março 31, 2005

SUCH A SURGE - DISCO EM ABRIL

4 de Abril é a data oficial de lançamento de «Alpha», o novo álbum da banda crossover alemã Such A Surge. Para vos abrir o apetite, a banda disponibilizou online o tema «Was jetzt?» aqui.

Publicado por BillLaswell em 08:16 PM | Comentários (0)

BATERISTA DE ATROCITY EM GRAVEWORM

Moritz Neuner, o baterista de Atrocity e Leave's Eyes, vai participar na digressão europeia que os italianos Graveworm vão realizar entre os dias 5 e 17 de Abril, e que não tem datas previstas para Portugal.

Publicado por BillLaswell em 08:14 PM | Comentários (0)

POGROM 1147 - DISCO NOVO

«Black Metal Complete» é o nome do novo disco do projecto polaco de 'raw' black metal Pogrom 1147. A edição é da Old Temple, e o disco está disponível por Eur 10,00.

Publicado por BillLaswell em 08:12 PM | Comentários (0)

DEADLOCK - GRAVAÇÕES TERMINADAS

Os Deadlock terminaram as gravações do disco «Earth.Revolt», que vai ser editado no dia 26 de Junho através da Lifeforce Records. Segunda a editora, pode esperar-se uma obra prima de 'metal europeu misturado com teclados etéreos', com uma voz feminina e uma forte mensagem étnica nas letras.

Publicado por BillLaswell em 08:11 PM | Comentários (0)

ETHEREAL E FULLMOONCHILD AO VIVO

No dia 9 de Abril os Ethereal e os FullMoonChild actuam ao vivo no Bar Jinx (em-Limbo), no Bairro alto, em Lisboa, a partir das 22.30h. A entrada custará Eur 5,00.

Publicado por BillLaswell em 08:09 PM | Comentários (0)

CONCERTO NO LUANA BAR

No próximo dia 3 de Abril os Holocausto Canibal, Fetal Incest, Negative Gain e Vittrah actuam ao vivo no Luana Bar, no Centro Comercial Stop, no Porto, a partir das 16.00h.

Publicado por BillLaswell em 08:07 PM | Comentários (0)

GOAT OF MENDES - CRÍTICA

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«A Book Of Shadows» CD
Source Of Deluge Records/Recital

Apesar de um início de carreira ligado ao black metal, os alemães Goat Of Mendes cedo começaram a seguir o seu próprio caminho musical, chegando a este quarto álbum de originais como um dos mais originais e refrescantes colectivos da cena germânica. O 'Wiccan Metal' da banda é composto por um forte componente NWOBHM, misturado com algumas influências folk metal, por riffs thrash e por vocalizações tripartidas (incluindo uma feminina), funcionando em conjunto como um poderoso dínamo. Quem escreveu as regras do heavy metal deve estar às voltas no túmulo com tamanha falta de respeito pelas convenções. Efectivamente, misturar vocalizações extremas, ritmos speed metal, guitarras gémeas como no power metal americano, sons de violino e flauta, pode e deve ser motivo para banir qualquer banda da Valhalla do metal, mas os Goat Of Mendes são feitos de outra fibra. A banda compõe e toca a música segundo a sua própria cartilha, e se esta indica que uma música começa muito heavy metal, introduz a seguir uma vocalização death metal e depois evolui para um refrão cantado com voz épica por cima de um lead de guitarra hiper-melódico, é isso que a banda faz. Este Livro de Sombras está cheio das possibilidades mais variadas que a banda liderada por Surtur e Maia não se cansa de explorar, e que resultam, na maior parte dos casos, em experiências auditivas provocantes e inovadoras. Não há muitas bandas que se possam gabar de o fazer. Os Goat Of Mendes, com o seu Wiccan Metal pagão e nada ortodoxo, fazem-mo, e orgulham-se em não ter o mérito que merecem por isso. (8/10)
«A Book Of Shadows» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 07:22 PM | Comentários (0)

março 30, 2005

EXPOSIÇÃO DE FANZINES EM VISEU

Entre os dias 4 e 9 de Abril decorre na Biblioteca D. José Pedro da Silva em Viseu, no Centro Regional das Beiras em Viseu e na Universidade Católica Portuguesa uma exposição de fanzines, organizada pela Cidade Desconhecida. No dia 7 de Abril, pelas 15.00h, decorre a conferência 'À Descoberta dos Fanzines', com Nuno Pereira (editor de fanzine e mentos da Cidade Desconhecida) e Geraldes Lino (crítico e expert em fanzines de BD). A conferência decorre no auditório da Biblioteca D. José Pedro da Silva.

Publicado por BillLaswell em 11:47 AM | Comentários (1)

CROSSBOW - CRÍTICA

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«Break The Ice» CD
Source Of Deluge Records/Recital

Não há muita informação sobre os alemães Crossbow disponível na internet, e nem este disco veio acompanhado de um press-release que me permita perceber quem é a banda ao certo, mas a verdade é que «Break The Ice» não impressiona particularmente. O grupo procura fazer um heavy/power metal algo old-school, mas esbarra em duas ou três dificuldades que acabam por manter o disco abaixo da média. A principal é a voz. Apesar dos riffs serem interessantes e haver um bom equilíbrio entre o peso das guitarras e a secção rítmica, a vocalização, precisamente a meio caminho entre o grave e o agudo, deixa muito a desejar, chegando mesmo a ser confrangedor ouvir como o vocalista tenta gritar, sem sucesso, nas partes em que é suposto cantar mais alto. Depois, os Crossbow exageram nos temas a meio tempo e, se alguns deles acabam por resultar bem, com partes diferentes que compreendem passagens mais pesadas de duas guitarras a riffar e a solar, outros pendem claramente para o lado da chatice, nomeadamente quando os Crossbow tentam ser épicos e acabam por fazer músicas com demasiadas partes diferentes, onde apesar disso o ritmo raramente muda. Muitas das críticas que têm sido feitas a este disco apontam o caminho para os Crossbow: mudar de vocalista. Eu digo mais: mudar de vocalista e procurar simplificar e, ao mesmo tempo, variar um pouco mais a composição. Só assim a banda alemã poderá fazer uso da chama de talento que é possível ver em «Break The Ice». Infelizmente, o gelo ainda é muito espesso. (5/10)
«Break The Ice» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:32 AM | Comentários (0)

RAMP - ENTREVISTA

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Os Ramp são o eterno segredo bem escondido da cena portuguesa. Nome crucial do metal português, carregam o estigma de nunca terem conseguido uma internacionalização à altura do poder e qualidade do seu power-thrash. No entanto, nos últimos anos a banda de Rui Duarte parece conhecer um novo fôlego, culminado com o último álbum «Nude», e agora perpetuado com a edição de um novo EP, chamado «Planet Earth». Este EP apresenta um novo baixista, que substitui o insubstituivel Sapo e antecede uma digressão nacional de bares que os Ramp vão fazer durante o mês de Abril. Neste ponto de viragem da carreira dos Ramp, falámos com o vocalista Rui Duarte sobre a digressão, sobre o EP e sobre a troca de baixistas.

