto a solo, Abydos.

Publicado por BillLaswell em 08:16 PM | Comentários (0)

TRAIL OF TEARS - ENTREVISTA

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Sentados confortavelmente no topo do metal gótico norueguês, partilhando o trono com Tristania, os Trail Of Tears decidiram, com este novo disco, virar o trono ao contrário, atirar a coroa pela janela fora e seguir o seu próprio caminho. «Free Fall Into Fear» é um disco sem voz feminina, mais extremo, e com harmonias vocais divididas entre o extremo Ronny Thorsen e o melódico Kjetil Nordhus (Green Carnation). "Sacrilégio!", gritam já os mais puristas do estilo, mas o líder Ronny não parece muito preocupado com isso, e tem razão. Este é, sem sombra de dúvida, o melhor álbum de Trail Of Tears até este momento, pleno de vanguardismo, melodias irresistíveis e metal bem pesado. Nesta entrevista o vocalista aborda as mudanças que «Free Fall Into Fear» traz à banda, os recentes problemas de formação e o inverno norueguês...

O álbum satisfaz-te plenamente? Mudarias alguma coisa nele agora, se pudesses?
Antes de mais devo dizer que nós estamos todos muito muito satisfeitos com o resultado. É um prazer fazer o trabalho promocional para o disco agora, porque o feedback tem sido completamente fantástico. As pessoas parecem estar a receber o álbum muito bem, e isso torna muito fácil fazermos o trabalho promocional. A gravação já está completa há algum tempo... acho que vão sempre haver coisas que poderíamos ter feito de uma maneira diferente, se as fizéssemos hoje. Mas a nossa opção é não pensarmos assim. Se pensares assim, acabas por passar três anos em estúdio. Estamos muito satisfeitos com ele, apesar de ter sido um processo muito longo e difícil... mas acho que isso faz com saiba ainda melhor agora sentarmo-nos e ouvirmos o resultado final. Estamos muito, muito satisfeitos com ele.

O tempo que passou desde as dificuldades de gravação tornou as recordações desses acontecimentos mais dolorosas, ou mais suaves?
Esses são acontecimentos que nós colocámos para trás, e estamos todos muito contentes por termos conseguido terminá-lo. Houve uma altura em que nós quase que quisemos desistir. Fomos assombrados pelos computadores mais ou menos durante todo o processo de gravação... é claro que o clímax aconteceu quando o computador avariou totalmente apenas algumas horas antes de terminarmos a mistura. Tivemos que enviar tudo para uma empresa especializada para restaurar os ficheiros, o que demorou três meses. Foi difícil, mas como te disse acho que saímos desse processo pessoas mais fortes e mais experientes. Experiência essa que vamos usar para o próximo álbum. Acho que para mim, pessoalmente, sabe ainda melhor agora ouvir o resultado completo. Especialmente quando pensas no quão difícil foi... agora podemos encostar-nos e gozar o feedback da imprensa e fãs... gozar o nosso trabalho árduo.

Então não existe qualquer recordação dolorosa ligada indelevelmente a este disco?
Existem uma série de recordações dolorosas, claro, e ainda temos muitas delas no nosso sub-consciente. Mas acho que é importante andarmos para a frente. O que aconteceu era inevitável, estava para além do nosso controlo... não havia nada que pudéssemos fazer para evitá-lo. Estou contente por termos passado por esta experiência, lidado com ela e conseguirmos terminar o trabalho. É claro que vamos sempre lembrar-nos do que aconteceu, mas decidimos não pensar muito nisso e olhar para a frente agora. Apagar o passado.

Confirmas que o Terje saiu da banda?
Não, não saiu completamente da banda. O que aconteceu foi que ele nos avisou que tem que se concentrar mais em coisas que têm a ver com a vida particular dele. Há sempre uma altura em que cada um de nós tem que decidir se vai colocar toda a energia nisto, se vai estar na banda a 100%. O Terje está, julgo eu, muito cansado do lado de negócios da banda. Como sabes, muitos músicos estão muito desiludidos com o mercado musical, incluindo eu... há sempre muitas coisas que tens que tratar. Acho que muitos músicos querem apenas concentrar-se em fazer música e lançar discos, e pronto. Infelizmente, existem também outros lados desta vida que têm que ser tratados. Acho que, para ele, foi demais durante um determinado período de tempo. Mas, tal como dizemos numa declaração no nosso website, ele vai continuar a contribuir para a banda... talvez dentro de um ano ele decida voltar a full-time ou decida desistir completamente. Acho que ele precisa de algum tempo para resolver as coisas dele e decidir o que quer realmente fazer. Mas a porta está aberta e... bem, a porta esteve sempre aberta.

Mas neste caso vocês não podem fazer como o caso do Frank... vocês têm que ter duas guitarras ao vivo, certo?
Definitivamente, sim. Mas o Terje não rejeitou categoricamente a possibilidade de tocar mais concertos. Na próxima digressão há a possibilidade de termos o Terje connosco, ou então teremos que procurar um segundo guitarrista. Neste momento não temos uma digressão completa planeada. Temos alguns concertos marcados... o primeiro concerto vai ser no início de Abril, aqui na Noruega, quando lançarmos o álbum. E o Terje vai tocar nesse, bem como em alguns outros concertos.

Talvez os concertos o entusiasmem de novo...
Esperemos que sim. Ele avisou-nos antes da digressão que fizemos com Tristania e Therion em Novembro, que queria desistir da banda. E no fim da digressão ele disse que afinal queria continuar (risos). É um assunto que está ainda meio indefinido. Acho que ele está cansado de tratar dos assuntos da editora, desta e daquela questão... de pessoas que tentam roubar dinheiro que te pertence.

É porreiro da vossa parte estarem à espera da decisão dele, e não estarem já à procura de um novo guitarrista.
Para nós ele é a escolha óbvia. O Terje está na banda desde o princípio, e é um dos membros fundadores da banda. Obviamente, é um dos nossos melhores amigos, e acho que esse é o caso também da banda toda. Basicamente, somos um grupo de amigos que cresceram juntos e que formaram uma banda. Sempre foi assim, e tirando as vocalistas femininas, acho que sempre tivemos uma formação muito estável ao longo dos anos. Não houve alterações na formação desde os tempos da demo, tirando as vocalistas femininas. Obviamente, a nossa opção será continuar com esta formação. Se o Terje decidir voltar, esperamos por ele de braços abertos, claro.

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Este é um disco de grandes mudanças para vocês, com o Kjetil como membro oficial e a saída da Catherine. Sentes que este pode ser o início de uma nova era para vocês?
Sim, absolutamente. É mesmo isso que sentimos com este álbum. Devo dizer que a mudança de direcção musical foi completamente natural para a banda. Acho que, para os elementos da banda, as mudanças não são tão dramáticas como muita gente pensa. O que se passou com o Kjetil, por exemplo, não foi mesmo nada de especial para nós. Porque ele está mais ou menos na banda há já quatro anos. Se é um membro oficial ou se, como no passado, se junta a nós em estúdio, para nós é a mesma coisa. É só no papel que é diferente... porque no papel diz que é um membro permanente agora, mas para nós ele é um membro permanente há alguns cinco anos. Para nós as mudanças não significaram nada de especial. A saída da Catherine é que foi uma grande surpresa para nós. Porque não tínhamos, originalmente, qualquer ideia de eliminar a voz feminina. Sair foi uma decisão dela. E nós acabámos por descobrir que estas músicas funcionam perfeitamente sem voz feminina. E, nessa altura, não vimos qualquer necessidade de recrutarmos outra vocalista feminina, só por termos tido uma no passado. Nós sempre fizemos música que, para nós, era natural. E para nós estas músicas soavam naturais sem voz feminina. E não vimos qualquer finalidade em mudar todas as músicas só para contratarmos outra vocalista feminina, só por o termos feito no passado. Para mim pessoalmente, e acho que falo pela banda toda, acho que há muitas bandas a encostarem-se a um canto, a não arriscarem, a fazerem sempre a mesma coisa. E acho que, quando operas num espaço tão pequeno, é muito difícil criares algumas coisa única, destacares-te entre uma quantidade massiva de bandas. Estamos perfeitamente conscientes que algumas pessoas não vão gostar deste disco, e por nós tudo bem.

Não vos preocupa...
Não, não nos preocupa, porque se continuássemos com voz feminina, os outros fãs diriam que estávamos a fazer o que sempre fizemos. Não podemos satisfazer toda a gente, de qualquer modo.

Mas se sentirem que, numa linha vocal especial, como na faixa «Cold Hand of Retribution», funciona bem uma voz feminina, vocês acabam por usá-la. Não se obrigam a não usar voz feminina, certo?
Como te disse, nós sempre fizemos aquilo que é natural para nós. O facto de não termos uma vocalista feminina na banda quando começámos o álbum fez-nos escrever as músicas assim. E acabou por aparecer uma ideia de alguém na banda, que sugeria que colocássemos uma voz feminina nessa parte, para ver se funcionava. Então chamámos uma rapariga, que é amiga do Kjetil, que foi até lá e improvisou as linhas vocais... meia-hora bastou para ela gravar a parte dela. E funcionou, por isso deixámos ficar.

...E como reagiu o resto da banda a essa ideia. Não houve gente que se passou com a possibilidade de virem a ter outro membro feminino?
Porque o faríamos? Estamos abertos a tudo. Temos algumas partes com violinos neste álbum, pela primeira vez desde sempre. Se alguém tem uma ideia, tentamo-la sempre. Mesmo que não funcione... pelo menos tentamos. Se o Kjetil não estivesse na banda, acho que haveria mais voz feminina no álbum, mas nesse caso tivemos que fazer muitas alterações. E, com o objectivo de mantermos a nossa música natural, tivemos que progredir. Usamos os elementos que sentimos que são naturais. Acho que se passa a mesma coisa com os teclados agora. Neste álbum usámo-los de um modo mais natural e dinâmico, acho eu. Mesmo que tenhas um teclista na banda, isso não significa automaticamente que tenhas que afogar cada uma das músicas em várias camadas de teclados. Se encaixa na música, ou se é necessário, faz-se, mas se não for, não tens que fazê-lo. O mesmo se passa com tudo.

É por isso que a vossa música evoluiu para uma mistura mais ecléctica, com partes mais melódicas, mas também com partes mais extremas e furiosas. Vocês têm algum limite estilístico quando estão em composição? Se um tipo da banda aparecer, um dia, com uma série de riffs black metal e todos vocês gostarem deles, acabam por usá-los ou não os usam por acharem que isso não se enquadra em Trail Of Tears?
Acho que temos limites, no sentido do resultado final poder ou não soar a Trail Of Tears. Mas acho que o que faz as músicas de Trail Of Tears é o facto de nós nunca termos tido medo de usar outros elementos. Para mim não há nada mais chato do que uma banda pensar "isto não é suficientemente gótico, por isso não vamos usá-lo", ou "não é suficientemente extremo, por isso não podemos tocá-lo". As coisas soam bem ou não soam. É isso que conta - se soa bem, podes incluir um riff black metal. E se funcionar bem com partes mais atmosféricas ou com passagens mais góticas ou dark, então é assim que vai ser. Não ligamos ao nome do estilo do riff. E nunca ligámos.

Então se um dia todos os elementos de Trail Of Tears começarem a gostar de reggae, é provável que tenhamos um álbum de Trail Of Tears numa onda mais reggae?
Não. Acho que se começarmos a colocar elementos reggae na nossa música, não continuaria a soar a Trail Of Tears.

Haveria alguém a dizer "isto não é Trail Of Tears, vamos mudar de nome"?
Claro. Se fosse isso que decidíssemos, seria o que faríamos. Como disse, não é um riff que nos faz decidir se vamos usar uma faixa ou não. Podemos ter um riff que não soe necessariamente a Trail Of Tears, mas o som de Trail Of Tears chega quando misturamos as outras coisas. Mas, claro, uma coisa mais reggae, nunca soaria a Trail Of Tears. Nunca nos vais ouvir a fazer música pop, ou reggae, ou country. É claro que temos os nossos limites musicais. Acho que, para nós, o facto de termos os mesmos compositores na banda desde o início, faz-nos saber intuitivamente entre nós o que podemos e o que não podemos usar. E sabemos como cada um de nós pensa... seu eu aparecer com uma ideia que seja bem mais extrema, eu próprio sei que se calhar não se encaixa, e que não posso fazer uma música inteira assim... talvez o Frank sugira um tema gótico para ela, podemos colocar-lhe algumas partes atmosféricas, podemos colocar-lhe algumas partes doom escritas pelo Terje, e acaba por encaixar tudo. É esse o processo de composição que nós temos.

Achas que os vossos fãs vos vão seguir nesta evolução musical, ou achas que vão perder alguns pelo caminho?
Sim, mas é sempre assim. Perdes alguns, e ganhas alguns novos. A única coisa que podes fazer é seres tu mesmo. Se tentares adaptares-te a coisas que pensas que as pessoas esperam de ti, é aí que vais soar mal. Se eu me puser a pensar "talvez as pessoas esperem o «Disclosure In Red Part 2», ou talvez alguém goste mais do «Profoundemonium», ou alguém goste mais da demo, ou talvez algumas pessoas esperem algo completamente diferente disso"... não podes pensar assim. Tens de tentar fazer música interessante e escrever músicas que façam sentido. Se acreditares naquilo que fazes, pelo menos as pessoas podem percebê-lo; talvez não gostem, mas podem percebê-lo.