Porquê um EP, porquê agora?
Passado um ano e alguns meses da edição do «Nude», principalmente devido a alterações profundas que houve de management e mesmo de agenciamento. Aliás, para variar. Os Ramp desde o início têm andado sempre a trocar de estruturas e esse tem sido um grave handicap: nós não termos encontrado ainda a estrutura certa com a qual trabalhar. A edição do EP era mais do que obrigatória. Primeiro porque havia a possibilidade de gravar esse mesmo material. Segundo porque seria um trabalho de reentre para este ano, em que a nova equipa iria estar montada, e isto a anteceder logicamente o próximo disco de originais. O timing tem a ver com isso. Em relação ao conteúdo, achámos também que era interessante lançar um EP porque é uma coisa que não é nada pretensiosa - bem pelo contrário. É uma coisa bem acessível às pessoas, tanto que a nossa intenção é fazer uma edição muito limitada e a venda apenas feita através dos espectáculos ao vivo da banda e quer através do site da editora, quer através do site oficial da banda. Isto também para podermos fazer a venda a um preço bastante reduzido. Nós queremos vender o EP a Eur 5,00, ou seja, torná-lo uma coisa bastante apetecível; para já por ser uma coisa limitada, porque irá ser um objecto de colecção, e ao mesmo tempo que seja uma coisa extremamente barata para que as pessoas consigam comprá-lo facilmente sem estarmos a encher os bolsos aos intermediários. O EP acaba por ser um bocado uma aproximação; nós queremos estar em contacto directo com as pessoas que gostam muito dos Ramp sem ser apenas só no meio comercial normal. Aliás, a intenção de fazermos a tour e a promoção do EP da maneira como nós vamos fazer é exactamente isso. É um bocado nós descermos ao contacto mais directo com as pessoas, tocarmos em espaços mais pequenos para fazermos concertos mais intimistas em que haja uma relação muito próxima da banda com o público. Um bocado para voltar a puxar aquela química do que é sentir uma banda a tocar à frente, e não longe. Isso para nós é extremamente importante. Acho que esse é o principal timing do EP. É tentar, de alguma maneira, aproximar os Ramp das pessoas.

E artisticamente, porquê a escolha destas músicas?
Isto aconteceu um pouco por acaso. Nós na altura estávamos a gravar, ou íamos começar a preparar a gravação, do «Nude», e por brincadeira pensámos numa série de covers, em quais é que havíamos de fazer. E na altura escolhemos um tema de Duran Duran, e a escolha mais tarde veio a concretizar-se em termos de gravação. O tema original faz parte ainda das sessões de composição do próprio «Nude», e o tema de António Variações não surgiu no seguimento do que se passou no final do ano passado, quando foram lançados os inéditos do António Variações. Não foi nada disso, porque no fundo o tema já foi feito também o ano passado, e nessa altura foi feito para uma série de BD portuguesa, que se chamava 'O Anjinho da guarda", e o tema-título da série é exactamente também o tema «Anjinho da Guarda», do António Variações. Os Ramp foram convidados a fazer toda a parte musical, que neste caso era o tema do teaser, que era essa cover do António Variações. Nós achámos que realmente era um desafio engraçado, nós conheciamos o criativo que estava por detrás de toda a arte dos cartoons, e participámos, com o máximo de boa-vontade. Depois houve pessoal que ouviu o tema, achou imensa piada e nos perguntou "porque é que não editam". E pronto, acabou por ficar no EP. É um EP com três músicas, mas depois tem uma parte multimédia que vai ser complementar. Nessa parte multimédia vamos ter o vídeo-clip do «Anjinho da Guarda», todo feito em cartoons, e vamos ter uma personagem nova, que é nada mais nada menos do que o Cristiano, o menino metaleiro. São dois pequenos episódios - são muito pequenos - e são essencialmente o contacto com uma personagem nova que depois vai viver online, porque a pessoa que está por detrás da série O Anjinho da guarda tem imensos sites feitos na internet enquanto criativo de cartoons, e o Cristiano é apenas uma das vertentes que ele tem, que constrói e que depois normalmente vai actualizando online. À parte disso, as pessoas depois através do link do próprio site do Cristiano vão ter um mundo à sua escolha, da autoria do mesmo autor, como por exemplo os sites da KillTunes, que têm coisas altamente, e que são sites feitos por um português que no fundo têm essencialmente visitas feitas por pessoas fora de Portugal. O que não deixa de ser curioso.

Sim, é curioso para um povo que está sempre a chorar...
Sim, exactamente. Eu acho que em Portugal há valor. As coisas têm é que se mostrar, e às vezes nós realmente negligenciamos um pouco o nosso trabalho. E a verdade é que nós temos pessoal com muita capacidade em Portugal. Só que infelizmente depois temos aquele lado mais negativo do facto de sermos um país muito pequeno em que as coisas não têm muito poder económico para andarem para a frente em termos estruturais. Mas também não podemos pensar demasiado nisso. Temos é de fazer, e essa é um bocado a filosofia dos Ramp. Hoje em dia, mais do que estarmos a chorar sobre aquilo que não se consegue fazer, temos que pensar que temos de fazer, e fazer - de uma maneira ou de outra.

Vocês alguma vez tiveram um sentimento de amputação por causa da saída do Sapo?
Não. Não chega bem a ser esse o sentimento. Eu acho que o sentimento se reparte em várias vertentes. Uma delas, para já, é de alguma tristeza, logicamente. Nós partilhámos o trajecto todo dos Ramp até hoje com o Sapo; foram 16 anos, ou seja foi uma amizade muito longa. Não é uma coisa que se possa deitar pela janela fora e dizer "não significou nada". Bem pelo contrário - significou muito. Mas por outro lado temos também um sentimento de alguma compreensão para com ele. Ou seja, nós compreendemos que não é fácil, porque nós estamos também cá dentro e sabemos que é extremamente difícil levar os Ramp para a frente. Não é uma coisa que seja feita de ânimo leve. E no caso do Sapo foi uma decisão pessoal. Enquanto amigos do Sapo, e enquanto pessoas que partilhámos o que partilhámos durante tantos anos, tínhamos que compreender que a decisão dele era uma decisão pessoal. Não era uma questão de "ah, o Sapo chateou-se com o resto do pessoal dos Ramp". Não, pelo contrário. Nós sempre nos demos bem, não teve nada a ver com isso. Teve a ver com o facto de ele ter chegado a uma altura da vida dele em que teve de tomar uma decisão pessoal. E nós também compreendemos um pouco, depois de tudo o que se passou e da maneira como ele falou connosco, que não foi uma decisão fácil para ele. Para ele, abdicar dos Ramp foi uma situação complicada também. Ele no fundo teve que abandonar uma coisa que andou a construir durante tantos anos. 16 anos é uma vida, percebes? Não são propriamente dois ou três anos; é muito tempo em que as pessoas deram muito de si. E nós compreendemos que para ele também não foi fácil. Por isso não é bem um sentimento de amputação - é quase como. É quase como dizer um "até já" e ao mesmo tempo retribuirmos com o "obrigado" por tudo o que ele deu. O que não invalida que nós não estejamos em contacto permanente com ele. Aliás, regularmente, no máximo de duas em duas semanas nós falamos com o Sapo e as coisas continuam bastante presentes. ele é nosso amigo, e desde que saiu da banda tem acompanhado o evoluir das notícias, do site, das coisas todas... estas gravações que vão sair agora no EP foram feitas também com o Sapo... posso dizer que o novo baixista dos Ramp é amigo do Sapo. Posso até dizer que ele chegou ao ponto de comprar todo o backline do Sapo... ou seja, nós tentámos preservar ao máximo a presença do Sapo. Só não temos a presença física a tocar porque ele tomou essa decisão, mas o Sapo continua a fazer parte dos Ramp. E vai continuar a fazer parte. Logicamente, neste momento a família dos Ramp, em termos de colectivo musical aumentou. Se antigamente nós éramos, no fundo, seis - porque antes do Sapo tivemos o Miguel, mesmo nas origens - e agora temos o Caveirinha, que é mais um que entrou. Resultado: os Ramp neste momento passam a ser sete pessoas, já. É um bocado assim que nós vemos as coisas. Mas amputação... não considero que seja uma amputação, porque o Sapo continua presente nos Ramp. Não foi cortado dos Ramp. Apenas já não está a trabalhar neste momento connosco, mas faz parte de nós.