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Como sentes que os fãs estão a reagir ao disco?
No fórum da nossa página ainda não existe nenhum comentário negativo até agora. Tenho a certeza que eles vão aparecer, mas... posso falar contigo daqui a dois meses e nessa altura já podem haver montes de maus comentários. Mas a razão pela qual fazemos isto é porque adoramos o que fazemos. E, como te disso, faças o que fizeres, não podes agradar a toda a gente. Se decidíssemos fazer um álbum que fosse uma cópia completa daquilo que fizemos no passado, algumas pessoas iriam adorá-lo. Mas outras pessoas iriam dizer-nos "vocês limitam-se a fazer sempre o mesmo; a banda não está a evoluir". Por isso, deves sempre seguir o teu próprio caminho, mesmo que algumas pessoas se queixem de não estares a ser fiel às tuas raízes e coisas desse género. É apenas uma questão de gosto. Nós não gostamos de nos encurralarmos num canto e fazermos sempre a mesma coisa, porque seria muito chato. Se eu fizesse sempre o mesmo tipo de álbum, acho que vomitaria. Qual é o objectivo? Mais valia arranjar um emprego numa fábrica, onde todos os dias fazes a mesma coisa, e trabalhas assim durante anos, sem aparecer nada de novo. É por isso que eu faço isto... é o meu escape criativo. Trail Of Tears é onde podemos escapar da nossa vida normal e fazermos coisas que fazem sentido para nós, criando música. Já existem coisas chatas que cheguem na vida quotidiana.

Tens o mesmo tipo de abordagem em relação às letras?
Tenho a mesma abordagem que sempre tive. Sempre tentei que as letras encaixassem na música. Por isso só escrevo sobre coisas que me digam alguma coisa, pessoalmente. Não têm que ser completamente pessoais, mas sinto que tenho que escrever sobre alguma coisa honesta, com a qual me possa identificar. Não consigo escrever sobre unicórnios e matar dragões e coisas desse género. Já temos os Hammerfall para fazerem isso. Para fazer um trabalho decente, tenho que sentir o que escrevo e dizer o que penso. O mesmo se passa com os outros membros da banda quando eles fazem música... tem que fazer sentir-nos bem. Tem que encaixar tudo. É por isso que eu escrevo sempre as letras quando já tenho a música terminada. Nessa altura sento-me com a música e tento captar o que a música me quer dizer. Tento ver como é a atmosfera dessa determinada faixas e tento escrever algo, arranjar as vocalizações certas para as partes certas, e tentar que esteja tudo ligado à música, para que faça sentido.

Mas as ideias já estão no teu sub-consciente, de modo a quando tens uma música poderes ir apenas buscar essas ideias e veres se se encaixam nessa música?
Sim. Mas nunca penso em termos de "se eu escrever isto, será que alguém vai ficar ofendido?", ou se é demasiado extremo ou demasiado neutral. Tento sempre que encaixe na atmosfera da música. Se uma música estiver a pedir um assunto extremo, então eu escrevo uma letra extrema.

Como é que tiveste a ideia para uma faixa como, por exemplo, a «Drink Away the Demons»?
Montes de álcool. Não, é uma coisa tipicamente norueguesa, ou uma coisa escandinava, se preferires. Essa letra é sobre a nossa forma de lidarmos com os oito meses de Inverno que temos todos os anos, com 10 graus negativos e sem nada para fazer, porque não podes sair de casa. Então não há mais nada para fazer, a não ser beber para espantar os demónios que nos assolam. Algo mais ou menos assim.

Comprar o disco aqui.

Publicado por BillLaswell em 02:51 AM | Comentários (0)

OCCULT - CRÍTICA

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Prepare To Meet Thy Doom CD
Karmageddon Media/Recital

Num momento em que estão com um contrato bem fixo com a Karmageddon Media, os Occult aproveitam para reeditar os dois primeiros discos da sua carreira, fora de circulação há já algum tempo devido à falência da editora original - a Foundation 2000. «Prepare To Meet Thy Doom» foi o disco de estreia dos holandeses, lançado originalmente em 1994 e com 10 faixas de um thrash metal extremamente rápido e agressivo, que leva a banda a chamar-lhe black/thrash. No entanto, os Occult eram uma banda muito mais virada para o aspecto técnico da sua música do que propriamente para o extremismo do black metal, e os 10 temas de «Prepare To Meet Thy Doom» reflectem isso mesmo, com temas bastante rápidos, alguns solos de guitarra extremamente interessante e um thrash metal que agradará aos fãs do estilo. Dá pena que a produção não seja melhor, ou que os temas não tenham sido remasterizados para esta reedição, porque me parece que havia já muito boas ideias em «Prepare To Meet Thy Doom», no campo dos Occult. O que esta reedição traz como bónus é a demo de 1993 do grupo holandês que, no entanto, repete cinco das músicas do álbum, com uma produção mais sofrível e com um vocalista que, segundo a banda, tinha "uma séria infecção na garganta" na altura da gravação. Ainda assim, e como parte integrante da discografia de Occult, esta reedição não poderá ser deixada passar em claro pelos novos fãs da banda holandesa, já que repõe um dos discos clássicos da cena holandesa da primeira metade dos anos 90. (6/10)
«Prepare To Meet Thy Doom» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 02:45 AM | Comentários (0)

OCCULT - CRÍTICA

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The Enemy Within CD
Karmageddon Media/Recital

Dois anos depois de «Prepare To Meet Thy Doom», surgia «The Enemy Within», o álbum que catapultou os Occult para o sucesso e ainda hoje um disco difícil de superar pela banda holandesa. A sonoridade dos Occult tinha ganho uma segunda dimensão vocal com a entrada de Rachel (mais tarde vocalista de Sinister) a dividir as vocalizações com Maurice. Musicalmente, «The Enemy Within» apanha a fase dos Occult em que eles estavam mais experimentais e até um pouco progressivos (os solos dos temas «Through the Dark and Light» e «One Way Out» são do melhor que a banda já fez), mas ainda não eram suficientemente 'modernos' para tocarem o thrash metal extremo e quase 'sueco' que tocam hoje em dia. Assim, os temas de «The Enemy Within» podem agradar aos fãs de thrash metal mais antigo devido a um característico sabor a anos 90 e às influências certas (Kreator, Destruction, Pestilence e, sobretudo, Sodom) e a uma personalidade musical muito própria que os Occult haviam adquirido e que imprimiram na composição. Como reedição, este disco não acrescenta nada à versão original - nem os temas estão remasterizados, nem o disco traz bónus - mas dada a pouca frequência com que se encontra este título essencial na discografia dos Occult e do thrash metal europeu dos anos 90, saúda-se. (7/10)
«The Enemy Within» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 02:43 AM | Comentários (0)

SIEBENBÜRGEN - NOVO DISCO A CAMINHO

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Os Siebenbürgen estão neste momento a ultimar o seu próximo trabalho, «Darker Designs And Images», que sucede ao aclamado «Plagued Be Thy Angel», e que vai ser lançado em Maio. Depois de algumas mudanças de formação, a banda anunciou que o guitarrista Linus Ekström, que gravou o disco, não vai fazer parte da formação ao vivo do grupo. A vocalista Turid Walderhaug, que fez a digressão do último álbum, também abandonou os Siebenbürgen, tendo sido substituida por Erika Roos.

Publicado por BillLaswell em 02:41 AM | Comentários (0)

FEAR MY THOUGHTS - TROCA DE BATERISTA

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Devido a motivos de ordem pessoal o baterista Alex Kovats decidiu abandonar os Fear My Thoughts, e vai ser substituido por Norman Lonhart. Entretanto, a banda vai estar em estúdio nas próximas três semanas a gravar o sucessor do seu álbum de 2003, «The Great Collapse». A produção do disco vai estar a cargo de Jacob Hansen (Mercenary, Raunchy, Aborted), e tem data de saída prevista para o dia 26 de Julho.

Publicado por BillLaswell em 02:40 AM | Comentários (0)

CIRCUS MAXIMUS NA FRONTIERS

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A banda de metal melódico e progressivo norueguesa Circus Maximus assinou um contrato discográfico pela editora italiana Frontiers Records, e prepara-se agora para lançar o seu álbum de estreia, «The 1st Chapter», no próximo dia 16 de Maio. A banda parece agradar especialmente a fãs de Symphony X, Dream Theater e TNT, com a sua mistura de metal técnico progressivo e hard rock melódico. Escutem samplers aqui, aqui e aqui.

Publicado por BillLaswell em 02:39 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Pointing Finger, What Went Wrong, No Forgiveness e Get Lost ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 02:37 AM | Comentários (0)

março 05, 2005

SALTATIO MORTIS - DISCO EM AGOSTO

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«Salz der Erde» vai ser o nome do novo álbum da banda de metal medieval alemão Saltatio Mortis, cuja edição está prevista para o dia 29 de Agosto. Para este novo lançamento, a banda vai trabalhar com o produtor Thomas Heimann-Trosie, responsável pelo som de discos de In Extremo e Subway To Sally.

Publicado por BillLaswell em 01:11 PM | Comentários (0)

GIGANTOR - CRÍTICA

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G7! CD
Golf Records/Recital

O regresso dos alemães Gigantor às edições dificilmente poderia ser melhor. Aparentemente, a experiência acumulada do quinteto deu-lhes alguma coerência, e fê-los perder grande parte do ambiente demasiado festivo que estragou lançamentos como «Back To Rockets!» e «Rhythm/Trouble», deixando-os apenas com bom punk-rock. E o que «G7!» revela é algum do melhor punk-rock que a banda alemã alguma vez escreveu e interpretou, muito bem equilibrado entre o peso da guitarra, a voz perceptível e as melodias fáceis e memoráveis que começam, cada vez mais, a fazer desta a verdadeira banda sucessora do legado de Ramones. «G7!» apresenta pouquíssimos pontos fracos, com todas as músicas muito coesas e variadas. Sem pisarem nunca fora do trilho do seu próprio estilo, os Gigantor apresentam músicas rápidas, músicas melancólicas, músicas mais pesadas e candidatos a hinos, como é o caso do tema «Who Will Save Rock'n'Roll», que conta com participação vocal de Bela B., baterista de Die Aertze, de Olga de Toy Dolls e da senhora Doro Pesch, tornando-se num dos momentos mais especiais do disco. A parte final de «G7!» é, apesar do bom trabalho dos Gigantor, um pouco escusada, com duas remisturas mais electrónicas para um tema do álbum chamado «No More New Drugs», que conseguem denegrir a boa impressão que a música causa ao longo do disco. O regresso de Gigantor, no entanto, deve ser saudado com a alegria e entusiasmo, devido ao seu melhor álbum de sempre, que os coloca inevitavelmente no mapa das grandes bandas de punk-rock com cheiro a old-school da actualidade. (8/10)
«G7!» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:23 PM | Comentários (0)

AGENDA

- Festa de 2.º aniversário da fanzine Sound Zone, no Bar Caldeiras, em Fuanas (Açores) - 21.30h
- The Exploited ao vivo no Paradise Garage (Lisboa) - 21.30h
- Morbid Death, Desire e StoneRiders ao vivo no Bar Jinx, no Bairro Alto (Lisboa) - 22.00h

Publicado por BillLaswell em 12:21 PM | Comentários (2)

março 04, 2005

KELLY KEELING - CRÍTICA

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Giving Sight To The Eye CD
Mascot Records/Recital

Kelly Keeling é uma espécie de freelance do hard rock americano, depois de ter atingido um sucesso considerável de sucesso com a banda Baton Rouge. Hoje em dia o guitarrista faz perninhas em tudo o que dê dinheiro e também faz álbuns a solo para a Mascot Records quando pode e o tempo deixa, usando para o efeito os seus conhecimentos e amizades no mundo da música. É assim que «Giving Sight To The Eye» conta com convidados como Don Dokken, John Norum, Tony Frankilin, Kerry Livgren, Mitch Perry e Carmine Appice. No entanto, Kelly Keeling nunca sai da ribalta, sendo suas as principais vocalizações e guitarras de todo o disco, bem como as composições. O álbum gira à volta de um hard rock moderno americano e algo mais que eu ainda não consegui perceber bem o que é. Não há dúvidas que o senhor sabe como compôr melodias e temas, e conta com uma voz bastante capaz para um hard rock mais rápido e pesadito, embora nem sempre seja o caso no disco. Ainda assim, Keeling tem o bom senso de apresentar alguma variação no disco, em temas que vão desde o quase sinfónico e épico ao mais rápido, passando por uma balada totalmente inútil. Apesar de não trazer nada de novo à cena, ainda assim, e em termos de hard rock americano, «Giving Sight To The Eye» pode agradar aos fãs do estilo devido a uma boa prestação do guitarrista/vocalista, não apenas em termos de execução como também de composição. (6/10)
«Giving Sight To The Eye» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 01:07 AM | Comentários (0)

FESTIVAL PUNK NO PINHAL NOVO

No dia 24 de Março realiza-se o 3.º Festival Punk do Pinhal Novo, que decorre no Pavilhão Polidesportivo local, a partir das 18.00h. As bandas presentes são os espanhóis Samesugas, Ervas Daninhas, Anti-Clockwise, Mata-Ratos e Peste & Sida. A entrada custará Eur 5,00.

Publicado por BillLaswell em 01:06 AM | Comentários (4)

DARK SUNS COM PAIN OF SALVATION

Os alemães Dark Suns, que acabaram de editar o disco «Existence», vão ser a banda de suporte da digressão europeia que os suecos Pain Of Salvation vão fazer em Abril, e que não tem passagem por Portugal prevista.

Publicado por BillLaswell em 01:05 AM | Comentários (0)

METAL BUS TOUR - PÁGINA OFICIAL

A Metal Bus Tour tem finalmente uma página de internet oficial: visitem-na aqui.

Publicado por BillLaswell em 01:05 AM | Comentários (0)

MAJESTY - NOVO DISCO A CAMINHO

Os Majesty preparam-se para entrar em estúdio este Verão para gravar o sucessor de «Reign Of Glory», com o produtor Stefan Kaufmann (U.D.O.). Para além deste disco, o líder de Majesty, Tarek Maghari, continua a trabalhar no álbum conceptual do seu projecto a solo, Dawnrider. Para este disco, Tarek vai contar com uma série de gente conhecida como convidados: James Riviera (Helstar), Marc Shelton e Hellroadie de Manilla Road, Ross The Boss de The Brain Surgeons e ex-Manowar, Rolf Munkes e Michael Graeter de Majesty, Michael Seifert de Rebellion, Sven D'Anna de Wizard, Andreas Babuschkin de Paragon, Jeurgen "Eumel" Aumann de Final Breath e Oliver Weinshmeimer de Shadows Of Iga, entre outros.