Como é que vocês, com 16 anos de carreira, conseguem ter entusiasmo para encetarem uma digressão de muitas datas em bares?
Eu acho que é normal, sabes? Da nossa parte é uma coisa perfeitamente normal. Contrariamente ao que muitas pessoas podem pensar... só aquelas que realmente nos conhecem melhor é que sabem que os Ramp são das pessoas mais humildes e mais down-to-earth possível. Nós acima de tudo gostamos daquilo que fazemos, e não temos preconceitos absolutamente nenhuns. Nós tentamos fazer as coisas de que gostamos bem feitas. E a verdade é esta: nesta altura do campeonato, aquilo de que os Ramp tinham mais vontade, e é a razão de ser de nós funcionarmos com entusiasmo ao fim destes anos todos, é o público. O público é que nos contagia com isso. E esta situação passa exactamente por nós sentirmos o público connosco, e de alguma maneira o público também nos sentir ao pé deles. Eu acho que isso é que vai ser a maior razão de entusiasmo. Eu acho que está aí um pouco a razão de ser, quer de nós continuarmos com muita vontade ao fim destes anos todos, quer o facto de nós querermos fazer esta tour. Depois, não deixa de ser curioso... em Portugal nós chamamos-lhes bares, certo? No estrangeiro nós chamamos-lhes clubes. E a verdade é que a maior parte das tours feitas no estrangeiro são tours de clubes, contrariamente ao que as pessoas pensam em Portugal. Eu pessoalmente não tenho preconceitos nenhuns em relação a chamar bares ou chamar clubes - eu chamo-lhes espaços limitados em termos de público. E o que nós pretendemos fazer é pôr os Ramp a tocar essencialmente a pensar numa coisa: na música. Mais do que pensarmos em luzes, cenários, encenações, isto ou aquilo, essencialmente eu quero é sentir os Ramp com o público à sua frente. E eu acho que isso vai ser uma razão de bastante entusiasmo. Ao fim destes 16 anos vai ser muito bom. E acho que muitas pessoas vão ficar surpreendidas, pelo menos aquelas que nunca tiveram oportunidade de ver os Ramp tão de perto.

Mas tu provavelmente sabes, mais do que qualquer outro músico em Portugal, que se fazes uma digressão de bares em Portugal, vais ter uma luta diária para que tudo corra bem, porque nem todos são os espaços ideais para ter música...
Posso dizer-te que, por exemplo, o ano passado eu fiz uma tour europeia com os Re:Aktor, e apanhámos situações completamente... diferentes. E a realidade é mesmo assim. Eu não compreendo... a malta mete-se na música e diz "ah, o rock'n'roll, o rock'n'roll"... e o rock'n'roll é mesmo isso, percebes? É conseguir enfrentar essas situações e estar na boa. Em Portugal as bandas queixam-se imenso, do género "ah, isto é muito cansativo". É cansativo o quê? Cansativo é um gajo andar a ripar não sei quantos dias seguidos e de um dia para o outro ter que fazer 1.800 quilómetros e aguentar-se e tocar. Portugal de uma ponta a outra tem quantos quilómetros? Uns 600... só por aí podes ver bem um bocado da realidade (risos). Acho que muitas pessoas em Portugal estão mal habituadas, porque há muito trabalho pela frente em que as pessoas realmente se têm que empenhar. Isso não assusta os Ramp... o trabalho nunca nos assustou. O que realmente nos chateia muito mais vezes é, em termos estruturais, nunca termos encontrado a equipa certa. Porque o eterno problema em Portugal é trabalhar com as pessoas certas, com a visão e com a ambição. Mas nós continuamos a ter essa visão e essa ambição. Por isso é que para nós é tão importante fazermos esta situação de, por exemplo, espaços mais pequenos. Eu acho que é vital. E quando as pessoas tiverem oportunidade de ver, eu acho que aí é que as coisas se vão manifestar. Nós já o fizemos no passado; isto não é uma novidade para os Ramp - os Ramp já o fizeram há muitos anos atrás, e o resultado prático da situação foi que realmente granjeámos um número de fãs incrível que foi a nossa base, que nos fez subsistir até hoje. E é um bocado isso que nós vamos continuar a fazer, porque há muitas pessoas que não tiveram oportunidade de ver os Ramp à sua frente. E isso é uma mais-valia, porque aí não há que enganar. Ou a banda é boa ou não é boa. Porque não há nada que mascare. É a banda no seu expoente máximo, e mais puro. E é isso que os Ramp vão fazer.

Os vossos fãs vão então ter oportunidade de vos ver, e não só - de vos tocar e de falar convosco, nessas actuações de bares.
Sim, porque isto vai ser uma oportunidade única, o que também é de salientar. Vai ser uma acção que vai acontecer durante Abril, e depois não vai voltar a acontecer, pelo menos nos tempos mais próximos. E acaba por ser uma oportunidade única para as pessoas poderem ver os Ramp numa situação completamente diferente.

É uma sensação única, estares ali à frente da banda de que gostas, estares quase no meio deles...
Quando as pessoas chegam ao pé de mim e me perguntam "não te faz confusão ires tocar num bar?" eu digo "diz-me o nome de uma banda que tu gostes". Eu pergunto-te por exemplo a ti... diz-me o nome de uma banda de metal que tu gostes, por exemplo...

Arcturus.
OK. E diz-me uma coisa. Preferias vê-los num bar com uma capacidade para umas 300 pessoas, onde pudesses estar praticamente à frente deles, ou preferias vê-los no estádio de Alvalade?

Bem, se me fosse dada escolha, eu preferia vê-los a tocar no meu quarto.
Exactamente. E o teu quarto será o sítio ideal para eles darem um espectáculo?

Não é, e eu não ouviria nem veria tudo. Mas é como tu dizes...
Era especial, não era?

Exactamente.
Pronto. É exactamente esse o sentimento. Ou seja, se tu gostas de uma banda, o concerto mais especial que podes ter dessa banda pode ser o concerto mais pequenino existente, mas tem de ser aquele concerto em que tu irias estar com o contacto mais directo com a banda. E é um bocado por aí. Isso é que tem a magia. Os espectáculos grandes são bons na mesma; só que são diferentes. Eu pessoalmente, se me dessem a escolher entre ver Metallica, como cheguei a ver, no antigo estádio José de Alvalade ou noutro estádio qualquer, ou ver, sei lá, no antigo Johnny Guitar ou no Paradise Garage ou num sítio ainda mais pequeno, eu preferia ver nesse sítio mais pequeno. Acredita que preferia mesmo. Aliás, não é à toa que as grandes bandas americanas também o fazem. Não foi à toa que os Korn fizeram a maluquice que fizeram, e os próprios Metallica já o fizeram no passado. Porque é realmente uma coisa especial. E as pessoas adoram essas pequenas oportunidades.

Funciona muito bem, mas lá está - é como complemento dos concertos grandes também.
Sim, é verdade, tem que funcionar como complemento. Se vais fazer só isso, acaba por faltar a outra vertente. Uma banda que se diz profissional tem que estar preparada para ambas as situações. Tem que estar preprada para fazer tanto uma situação pequena como uma situação grande. Porque há uma leitura de palco, há uma maneira de estar num palco mais pequeno, e há uma maneira de estar num palco maior. E são dois géneros de situações um bocado diferentes. Há que ter ambas as escolas, porque ambas são necessárias. Mas também é mau para uma banda só estar habituada a estar em palcos grandes, porque por vezes quando lhes retiram a produção já não consegue ser o que era. Quando fazes um trajecto grande, sazonalmente é bom fazer algumas situações também pequenas, porque às vezes é bom assentar os pés na terra e não levantar voo. E neste caso o que se passou é que nós vimos que a banda necessita muito desse contacto directo com as pessoas. E exactamente as pessoas poderem ter oportunidade de poderem ver os Ramp de uma maneira que já não vêem há muitos anos atrás. E por esse lado eu acho que vai ser um bom recomeço, vai ser um bom reatar de velhas amizades, e ao mesmo tempo a construção de uma nova camada de público, porque há muitas pessoas que vão ver os Ramp pela primeira vez.