Publicado por BillLaswell em 01:04 AM | Comentários (0)

BLAST! NAS BANCAS

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A nova edição da revista Blast! já se encontra disponível nas bancas nacionais. Contém entrevistas com Obituary, Asterius, Capitollium, Carve, Cirith Gorgor, Corpus Cristii, Crest Of Darkness, Deep Odium, Devonian, Diabolical Breed, Ellipsis, Ironsword, Lunatic Gods, Nephtys, Neurotic, Phasm, Radigost, Vinterriket e Yyrkhoon, bem como a habitual série de críticas e reportagens sobre concertos, bem como artigos sobre H.P. Lovecraft e Stephen King e uma biografia de Bela Lugosi.

Publicado por BillLaswell em 01:03 AM | Comentários (2)

LEAVES' EYES - NOVO DISCO EM MAIO

O novo disco de Leaves' Eyes - a banda que junta Liv Kristine Espenaes aos Atrocity - vai chamar-se «Vinland Saga», e a sua edição está prevista para o dia 30 de Maio. A banda promete um álbum conceptual com váris instrumentos clássicos. Antes do disco, no dia 5 de Maio, é editado um MCD de cinco faixas inéditas, como aperitivo para «Vinland Saga». Nas próximas semanas, os Leaves' Eyes vão gravar um vídeo-clip de promoção para o novo disco.

Publicado por BillLaswell em 01:01 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Morbid Death, Desire, Opus Draconis e Necrose ao vivo na discoteca Via-Latina, Coimbra - 21.30h
- The Exploited e Motornoise ao vivo no Hard Club (Gaia) - 21.30h

Publicado por BillLaswell em 01:00 AM | Comentários (2)

março 03, 2005

IVANHOE - ENTREVISTA

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A segunda encarnação de uma das mais excitantes bandas de metal progressivo alemãs começou quando o guitarrista Achim Welsch viu o vocalista Mischa Mang representar o papel de Judas no musical Jesus Christ Superstar. O convite foi feito, aceite, e os Ivahnoe estavam lançados de novo. Três anos de gravações depois, o disco «Walk In Mindfield» materializa o regresso, com 10 temas de um metal melódico, progressivo, coeso e forte. Achim Welsch esclareceu-nos os contornos deste regresso.

Sentes que a banda está de volta à cena, ou sentes mais que a banda nunca deixou verdadeiramente de fazer parte da cena - apenas teve uma longa pausa?
De volta à cena... durante os últimos anos surgiram muitas bandas, e muitas coisas aconteceram. Nós ficámos inactivos muito tempo, mas mantivémo-nos em contacto com muita gente da cena. Depende sempre um bocado do tempo que ficámos sem tocar concertos, o facto de estarmos de volta ou de nunca termos 'saído', mas as pessoas que gostavam da banda antes sabem o valor que temos. Há muita gente que nos viu nos primeiros anos de carreira, que ouviu falar sobre este novo álbum, que o comprou, e parecem gostar muito dele. Temos tido críticas muito surpreendentes e, por vezes, até eufóricas. É muito agradável para mim, porque trabalhámos tanto tempo neste CD, e quando chegámos ao fim do trabalho eu não sabia que reacções havia de esperar. Mas estou contente com o que li até agora. Não li todas as críticas, mas o que li era muito bom.

Então quando acabaste de gravar o disco não conseguias ter uma opinião objectiva sobre ele? Não conseguias ouvi-lo e dizer se era bom ou não?
A palavra "bom" é muito subjectiva. Há tanta música boa, mas só alguma é importante para mim. E a música tem que ser importante para as pessoas. Não é nada de especial para mim quando as pessoas me dizem "gosto da tua música". Para mim tem muito mais valor alguém dizer-me "a tua música é importante para mim". Gosto de muitos músicos e de muitas bandas, mas há apenas algumas bandas que são realmente importantes para mim. Não podes ouvir constantemente todas as bandas de que gostas. A tua mente diz-te "ok, tens que escolher algumas bandas que são especiais para ti". E essas são as bandas que estás sempre a ouvir, são as tuas bandas favoritas. E nas reacções ao disco algumas pessoas têm estado a dizer que esta música é importante para elas. Mesmo que alguém diga "este álbum é uma merda", está a dizer mal de nós, mas ainda assim está a dizer alguma coisa sobre nós, a nossa música fê-lo ter uma reacção.

Mas consegues ter essa objectividade sobre os teus discos quando os acabas de lançar? Consegues ouvi-los e dizer "isto está bem feito", ou "podia ter feito isto de maneira diferente"?
Foi uma experiência diferente, porque nunca tinha demorado tanto tempo com uma produção antes. Isto aconteceu porque nós queríamos fazer o nosso melhor. E demorámos tanto tempo a aprendermos a trabalhar juntos... mas no fim, posso dizer-te que escuto o CD todos os dias (risos). Escuto o álbum todos os dias, e as músicas são já boas amigas para mim. Há uma altura em que podes verdadeiramente gozar o que fizeste, e os teus sentimentos tornam-se especiais quando te apercebes que a tua música se tornou uma boa amiga para ti. Há também uma altura na produção em que tu trabalhas arduamente e soa-te tudo muito mal. Desta vez também passámos por essa fase, mas agora, no fim, posso dar-te uma ou duas músicas, principalmente a que gravámos o vídeo... acho que ouvi a faixa-título uma 5.000 vezes. E não foi muito difícil. E escuto o álbum todos os dias, e não é chato.

Porquê três anos para lançar o disco?
O Mischa, o nosso vocalista, tem a mesma forma que eu de tratar a música; a música é a coisa mais alta que ele pode aspirar a fazer, e é um tipo muito porreiro. É muito entusiasta, e trabalhar com ele pode tornar-se uma coisa muito especial, porque ele envolve-se muito profundamente com a música, tal como eu. Quando começámos a trabalhar na música, percebemos que tínhamos que nos envolver mais e mais, até chegar a um certo ponto onde queríamos chegar. Escrevemos muitas músicas nessa altura, e eu tinha as minhas ideias de como a voz devia soar e como cantá-las, mas o Mischa fê-las à maneira dele. E, a partir daí, tive que me concentrar muito na voz dele, porque a minha ideia da voz dele era diferente daquilo que ele podia fazer realmente. Nós chagámos a gravar algumas músicas com outros vocalistas antes de o encontrarmos, mas elas nunca soavam como eu queria; mas quando conhecemos o Mischa quisemos logo entrar muito profundamente na música. Mas tivemos que reaprender a trabalhar com as nossas ferramentas, como a voz do Mischa, com a produção e tudo o mais. Apareceram partes muito bem feitas, bem como partes muito espontâneas, ao longo dos três anos em que gravámos o disco. E quando estava suficientemente bom, deixávamo-las ficar e nunca mais lhes mexíamos de novo. E passaram três anos (risos). Houve partes vocais que gravámos logo ao início, e partes vocais que gravámos três anos depois... e podem ouvir-se no mesmo CD. Foi uma experiência diferente, mas eu estou contente com o resultado final.

Mas não vão demorar outros três anos para gravar o próximo álbum, certo?
Não me parece. Vamos lançar o próximo disco por volta do Outono do próximo ano. Porque houveram tantas músicas que ficaram de fora, que davam para lançarmos três CD's.

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Muita desta vossa nova vida depende muito do modo como encontraram o Mischa. Achas que teriam lançado este disco se não o tivessem encontrado?
Não. O Mischa é o vocalista por excelência, que expressa os sentimentos de uma tal forma que toda a gente os compreende. Ele é um actor de musicais - um verdadeiro actor - que estudou representação. Quando o vês em palco, percebes que ele é um verdadeiro actor. Fiquei muito impressionado quando o vi no musical Jesus Christ Superstar, no papel de Judas. Acho que a presença dele é muito marcada... no vídeo que gravámos, por exemplo, isso é muito visível. Demorámos 250 horas de gravação com o vídeo, mas estou muito contente por o termos filmado, porque agora as pessoas podem ver como expressamos a nossa música. Acho que vamos fazer outro vídeo em breve, temos muitas ideias para o futuro. O Mischa é muito activo... se ele estiver cinco minutos contigo, são cinco minutos que passas a rir. Mesmo quando gravámos o vídeo, passámos todo o tempo a rir das coisas que estávamos a fazer. Acho que ele é o líder de Ivanhoe - eu estou mais para trás. Ele tem o papel mais importante de todos nós na banda... apesar de ele não querer ser o líder, acho que o é. Tem a mistura certa de características que faz de uma pessoa um líder por excelência.

A vossa música está algures entre o hard rock, o heavy metal e o progressivo. É este o modo como a vês também?
Acho que é uma mistura de tudo aquilo de que nós gostamos. Eu gosto da primeira fase dos Ivanhoe, e também do que fizemos no álbum anterior... foi aí que criámos este caminho que junta algumas partes mais pesadas com atmosfera e alguns sentimentos especiais. Este é um tipo de sonoridade que nos agrada, porque permite-nos ser criativos e inventar sons interessantes. Acho que acabou por ser importante para nós, esta mistura da sonoridade que tínhamos nos anos anteriores, que algumas pessoas comparavam a Rush. OK, havia algumas coisas que nós fazíamos que soavam um pouco como Rush, e não tenho problemas com isso. Mas há tantas pessoas a dizerem-nos coisas diferentes sobre a nossa música. Eu sou, por exemplo, um grande fã de Psychotic Waltz, e fico sempre muito contente quando nos comparam a Psychotic Waltz. Também há o espectro de Dream Theater antigo... toda a gente pensa que cada banda progressiva é um clone de Dream Theater. Desde que as pessoas tenham opiniões diferentes sobre esse assunto, está tudo bem por mim. Eu estou a pensar no futuro... no que vamos fazer nos próximos 20 anos ou 30 anos... talvez vá haver muita música diferente no futuro, e acho que as comparações vão terminar um dia. No ano 2020 não vamos ser comparados com uma banda dos anos 80 ou 90. Por agora são apenas comparações de algumas pessoas, que me agradam. Gosto de ser comparado com bandas muito famosas.

Quando estão em composição, vocês preocupam-se se uma determinada parte de uma música está a ficar demasiado progressiva e demasiado complexa para os ouvintes?
Acho que nós fazemos muitas coisas complexas que as pessoas não se apercebem que são tão complexas como na realidade são. Não quero que o nosso som pareça muito complexo, e foi por isso que tivemos alguns cuidados para que as músicas não parecessem tão complexas. Mas existem muitas coisas complexas... eu gosto de coisas complexas (risos). Há uns anos nós tocámos em Itália, e a seguir a nós tocou uma banda de versões de Dream Theater. A banda não era muito conhecida... tinha apenas algumas versões, mas eu fiquei totalmente espantado quando os vi tocar. Vi-os tocar coisas que não pareciam nada complexas, mas quando as vi, comparei-as àquilo que nós tocamos, e eram mesmo muito complexas. É essa a verdadeira arte neste estilo de música. Os Rush faziam coisas... eu vi o vídeo do concerto deles no Rio, eles tinham partes de bateria muito excitantes, e as pessoas - 20.000 ou mais - estavam doidas. Mas no concerto eles tocaram cada uma das notas como nos discos, e as pessoas nem se aperceberam que eles o estavam a fazer, porque as pessoas do público não são músicos. É por isso que os Rush são tão famosos, julgo eu. E os Abba... eu sou um grande fã de Abba. E também eles sempre fizeram coisas muito complexas, e as pessoas não se apercebiam, porque eles criavam emoções fortes com elas.

Tu tiveste o projecto Charisma antes do regresso dos Ivanhoe. Há influências da música de Charisma neste disco também?
Sim, em relação a Charisma há muita comparação quando se fala deste álbum de Ivanhoe. No fundo, estes 'novos' Ivanhoe são uma nova banda, que são muito influenciados pelos Charisma. Mas os Charisma, por outro lado, foram muito influenciados por duas pessoas: pelo antigo produtor de Ivanhoe e por mim. O álbum de Charisma foi feito por três pessoas, e é um pouco diferente, porque firam cinco ou seis pessoas que fizeram o álbum de Ivahoe. Se contares a contribuição de cada um para o álbum, eu compus a maior parte das coisas de teclados no disco de Charisma, e este soa um pouco mais pobre em termos de influências de diferentes pessoas. É diferente.

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Existe alguma hipótese de uma reunião de Charisma num futuro próximo?
Existe uma forte hipótese. À medida que nos vamos envolvendo mais em Ivahoe, vamos tendo também mais ideias para Charisma. Houve um dia em que pensámos que poderíamos desenvolver mais o projecto com a vocalista Annette Kienzle, e imediatamente tive muitas ideias criativas para aplicar nessa equipa. Temos essas ideias em carteira, e queremos aplicá-las com a Annette. Acho que será muito interessante lançar essas músicas, um dia. Acho que pode haver uma produção num futuro próximo, mas não sei. Mas acredito mesmo nisso (risos).

Consegues explicar-me o conceito por detrás de uma letra como «Walking in Mindfields»?
A ideia por detrás dessa letra começa com um soldado que vai para a guerra. Ele está a conduzir um camião de transporte para a frente de combate e apercebe-se, num segundo, que pode morrer nos próximos 10 minutos, ou que pode viver os próximos 50 anos. E a comparação dele destas duas possibilidades fá-lo perceber que qualquer guerra não vale os 50 anos que ele pode viver mais. Apercebe-se da insanidade da comparação. Nós criámos este conceito como um código para o que se está a passar no mundo... todas as pessoas pensam que o Bush está interessado em defender os cidadãos dos Estados Unidos. E isso não é verdade. Há pessoas que pensam que ele pode estar interessado em religião, em defender um legado de cristianismo no governo. Mas no fundo a única coisa que lhe interessa é o dinheiro, e as negociações da sua família com Bin Laden. É isso que está por detrás do álbum... queremos dizer às pessoas para pensarem por elas próprias. Nós continuaremos sempre a ser crianças, em que os nossos pais tiranos são os políticos, se não pensarmos por nós próprios. O título «Walk In Mindfields» é um convite... "ei, experimenta andar na tua mente". Porque 100% da nossa vida é lá que se passa. E podemos explorar a nossa mente, podemos pensar por nós próprios, mas temos sempre tendência para ouvirmos o que as outras pessoas nos dizem.