Há uma boa fatia de público residual que é frequentador dos bares e que não conhece os Ramp...
Também acaba por aparecer algum público que não nos conhece. Essencialmente, eu acho que o mais importante é as pessoas sentirem a banda ali ao pé. Os Ramp sempre foram uma banda de palco, sempre fomos uma banda que conquistou muito as coisas ao vivo. Mais do que simplesmente a situação de estúdio, mais do que simplesmente a situação da produção, sempre fomos uma banda que deu muito valor à sua parte musical e não só a parte de entretenimento. E eu acho que é fundamental as pessoas voltarem a sentir que os Ramp são acima de tudo, e genuinamente, uma banda que se preocupa com a sua música mais do que com tudo o resto. O resto é um complemento. A força da banda, num espaço pequeno, passa muito por aquilo que os músicos estão a dar e por aquilo que o backline está a cuspir para fora. E nisso eu tenho a garantia que os Ramp sempre foram uma banda muito coesa, por isso as pessoas vão sentir isso... e num sítio mais pequeno então, mais do que nunca. Para além de que vai ser uma oportunidade, num espaço de tempo muito curto, de nós fazermos um roteiro, que é uma coisa que as pessoas não estão habituadas a fazer em Portugal. Porque as pessoas queixam-se que em Portugal não há circuito, certo? P´, os Ramp criaram um circuito; vão fazer 15 datas num mês. E podíamos fazer mais... recusámos algumas porque achámos que já chegava, neste momento, para aquilo que nós pretendíamos fazer. Mas pronto, temos um circuito montado.

Agora as bandas que quiserem fazer uma digressão só têm que pegar na vossa tour e segui-la.
O roteiro está lá. São 15 sítios... quando de repente quiserem fazer uma tour nacional, podem fazer. Nós conseguimos fazê-lo, montámo-la e vamos em frente. Às vezes as pessoas quando se queixam que não há um circuito, pá... o circuito é ali. Isto não é bem um circuito montado, tem que se montar, tem que haver trabalho para isso. Mas faz-se. A prova está aí... são 15 datas.

Sim, exacto. Vocês não abriram bar nenhum só para tocarem...
(risos) Sim, exacto. Os sítios já existiam. Nós só os estamos a utilizar. É um bocado esse o espírito... o que se passa lá fora não varia muito dessa maneira de ver as coisas - é uma maneira muito prática. Tudo bem, há uma pequena diferença em Portugal, em que o pessoal está habituado a ver as Câmaras Municipais a pagarem os espectáculos, o pessoal não poder ver de borla. Mas mesmo assim, o nível das entradas que nós vamos praticar é bastante acessível. Quando estamos a falar em entradas que podem oscilar entre Eur 5,00 e Eur 6,00, é ridiculamente baixo. Hoje em dia para tu entrares num bar de consumo mínimo, tens que pagar às vezes Eur 7,00. É ridiculamente baixo aquilo que se vai ter que pagar para ver os Ramp. É o que eu digo... é uma oportunidade única, mesmo.

Publicado por BillLaswell em 12:30 AM | Comentários (1)

HAMMERFALL NOS TOPS

A semana passada foi bastante proveitosa para os Hammerfall. O seu novo álbum, «Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken», entrou directamente para o 4.º lugar do top sueco, para o 12.º lugar do top alemão, para o 36.º lugar do top austríaco, para o 39.º lugar do top suíço e para o 73.º lugar do top italiano. Entretanto, há um e-card com samplers do álbum em stream disponível aqui. Em Abril a banda sueca entra em digressão pela Europa, mas não há nenhuma data confirmada em solo nacional até ao momento.

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (0)

IRMÃS ESPENAES NA SONIC SEDUCER

A revista alemã Sonic Seducer traz, na edição deste mês, um artigo 'especial irmãs' com a vocalista de Leave's Eyes Liv Kristine e a sua irmã Carmen Elise, cantora de Midnattsol. Yvonne Zymolka, a editora da revista, visitou as irmãs no Mastersound Studio e questionou-as sobre a infância, a carreira e a rivalidade entre as duas. No fim houve uma sessão de fotos curiosa... vale a pena dar uma espreitadela na revista, acreditem.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (0)

THANATOSCHIZO AO VIVO

No dia 9 de Julho os ThanatoSchizO actuam ao vivo no Forte de São Neutel, em Chaves, a partir das 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (1)

OBSCURE E PANDEMIC GENOCIDE EDITAM SPLIT

As bandas polacas Obscure e Pandemic Genocide acabaram de lançar um split-CD chamado «Satanic Rebelmageddon», que consiste em material demo de ambos os grupos. A edição é em CD-r, limitada a 520 cópias numeradas à mão e custa Eur 6,00. Encomendem-na aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:24 AM | Comentários (0)

CRANKSHAFT AO VIVO

No dia 23 de Abril os Crankshaft actuam na 6.ª Montra de Música Moderna de Paleão, em Soure, a partir das 21.30h.

Publicado por BillLaswell em 12:23 AM | Comentários (1)

THE ABSENCE NA METAL BLADE

Os americanos The Absence firmaram um contrato discográfico com a Metal Blade. Depois de um EP auto-financiado que obteve um enorme sucesso, a banda de Tampa Bay chega agora a uma das mais conceituadas editoras de metal americanas, onde promete continuar a surpreender o mundo com o seu metal melódico. No dia 10 de Abril o grupo entra no Manna Studio para gravar o álbum de estreia, com produção de Erik Rutan (Soilent Green, Hate Eternal, Into The Moat). A edição deverá ser feita no Outono deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:22 AM | Comentários (0)

STRËAM - NOVO SINGLE

Os açorianos Strëam preparam-se para lançar um novo single, para o tema «My New Guitar», no próximo dia 1 de Setembro. As gravações decorreram no Mastermix Studio, em Coimbra, com a produção a cargo de Pedro Janela (também produtor de Wraygunn, entre outros). Entretanto, a banda tem um novo website. Visitem-no aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Forgotten Suns ao vivo no Bar 5.º Elemento (Odivelas) – 22.00h
- Festa de lançamento de «Dances And Marches For The Orphan Age», de Skrol, no TocSin Club (Bairro Alto, Lisboa) - 23.00h

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

março 29, 2005

ELVIRA MADIGAN - CRÍTICA

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«Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» CD
Black Lodge/Recital

Se é verdade que este projecto a solo de Marcus H. Manigan é, já há algum tempo, um dos segredos mais bem guardados da Suécia, por outro lado lado não é menos verdade que o senhor tem trabalhado arduamente para que deixe de ser um segredo. «Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» tem o sub-título de «Bloodstained Covers For Sirens and Sinners», mas não se trata do simples álbum de versões ao estilo de Six Feet Under com os seus seminais «Graveyard Classics». A escolha de temas de Marcus H. Manigan é mais obscura e mais elitista, optando por transformar alguns temas que ninguém esperava ver num disco de metal extremo em temas que, depois de passados pelo crivo de Elvira Madigan, parecem composições próprias, resultando o disco numa espécie de álbum, sem oscilações estilísticas ou de qualidade, ao invés dos álbuns de versões que parecem compilações caseiras. As escolhas mais surpreendentes do disco serão porventura as quatro músicas de Chris DeBurgh («Spanish Train», «The Leader», «The Vision» e «What About Me?»), que parecem providenciar a variedade de emoções e elementos melódicos necessários para que o dark/black metal melódico, negro e sinfónico de Elvira Madigan funcione na perfeição. As escolhas estendem-se também para outros universos que não o puramente musical, com «At Zanarkan», o tema do jogo Final Fantasy e «Chrono Cross», do RPG homónimo, (bem) transformados em temas metálicos. Um dos momentos instrumentais mais ambientais é, no entanto, «Prisoners of Fate», de Heathen, que encerra o disco. «Iieee», de Tori Amos e uma poderosa versão de «Alien Nation», de Scorpions, estão entre os mais atractivos momentos do disco, enquanto que uma das mais compensadoras surpresas é o tema «Under Norrskenet», da banda de folk/pop sueca Nordman, metamorfoseado num sonho húmido de um fã dark/black metal gótico. Se, por um lado, o estilo DIY e muito próprio de Marcus H. Manigan pode não agradar a toda a gente por não ser luxuosamente produzido e por alguma falta de poder em termos de guitarra, por outro lado a visão do senhor é inegável, e «Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» é um excelente disco de versões, constituindo um óptimo passo na carreira de Elvira Madigan que, cada vez mais, é o exemplo do que uma one-man-band pode e deve ser. (7/10)
«Angelis Daemonae - Wiccan Aftermath» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:24 AM | Comentários (2)

WILLOWTIP - ACORDO COM EARACHE

A Earache Records celebrou um acordo com a editora americana Willowtip que vai permitir à empresa inglesa lançar os artistas da Willowtip na Europa. A Willowtip é 'casa' de nomes como Cephalic Carnage, Misery Index e Circle Of Dead Children, entre outros.

Publicado por BillLaswell em 12:21 AM | Comentários (0)

IN FLAMES - NOVO ÁLBUM E OZZFEST

O novo álbum dos suecos In Flames está a tomar forma. Cerca de 10 temas estarão já compostos, e a bateria começa a ser gravada esta semana. Segundo o vocalista Anders Fridén o novo material vai ser mais "rápido e com mais harmonias de guitarra". Outras notícias revelam que os In Flames estão confirmados no festival Ozzfest deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

LEAVE'S EYES NO M'ERA LUNA

Os Leave's Eyes estão, neste momento, confirmados no cartaz deste ano do festival alemão M'era Luna, que decorre nos dias 13 e 14 de Agosto em Flughafen.

Publicado por BillLaswell em 12:20 AM | Comentários (0)

TRAUMA FEST EM DVD

A organização do festival espanhol Trauma Fest está a preparar um DVD, que vai ter uma edição limitada a 600 a 800 cópias numeradas à mão. O DVD vai ter, obviamente, gravações das actuações das bandas que actuaram no festival deste ano. Mais informações no site da Acoustic Trauma.

Publicado por BillLaswell em 12:19 AM | Comentários (0)

IPERYT LANÇAM EP

Os polacos Iperyt terminaram o seu primeiro lançamento, que vai ser o EP «Particular Hatred». Os quatro temas foram gravados e misturados durante os meses de Janeiro e Fevereiro. A banda procura agora uma editora que queira lançar o material. Escutem mp3 no site de Iperyt.

Publicado por BillLaswell em 12:18 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Edição de «A Murderous Circus», de Mourning Beloveth
- Edição de «The Middle Of Nowhere», de Circle II Circle
- Edição do single «The Magic Of The Wizard's Dream», de Rhapsody

Publicado por BillLaswell em 12:16 AM | Comentários (0)

março 28, 2005

8TH SIN - CRÍTICA

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«Sinners Inc.» CD
Black Lodge/Recital

Estes 8th Sin são assencialmente um projecto de uma personagem sueca chamada IT, e que vai recrutando músicos conforme as necessidades e vivissitudes da carreira do seu projecto. «Sinners Inc.» é a estreia do projecto, e mostra 11 temas de uma vertente bastante electrónica do metal gótico. Aliás, a componente 'metal' da música de 8th sin resume-se a guitarras que ficam bem no fundo da sonoridade do disco, quando comparadas com os sintetizadores e a voz de IT. Por isso, é justo considerarmos «Sinners Inc.» mais um disco de electro-qualquer-coisa do que de metal-electro-gó. O problema é que IT ainda está numa fase muito experimental da sua evolução, ou então é mesmo falta de preocupação com o que os outros vão achar da sua música, o que faz os seus temas resultarem numa amálgama de ritmos sintéticos, maquinaria, uma voz típica do estilo e pouco mais. Tudo muito forçado, sem inspiração e sem o mínimo sentido estético - pelo menos que faça sentido. Assim, o que temos aqui é uma versão muito insípida de projectos interessantes como Lithium, cujo facto de estar a dar os primeiros passos não é desculpa para os momentos verdadeiramente boçais que intercalam com temas que, pura e simplesmente, não têm qualquer interesse. (4/10)
«Sinners Inc.» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:08 AM | Comentários (0)

NOX PREPARAM NOVO DISCO

A banda de death metal holandesa Nox entra em estúdio, no Excess, na Holnda, já no próximo mês de Junho para gravar o seu próximo disco, «Ixaxaar», que vai ser o primeiro para a Wicked World/Earache. Mais informação aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:05 AM | Comentários (0)

COMMUNIC - DIGRESSÃO EUROPEIA A CAMINHO

Os noruegueses Communic vão embarcar na sua primeira digressão europeia já no próximo mês de Abril. A banda, que tem feito furor com o power metal progressivo e emocional do disco de estreia «Conspiracy In Mind», vai andar na estrada com Graveworm e Ensiferum, numa digressão que não tem data prevista para o território nacional.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

CONCURSO LEAVE'S EYES

Há um concurso a decorrer sobre os Leave's Eyes a propósito dos lançamentos do próximo MCD «Elegy» (02.05.2005) e do novo álbum «Vinland Saga» (30.05.2005). O que é pedido é simples: contem qual o vosso melhor momento pessoal com a música de Leave's Eyes, como conheceram a música da banda, o que sentem quando ouvem a música do grupo e qual o melhor momento, para vocês, de um concerto da banda. As respostas devem ser dadas em texto, em inglês, para o e-mail win@leaveseyes.com - a banda vai escolher as melhores e publicá-las no site. O prémio para os autores é um fan-pack com montes de merchandise dos Leave's Eyes. O concurso está aberto até dia 30 de Abril.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

FROM THE ASHES PROCURAM PARCERIAS

A banda de grind-core From The Ashes acabou a gravação de alguns temas novos, e está neste momento à procura de uma banda que queira editar um split-7" com eles. O grupo procura também uma editora que queira lançar este EP. Escrevam para: fta@popstar.com

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Reedição de «True Nature Unfolds», de Callisto
- Edição da versão em LP de «Blasphemy Made Flesh», de Cryptosy

Publicado por BillLaswell em 12:01 AM | Comentários (0)

março 27, 2005

MUNICIPAL WASTE PREPARAM ESTREIA

As jovens estrelas americanas de thrash-core Municipal Waste estão a gravar o seu primeiro álbum para a Earache, ao mesmo tempo que preparam uma série de concertos em território americano. Entretanto, no dia 31 de Março o grupo vai gravar um novo vídeo-clip, em Richmond, na Virginia, e estão a encorajar os seus fãs a aparecerem, 'vestidos de headbangers e zombies'. A coisa promete...

Publicado por BillLaswell em 10:38 PM | Comentários (0)

SUBWAY TO SALLY - DETALHES SOBRE O ÁLBUM

Os Subway To Sally, uma das mais conhecidas bandas de metal/rock medieval da Alemanha, anunciaram finalmente o título do próximo disco: vai chamar-se «Nord Nord Ost» (Nornordeste), e a edição está prevista para o dia 22 de Agosto. O primeiro single retirado do álbum vai ser «Eisblumen» (flores de gelo), e vai ser editado no dia 25 de Julho. Entretanto, os Subway To Sally anunciaram também que o baterista David Pätsch abandonou o grupo.