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (2)

SECRECY - CRÍTICA

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Beneath The Lies CD
Ethereal Sound Works

Os Secrecy foram fundados em 2001, quando os ex Ignoto Deo (uma banda gothic rock nascida em 1992) se uniram ao vocalista Miguel Ribeiro (ex My Fallen Angel, uma banda gótica nacional entretanto extinta) e gravaram a sua primeira demo em CD, fruto de uma iniciativa promovida pela C.M. de Valongo. A banda adopta o nome Secrecy, inspirado pelo tema homónimo e, após um longo historial de concertos, assinam um contrato de edição com a Ethereal Sound Works e, finalmente em 2004, surge o tão aguardado álbum (produção a cargo de Luís Barros, nos estúdios Rec'N'Roll). A sonoridade apresentada por este quinteto de Valongo, com influências demasiado visíveis na onda de Sisters of Mercy e Love Like Blood, não traz grandes novidades, caracterizando-se por ser um rock gótico suave e ligeiramente sombrio, devidamente acompanhado por vocalizações limpas e que quase ou nunca mudam de timbre. O trabalho de teclado e guitarra revela alguns pormenores interessantes, indo de encontro ao intimismo em «Cry», e dinamismo em «secrecy». «Arise and Fall», além de ter um ligeiro travo à la Fernando Ribeiro (Moonspell) na fase final e fazer lembrar ‘O Corvo’ de Alex Proyas (com Brandon Lee), é uma das faixas mais cativantes. Assim, apesar de aliado a uma sensação de dejá-vu e homogeneidade, destacam-se momentos bem intensos em «Arise and Fall», «Secrecy», «Sins for Love» ou «Hollow Man». No que respeita à componente lírica, o menu varia entre a solidão e o amor eterno, o veneno e o mistério, ou os opostos vida/morte servidos a sépia, ou seja, lúgubre mas quente. Acompanhado por uma faixa multimédia, ainda poderão ter acesso ao vídeo ‘Perfect Isolation’ e conhecer os elementos de Secrecy através de algumas imagens. Melódico e energicamente satisfatório, numa musicalidade agradável, ‘Beneath the lies’, agradará com certeza aos fãs do género. (7,5/10) Lurdes Matos
«Beneath The Lies» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (2)

FALCONER - DISCO EM MAIO

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O novo álbum dos suecos Falconer vai chamar-se «Grime Vs. Grandeur», e tem edição marcada, via Metal Blade, para dia 2 de Maio. O disco conta com participações dos convidados Snowy Shaw na bateria e Andy LaRoque em alguns coros.

Publicado por BillLaswell em 12:16 AM | Comentários (0)

BLOODTHIRST E EBOLA EDITAM SPLIT

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«Hell Bestial Desecration» é o nome do split-CD editado pelos Bloodthirst ("hateful anti-christian thrash') e Ebola ('satanic death metal'). São 30 minutos de metal extremo que incluem versões de Bathory (tocado por Bloodthirst) e Impaled Nazarene (tocado por Ebola). A edição é feita em CD-r e as capas são impressas profissionalmente. O preço são Eur 6,00, com portes incluídos. Encomendem a vossa cópia para: obscure.productions@poczta.fm

Publicado por BillLaswell em 12:14 AM | Comentários (0)

MANGUALDE HARD-METAL FEST

O cartaz da 11.ª edição do Mangualde Hard-Metal Fest já é conhecido. Como cabeças de cartaz teremos, como anunciámos ontem, os irlandeses Primordial, bem como os polacos Decapitated. A completar o cartaz estarão os espanhóis Berserk e os portugueses Alkateya, Peste & Sida, Neoplasmah e Angriff. O festival acontece no dia 14 de Maio, no Centro Cultural de Santo André, a partir das 16.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:11 AM | Comentários (2)

CONCERTO NO ZARAGATA

No dia 7 de Março o espaço Zaragata, em Setúbal (Estrada da Graça, n.º 190) acolhe um concerto punk/hardcore com as bandas Ballast (Canadá) e Gasmak Terror (França). Os concertos começam às 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:10 AM | Comentários (0)

BORN FROM PAIN - ÁLBUM PRONTO

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Os Born From Pain terminaram as gravações do seu novo álbum, «In Love With The End», que decorreram no Antfarm Studio, com Tue Madsen como produtor. A lista de temas do disco, que é editado no dia 18 de Abril, é a seguinte: «Rise or Die», «Judgement», «The New Hate», «Kill it Tonight», «Renewal», «Fear This World», «Raging Heart», «Dead Code», «Suicide Nations» e «Hour of the Wolf». A banda entra imediatamente em digressão europeia, da qual uma das datas - o dia 21 de Maio - acontece em Portugal, em Campolide, juntamente com Zero Mentality.

Publicado por BillLaswell em 12:09 AM | Comentários (0)

SOUL SIRKUS - LISTA DE TEMAS

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Foi finalmente anunciada a lista de temas que vai fazer parte do álbum de estreia da super-banda de hard rock Soul Sirkus. Os temas serão: «World Play», «Highest Ground», «New Position», «Another World», «Soul Goes On», «Periled Divide», «Peephole», «Friends to Lovers», «Praise», «My Sanctuary», «Coming Home», «My Love» e «Close the Door». A primeira edição do disco vai ser especial e limitada, num ecobook, com um DVD bónus que conterá os vídeo-clips gravados para as faixas «New Position» e «Another World», bem como uma entrevista com os membros da banda e cenas de bastidores. «World Play» é editado no dia 25 de Abril.

Publicado por BillLaswell em 12:07 AM | Comentários (0)

BATTLELORE EM ESTÚDIO

Os finlandeses Battlelore estão já fechados em estúdio, no Soundsuite, onde se encontram a gravar o seu terceiro álbum de originais com o produtor Terje Refsnes (Tristania, The Sins Of Thy Beloved, Green Carnation). A edição do novo disco deverá acontecer em Junho.

Publicado por BillLaswell em 12:06 AM | Comentários (0)

REVISITED RECORDS - MAIS KLAUS SCHULZE

A nova sub-editora da InsideOut Music, Revisited Records, vai continuar as reedições dos discos antigos de Klaus Schulze em Abril, com os discos «Picture Music», «Dig It», «En=Trance» e «In Blue». Neste momento estão também em preparação três reedições das lendas de kraut rock Amon Düül II.