Publicado por BillLaswell em 10:37 PM | Comentários (0)

março 25, 2005

FEEDBACK DE FÉRIAS

Como a Feedback vai estar de férias nos próximos três dias, algures no norte onde não há televisão nem telefone nem rede de telemóvel, aqui ficam as agendas para o resto do fim-de-semana. Domingo ou segunda-feira volta a haver posts.

AGENDA 26 DE MARÇO
- Neurotic, Projecto 103, Tiny Tuned e Sixpot ao vivo no LAC (ex-cadeia) em Lagos - 18.30h
- The Haunted, Moonspell e Cradle Of Filth ao vivo no Coliseu do Porto - 21.00h
- After-party Moonspell e Cradle Of Filth no Heavens Bar (Porto)
- Mata-Ratos e 2 Sacos & Meio ao vivo no Marrafas Bar, em Pé de Cão (Torres Novas) - 22.00h
- Opus Draconis ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada) - 22.00h
- Attick Demons ao vivo na Junta de Freguesia de Charneca do Lumiar (Lisboa) - 22.30h
- Sutzu ao vivo no Teatro da Malaposta, em Olival de Basto (Odivelas) - 23.00h
- Fellows ao vivo no Rock House Café (Alenquer) - 23.00h
- In The Flesh ao vivo na Concentração Motard de Lagoa (Portimão)

AGENDA 27 DE MARÇO
- The Haunted, Moonspell e Cradle Of Filth ao vivo no Coliseu de Lisboa - 21.00h

Publicado por BillLaswell em 02:07 PM | Comentários (1)

SABATON - CRÍTICA

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«Primo Victoria» CD
Black Lodge/Recital

Devido a problemas financeiros com a editora anterior destes suecos, este segundo disco, chamado «Primo Victoria», vê a luz do dia antes da estreia, que está há dois anos à espera de ser editada por uma companhia italiana. A sonoridade da banda é uma mistura difícil de descrever. Se, por um lado, riffs e melodias fáceis se juntam a ambientes épicos como em Running Wild, por outro lado a voz da banda é totalmente diferente do espectro do habitual no heavy metal mais clássico ou old-school, com um timbre bem forte, quase como Slough Feg, embora por vezes surja o fantasma de U.D.O. na sonoridade dos Sabaton. O contraste desta vocalização mais grossa com riffs melódicos e refrões harmoniosos é um cozinhado que nem sempre resulta da melhor maneira, mas vale, nos momentos mais felizes de composição da banda, como no tema-título ou em «Metal Machine», pela diferença que impõe, e pode agradar aos fãs de heavy metal que procuram material mais, por assim dizer... exótico. (6/10)
«Primo Victoria» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:14 AM | Comentários (0)

SECRECY - ENTREVISTA

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Nascidos das cinzas dos Ignoto Deo e My Fallen Angel, os Secrecy são uma das grandes sensações do metal gótico português. O tão esperado disco de estreia, ‘Beneath the Lies’, foi recentemente editado pela Ethereal Sound Works e dá a conhecer uns portuenses não só cheios de estilo mas aptos para adentrar no mercado internacional e reforçar a qualidade do nosso panorama musical.

Após um bom historial de espectáculos ao vivo, porquê só agora o álbum? Que importância tiveram esses concertos para o amadurecimento dos Secrecy?
Os Secrecy começaram a compor os seus temas em inícios de 2002, altura em que te traçaram alguns objectivos. A banda pretendeu consolidar o seu projecto ao vivo como primeiro objectivo, tendo sido totalmente atingido com bastantes actuações um pouco por todo o país. A meio desse percurso surgiu-nos a oportunidade de assinar um contrato com a Ethereal Sound Works. Esse contrato possibilitou-nos a gravação de «Beneath the Lies». O álbum sai agora em inícios de 2005 que julgamos ser o timing perfeito para o seu lançamento, bem como também para a nossa editora.

Nota-se alguma preocupação vossa e da editora na apresentação gráfica do trabalho, disponibilizando no cd algum conteúdo multimédia. Consideram esses extras uma mais valia para uma banda, em que sentido?
Sim, é sempre uma mais valia quando no interior do nosso CD podemos mostrar um pouco mais de nós, da nossa história, de como apareceu a banda e das gravações do álbum. Um conceito interessante a ser explorado em próximos trabalhos da banda.

Expliquem-me melhor o conceito da capa: inicialmente temos uma personagem do sexo feminino aparentemente nostálgica, sentada numa cadeira; na contracapa permanece apenas a cadeira, lembrando algo soturno, melancólico.
O conceito que se encontra subjacente à capa, contra-capa e inlay foi baseado no título do álbum Beneath the Lies». A foto da capa, integra uma personagem feminina que olha para algo distante e demonstra uma total alienação perante a personagem masculina que a toca. Esta, representa uma relação, que não é mais que uma falsa realidade, uma mentira. Na sequência - contra-capa - as personagens desapareceram ficando apenas a cadeira, que simboliza o falso mundo de mentiras no qual se suportava a relação das personagens. A relação não existe mais, nada pode existir se suportado por mentiras a não ser as próprias mentiras. Mas estas também desaparecem e com o tempo apenas fica o mundo real. Mundo esse que é quase vazio, apenas preenchido por memórias da felicidade muitas vezes irreais e que há muito desapareceram. É essa a ideia que nos é transmitida pelo cenário da antiga fábrica de seca do bacalhau, onde os pilares, que outrora serviram para suportar a estrutura onde o peixe era salgado e secado, fazem agora lembrar cruzes de um velho cemitério - memórias que foram enterradas. Este é o conceito que serve de base, no entanto outros enquadramentos serão possíveis de efectuar com base nos quatro elementos compostos - A mulher, o Homem, A Cadeira e o Vazio - assim como na sequência subtractiva constituida pela capa, contra capa e inlay. De notar ainda a particularidade que existe quando se retira o CD, representando a cadeira - o suporte, as mentiras - e que é em si também a musica. Sem o CD fica apenas o vazio, e por analogia o silêncio.

Ao vivo, vocês apresentam uma imagem pouco formal, tocando o guitarrista com um chapéu de cowboy. Nunca vos aconteceu serem mais ou menos creditados por essa mesma imagem?
Bem, isso sempre aconteceu dessa forma porque a banda sempre teve como lema a liberdade visual, principalmente nos primeiros anos de vida. Neste momento as coisas são um pouco diferentes e nos concertos de apresentação do álbum já se notam as diferenças em relação à primeira fase da banda. Achamos sim que o visual da banda é quase tão importante quanto a música, por isso estamos a cuidar desse pormenor com cada vez maior afinco.

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Ou seja, nunca puseram em causa o vosso valor como músicos, por tal "aparência" em palco?
Isso cremos que não, até porque temos tido ao longo dos tempos críticas bem positivas aos nossos temas por pessoas que nem têm necessariamente a ver com o universo gótico.

Ao longo das faixas fica-se com a sensação de que o vocalista quase nunca muda de timbre vocal, chega mesmo a lembrar, constantemente, o grupo Sisters of Mercy («Temple of Love»). O público, ao ouvir uma faixa vossa na rádio, não conhecendo os Secrecy, poderia associá-la a eles, não receiam isso?
É interessante essa questão, já que, por exemplo, uma das entrevistas que nos fizeram apontaram que, dentro do darkwave rock nos afastamos definitivamente dos clássicos como os Sisters. É evidente que a voz do Miguel tem as suas semelhanças, mas não cremos que seja assim tão 'colado' ao Andrew Eldrich, e cremos mesmo que o instrumental solidifica essa diferença.

Qual é o significado do primeiro single «Perfect Isolation»?
«Perfect Isolation» fala-nos de uma visão introspectiva acerca de um mundo construído por uma pessoa que vive à parte de tudo, e apesar de estar rodeado pela vida e pela sociedade isola-se no seu mundo. Tem a ver um pouco com a cultura do anonimato nas grandes cidades em que milhões de pessoas partilham o mesmo espaço físico mas são anónimas umas em relação às outras.

Não se consideram um pouco contraditórios? Afinal o isolamento perfeito é associado a uma utopia: se ficassem 'perfeitamente isolados' como poderiam mostrar o vosso trabalho ao grande público?
Isso é verdade, afinal de contas um dos nossos objectivos é o de chegar ao maior número possível de pessoas. Para tal, o perfeito isolamento não é uma das nossas estratégias, mas o «Perfect Isolation» pode contribuir para uma maior visibilidade da banda, já que acreditamos que é um tema forte e com uma mensagem interessante, acerca do dia a dia isolacionista de muitas pessoas. Além do mais, «Perfect Isolation» é apenas um personagem inventado para contar uma história com música...

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Consideram haver um circuito não só de fãs mas também de bares, lojas, etc, gótico em Portugal?
Bem, em relação a há uns tempos atrás, em que o gótico quase desapareceu de cena, pensamos que vão havendo mais oportunidades dentro desse universo. Há muitas pessoas que são fãs desse movimento. Apesar de tudo pensamos que se trata de revivalismo, e que poderá ter os seus dias contados. O que é facto é que nós fazemos música não só para as pessoas enquadradas nesse universo como também tentamos chegar junto do público em geral, porque achamos que o nosso trabalho ultrapassa as fronteiras do gótico.

Em 2003 actuaram com uma banda conhecida um pouco por todo o mundo, embora apenas no meio gótico: os Inkubus Sukkubus. Isso contribui para que os Secrecy conseguissem abrir algumas 'portas' até então fechadas?
Sim, é sempre um momento importante na vida de uma banda aparecer num concerto de músicos consagrados como os Inkubus Sukkubus. Para além de grandes músicos são uma referência no que diz respeito ao movimento pagão. Foi uma excelente noite e o vídeo amador que possuímos desse concerto faz-nos ter a certeza que estivemos à altura dos Inkubus.

Numa entrevista afirmaram desgostar de um estilo musical "dito mais extremo", porque o consideravam atingir apenas minorias. Assim, porque decidiram enveredar pelo estilo gótico se este, pelo menos em Portugal, parece ser um pouco marginalizado e abranger apenas minorias?
Apesar de tudo, o 'gótico' que praticamos funde-se muito com um vulgar e mainstream rock, conforme se pode ouvir em «Beneath The Lies». O caminho é continuar a cruzar estes dois mundos e chegar ao maior número possível de pessoas, porque temos a certeza que seremos apreciados por mais pessoas se tivermos a oportunidade de nos mostrarmos a elas.

Normalmente, a nossa sociedade associa baixo preço a má qualidade. Não querendo referir nomes, «Beneath the Lies» está a um preço um pouco abaixo da média em comparação com outros artistas. Poderá ser interpretado, tal facto, como uma estratégia de marketing vossa e da editora, para assim poder chegar a um maior número de público?
É objectivo da nossa editora divulgar a música que se faz principalmente em Portugal e fazê-la chegar ao maior número de público possível. Daí que o preço por eles recomendado seja um preço abaixo ao praticado no mercado pois são da opinião de que o preço actualmente praticado é excessivo e por vezes factor impeditivo da aquisição por diversos potenciais compradores. É opinião da nossa editora que a qualidade e o preço não se encontram relacionados e que é possível disponibilizar bons produtos de excelente qualidade a preços justos e acessíveis.

Entrevista por Tiago Oliveira

Publicado por BillLaswell em 12:12 AM | Comentários (0)

LOST SOUL - DIGRESSÃO EUROPEIA

A banda polaca de death metal Lost Soul anunciou uma digressão europeia, que começa já em Abril. Vejam as datas aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:06 AM | Comentários (0)

RAGING SPEEDHORN - ÁLBUM A CAMINHO

«How The Great Have Fallen» é o nome do novo álbum dos britânicos Raging Speedhorn. Foi produzido por Joa Baressi, de Queens Of The Stone Age. A edição está prevista para o dia 23 de Maio, via Steamhammer/SPV.

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (0)

SKROL - FESTA DE LANÇAMENTO

No dia 30 de Março realiza-se no TocSin Club, no Bairro Alto (Lisboa) a festa de lançamento do disco «Dances And Marches For The Orphan Age», de Skrol, editado esta semana pela Dagaz Music. A festa vai ter uma selecção musical a cargo da Dagaz e da Equilibrium Music, uma banca de material da Equilibrium e vai ainda ser apresentado, em primeira mão, o novo álbum de Puissance, «Let Us Lead».

Publicado por BillLaswell em 12:04 AM | Comentários (1)

PAINSTRUCK E VEINLESS AO VIVO

No dia 9 de Abril os Painstruck e os Veinless actuam ao vivo na Casa Amarela, em Santo Amaro, no Larajeiro (Almada), a partir das 21.00h.

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (1)

SOILWORK - DVD A CAMINHO

Os suecos Soilwork planeiam lançar um DVD em jeito de celebração do 10.º aniversário da sua carreira. O DVD deverá conter imagens dos concertos da banda, bem como filmagens de bastidores que o grupo recolheu ao longo dos últimos anos. Antes de embarcarem numa digressão americana com Hypocrisy, Mnemic e Dark Tranquility, o vocalista Björn "Speed" Strid gravou as suas partes do projecto musical que está a desenvolver com o baterista de Blind Guardian Thomen Stauch, já descrito pelo duo como "uma mistura de Alice In Chains e Rammstein". Para além disso, os Soilwork vão fazer parte do cartaz do Ozzfest deste ano.

Publicado por BillLaswell em 12:02 AM | Comentários (0)

AGENDA

- The Kamones, The Traumatics e Albert Fish ao vivo no Pavilhão da Igreja Nova de Aljezur - 21.00h
- Freedom, Larkin e On Equal ao vivo no Hard club (Gaia) - 22.00h
- Banshee, Coiratos Violentos e Hell Spiders ao vivo no Lótus Bar (Cascais) - 22.30h

Publicado por BillLaswell em 12:01 AM | Comentários (0)

março 24, 2005

THE SEWERGROOVES - CRÍTICA

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«Constant Reminder» CD
Wild Kingdom/Recital

Mais rock escandinavo na onda de Hellacopters em doses industriais é o propósito para a existência da editora sueca Wild Kingdom, por isso não é uma grande surpresa que estes The Sewergrooves, nos quais tocava até há bem pouco tempo o baterista de The Hellacopters, não façam o mínimo esforço para fugir ao som-tipo que se espera deles. «Constant Reminder» é o terceiro disco da banda, e volta a carregar fortemente na tecla 'Gothemburg rock' que os fãs do som escandinavo exigem, com todos os maneirismos estilísticos que isso implica: uma guitarra muito solta, qualidade de som a imular os anos 70, rock simples e plano e extremas influências de Thin Lizzy e de todas as outras bandas importantes da nova vaga escandinava. Não há nada de novo em «Constant Reminder», por isso resta a quem gosta de rock escandinavo apreciar algumas das boas melodias de The Sewergrooves e fazer os possíveis por esquecer que este tipo de sonoridade foi feita - e está a ser feita - por centenas de outras bandas, com uma boa parte delas a fazê-la de uma forma melhor, mais convincente e com melhores resultados. (6/10)
«Constant Reminder» já está disponível

Publicado por BillLaswell em 12:45 AM | Comentários (0)

HATE ETERNAL - ÁLBUM E DIGRESSÃO

«I, Monarch», é o novo álbum dos americanos Hate Eternal, e está já gravado, misturado e mastrizado, devendo ser editado em breve pela Earache Records. Entretanto, a banda anunciou uma digressão americana como promoção do disco. Vejam as datas aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:42 AM | Comentários (0)

ALLEN E LANDE EM PROJECTO CONJUNTO

Pois é... dois dos grandes vocalistas do panorama metálico actual, Jorn Lande (Masterplan, ex-Ark) e Russell Allen (Symphony X) estão a trabalhar num disco conjunto. Allen está neste momento a acabar a sua parte das gravações, e a mistura do álbum está já marcada para o mês de Abril, no Roastinghouse Studio. O lançamento deverá ser feito depois dos meses de Verão, via Frontiers Records.