Publicado por BillLaswell em 12:05 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Morbid Death ao vivo no Hard Club (Gaia)

Publicado por BillLaswell em 12:00 AM | Comentários (0)

março 02, 2005

JOE BONAMASSA - CRÍTICA

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A New Day Yesterday: Live CD
Provogue/Recital

Era mesmo do que eu estava a precisar... ali com novos discos de Freedom Call, Six Feet Under, Brainstorm e Adema na pilha à minha frente para criticar, e sai-me este pseudo-guitar-hero americano com mania que também é bluesman, de composições manhosas e solos todos cromos. Joe Bonamassa prossegue uma carreira em nome próprio depois de ter passado por algumas bandas de rock melódico que nunca chegaram verdadeiramente à Europa. «A New Day Yesterday» era o álbum de originais de 2000, que agora chega a álbum ao vivo mercê da gravação de um espectáculo de promoção do disco em 2001. Deste espectáculo salva-se pouco... alguns momentos de blues rock que Bonamassa guarda para o fim do concerto, talvez por saber que é onde está mais à vontade, tanto em termos de voz como de solos, e a versão de «A New Day Yesterday», de Jethro Tull, que chega para entusiasmar, mas não muito. O público grita, mas nota-se que não está por lá muita gente. A actuação em termos gerais de Bonamassa é meio sem sal, como a música, com alguma falta de comunicação e muita falta de entusiasmo, mas o senhor não falha tecnicamente, o que se aprecia, sobretudo quando é um dos poucos elogios que se lhe pode fazer. O mundo não precisa, definitivamente, de outro aspirante americano a guitar-hero. Sobretudo este, que é uma espécie de má mistura de Peter Frampton e Edgar Winter. Oh deus!... (4/10)
«A New Day Yesterday: Live» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 10:37 AM | Comentários (0)

MOLLY HATCHET - NOVO DISCO EM ABRIL

O novo disco dos heróis americanos sulistas Molly Hatchet vai chamar-se «Warriors Of The Rainbow Bridge», e tem saída prevista para o dia 11 de Abril, através da Steamhammer/SPV.

Publicado por BillLaswell em 10:33 AM | Comentários (0)

PRIMAL FEAR - PORMENORES SOBRE ÁLBUM

A banda alemã de power metal Primal Fear revelou os títulos de mais alguns dos temas que vão fazer parte do seu próximo disco, a editar em Outubro. De acordo com um comunicado da banda no site, os temas «Signs of our Time», «Evil That Man Do», «Higher Power» e «Sound of Thunder» estão já prontos para entrar em fase de pré-produção. Outros temas que vão aparecer no CD são «The Immortal Ones», «Mind of a Killer», «Presumed Dead», «Evil Spell» (descrita como "a mais rápida faixa de Primal Fear de sempre"), «Rollercoaster», «Seven Seals» e «Diabolus». A gravação do disco vai acontecer em Abril e Maio no estúdio House of Music, perto de Estugarda, na Alemanha. Mat Sinner, o baixista da banda, vai ser o produtor de serviço, juntamente com Charlie Bauerfeind (Blind Guardian, Halford, Hammerfall). A mistura vai ser feita em Maio por Mike Frazer (Metallica, AC/DC, Slipknot, Aerosmith) no Warehouse Studio em Vancouver, no Canadá.

Publicado por BillLaswell em 10:31 AM | Comentários (0)

PRIMORDIAL EM PORTUGAL

Os irlandeses Primordial têm três actuações ao vivo agendadas para Portugal no próximo mês de Maio. A primeira é no dia 12, em Beja, na Casa da Cultura. A segunda é em Almada, como parte integrante do festival Millenium Fest, no dia 13. Por fim, no dia 14 de Maio, os Primordial actuam em Mangualde, no Hard Metal Fest.

Publicado por BillLaswell em 10:28 AM | Comentários (0)

EARTHSHAKER FESTIVAL - MAIS NOVIDADES

Há mais novidades no campo do Earthshaker Festival, que acontece entre 22 e 24 de Julho na Alemanha. A organização confirmou a presença dos finlandeses Nightwish como cabeças de cartaz para sexta-feira dia 22. Outra das grandes presenças do festival são os Manowar, que têm uma actuação prometida de duas horas para o dia 23, com passagens pelo palco de TODOS os ex-elementos da banda. A ler as partes narradas que Orson Wells fez originalmente, nos temas «Defender» e «Dark Avenger» estará o veterano actor britânico Christopher Lee. Lee estará em palco não apenas com os Manowar no sábado, como com os italianos Rhapsody, na sexta-feira, também para narrar algumas das partes.

Publicado por BillLaswell em 10:26 AM | Comentários (0)

MORBID DEATH - OUTRA DATA

Depois de cancelado o concerto no Le Son, de Coimbra, que fazia parte dos planos iniciais da digressão pelo continente dos Morbid Death, eis que surgem notícias animadoras de um concerto alternativo em Coimbra para a banda açoriana, no dia 4 de Março. O concerto realizar-se-á na Discoteca Via Latina, e conta também com actuações de Desire, Opus Draconis e Necrose. A entrada custa Eur 5,00 e o início está previsto para as 21.30h, com as portas a abrirem às 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 10:25 AM | Comentários (0)

RAMP - NOVO BAIXISTA ANUNCIADO

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Os Ramp anunciaram finalmente o nome do novo baixista, que vai tomar o lugar deixado vago por João Sapo. O novo membro da banda chama-se Fernando Caveira, e é oriundo de Lisboa. Entretanto, e no seguimento do EP «Planet Earth» que a banda lança no dia 1 de Abril, os Ramp anunciaram uma digressão nacional por bares e palcos mais intimistas, com um set muito especial, composto por temas antigos e algumas versões.

Publicado por BillLaswell em 01:12 AM | Comentários (0)

PAIN OF SALVATION - DVD ESTE MÊS

Depois do excelente conceito «Be» ter passado pelo espectáculo e pelo formato DVD, os suecos Pain Of Salvation vão agora transformá-lo num DVD. «Be Live» compreende, como o nome indica, o espectáculo ao vivo de «Be», e é editado no dia 21 de Março, juntamente com uma edição em CD. A banda inicia uma digressão europeia logo de seguida.

Publicado por BillLaswell em 12:45 AM | Comentários (0)

março 01, 2005

NEIL ZAZA'S MELODICA - CRÍTICA

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Melodica CD
Mascot Records/Recital

Neil Zaza é um dos grandes guitarristas dos Estados Unidos, apenas encontrando paralelo nos grandes mestres do instrumento como Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Axel Rudi Pell, principalmente em termos de composição de temas instrumentais onde a guitarra solo ganha o protagonismo principal. E «Melodica» é um desses discos, com 15 temas em que Zaza se faz acompanhar de bateria, baixo e teclados, e onde vai discorrendo a sua técnica, musicalidade e talento de composição para este estilo de música específico. Quem gosta de álbuns instrumentais baseados na guitarra eléctrica pode ter aqui uma boa surpresa, uma vez que Neil Zaza oscila entre temas mais rápidos e outros mais suaves e relaxados, ensaiando por vezes algumas incursões funky e blues pelo seu dedilhado, fazendo no entanto sempre juz ao nome do projecto e colocando os seus leads ao serviço da melodia. Os melhores momentos acontecem quando o senhor usa a guitarra como se fosse uma voz, e aplica ao seu solo receitas de 'canção', com partes a fazer de coro, versos e tudo. Mas também há momentos claramente não tão inspirados, que fazem com que «Melodica» soe, nas suas 15 músicas, um pouco maçudo e chato até para o mais entusiasta ouvinte de guitarra eléctrica. Ainda assim, não deixa de ser um bom exemplar deste estilo muito particular de música, com alguns temas francamente qualitativos, mas outros infelizmente só a fazer número. (6/10)
«Melodica» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:53 AM | Comentários (0)