Publicado por BillLaswell em 12:41 AM | Comentários (0)

MINE(THORN) GRAVAM ÁLBUM DE ESTREIA

Os noise-metallers ingleses Mine(thorn) estão neste momento em estúdio a gravar o álbum de estreia «JunkHive Noir», que vai ser editado pela Code666. A banda vai depois passar a maior parte da Primavera e Verão a completar as gravações e a misturar o disco, que deverá sair em Setembro.

Publicado por BillLaswell em 12:40 AM | Comentários (0)

MOTÖRHEAD CELEBRAM 30.º ANIVERSÁRIO COM DVD

Este é o ano em que os Motörhead celebram 30 anos de carreira. Para comemorar a ocasião, a banda de Lemmy vai lançar um DVD duplo com o concerto que deu em Dusseldorf, Alemanha, em Dezembro passado e um documentário. Este DVD é posto à venda no dia 4 de Julho.

Publicado por BillLaswell em 12:38 AM | Comentários (0)

AGENDA

- Peste & Sida, Mata-Ratos, Anti-clockwise, Samesugas e Ervas Daninhas ao vivo no Polidesportivo do Pinhal Novo - 18.00h
- Desire, Decayed, Opus Draconis, Invoke e Infernal Kingdom ao vivo no Pavilhão de Exposições da Moita - 20.00h
- The Fire, Pitch Black, Shadowsphere e Secrecy ao vivo no Hard Club (Gaia) - 21.30h
- Fullmoonchild e Enchantya ao vivo no Rock House Café (Alenquer) - 00.00h
- SK6, Dodge This e Twelve 2 Go ao vivo n'O Culto Bar, em Cacilhas (Almada)

Publicado por BillLaswell em 12:36 AM | Comentários (0)

março 23, 2005

CELTIC DANCE (Por)/ WOLFTHRONE (Esp) - CRÍTICA

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Split-CD
Ethereal Soundworks

Os Celtic Dance, após alguns anos de inactividade e depois de terem sido ripados no passado pela Shivadarshana Records, ressurgem, desta feita, em formato split-CD com os Wolfthrone. Com uma existência para mais de 10 anos, os três registos já editados («Goddess Of A Thousand Nights», «Ancient Battlecry» e «1488 Blood & Triumph») são considerados, actualmente, como “clássicos” no underground português. «Regressus Ad Uterum», ao longo de seis temas, espelha não só um regresso mas a continuação da vertente war-black-metal e nacionalista a que nos habituaram. Logo, em termos líricos (palavras cliché como ‘sword’, ‘celtic’, ‘warior’) e composição musical continua tudo lá mas, em contrapartida, a produção, mais uma vez, deixa muito a desejar, estando os instrumentos num nível mais elevado que a voz de Conqueror. Os momentos interessantes residem no impiedosamente intenso «To North We March Forth» e nos riffs poderosos de «The Cry of the Warrior». No entanto, acredita-se que com a adequada produção, estas faixas teriam muito mais impacto. Por outro lado, os espanhóis Wolfthrone, apesar de serem uma banda recente (2000), apresentam-nos óptimos temas num misto mais cru e rápido, à la Immortal, condimentado com alguma melodia, que chega a ressoar timidamente aos Primordial em «The Pagan Cult is Still Alive (When the Smoke of the Burning Christian Temples Will Cover the Sky)» e «Mighty Kingdoms of the Elder Raven». Ao longo de 10 faixas, «Memories From Ancestral Times», demonstra não só alguma competência ao nível de peso/melodia, mas contagiante descarga sonora. (6,5/10) Lurdes Matos & Tiago Oliveira

Publicado por BillLaswell em 12:33 AM | Comentários (0)

CALLISTO - REEDIÇÃO A CAMINHO

É já no próximo dia 28 de Março - segunda-feira - que a Earache Recors reedita o álbum «True Nature Unfolds», da banda finlandesa de noisecore atmosférico Callisto. Logo a seguir a banda inicia uma digressão pelo Reino Unido, juntamente com High On Fire e Winnebego Deal. Escutem um sampler do som dos Callisto aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:31 AM | Comentários (0)

HARDLINE TERMINAM GRAVAÇÕES

Os Hardline terminaram finalmente as gravações do seu novo álbum, «Just Add Water», depois do vocalista Johnny Gioeli ter terminado o seu trabalho em estúdio. Ainda não foi adiantada qualquer data de lançamento, mas tanto a Frontiers Records como a banda estão confiantes que conseguirão lançar o disco no final de 2005.

Publicado por BillLaswell em 12:29 AM | Comentários (0)

DISPLEASED RECORDS - NOVOS DISCOS EM ABRIL

Os próximos lançamentos em CD da editora holandesa Displeased Records estão previstos para o dia 28 de Abril. São os álbuns «War Metal» e «Warrior's Death», de Cobalt e Resuscitator, respectivamente.

Publicado por BillLaswell em 12:29 AM | Comentários (0)

MUDANÇAS NO INFERNO

O cartaz do festival noruguês Inferno deste ano registou duas alterações de última hora: as bandas Necrophagist e Mantas cancelaram a sua participação devido a problemas de saúde dos membros e da família destes, e foram substituídos por Nattefrost e Hatesphere.

Publicado por BillLaswell em 12:27 AM | Comentários (0)

NEGURA BUNGET ADIAM ÁLBUM

A banda transilvana de black metal Negura Bunget decidiu adiar a edição do seu novo disco, «OM», para o Outono de 2005, devido a atrasos na composição e gravação. O disco vai ser lançado, recorde-se, numa edição limitada que vi conter, para além do disco, um DVD com um vídeo-clip de uma das faixas do disco, imagens dos concertos de Negura Bunget, uma galeria media muito completa, entrevistas, making-of do disco e mais alguns extras. Para compensar os fãs pelo atraso do disco, a banda romena preparou um MCD, chamado «Inarborat Kosmos», que vai ser lançado pela Code666 no final de Maio em digipack numa edição limitada.

Publicado por BillLaswell em 12:26 AM | Comentários (0)

THANATOSCHIZO NA PANDEMONIUM RECORDS

Na sequência do fecho de portas da editora londrina Rage Of Achilles, os ThanatoSchizO acabaram de assinar um contrato discográfico internacional pela editora australiana Pandemonium Records. «Turbulence», o novo disco da banda de Santa Marta de Penaguião, será assim editado em todo o mundo no segundo trimestre deste ano, depois de ter tido uma pré-edição nacional em meados de 2004. A relação entre o grupo e a editora australiana contempla ainda o licenciamento do segundo álbum, «InsomniousNightLift» para uma reedição na Austrália e Nova Zelândia.

Publicado por BillLaswell em 12:25 AM | Comentários (0)

REQUIEM LAUS NO ROQUEFEST

Os madeirenses Requiem Laus são a mais recente confirmação no festival Roquefest. Mais pormenores aqui.

Publicado por BillLaswell em 12:23 AM | Comentários (2)

BLACK LABEL SOCIETY NO TOP

«Mafia», o novo álbum de Black Label Society, entrou para o top oficial de vendas americano directamente para 15.º lugar, com mais de 41.500 unidades vendidas na primeira semana de lançamento. O disco estrou-se também em 1.º lugar no top de lançamentos independentes da Billboard. Os Black Label Society foram também confirmados no palco principal dos concertos deste ano do Ozzfest.

Publicado por BillLaswell em 12:22 AM | Comentários (0)